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Home Economia

Comprou cripto na alta? Essas 7 têm chance de subir – mas outras 8 são consideradas “casos perdidos”

por Redação
26/08/2025
em Economia

Cardano ia disparar, Solana ia “matar” o Ethereum e a Dogecoin só dependia de mais um tweet de Elon Musk para vingar: todas “promessas” da época de bonança das criptomoedas há quase dois anos, quando era comum ver algumas disparando três dígitos de uma hora para outra. Quem comprou a ideia, no entanto, sabe que nada disso se concretizou até aqui.

As criptos vêm tendo um 2023 misto. No lado positivo, o Bitcoin iniciou forte retomada e valoriza cerca de 75% no ano, seguido por mais de 50% de alta no Ethereum (ETH). Por outro lado, a realidade não é a mesma para a maioria dos outros milhares de ativos desse setor: apesar de saltos pontuais, muitos dos antes considerados promissores ainda acumulam quedas na casa dos 90% desde o ponto alto do mercado, em 2021.

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O que aconteceu com quem investiu nesses ativos?

Descentralizadas e desreguladas, as criptomoedas não permitem saber se há brasileiros entre os “sortudos” que se livraram dessas criptos antes da derrocada do mercado. O que se sabe é que muitos investidores apostaram nelas nos períodos de máximas históricas.

A Cardano (ADA), por exemplo, chegou a valer US$ 3 em setembro de 2021, quando brasileiros movimentaram R$ 186 milhões no token em 160 mil operações, segundo dados da Receita Federal. Hoje, no entanto, a ADA vale 91% menos, cotada a apenas US$ 0,28.

Também de 91% é a desvalorização acumulada da Dogecoin (DOGE) desde que alcançou US$ 0,73 em maio de 2021, mês em que a Receita registrou R$ 664,8 milhões em transações relacionadas. Hoje, a DOGE pode ser comprada por somente US$ 0,06.

A situação é ainda pior para quem investiu em Solana (SOL) na alta: ela atingiu US$ 260 em novembro de 2021, mês em que brasileiros declararam a negociação de R$ 73,6 milhões na cripto em 45 mil operações. Menos de dois anos depois, ela ronda os US$ 17, cerca de 93% abaixo da máxima.

Como se isso não bastasse, o cenário das criptomoedas de menor valor piorou recentemente, após a Securities and Exchange Comission (SEC), regulador do mercado de capitais nos EUA, passar a apontar que várias delas seriam valores mobiliários.

Apesar disso, analistas ouvidos pela reportagem apostam que várias criptos seguem tendo futuro promissor, desde que o investidor ainda tenha estômago para segurá-las por mais tempo.

Por outro lado, outras são consideradas “casos perdidos”: mesmo que eventualmente voltem a ensaiar subida, não devem ser levadas em conta para apostas de longo prazo.

Confira a lista de 15 criptomoedas avaliadas por analistas ouvidos pelo InfoMoney (clique para ver as opiniões):

  • Bitcoin (BTC)
  • Ethereum (ETH)
  • Polygon (MATIC)
  • Chainlink (LINK)
  • Lido Finance (LIDO)
  • Uniswap (UNI)
  • Aave (AAVE)
  • Dogecoin (DOGE)
  • Shiba Inu (SHIB)
  • The Sandbox (SAND)
  • Decentraland (MANA)
  • Axie Infinity (AXS)
  • XRP
  • Litecoin (LTC)
  • Ethereum Classic (ETC)

Criptos que merecem uma nova chance

Bitcoin

O Bitcoin é unanimidade entre analistas que cobrem o setor de criptoativos, após saltar quase 100% desde a mínima de 2022.

Apesar de ainda estar a menos da metade do preço que chegou a registrar em 2021, o BTC se fortalece neste ano por não ser apontado como valor mobiliário por reguladores.

Além disso, foi abraçado por gigantes de Wall Street, como a BlackRock, que tenta aprovar o primeiro ETF com exposição direta a BTC dos EUA; além de Charles Schwab, Citadel e Fidelity, que estão por trás da nova exchange de criptomoedas EDX Markets, lançada nesta semana.

“O Bitcoin é um ativo essencial em qualquer carteira de investimentos. Alocar de 1% a 5% desse ativo em portfólios considerados ‘lendários’ — como 60/40, All Seasons, entre outros — proporciona um alfa significativo, além de otimizar todas as métricas tradicionais de risco-retorno e volatilidade”, explica Giovanni Rosa, analista de criptoativos da Convex Research.

O consenso é de que os ganhos do Bitcoin, que sobe 11% nesta quarta-feira (21), devem se estender nos próximos meses com a proximidade do halving, evento que que marca o corte programado na emissão da moeda digital.

Ethereum

O Ethereum é outro voto unânime da lista de criptomoedas com mais chance de alta. Entre os motivos está sua ampla dominância nas aplicações de finanças descentralizadas (DeFi) e tokenização de ativos financeiros — sua tecnologia serve, por exemplo, de inspiração para o real digital.

Embora ainda muito novo, dizem especialistas, o Ethereum tem evoluído rapidamente e com segurança, se consolidando como a principal plataforma para criar inovações financeiras.

“Desde o início deste ano, a rede Ethereum tem consistentemente capturado valor de todo o ecossistema construído em torno de seu protocolo”, destaca Rosa, da Convex, que também aponta que a adoção do staking (renda passiva cripto) contribui para deflação na emissão. “Essa dinâmica no ecossistema da Ethereum tem o potencial de adicionar um valor significativo [à criptomoeda] Ether”.

Polygon

A Polygon (MATIC) não chegou a cair 90% desde que atingiu a máxima, mas ainda cedeu bastante, perto dos 80%. O projeto, no entanto, ainda é considerado promissor por sua capacidade de navegar a onda de melhorias constantes do Ethereum.

“[O token] MATIC ainda vale a pena ter na carteira visando o longo prazo principalmente por conta da atualização do Ethereum [esperada] para o final do ano, que vai favorecer muito as criptos de layer 2 (blockchains de segunda camada)”, avalia Rony Szuster, analista cripto da área de research do Mercado Bitcoin.

Nesse mesmo bolo estão também projetos como Optimism (OP), Arbitrum (ARB), e zkSync, que ainda não tem token próprio.

Chainlink

Projeto que conecta dados do mundo real a blockchains, a Chainlink (LINK) é considerada concreta o suficiente para merecer um espaço na carteira do investidor, de acordo com quem analisa esse mercado de perto.

Um dos motivos passam por praticamente “jogar sozinho” na oferta de pontes de dados para a criação de aplicativos descentralizados (Web3), em que o token LINK é usado como utilitário.

Para João Kamradt, diretor de análise e investimentos da Viden, “a Chainlink é um hub de inovações descentralizadas para o ambiente de criptoativos” e uma das criptos que seguem construindo e melhorando o produtos buscando melhor market fit. Por isso, tem potencial.

Lido Finance

Criptomoeda que alimenta um sistema de staking, a Lido Finance (LIDO) é outra que, na visão de quem acompanha o setor cripto, tende a surfar o crescimento na adoção do Ethereum.

Szuster, do Mercado Bitcoin, aponta que a Lido vinha subindo muito, descorrelacionada do resto das criptos, antes da atualização do Ethereum realizada em abril. Apesar de ter caído nas últimas semanas, diz, ela tende a subir apoiada na maior procura por staking de ETH. Além disso, não foi listada como título não registrado pela SEC nos EUA.

Rocketpool e Frax são outras criptomoedas apontadas por especialistas como tendo propostas similares e que podem traçar movimentos de alta no futuro.

Uniswap e Aave

“Rainha das finanças descentralizadas”, a Uniswap (UNI) perdeu terreno nos últimos meses para soluções mais novas como GMX, mas ainda é uma das mais promissoras do mundo DeFi, segundo analistas. O mesmo vale para a Aave (AAVE), que cresceu com oferta de crédito com garantia em ativos digitais.

“A Uniswap é o principal player das finanças descentralizadas e a Aave oferece uma plataforma descentralizada de empréstimos, entre tantos outros serviços, [mas] nenhuma possui token que reflete o que o protocolo entrega para a comunidade cripto”, destaca Kamradt, da Viden. “Mas se espera que, com mais clareza regulatória, cada um desses ativos ganhe uma importante destrava de valor”.

Felipe Martorano, analista da VG Research, ressalta que a Uniswap, assim como a Chainlink, continuam apresentando melhorias internas significativas, mesmo diante da “caça às bruxas” promovida pela SEC, e das mudanças das perspectivas de taxa de juros nos Estados Unidos.

“Embora os preços aparentem indicar um mercado desaquecido, a realidade é outra. Esses projetos demonstraram ser resilientes, com equipes comprometidas em impulsionar o desenvolvimento de suas tecnologias e comunidades engajadas, mesmo diante das adversidades”, conta.

Criptos que são casos perdidos

Dogecoin e Shiba Inu

Os analistas ouvidos pela reportagem são amplamente otimistas com o mercado de criptomoedas, mas reafirmam: várias que existem hoje devem sumir em pouco tempo. As mais criticadas são as memecoins.

“Ativos sem fundamentos, como as memecoins, são os que mais possuem dificuldades para retornar aos seus preços. Isso porque o crescimento do valor do ativo depende exclusivamente da especulação financeira dos usuários”, explica Kamradt, da Viden.

Jogam contra as memecoins fatores como a falta de propósito claro, além do caráter de novidade que costuma impulsionar moedas como essa: os investidores costumam topar especular na mais nova moda, abandonando o meme de ontem.

Por esses motivos, diz Martorano, da VG, memecoins como Shiba Inu (SHIB) e Dogecoin (DOGE) não devem recuperar sua máxima histórica. O mesmo vale para a ApeCoin (APE).

The Sandbox, Decentraland e Axie Infinity

As criptomoedas que foram sensação de 2021 após navegarem a onda do metaverso — assim que o Facebook mudou de nome para Meta — não são bem avaliadas pelos especialistas consultados pelo InfoMoney.

“Criptoativos que me deixam preocupados com sua capacidade de recuperação são The Sandbox (SAND), Decentraland (MANA) e Axie Infinity (AXS)”, diz Pegnoratto.

Axie Infinity, além de ter se vendido como um projeto ligado ao metaverso, amarga uma crise desde que sofreu um hack de grandes proporções, seguido da queda no número de jogadores de games que pagam criptomoedas, as chamadas gamecoins.

Szuster, do MB, considera este um setor em muitas dificuldades. “Não me arriscaria agora no segmento de gamecoins, é algo que está em baixa há um tempo, desde a crise com o Axie no ano passado. Não acho que vá haver o desenvolvimento de um jogo bom tão rápido, que consiga reaquecer esse mercado”.

XRP, Litecoin e Ethereum Classic

“Litecoin (LTC) é um projeto que vemos com muito maus olhos, porque não tem muitos casos de uso”, avalia o analista do MB sobre a criptomoeda mais antiga depois do Bitcoin, lançada em 2011. “Ela basicamente ‘estoura’ quando o Bitcoin está muito congestionado, mas a narrativa [de substituto do BTC] morreu logo no início”.

Ele também critica outra cripto da “velha guarda”: a XRP, que enfrenta um processo da SEC nos EUA, e vem subindo nos últimos dias em meio à expectativa de vitória nos tribunais americanos. “Não vejo isso se mantendo no longo prazo, não acho que seja uma opção interessante para se manter em carteira”, conta.

Francis Wagner, da Cripto do Brasil, também destaca os riscos envolvidos em investir em XRP pela incerteza em torno do desfecho do processo ingressado pelo regulador do EUA.

O especialista menciona ainda outra criptomoeda das antigas que já não parece merecer a atenção do investidor.

“Uma das moedas que sumiu do radar e prometia muito é a Ethereum Classic (ETC), que apareceu como uma alternativa da migração das mineradoras de Ethereum. Até então não temos mais visto notícias relevantes”, pontua, relembrando que o ETC já foi atacado várias vezes, mostrando fragilidade do projeto e afetando a creditibilidade do token.

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