terça-feira, 13 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Mercados Criptomoedas

Cartões com stablecoins avançam no Brasil sem IOF e ampliam disputa por câmbio mais barato

por Camila Braga
14/04/2026 às 09h34
em Criptomoedas
Stablecoins: Entenda O Que São E Como Funcionam As Moedas Digitais Estáveis Gazeta Mercantil

Cartões com stablecoins avançam no Brasil sem IOF e ampliam disputa por câmbio mais barato

Os cartões com stablecoins começaram a ganhar espaço no Brasil em um momento particularmente sensível para o mercado de câmbio, para o setor de criptoativos e para o bolso do consumidor que faz compras internacionais, viagens, assinaturas em moeda estrangeira ou busca uma forma mais eficiente de dolarizar parte do patrimônio. Em meio à cobrança de 3,5% de IOF sobre a maior parte das operações cambiais tradicionais com cartões e remessas, empresas ligadas ao universo cripto passaram a reforçar uma proposta direta ao usuário: acesso ao dólar digital com menos atrito, menor custo de conversão e uma experiência mais integrada entre conta global, pagamentos e investimento.

O avanço dos cartões com stablecoins ocorre justamente enquanto o governo adia discussões sobre eventual tributação desses ativos. Esse intervalo regulatório abriu espaço para que plataformas ampliassem oferta, lançassem novos planos e passassem a disputar clientes que antes dependiam quase exclusivamente de bancos tradicionais e cartões internacionais com spreads elevados. O movimento já não se limita ao público mais técnico do mercado cripto. Ele começa a alcançar consumidores de renda média e alta que procuram alternativas para fugir do custo cambial mais pesado.

Leia também: Regulação acelera stablecoins em pagamentos internacionais e fortalece adoção institucional

Leia também: STF adia decisão sobre vínculo entre apps e motoristas e pode mudar o futuro do trabalho digital no Brasil.

Na prática, os cartões com stablecoins transformam o saldo em dólar digital em meio de pagamento para despesas cotidianas, viagens, compras online e consumo internacional. A proposta parece simples, mas carrega implicações relevantes para o sistema financeiro, para a concorrência entre bancos e fintechs e para a forma como brasileiros se relacionam com a moeda americana. O interesse do mercado se explica porque esses produtos unem três elementos de forte apelo: acesso ao dólar, redução de custos e integração com plataformas digitais mais ágeis.

Leia também: CCXP25 adota modelo de streaming e mira expansão global até 2030

Como os cartões com stablecoins entram na disputa pelo câmbio

O crescimento dos cartões com stablecoins está diretamente ligado ao encarecimento das operações cambiais convencionais. Com a incidência de IOF e a permanência de spreads relevantes em muitos produtos tradicionais, consumidores passaram a olhar com mais atenção para soluções que prometem liquidação com dólar digital, menor custo de conversão e, em alguns casos, ausência de anuidade ou cashback mais agressivo.

Leia também: Entenda a negociação entre Brasil e Paraguai sobre Itaipu.

Esse novo arranjo coloca os cartões com stablecoins como concorrentes de um modelo que durante anos dominou as despesas internacionais. Em bancos tradicionais, o custo efetivo de uma compra em moeda estrangeira costuma ser impactado pela combinação entre cotação, spread, encargos e tributos. Quando uma fintech ou exchange oferece uma estrutura em que a fatura ou a recarga é liquidada com stablecoin atrelada ao dólar, a percepção do usuário muda: o gasto deixa de passar pelos mesmos trilhos do cartão internacional clássico e passa a ocorrer dentro de uma lógica híbrida entre conta global e ecossistema cripto.

É justamente nesse ponto que os cartões com stablecoins ganham força. Eles não vendem apenas um plástico ou um meio de pagamento. Vendem eficiência cambial, integração digital e promessa de menor fricção na relação com o dólar. Em um país onde a variação cambial afeta consumo, turismo, assinaturas, educação no exterior, compras online e proteção patrimonial, isso amplia o potencial de adoção.

Leia também: BYD lança Yuan Pro em ofensiva regional e eleva disputa no mercado de SUVs elétricos compactos.

Ausência de IOF impulsiona interesse por cartões com stablecoins

Um dos fatores centrais para a expansão dos cartões com stablecoins é a inexistência, até aqui, da cobrança de IOF sobre essas operações, ao contrário do que ocorre em boa parte das transações cambiais mais tradicionais. Esse diferencial cria uma vantagem competitiva concreta. Em operações recorrentes, a economia pode se tornar relevante, especialmente para usuários que concentram gastos internacionais ou mantêm parte da reserva financeira vinculada ao dólar digital.

A discussão sobre eventual tributação chegou a entrar no radar do mercado, mas foi postergada. O adiamento foi interpretado pelo setor como sinal de que o tema ainda demanda debate técnico, jurídico e político mais aprofundado. Enquanto isso, os cartões com stablecoins seguem avançando e consolidando uma narrativa de alternativa mais barata para o uso internacional do dinheiro.

Para o consumidor, a tese é intuitiva: se o custo final da operação for menor, o produto se torna mais competitivo. Para as empresas, a janela atual é estratégica porque permite acelerar aquisição de usuários, educar o mercado e construir hábito de uso antes de uma eventual mudança nas regras. Para o sistema financeiro, o fenômeno representa uma pressão adicional sobre produtos cambiais convencionais, sobretudo aqueles com spreads mais altos e estrutura menos transparente.

ARQ mira alta renda com cartão internacional ligado ao dólar digital

Entre os casos mais emblemáticos dessa nova fase está o ARQ, antigo DolarApp, que passou por reposicionamento de marca e reforçou a aposta em clientes de maior renda. A empresa lançou uma nova linha voltada a esse público, com cartão internacional de metal, limite mais elevado e benefícios vinculados ao uso intensivo do produto.

Nesse modelo, os cartões com stablecoins deixam de ser apresentados apenas como ferramenta alternativa de nicho e passam a disputar espaço com produtos premium dos grandes bancos. O diferencial está na cobrança da fatura em dólar digital, com possibilidade de pagamento em real mediante taxa de conversão reduzida. Para clientes que já possuem receita em moeda estrangeira ou saldo dolarizado, a proposta se torna ainda mais atrativa porque elimina etapas adicionais de conversão.

O caso do ARQ mostra como os cartões com stablecoins estão deixando de mirar exclusivamente o usuário entusiasta de cripto. A aposta agora inclui consumidores sofisticados, acostumados a soluções internacionais, mas insatisfeitos com o custo das estruturas tradicionais. Ao oferecer conta global, cartão e acesso a investimentos no exterior em uma mesma plataforma, a companhia tenta ocupar o espaço entre o banco clássico e a fintech enxuta.

Essa estratégia também revela uma mudança mais ampla no setor: a disputa não é mais apenas por taxa menor. É por relacionamento financeiro completo. Os cartões com stablecoins passam a funcionar como porta de entrada para um ecossistema mais amplo, no qual o cliente transita entre pagamentos, dolarização, investimentos e gestão de patrimônio com menos barreiras operacionais.

OKX aposta em escala e vê o cartão como porta de entrada

Outra frente importante no avanço dos cartões com stablecoins no Brasil vem da OKX, que disponibilizou produto associado à conta digital da plataforma e ao uso de dólar digital. A empresa trabalha com a ideia de anuidade zero e spread zerado, reforçando uma proposta agressiva de entrada no mercado brasileiro.

Esse modelo mostra como os cartões com stablecoins podem ser usados não apenas para monetização direta, mas como instrumento de aquisição de cliente. Em vez de depender exclusivamente da receita do próprio cartão, a plataforma utiliza o produto para ampliar base, estimular permanência do usuário e aumentar o trânsito por outros serviços do ecossistema. É uma lógica semelhante à de bancos digitais que subsidiaram algumas frentes para ganhar mercado, mas aplicada agora ao universo das stablecoins.

A OKX também aposta em recompensas para dar tração ao uso. Cashback e rendimento sobre saldos funcionam como incentivo adicional para que o usuário mantenha recursos em dólar digital dentro da plataforma. Nesse desenho, os cartões com stablecoins não são apenas um canal de pagamento, mas uma peça central na retenção de liquidez do cliente.

O avanço desse tipo de produto sugere que a competição não ocorrerá apenas entre exchanges. Ela também tende a atingir bancos, carteiras globais, fintechs de câmbio e empresas que atuam em remessas. Quem conseguir combinar simplicidade de uso, segurança percebida, baixa fricção regulatória e custo competitivo sairá na frente.

Crypto.com amplia oferta e reforça diversidade de modelos

A presença da Crypto.com no Brasil reforça outro aspecto importante do mercado: não existe um único formato para os cartões com stablecoins. Há produtos em modalidade pré-paga, soluções com diferentes categorias de benefício, planos baseados em assinatura e estruturas que exigem staking ou relacionamento mais amplo com a plataforma.

Essa diversidade é relevante porque mostra que os cartões com stablecoins começam a formar um segmento próprio dentro do sistema de pagamentos digitais. Algumas empresas competem por simplicidade e gratuidade; outras, por exclusividade e benefícios; outras ainda, por integração com programas de recompensa em tokens. O resultado é um cardápio mais amplo para o consumidor, que pode escolher entre soluções mais básicas e ofertas mais sofisticadas.

No caso da Crypto.com, o produto funciona na prática como um cartão de crédito do ponto de vista da experiência no comércio, mas sem ciclo tradicional de faturamento, sem parcelamento e sem limite rotativo. Isso muda a dinâmica de uso e exige que o cliente mantenha saldo previamente alocado. Para parte do público, essa lógica pode representar barreira. Para outra parte, pode significar maior controle financeiro e previsibilidade.

O ponto central é que os cartões com stablecoins estão amadurecendo em múltiplas direções. Eles já não são um produto único e padronizado. São uma família de soluções financeiras que começa a se adaptar a perfis distintos de consumidor.

Impasse tributário molda futuro dos cartões com stablecoins

Embora a expansão dos cartões com stablecoins esteja em curso, o ambiente regulatório continua sendo um fator decisivo para o tamanho e a velocidade desse crescimento. O debate sobre eventual incidência de IOF sobre stablecoins mobilizou associações do setor, empresas e executivos que defendem diferenciação entre esses ativos e a moeda estrangeira tradicional.

A controvérsia vai além da tributação imediata. Ela toca em temas estruturais: enquadramento jurídico dos ativos, competitividade do país, atração de empresas internacionais e previsibilidade regulatória. Para o mercado, uma regra mal calibrada poderia reduzir o apelo dos cartões com stablecoins justamente no momento em que o segmento começa a ganhar escala.

As entidades do setor argumentam que stablecoins não se enquadram automaticamente como moeda estrangeira sob a ótica formal, o que tornaria inadequada uma transposição simples da lógica tributária aplicada a operações cambiais tradicionais. Já executivos de empresas do setor sustentam que eventual tributação poderia aumentar insegurança jurídica, afastar investimento e prejudicar tanto empresas quanto consumidores finais.

Esse ponto é crucial porque o avanço dos cartões com stablecoins depende não apenas de custo baixo, mas de confiança institucional. O usuário aceita migrar parte de sua vida financeira para um produto novo quando percebe estabilidade mínima de regras. Quanto maior a incerteza sobre tributação futura, maior pode ser a hesitação de parte do mercado.

O que muda para o consumidor brasileiro

Do ponto de vista do usuário, os cartões com stablecoins oferecem vantagens claras, mas também exigem atenção. O principal atrativo está no potencial de reduzir custo total da operação internacional, especialmente quando comparado a alternativas com IOF e spread elevado. A possibilidade de pagar com saldo dolarizado, receber cashback e manter recursos em ambiente digital integrado amplia o apelo do produto.

Mas o uso desses cartões também pressupõe algum nível de compreensão sobre stablecoins, custódia, recarga, liquidação e riscos específicos da plataforma escolhida. Isso significa que a adoção em massa dependerá da capacidade das empresas de simplificar a experiência sem diluir transparência. Quanto mais intuitivo for o processo, maior a chance de os cartões com stablecoins deixarem de ser nicho e se tornarem produto de massa.

Outro ponto importante é que o brasileiro já percebe cada vez mais o peso do dólar no cotidiano. Viagens, eletrônicos, streaming, cursos, hospedagem, softwares e serviços internacionais pressionam a demanda por meios mais eficientes de pagamento em moeda forte. Nesse contexto, os cartões com stablecoins surgem como resposta a uma dor concreta do mercado, e não como produto meramente experimental.

Sistema financeiro tradicional passa a enfrentar nova pressão competitiva

A ascensão dos cartões com stablecoins também tem efeito sobre o restante do setor financeiro. Grandes bancos, emissores tradicionais, plataformas de câmbio e fintechs globais passam a conviver com um concorrente que não segue exatamente a mesma lógica de precificação. Quando uma operação deixa de depender da estrutura cambial clássica e passa a ser intermediada por dólar digital, o espaço para compressão de margens aumenta.

Isso não significa substituição imediata dos cartões convencionais. Mas significa que o consumidor passa a ter referência nova de preço e eficiência. Se os cartões com stablecoins entregarem experiência fluida e economia consistente, o sistema tradicional terá de responder, seja reduzindo spread, seja melhorando transparência, seja oferecendo produtos híbridos mais competitivos.

Em outras palavras, o impacto dos cartões com stablecoins pode ir além do público que efetivamente os utiliza. Sua simples existência pressiona o mercado a rever modelos antigos de cobrança.

Mercado testa novo ciclo entre cripto, câmbio e consumo internacional

O avanço dos cartões com stablecoins indica que o Brasil entrou em uma fase mais sofisticada da integração entre criptoativos e finanças do dia a dia. O debate já não gira apenas em torno de investimento especulativo, valorização de tokens ou inovação tecnológica abstrata. Ele passa a envolver consumo, pagamentos, planejamento financeiro e competição por clientes reais em um mercado de grande escala.

Ao oferecer uma ponte entre dólar digital e uso cotidiano, os cartões com stablecoins assumem papel estratégico em um momento em que consumidores buscam eficiência e empresas tentam consolidar novos modelos de negócio. O futuro do segmento ainda dependerá da regulação, da confiança do usuário e da capacidade das plataformas de manter custo baixo com experiência segura. Mas o movimento já é suficientemente visível para sinalizar que o mercado financeiro brasileiro começou a incorporar, de forma mais concreta, soluções baseadas em stablecoins.

Mais do que uma tendência passageira, os cartões com stablecoins passaram a representar uma disputa relevante por espaço no bolso do consumidor, na estrutura do câmbio digital e na próxima etapa de transformação dos meios de pagamento no país.

LEIA MAIS

Motos (Foto De Paulo Pinto, Abr)
Economia

Produção de motos tem melhor setembro desde 2011 e cresce 10,4%, diz Abraciclo

No mês de setembro, a indústria brasileira de motocicletas cresceu 10,4% em relação ao ano anterior, com 186.758 unidades produzidas

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Economia

Governo anuncia Pix de até R$ 5 mil para MEIs e propõe perdão de dívidas

A menos de duas semanas para o segundo turno das eleições, o governo federal anunciou nesta terça-feira (13) o “Prospera MEI”, um pacote de medidas

Leia MaisDetails
Boletim Focus: Mercado Corta Projeção Da Inflação De 2026 Para 5,30% - Gazeta Mercantil
Economia

Boletim Focus: inflação de 2026 sobe para 5,22% e Selic projetada cai a 13,25%

Índice apresentou alta de 0,21 ponto percentual, indo par 5,22%; Selic e câmbio registraram queda nos resultados desta semana com estimativa de encerrar o ano em 13,25% e...

Leia MaisDetails
Plano Econômico De Flávio Bolsonaro Levanta Suspeitas De Estelionato Eleitoral - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Plano econômico de Flávio Bolsonaro levanta suspeitas de estelionato eleitoral

O programa econômico de Flávio Bolsonaro (PL) para um eventual governo a partir de 2027 passou a ser questionado pela falta de detalhamento sobre como o candidato pretende...

Leia MaisDetails
As Novas Regras Do Governo Para A Publicidade De Bets Após Polêmica Na Copa Do Mundo: Veja O Que É Proibido
Economia

Bancos começam a devolver R$ 1,3 bilhão a apostadores de bets; veja como receber

Os bancos e as instituições financeiras começam nesta sexta-feira (9) a devolver cerca de R$ 1,325 bilhão que permaneceu nas contas

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

17:20:36
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Motos (Foto De Paulo Pinto, Abr)
Economia

Produção de motos tem melhor setembro desde 2011 e cresce 10,4%, diz Abraciclo

Leia MaisDetails
Vivara Aprova Emissão De R$ 300 Milhões Em Debêntures Com Vencimento Em 2031-Gazeta Mercantil
Empresas

Vivara aprova emissão de R$ 300 milhões em debêntures com vencimento em 2031

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH registra queda de 5% em moda e ações acumulam perda de 40% em 2026

Leia MaisDetails
Mercado Livre
Mercados

Mercado Livre (MELI): Citi corta preço-alvo para US$ 2.100 antes do balanço do 3T26

Leia MaisDetails
Governo Notifica 37 Fintechs Ligadas A Bets Ilegais
Política

Lula atribui à pressão popular mudança de Flávio Bolsonaro sobre fim da escala 6×1

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Produção de motos tem melhor setembro desde 2011 e cresce 10,4%, diz Abraciclo

Vivara aprova emissão de R$ 300 milhões em debêntures com vencimento em 2031

LVMH registra queda de 5% em moda e ações acumulam perda de 40% em 2026

Mercado Livre (MELI): Citi corta preço-alvo para US$ 2.100 antes do balanço do 3T26

Lula atribui à pressão popular mudança de Flávio Bolsonaro sobre fim da escala 6×1

Embraer (EMBJ3) fecha acordo com Latam para suporte a 24 jatos E195-E2

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP