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Apple Pay na mira do Cade: Apple rebate acusações de monopólio no Brasil

por Redação
29/04/2025 às 20h48 - Atualizado em 15/05/2026 às 16h51
em Tecnologia, Destaque, Notícias
Apple Pay Na Mira Do Cade: Apple Contesta Acusações De Monopólio No Brasil - Gazeta Mercantil - Business

Apple Pay na mira do Cade: Apple rebate acusações de monopólio no Brasil

São Paulo, abril de 2025 — A gigante de tecnologia Apple está sob investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), acusado de possíveis práticas monopolistas no mercado de pagamentos por aproximação no Brasil. O inquérito administrativo instaurado pelo Cade analisa se o Apple Pay, sistema de pagamentos móveis da empresa, estaria limitando a concorrência ao exercer controle excessivo sobre o ecossistema iOS.

Em resposta às acusações, a Apple apresentou sua defesa e solicitou o arquivamento do processo, afirmando que não possui posição dominante no mercado brasileiro e que sua política de cobrança é transparente e equitativa entre todos os emissores de cartão. Esta matéria detalha os desdobramentos da investigação, os argumentos da empresa e os impactos potenciais sobre o mercado financeiro e tecnológico do Brasil.


Apple rebate acusações de monopólio com argumentos de igualdade competitiva

A Apple afirmou categoricamente que os emissores de cartão pagam uma “taxa modesta” para utilizarem o Apple Pay, e que essa cobrança é feita apenas quando há benefícios diretos proporcionados pela tecnologia. Em sua manifestação formal ao Cade, a empresa argumenta que cobra as mesmas tarifas de todos os emissores, independentemente do porte, o que favoreceria um ambiente de competição justa, especialmente para bancos digitais e fintechs inovadoras.

Segundo a Apple, a estrutura de preços não privilegia grandes instituições financeiras em detrimento dos novos entrantes, contribuindo, assim, para a democratização do setor financeiro digital.


Cade vê indícios de abuso de posição dominante no Apple Pay

A abertura do inquérito ocorreu em 4 de abril, baseada em uma nota técnica elaborada por especialistas do próprio Cade. O documento aponta que a Apple pode estar abusando de sua posição dominante ao exercer controle absoluto sobre o sistema operacional iOS, o que incluiria o uso restritivo de funcionalidades como o NFC (comunicação por aproximação), dificultando a concorrência.

O Cade sugere que a forma como o Apple Pay é integrado ao iOS impede que outras empresas ofereçam soluções semelhantes, criando barreiras artificiais à entrada de novos concorrentes no mercado de pagamentos por aproximação.


Pix por aproximação também entra no debate

Outro ponto levantado no processo é a suposta dificuldade de integração do Pix por aproximação em dispositivos iOS. A crítica partiu do Banco Central (BC), da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e da Zetta — entidade que representa fintechs como o Nubank.

O BC, em particular, apontou que a Apple utiliza seu “significativo poder de mercado” para impor tarifas elevadas e limitar o acesso ao NFC, dificultando a implementação de soluções nacionais como o Pix, um dos pilares da transformação digital no sistema bancário brasileiro.


Apple nega controle abusivo e contesta papel de prestadora de serviços financeiros

Em sua defesa, a Apple reitera que não atua como prestadora de serviços de pagamento e, portanto, não deveria ser considerada como concorrente direta de instituições financeiras ou operadoras de cartão. Segundo a empresa, o Apple Pay é apenas uma ferramenta tecnológica que permite que terceiros ofereçam serviços com mais segurança e eficiência.

“A Apple não impõe barreiras à entrada de concorrentes no mercado de pagamentos, uma vez que a tecnologia iOS oferece alternativas e possibilidades de integração para diferentes soluções de pagamento”, diz um trecho da manifestação oficial.

A empresa também afirma que não existe monopólio ou exclusividade: os consumidores têm diversas opções disponíveis no mercado, e o iPhone representa apenas 10% da base de usuários de smartphones no Brasil.


Segurança e integração como justificativas para o modelo fechado do Apple Pay

A Apple defende o modelo de controle total sobre o Apple Pay como uma escolha técnica e estratégica voltada à segurança do usuário. Para a companhia, a integração entre hardware e software garante uma experiência mais segura, evitando problemas que outras plataformas enfrentam, como fragmentação de sistemas, vulnerabilidades e riscos de segurança cibernética.

A argumentação se baseia na premissa de que, ao manter o controle sobre todas as etapas do processo de pagamento — desde a autenticação até a criptografia dos dados —, o Apple Pay protege melhor seus usuários contra fraudes e ataques virtuais.


Cade avalia impactos no mercado e possíveis medidas regulatórias

Com o inquérito em andamento, o Cade analisa se a postura da Apple viola os princípios da concorrência e se medidas regulatórias devem ser adotadas. Entre as possibilidades estão sanções administrativas, imposição de ajustes técnicos ou até mesmo a exigência de abertura do sistema NFC para outros aplicativos.

A investigação também pode servir de precedente para outras jurisdições, como Europa e Estados Unidos, onde a Apple já enfrenta processos similares por práticas consideradas anticompetitivas.


Apple Pay e o futuro dos pagamentos por aproximação no Brasil

O desfecho da investigação terá implicações relevantes para o futuro do setor de pagamentos móveis no Brasil. Caso o Cade decida por ações corretivas, a Apple pode ser forçada a abrir seu sistema para permitir concorrência mais ampla. Isso poderia beneficiar o avanço de soluções como o Pix por aproximação, que ainda encontra obstáculos técnicos nos dispositivos da marca.

Por outro lado, uma decisão favorável à Apple consolidaria o modelo de integração vertical da empresa e incentivaria outras gigantes da tecnologia a manterem ecossistemas fechados sob a justificativa da segurança e eficiência.


Análise de mercado: Apple Pay e sua influência no setor financeiro brasileiro

Apesar de o iPhone representar uma fatia relativamente pequena do mercado brasileiro de smartphones, seu público é altamente engajado e economicamente ativo, o que confere ao Apple Pay um peso desproporcional em comparação a outras soluções.

Com isso, a discussão ultrapassa o campo técnico e atinge temas como inclusão digital, democratização do acesso a serviços financeiros e autonomia regulatória do Brasil frente às grandes empresas de tecnologia.


O embate entre o Cade e a Apple sobre o Apple Pay é mais do que uma disputa técnica sobre pagamentos por aproximação. Trata-se de um teste de força entre regulação nacional e o poder das big techs. A resposta da Apple demonstra confiança na legalidade de seu modelo de negócios, mas o desenrolar do inquérito pode provocar mudanças profundas na forma como a tecnologia é regulada no país.

Consumidores, fintechs, bancos e órgãos de defesa da concorrência observam atentamente os próximos capítulos desse caso que promete reconfigurar o mercado de pagamentos digitais no Brasil.

Tags: Apple PayCade Applefintechs Apple PayiOS Brasilmonopólio AppleNFC Applepagamento por aproximaçãopagamentos móveisPix por aproximaçãotecnologia

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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