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Vendas no varejo sobem 0,6% em fevereiro, mas ficam abaixo do esperado pelo mercado

por Maria Helena Costa - Repórter de Economia
15/04/2026 às 11h28 - Atualizado em 14/05/2026 às 22h04
em Economia, Destaque, Notícias
Vendas No Varejo Sobem 0,6% Em Fevereiro, Mas Ficam Abaixo Do Esperado Pelo Mercado - Gazeta Mercantil

Vendas no varejo sobem em fevereiro, mas avanço abaixo do esperado acende alerta sobre consumo no Brasil

As vendas no varejo no Brasil voltaram a subir em fevereiro, mas o resultado ficou abaixo do que o mercado esperava e reforçou uma leitura mais cautelosa sobre o ritmo da atividade doméstica em 2026. O volume de vendas do varejo restrito avançou 0,6% na comparação com janeiro, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada pelo IBGE, após alta de 0,4% no primeiro mês do ano.

O dado mantém o comércio em trajetória positiva, mas não entregou a aceleração projetada por parte relevante dos analistas. A expectativa mediana do mercado apontava para crescimento de 1%, o que transforma o número oficial em um resultado frustrante para quem apostava em uma retomada mais forte do consumo das famílias neste início de ano.

A leitura do indicador vai além do desempenho mensal. Na comparação com fevereiro de 2025, o varejo restrito teve alta de apenas 0,2%, também abaixo das estimativas. O resultado indica que o consumo segue ativo, mas ainda opera em ritmo moderado, sem sinais mais firmes de arrancada. Em um ambiente de crédito ainda seletivo, juros elevados e orçamento doméstico pressionado, o desempenho do comércio volta a ser tratado como um termômetro decisivo da economia real.

O cenário fica ainda mais sensível quando se observa o varejo ampliado, que inclui vendas de veículos e motos, partes e peças, material de construção e atacarejo. Nesse recorte, houve alta de 1% em fevereiro frente a janeiro, depois de avanço de 0,9% no mês anterior. Embora positivo, o dado também ficou abaixo da mediana esperada pelo mercado, de 1,7%. Mais do que isso, na comparação anual, o varejo ampliado recuou 2,2%, revelando um setor ainda pressionado em segmentos mais dependentes de crédito e confiança.

O resultado de fevereiro, portanto, monta um retrato claro: o comércio brasileiro continua crescendo, mas sem força suficiente para empolgar o mercado. Há expansão, mas também há frustração. Há resiliência, mas ainda não há um sinal inequívoco de aceleração robusta do consumo.

Vendas no varejo avançam, mas mercado vê fôlego menor do que o esperado

O número de fevereiro confirma que o varejo brasileiro segue em movimento positivo, mas o dado perde força quando comparado ao consenso das projeções. Esse descompasso entre expectativa e realidade é o que dá peso ao indicador divulgado pelo IBGE.

As vendas no varejo cresceram 0,6% no mês, preservando a sequência de alta observada em janeiro, mas o resultado veio abaixo da mediana apurada entre consultorias e instituições financeiras. Quando isso ocorre, a leitura do mercado costuma mudar de tom. Em vez de enxergar apenas a expansão, analistas passam a destacar a intensidade menor do que a prevista.

Esse tipo de comportamento é importante porque o comércio costuma ser um dos primeiros setores a refletir mudanças no humor do consumidor. Se a renda melhora, se o crédito fica mais acessível e se a confiança aumenta, o varejo tende a responder com mais força. Quando o crescimento aparece abaixo do esperado, o sinal que emerge é o de um consumidor ainda cauteloso, mais seletivo e menos disposto a ampliar gastos de forma agressiva.

Foi exatamente isso que fevereiro sugeriu. As vendas no varejo continuam em alta, mas o passo da recuperação permanece contido. O avanço existe, porém ainda sem potência suficiente para mudar de maneira mais contundente a percepção sobre o consumo no Brasil.

Comparação anual mostra consumo mais fraco do que o projetado

Se o dado mensal trouxe uma expansão moderada, a comparação com fevereiro do ano passado adicionou mais um elemento de cautela. O varejo restrito cresceu apenas 0,2% frente ao mesmo mês de 2025, também abaixo do esperado. Em termos práticos, isso mostra que o setor está avançando em relação ao passado recente, mas de forma limitada.

Esse dado é especialmente relevante porque ajuda a diferenciar uma oscilação pontual de um movimento mais amplo. Na margem, fevereiro foi positivo. No horizonte anual, porém, a performance do comércio seguiu fraca. O resultado sugere que o consumo das famílias ainda encontra obstáculos para ganhar tração mais consistente.

As vendas no varejo, quando analisadas por essa ótica, revelam uma economia que continua funcionando, mas sem aceleração expressiva. Não se trata de um quadro de retração generalizada, mas tampouco de uma recuperação vigorosa. O desempenho abaixo da expectativa reforça a percepção de que o setor ainda depende de um ambiente mais favorável para apresentar crescimento mais forte.

Varejo ampliado amplia sinal de moderação e preocupa em setores dependentes de crédito

O dado do varejo ampliado trouxe uma mensagem ainda mais sensível. Esse recorte inclui atividades fortemente ligadas a financiamento, investimento e compras de maior valor, como veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacarejo. Em fevereiro, houve alta de 1% frente a janeiro, mas, novamente, abaixo do que o mercado projetava.

Na comparação com fevereiro de 2025, o resultado foi negativo: retração de 2,2%. Esse número chama atenção porque mostra que setores mais dependentes de crédito continuam enfrentando maior dificuldade para recuperar dinamismo. Em ambientes de juros altos e financiamento mais caro, esse comportamento tende a se repetir com mais intensidade.

As vendas no varejo ampliado ajudam a mostrar que o problema não está apenas na velocidade de crescimento do comércio mais tradicional, mas também na dificuldade de recuperação mais homogênea entre segmentos. Quando áreas ligadas a bens duráveis e investimentos domésticos mostram fraqueza, a leitura sobre o consumo fica mais conservadora.

Por isso, o resultado do varejo ampliado pesa tanto. Ele não apenas frustrou a expectativa mensal, como reforçou a percepção de que parte importante do comércio brasileiro ainda opera sob limitações mais severas.

Resultado do IBGE reforça leitura cautelosa para a economia em 2026

O desempenho de fevereiro tem efeitos que vão além do comércio. As vendas no varejo são acompanhadas de perto porque funcionam como um sinal antecedente da atividade econômica. Quando o setor cresce com menos intensidade do que o esperado, isso pode afetar projeções para consumo das famílias, PIB, arrecadação e desempenho de empresas expostas à demanda doméstica.

O resultado do IBGE sugere que o Brasil segue com atividade sustentada, mas ainda distante de um ciclo mais forte de expansão puxado pelo consumo. Há crescimento acumulado no ano e em 12 meses, o que impede uma leitura negativa mais dura. Ainda assim, a moderação dos números de fevereiro deve manter o debate aberto sobre o real fôlego do consumidor brasileiro.

Esse quadro também afeta diretamente empresas do varejo, da indústria ligada ao consumo e segmentos dependentes de crédito. Quando as vendas no varejo avançam menos do que o esperado, a interpretação do mercado sobre receita, margem e velocidade de crescimento tende a ficar mais exigente. O dado, portanto, importa tanto para a macroeconomia quanto para o ambiente corporativo.

Acumulado do ano segue positivo, mas sem sinal de arrancada

Apesar da frustração em fevereiro, o comércio continua no campo positivo em 2026. O varejo restrito acumula alta de 1,5% no ano até fevereiro e de 1,4% em 12 meses. Esses números mostram que o setor não perdeu direção, mas também deixam claro que o avanço ocorre de forma gradual.

O acumulado reforça um diagnóstico importante: as vendas no varejo seguem em expansão, mas sem intensidade suficiente para caracterizar uma arrancada mais forte do consumo. Isso exige interpretação equilibrada. O setor não está travado, mas também não entrega uma aceleração robusta.

Em momentos assim, o comportamento das famílias costuma ser mais seletivo. Gastos essenciais seguem acontecendo, enquanto compras maiores ou mais dependentes de crédito continuam sujeitas a maior cautela. Esse padrão ajuda a explicar por que o comércio cresce, mas ainda sem surpreender positivamente.

Fevereiro confirma um comércio resiliente, mas ainda longe de entusiasmar o mercado

O dado de fevereiro trouxe uma mensagem objetiva: o varejo brasileiro continua avançando, mas num ritmo moderado e abaixo do esperado. A alta de 0,6% no varejo restrito e de 1% no varejo ampliado mostra que a atividade não perdeu tração por completo. Ainda assim, a comparação com as projeções e com os números do ano passado revela um setor que segue longe de uma aceleração mais intensa.

As vendas no varejo continuam sendo um dos indicadores mais relevantes para medir o humor da economia brasileira. Em fevereiro, elas mostraram resiliência, mas também deixaram claro que o consumo ainda não entrou numa fase de expansão forte. Para o mercado, esse é o ponto central do dado: crescer foi importante, mas crescer menos do que o esperado é o que define a leitura do mês.

Comércio sobe, mas resultado abaixo da projeção recoloca pressão sobre expectativa do consumo

No fechamento da leitura de fevereiro, o comércio aparece em um ponto intermediário: positivo o bastante para afastar uma visão pessimista, mas fraco o suficiente para impedir entusiasmo. As vendas no varejo cresceram, porém sem romper a barreira da moderação. O consumo das famílias continua sustentando parte da atividade, mas ainda sem a força necessária para empurrar o setor a um novo patamar.

É esse equilíbrio entre avanço e frustração que transforma o dado do IBGE em notícia relevante. Em 2026, o varejo segue andando, mas ainda sob a sombra de juros altos, crédito seletivo e cautela do consumidor. Fevereiro mostrou um comércio vivo, mas também revelou que a recuperação continua incompleta.

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Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. 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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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