14 de abril de 2026 – Universitario e Coquimbo Unido se enfrentam nesta terça-feira, 14 de abril de 2026, às 23h pelo horário de Brasília, no Estádio Monumental U Marathon, em Lima, pela segunda rodada do Grupo B da Copa Libertadores. A partida terá transmissão ao vivo pela ESPN 4 e pelo plano Premium do Disney+ e reunirá duas equipes que começaram a competição com um ponto, em busca da primeira vitória na fase de grupos.
O Universitario estreou com empate por 0 a 0 diante do Deportes Tolima, em Ibagué, na Colômbia. A equipe peruana resistiu à pressão exercida pelos donos da casa, contou com atuação decisiva do goleiro Miguel Vargas e trouxe um ponto de uma das viagens mais difíceis de sua chave.
O Coquimbo Unido também empatou na abertura da Libertadores. Jogando no Estádio Francisco Sánchez Rumoroso, o atual campeão chileno ficou no 1 a 1 com o Nacional, do Uruguai, depois de marcar nos acréscimos do segundo tempo com o zagueiro Manuel Fernández.
A igualdade na primeira rodada deixou Universitario, Coquimbo Unido e Deportes Tolima com um ponto antes do início dos jogos desta terça-feira. O confronto em Lima, portanto, oferece ao vencedor a possibilidade de alcançar quatro pontos e ocupar uma posição importante na disputa pelas duas vagas nas oitavas de final.
Onde assistir Universitario x Coquimbo Unido ao vivo
Universitario x Coquimbo Unido terá transmissão ao vivo no Brasil pela ESPN 4, na televisão por assinatura, e pelo Disney+ Premium, no streaming.
Partida: Universitario x Coquimbo Unido
Competição: Copa Libertadores de 2026
Fase: fase de grupos
Grupo: B
Rodada: segunda
Data: terça-feira, 14 de abril de 2026
Horário: 23h de Brasília
Horário em Lima: 21h
Estádio: Monumental U Marathon
Cidade: Lima, Peru
Transmissão: ESPN 4 e Disney+ Premium
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O horário de 23h corresponde à referência de Brasília. No Peru, onde a partida será disputada, o início está marcado para as 21h.
Jogo coloca frente a frente os campeões de Peru e Chile
O confronto reúne os atuais campeões nacionais de Peru e Chile. O Universitario conquistou o Campeonato Peruano pelo terceiro ano consecutivo e chega à Libertadores sustentado por uma sequência de títulos que devolveu estabilidade esportiva ao clube.
O Coquimbo Unido participa da competição continental depois de uma campanha histórica no futebol chileno. A presença na fase de grupos representa o retorno do clube à Libertadores após uma ausência de mais de três décadas.
A diferença de tradição continental é significativa. O Universitario disputa a Libertadores com frequência e carrega uma das maiores torcidas do futebol peruano. O Coquimbo, por sua vez, tenta transformar o crescimento recente em uma campanha consistente diante de adversários mais habituados à competição.
O encontro no Monumental será o primeiro entre os dois clubes na história da Libertadores. A ausência de um retrospecto direto aumenta o peso da leitura tática e da capacidade de adaptação durante os primeiros minutos.
Embora o Universitario seja considerado favorito por atuar em casa, o Coquimbo chega a Lima respaldado pela capacidade de reação exibida contra o Nacional. O time chileno não se desorganizou mesmo depois de sofrer o primeiro gol e conseguiu buscar o empate no último ataque da partida.
Universitario aposta na força do Monumental de Lima
O Estádio Monumental U Marathon é o principal ativo do Universitario para o compromisso desta terça-feira. A equipe está acostumada a atuar diante de um público numeroso e a exercer pressão territorial desde os minutos iniciais.
O clube peruano espera transformar o mando de campo em sua primeira vitória na Libertadores. Depois do empate fora de casa, somar três pontos em Lima é tratado como passo necessário para manter o planejamento de classificação.
A equipe comandada pelo espanhol Javier Rabanal apresentou solidez defensiva na estreia. O Universitario chegou ao fim da partida contra o Tolima com quatro jogos consecutivos sem sofrer gols, sequência que reforçou a confiança do treinador no sistema utilizado.
Miguel Vargas foi o principal nome do empate na Colômbia. O goleiro realizou defesas importantes, especialmente em uma cabeçada no primeiro tempo, e impediu que o Tolima convertesse seu volume ofensivo em vantagem.
A segurança de Vargas permitiu que o Universitario suportasse o período em que recuou suas linhas durante a segunda etapa. Em casa, porém, a expectativa é de uma postura mais agressiva e de maior presença no campo adversário.
A pressão da torcida deve incentivar o time a acelerar o início da partida. O desafio será atacar sem oferecer espaços para as transições do Coquimbo, especialmente pelos lados do campo.
Jairo Concha pode comandar a criação peruana
Jairo Concha foi um dos jogadores mais ativos do Universitario na primeira rodada. O meio-campista participou das melhores ações ofensivas da equipe, apareceu próximo à área e teve oportunidades para marcar no primeiro tempo.
Sua capacidade de receber entre as linhas e acelerar o passe pode ser determinante contra uma defesa chilena que tende a proteger o centro e direcionar o adversário para os corredores laterais.
Jesús Castillo e Martín Pérez Guedes também exercem funções importantes na estrutura. Castillo oferece proteção à defesa e cobertura aos avanços dos alas, enquanto Pérez Guedes participa da circulação e da pressão após a perda da bola.
Javier Rabanal utilizou uma formação com três zagueiros na estreia. Caín Fara, Williams Riveros e Matías Di Benedetto formaram o setor central, com César Inga e José Carabalí atuando pelos lados.
O modelo oferece maior segurança contra contra-ataques, mas exige participação intensa dos alas na construção ofensiva. Quando os jogadores de lado ficam presos à linha defensiva, o Universitario pode perder amplitude e deixar seus atacantes isolados.
Alex Valera aparece como principal referência na área. O centroavante combina presença física, disputa pelo alto e capacidade para atacar cruzamentos. José Rivera, Edison Flores, Sekou Gassama e Bryan Reyna ampliam as possibilidades ofensivas do treinador.
Coquimbo chega respaldado por reação diante do Nacional
O empate com o Nacional revelou um Coquimbo Unido competitivo e resistente. A equipe chilena saiu atrás aos 22 minutos do primeiro tempo, depois de um gol originado em cobrança de escanteio, mas não abandonou sua proposta.
O time aumentou a pressão na etapa final, ocupou o campo uruguaio e criou situações até chegar ao empate aos 50 minutos. Manuel Fernández aproveitou um rebote dentro da área e marcou diante de um estádio lotado.
O resultado teve valor esportivo e emocional. O Coquimbo voltava a disputar a Libertadores pela primeira vez desde 1992 e enfrentava um dos clubes mais tradicionais do continente.
A entrada de Lucas Pratto durante o segundo tempo aumentou a capacidade de retenção da bola no ataque. O argentino participou da construção da jogada que terminou no gol de Fernández e mostrou que pode ser uma alternativa importante para o técnico Hernán Caputto.
Pratto conquistou a Libertadores de 2018 com o River Plate e possui experiência em jogos de grande pressão. Aos 37 anos, oferece leitura de espaços e capacidade para servir os companheiros, mesmo sem depender exclusivamente de velocidade.
A comissão técnica pode utilizá-lo como titular ou preservar sua entrada para a segunda etapa, quando o desgaste começar a abrir espaços entre os setores do Universitario.
Bola parada é uma das armas do time chileno
A bola parada foi um dos pontos de destaque do Coquimbo na primeira rodada. Cristian Zavala e Juan Cornejo estiveram entre os jogadores que mais criaram passes para finalização nesse tipo de lance na abertura da Libertadores.
Os dois registraram três passes para chutes em jogadas de bola parada. A estatística indica que o clube chileno possui movimentos ensaiados e procura explorar a presença de seus defensores dentro da área.
Manuel Fernández, autor do gol contra o Nacional, é uma das referências pelo alto. Benjamín Gazzolo e Nicolás Johansen também podem oferecer presença física nas cobranças laterais e nos escanteios.
O Universitario terá de evitar faltas desnecessárias próximas à área. Um jogo equilibrado pode ser decidido por uma cobrança bem executada, especialmente se o Coquimbo conseguir resistir à pressão inicial dos donos da casa.
Pelo lado peruano, a bola parada também representa uma possibilidade. A presença de Riveros, Di Benedetto, Fara e Valera permite ao Universitario atacar cruzamentos com diferentes jogadores.
A disputa pelos rebotes será tão importante quanto o primeiro contato com a bola. Ambas as equipes demonstraram capacidade de manter a jogada viva e aproveitar falhas após afastamentos incompletos.
Controle do meio-campo deve definir o ritmo
O Universitario tende a ter maior posse de bola por atuar em casa. A equipe precisa, no entanto, transformar esse controle em progressão e finalizações, evitando uma circulação lenta diante da linha defensiva chilena.
O Coquimbo provavelmente adotará uma postura compacta, com dois meio-campistas protegendo a área e jogadores de velocidade preparados para iniciar contra-ataques.
Sebastián Galani e Alejandro Camargo formam uma dupla capaz de disputar fisicamente o centro do campo. Os dois terão a missão de limitar a participação de Jairo Concha e impedir que o Universitario encontre passes verticais com facilidade.
Cristian Zavala e Alejandro Azócar oferecem velocidade pelos lados, enquanto Benjamín Chandía pode atuar em zonas intermediárias para aproximar o meio-campo do ataque.
O Universitario precisa impedir que esses jogadores recebam de frente para sua defesa. Perdas de bola durante o avanço dos alas podem deixar espaços que o Coquimbo tentará explorar rapidamente.
Para o time chileno, o desafio será não recuar excessivamente. Se toda a equipe permanecer próxima à própria área, o Universitario poderá acumular cruzamentos, escanteios e segundas bolas, aumentando a pressão sobre o goleiro Diego Sánchez.
Universitario precisa transformar solidez em volume ofensivo
O empate em Ibagué confirmou a capacidade defensiva do Universitario, mas também expôs a necessidade de produzir mais durante os períodos de domínio do adversário.
No primeiro tempo, a equipe criou oportunidades e conseguiu aproximar seus jogadores de ataque. Na etapa final, cedeu território e passou a depender das intervenções de Miguel Vargas.
Em casa, o comportamento deverá ser diferente. Javier Rabanal precisa equilibrar a segurança proporcionada pelos três zagueiros com uma ocupação mais agressiva dos corredores e da entrada da área.
A movimentação de Concha e Pérez Guedes pode abrir espaço para as subidas de Carabalí e Inga. Os alas precisam chegar ao ataque sem abandonar a proteção às transições chilenas.
Alex Valera também terá papel relevante fora da área. Ao recuar para disputar a bola ou servir como pivô, o atacante pode arrastar um zagueiro e criar espaço para as infiltrações dos meio-campistas.
A presença de Edison Flores no elenco oferece outra alternativa. Experiente e identificado com o clube, o atacante pode atuar próximo a Valera ou partir de uma posição mais aberta.
Coquimbo tenta repetir competitividade fora do Chile
O jogo em Lima será o primeiro compromisso do Coquimbo como visitante nesta fase de grupos. A equipe precisa demonstrar que sua intensidade não depende apenas do apoio recebido no Estádio Francisco Sánchez Rumoroso.
O clube chega ao Peru depois de uma sequência de resultados que elevou a confiança do elenco. Além do empate com o Nacional, venceu o Cobresal por 3 a 2 pelo Campeonato Chileno antes de voltar suas atenções à Libertadores.
Alejandro Azócar, Nicolás Johansen e Cristián Zavala participaram diretamente dos gols naquela partida. O desempenho ofensivo mostra que o Coquimbo possui jogadores capazes de aproveitar espaços e alternar as referências no ataque.
Johansen pode iniciar como centroavante, enquanto Zavala e Azócar ocupam os lados. Lucas Pratto permanece como opção para aumentar o peso ofensivo durante o confronto.
O time de Hernán Caputto deverá procurar uma partida controlada, sem acelerar de maneira precipitada. Suportar a pressão inicial e manter o placar equilibrado até o intervalo pode transferir parte da tensão para os jogadores e torcedores do Universitario.
A experiência de Fernández, Cornejo, Galani e Pratto será importante nesse cenário. O Coquimbo precisa evitar que o ambiente do Monumental transforme os primeiros minutos em uma sequência de erros.
Histórico entre peruanos e chilenos indica equilíbrio
O Universitario recebeu equipes chilenas cinco vezes em fases de grupos da Libertadores antes deste confronto. O clube peruano venceu três partidas, empatou uma e perdeu outra.
Em três desses cinco jogos, a equipe manteve o gol sem ser vazado. O histórico fortalece a confiança defensiva do Universitario, mas não garante vantagem contra um adversário que atravessa um momento diferente de outros representantes chilenos.
Os últimos três confrontos em que equipes peruanas receberam clubes do Chile pela Libertadores terminaram empatados por 1 a 1. Antes dessa sequência, 12 partidas realizadas nessa condição entre 1999 e 2019 não haviam terminado empatadas.
O Universitario também inicia a rodada com uma sequência de cinco jogos sem perder na fase de grupos da competição, considerando participações recentes. Foram duas vitórias e três empates.
O clube não alcançava uma série superior de invencibilidade nessa etapa desde 2010. Manter esse retrospecto exige atenção contra um Coquimbo que demonstrou capacidade de reação e eficiência em bolas paradas.
Vitória pode mudar cenário do Grupo B
O Grupo B também reúne Nacional e Deportes Tolima. As quatro equipes começaram a competição separadas por uma margem mínima, tornando a segunda rodada especialmente importante.
Uma vitória levará Universitario ou Coquimbo Unido a quatro pontos. O resultado poderá colocar o vencedor na liderança ou na disputa direta pela primeira posição, dependendo do que ocorrer em Nacional x Tolima.
Para o Universitario, perder pontos em casa aumentaria a pressão antes do próximo compromisso, novamente em Lima, contra o Nacional. A sequência de dois jogos como mandante é vista como oportunidade para construir uma posição sólida.
O Coquimbo terá dois compromissos consecutivos fora do Chile: depois da viagem ao Peru, visitará o Deportes Tolima em Ibagué na terceira rodada. Pontuar em Lima reduziria a obrigação de vencer na Colômbia.
O formato da Libertadores oferece pouco espaço para recuperação. Cada equipe disputa apenas seis partidas, e uma sequência negativa pode abrir distância difícil de eliminar.
Universitario x Coquimbo Unido, portanto, ultrapassa o caráter de uma partida isolada. O confronto pode definir o grau de pressão que cada clube carregará para as quatro rodadas restantes.
Monumental recebe duelo entre tradição e retomada continental
O Universitario entra em campo com o peso de sua história, o apoio da torcida e a obrigação de assumir a iniciativa. O Coquimbo chega disposto a prolongar a reação mostrada contra o Nacional e provar que pode competir longe de casa.
O desenho inicial deve apresentar os peruanos com maior posse e os chilenos protegendo o centro do campo. A capacidade do Universitario de acelerar pelos lados e a eficiência do Coquimbo nas transições serão elementos decisivos.
A bola parada representa ameaça para os dois times. Um escanteio, uma falta lateral ou um rebote dentro da área pode mudar completamente uma partida com tendência de equilíbrio.
O confronto também coloca frente a frente duas equipes que ainda não sofreram derrotas na competição. O Universitario protege uma sequência de invencibilidade na fase de grupos, enquanto o Coquimbo tenta consolidar sua volta à Libertadores depois de 34 anos.
Com transmissão da ESPN 4 e do Disney+ Premium, a partir das 23h de Brasília, o duelo encerra a programação continental desta terça-feira com uma disputa direta pela primeira vitória e por espaço na parte superior do Grupo B.










