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China intensifica medidas para conter competição predatória entre empresas

por Redação
16/10/2025 às 11h00
em Mundo, Destaque, Notícias
China Intensifica Medidas Para Conter Competição Predatória Entre Empresas - Gazeta Mercantil

China intensifica medidas para conter competição predatória entre empresas

A China está reforçando suas políticas econômicas e regulatórias para conter a competição predatória entre empresas, um problema que vem afetando diversos setores do país e comprometendo o crescimento sustentável. A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla do governo para estimular inovação, proteger empresas saudáveis e fortalecer o mercado interno, alinhando-se aos objetivos do 15º Plano Quinquenal (2026-2030).

Nos últimos anos, setores estratégicos chineses, como fotovoltaico, cimento e veículos de novas energias, enfrentaram competição desordenada, caracterizada por cortes agressivos de preços com o objetivo de eliminar concorrentes. Este tipo de prática, conhecida como competição predatória entre empresas, levou a retornos decrescentes e à pressão sobre empresas que investem em tecnologia e inovação.

Revisão da legislação e medidas contra concorrência desleal

Na quarta-feira, entrou em vigor uma lei revisada contra práticas de concorrência desleal, oferecendo aos reguladores ferramentas mais robustas para lidar com a competição predatória entre empresas. A nova legislação inclui a criação de um sistema de revisão da concorrência justa e estabelece regras claras para impedir que empresas vendam produtos abaixo do custo com objetivo de monopolizar o mercado.

Além disso, a China promove uma atualização da lei de preços, vigente há quase três décadas, proibindo práticas como a venda de bens e serviços abaixo do custo para expulsar competidores. Essas medidas foram reforçadas após uma reunião da liderança central em julho de 2024, quando o governo enfatizou a necessidade de disciplina industrial e contenção da competição desenfreada.

O governo incorporou essas propostas ao relatório de trabalho de 2025, prometendo “medidas abrangentes” para combater práticas predatórias, e reafirmou o compromisso em regular a concorrência de forma rigorosa em setores-chave da economia.

Impactos nos setores industriais

As ações do governo para conter a competição predatória entre empresas já começam a apresentar resultados. O índice de preços ao produtor da China, que mede os preços na porta de fábrica, mostrou uma desaceleração na queda pelo segundo mês consecutivo em setembro. Além disso, os lucros das principais empresas industriais cresceram 20,4% em agosto, revertendo a queda de 1,5% registrada em julho, marcando o maior crescimento desde novembro de 2023.

No setor fotovoltaico, atingido fortemente pela competição de preços, os preços do polissilício, insumo-chave da indústria, aumentaram por três meses consecutivos, sinalizando uma estabilização inicial no mercado. A política de eliminação gradual da capacidade industrial obsoleta e o monitoramento de preços ajudaram a reduzir a sobreoferta e a prática de preços predatórios.

Desafios e consequências da competição predatória

Analistas econômicos alertam que a competição predatória entre empresas pode sufocar a inovação, criando um ambiente em que empresas com recursos financeiros limitados são pressionadas a abandonar o mercado, enquanto empresas maiores aproveitam a situação para consolidar poder e reduzir a diversidade de mercado. Este cenário, conhecido como “dinheiro ruim expulsa o bom”, compromete o crescimento sustentável e a capacidade de inovação tecnológica do país.

O esforço da China é, portanto, parte de um plano de longo prazo para reformular o modelo de crescimento econômico, garantindo que empresas inovadoras prosperem e contribuam para a modernização industrial. A estratégia inclui não apenas medidas legais, mas também ações para estimular a demanda doméstica e equilibrar a distribuição de renda, criando um ambiente de mercado mais saudável e competitivo.

Estímulo ao consumo doméstico

Para lidar com a competição predatória entre empresas, o governo chinês reconhece a importância de impulsionar o consumo interno. O presidente da Universidade de Finanças e Economia de Xangai, Liu Yuanchun, destacou que o crescimento sustentável depende da reforma do sistema de distribuição de renda, melhoria do ambiente de consumo e eliminação de gargalos na oferta de produtos.

Entre as medidas anunciadas estão programas de troca de bens de consumo, expansão do crédito ao consumidor e apoio ao emprego, visando aumentar a demanda doméstica de forma estruturada. O premiê Li Qiang presidiu um simpósio econômico reforçando a necessidade de eliminar gargalos através de reformas, expandir a circulação interna de produtos e fortalecer o mercado doméstico.

Estratégia de longo prazo e inovação tecnológica

A contenção da competição predatória entre empresas também se conecta aos planos estratégicos da China para inovação tecnológica. Com a elaboração do 15º Plano Quinquenal, o país busca reorganizar cadeias de suprimentos, enfrentar o protecionismo internacional e promover setores de alta tecnologia, garantindo que empresas inovadoras possam competir de maneira justa e sustentável.

A eliminação da capacidade industrial obsoleta, o controle da produção em setores saturados e a regulamentação rigorosa dos preços são passos essenciais para criar um ambiente em que a inovação seja recompensada e as práticas predatórias sejam desincentivadas.

Resultados iniciais e expectativas futuras

Apesar de ainda estar em fase inicial, as medidas chinesas já mostram sinais positivos. O aumento nos lucros industriais e a estabilidade nos preços de setores estratégicos indicam que a intervenção do governo está surtindo efeito. Especialistas apontam que, para consolidar os resultados, será necessário manter o foco em reformas estruturais, incentivo ao consumo doméstico e vigilância contínua contra práticas predatórias.

O objetivo final é criar um mercado competitivo, saudável e sustentável, onde empresas sejam avaliadas pela qualidade de seus produtos e capacidade de inovação, e não apenas pela agressividade em cortar preços.

A China está enfrentando desafios complexos ao lidar com a competição predatória entre empresas, mas o conjunto de medidas legais, regulatórias e econômicas demonstra um compromisso claro com a criação de um mercado mais justo e competitivo. A combinação de reformas estruturais, estímulo ao consumo interno e incentivo à inovação tecnológica deve fortalecer a economia chinesa nos próximos anos, garantindo crescimento sustentável e maior equilíbrio entre empresas de diferentes portes.

Tags: 15º Plano Quinquenalcapacidade industrialChinacompetição predatória entre empresasconsumo doméstico Chinainovação tecnológicalei de concorrência chinesamercado interno ChinaMundopolítica de preços Chinareforma econômica China

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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