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Pedro Pascal processa marca de bebidas chilena por uso indevido de nome

por Redação
03/09/2025 às 15h23
em Marketing, Destaque, Negócios, Notícias
Pedro Pascal Processa Marca De Bebidas Chilena Por Uso Indevido De Nome - Gazeta Mercantil

Pedro Pascal processa marca de bebidas chilena em disputa de nome: entenda o caso

O ator chileno Pedro Pascal, conhecido mundialmente por papéis em produções de filmes e séries  de sucesso como Game of Thrones, The Last of Us e Gladiador II, está no centro de um embate jurídico curioso e que tem chamado a atenção da mídia internacional. A estrela de Hollywood entrou com um processo contra a marca de bebidas Pedro Piscal, um pisco chileno lançado em 2024, que segundo ele gera confusão direta com seu nome artístico.

A ação, protocolada no Chile, levanta discussões sobre direitos de imagem, propriedade intelectual e concorrência desleal, envolvendo também grandes marcas para as quais Pascal já atuou como garoto-propaganda.


O que motivou o processo de Pedro Pascal?

A marca Pedro Piscal, criada pelo empresário chileno David Herrera, foi registrada no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INAPI) em 2023. O produto, descrito como premium, é comercializado em frascos a 40°C, custando cerca de US$ 12 (aproximadamente R$ 66).

Pouco após o lançamento, a equipe jurídica de Pedro Pascal, representada pelo Estúdio Silva, entrou com uma ação alegando que o nome da bebida é “indiscutivelmente indutor de erro ou confusão”, podendo levar o consumidor a acreditar que o ator está envolvido no projeto.

O argumento central da defesa é que a similaridade gráfica e fonética entre Pedro Pascal e Pedro Piscal é evidente, caracterizando uma tentativa de exploração comercial indevida da fama do ator. Além disso, foi destacado que a iniciativa infringe princípios de boa-fé e concorrência leal.


A versão da marca Pedro Piscal

Do outro lado, o advogado de Herrera afirma que a inspiração para o nome não tem ligação alguma com o ator. Segundo a defesa, a marca deriva de uma junção de referências:

  • “Pedro Jiménez”, variedade de uva utilizada na produção de pisco.

  • Associação entre os termos Piscal e pisco.

Para o empresário, trata-se apenas de um jogo de palavras que remete à bebida tradicional chilena. Além disso, a defesa argumenta que o design das garrafas não sugere qualquer relação com Pedro Pascal, já que traz a ilustração de um homem ao lado de um cachorro, sem associação à imagem do artista.


Relação de Pedro Pascal com marcas de bebidas

Outro ponto importante do processo é o fato de Pedro Pascal já ser associado a grandes campanhas publicitárias no setor de bebidas. O ator é rosto de duas marcas globais:

  • Cerveja Corona

  • Vinho chileno Casillero del Diablo, da Viña Concha y Toro

A defesa de Pascal afirma que a existência da marca Pedro Piscal prejudica diretamente contratos já firmados e cria ruídos de mercado que podem impactar seu posicionamento publicitário.


A disputa pode durar anos

De acordo com veículos de imprensa chilenos, o processo pode se estender por até dois anos, podendo inclusive chegar à Suprema Corte do Chile. A disputa envolve não apenas a possibilidade de indenização, mas também a suspensão da comercialização da marca Pedro Piscal.

Vale lembrar que o escritório Estudio Ármate, que representa Herrera, já tem histórico em casos semelhantes. Em uma disputa famosa, defendeu a padaria Superpan, acusada pela DC Comics de violar direitos do personagem Superman. A vitória nessa ocasião fortalece a expectativa da defesa de manter a marca no mercado.


Pedro Pascal: estrela em ascensão dentro e fora das telas

O caso jurídico acontece em um momento de grande destaque da carreira de Pedro Pascal. Além de suas atuações aclamadas em Hollywood, ele se tornou ícone da cultura pop, colecionando fãs em diferentes gerações.

A popularidade do ator é tamanha que qualquer associação indevida ao seu nome gera repercussão global. Isso explica por que o processo contra a marca Pedro Piscal ganhou tamanho destaque midiático: trata-se de um embate que mistura direito, entretenimento e mercado de bebidas alcoólicas.


Possíveis impactos do processo

Especialistas em direito de propriedade intelectual apontam que o resultado do caso pode abrir precedentes para outras disputas envolvendo celebridades e marcas. Entre os impactos esperados estão:

  • Fortalecimento da proteção de imagem de artistas internacionais;

  • Maior rigor no registro de marcas que utilizem nomes similares a figuras públicas;

  • Discussão sobre limites entre inspiração cultural e aproveitamento indevido de fama.

No mercado de bebidas, um possível desfecho desfavorável à marca poderia significar rebranding obrigatório, com substituição de rótulos, campanhas e até perda de capital investido em marketing.


O embate entre Pedro Pascal e a marca Pedro Piscal vai muito além de uma disputa comercial. Ele levanta questões fundamentais sobre uso de nome, identidade e direitos autorais, enquanto coloca em evidência como o prestígio de grandes estrelas pode ser explorado — ou protegido — no mercado global.

Enquanto o caso não se resolve, fãs e especialistas acompanham de perto os próximos passos dessa batalha judicial que une cinema, negócios e cultura chilena.

Tags: Pedro PascalPedro Pascal bebidasPedro Pascal ChilePedro Pascal imagemPedro Pascal piscoPedro Pascal processo judicialPedro Piscalprocesso Pedro Pascal

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Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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