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Gastos de brasileiros no exterior com cartões sobem 37% no 1º trimestre

Despesas internacionais chegaram a US$ 5,3 bilhões, enquanto transações com cartões no Brasil movimentaram R$ 1,1 trilhão entre janeiro e março, segundo a Abecs.

por Álvaro Lima - Repórter de Economia
12/05/2026 às 11h33 - Atualizado em 14/05/2026 às 16h57
em Economia, Destaque, Notícias
Rotativo Do Cartão De Crédito Dispara E Já Consome R$ 758 Mil Por Minuto; Entenda Por Que A Dívida Foge Do Controle - Gazeta Mercantil

Os gastos de brasileiros no exterior com cartões chegaram a US$ 5,3 bilhões, o equivalente a R$ 27,9 bilhões, no primeiro trimestre de 2026, alta de 37% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). O avanço foi puxado principalmente pelo uso do cartão de crédito, que respondeu por R$ 21,7 bilhões em despesas internacionais, em meio ao aumento das viagens, da digitalização dos pagamentos e da maior utilização de meios eletrônicos em compras fora do País.

O resultado mostra que os gastos de brasileiros no exterior voltaram a ganhar força no orçamento das famílias, mesmo em um cenário em que o câmbio segue como variável relevante para a decisão de consumo. A Europa concentrou o maior volume de despesas, com R$ 11,7 bilhões, alta de 19,9%. Os Estados Unidos apareceram na sequência, com R$ 9,7 bilhões, crescimento de 10,9%.

Por modalidade, o cartão de crédito manteve ampla liderança nas transações internacionais. Os pagamentos com crédito no exterior somaram R$ 21,7 bilhões, avanço de 22,6% na comparação anual. O cartão de débito teve a maior expansão percentual, com R$ 3 bilhões em gastos, alta de 98,6%. Já o cartão pré-pago movimentou R$ 3,2 bilhões, queda de 8,7%.

Cartão de crédito lidera despesas internacionais

O cartão de crédito segue como principal instrumento dos brasileiros em viagens e compras internacionais. A modalidade concentrou a maior parte dos gastos de brasileiros no exterior no primeiro trimestre, reforçando sua presença em despesas com hospedagem, passagens, alimentação, compras, serviços digitais e operações transfronteiriças.

O avanço de 22,6% nos gastos internacionais com crédito mostra que os consumidores continuam utilizando o cartão como meio preferencial para despesas fora do Brasil, especialmente pela conveniência, aceitação global e possibilidade de concentrar pagamentos em uma única fatura.

O crescimento do débito, porém, foi o destaque em termos percentuais. A alta de 98,6%, para R$ 3 bilhões, indica maior diversificação no uso dos meios de pagamento em viagens e compras internacionais. A modalidade pode ter ganhado espaço entre consumidores que buscam controle imediato do gasto e menor exposição ao parcelamento ou à fatura futura.

Já o pré-pago perdeu força, com queda de 8,7% no período. A retração sugere mudança de preferência entre consumidores, que passaram a utilizar mais cartões tradicionais e soluções digitais integradas a contas bancárias e carteiras internacionais.

Europa e Estados Unidos concentram gastos

A Europa liderou os gastos de brasileiros no exterior com cartões no primeiro trimestre de 2026. Foram R$ 11,7 bilhões em despesas, alta de 19,9% em relação ao mesmo intervalo de 2025. O desempenho reflete a relevância do continente como destino turístico, educacional e de consumo para brasileiros.

Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, com R$ 9,7 bilhões movimentados, crescimento de 10,9%. O país segue como um dos principais destinos de viagens internacionais de brasileiros, além de concentrar compras em eletrônicos, vestuário, serviços digitais, entretenimento, hospedagem e alimentação.

A concentração de gastos nessas duas regiões mostra que o consumo internacional continua fortemente ligado a destinos tradicionais. Mesmo com a diversificação de rotas e o crescimento de viagens para outros mercados, Europa e Estados Unidos mantêm peso dominante na composição das despesas feitas com cartões fora do Brasil.

O avanço das despesas internacionais também indica recuperação do consumo externo em um ambiente de maior digitalização. Compras em sites estrangeiros, assinaturas internacionais e serviços contratados fora do País contribuem para ampliar o volume transacionado, além das viagens presenciais.

Cartões movimentam R$ 1,1 trilhão no trimestre

No mercado doméstico, as transações com cartões de crédito, débito e pré-pagos somaram R$ 1,1 trilhão no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 8,3% em relação ao mesmo período de 2025. O número confirma a consolidação dos meios eletrônicos de pagamento no consumo brasileiro, tanto em lojas físicas quanto em canais digitais.

O cartão de crédito liderou em volume financeiro e também apresentou o maior crescimento entre as principais modalidades. Foram R$ 810,2 bilhões movimentados com crédito entre janeiro e março, alta de 12,8% na comparação anual.

O cartão de débito somou R$ 236 bilhões, queda de 2,4%. Já o cartão pré-pago movimentou R$ 94,5 bilhões, crescimento de 1%. A diferença entre as modalidades mostra que o crédito continua ocupando papel central no financiamento do consumo, enquanto o débito perde espaço relativo em algumas categorias.

A dinâmica também reflete a preferência do consumidor por instrumentos que oferecem prazo de pagamento, parcelamento e integração com programas de relacionamento. No caso do crédito, a modalidade se mantém relevante tanto para compras presenciais quanto para transações online e pagamentos recorrentes.

Brasileiros fazem 132 milhões de pagamentos por dia

O levantamento da Abecs mostra que foram realizadas 11,7 bilhões de transações com cartões no primeiro trimestre de 2026, avanço de 3% sobre igual período do ano anterior. Em média, os brasileiros fizeram 132 milhões de pagamentos por dia com cartões.

O cartão de crédito também liderou em número de operações. Foram 5,4 bilhões de transações, alta de 7,6%. O débito registrou 4 bilhões de operações, queda de 1,3%, enquanto o pré-pago somou 2,3 bilhões de transações, crescimento de 0,4%.

A expansão do número de pagamentos indica que os cartões seguem avançando em frequência de uso, não apenas em volume financeiro. A diferença entre crescimento em valor e em número de transações sugere aumento do tíquete médio em algumas modalidades, especialmente no crédito.

O avanço dos meios eletrônicos também reduz a dependência do dinheiro em espécie em segmentos de varejo e serviços. A capilaridade das maquininhas, o crescimento das carteiras digitais e a aceitação de pagamentos por aproximação ampliaram o uso do cartão em transações de menor valor.

Pagamento por aproximação domina compras presenciais

Os pagamentos por aproximação, realizados por meio da tecnologia NFC, movimentaram R$ 504,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 19,3% em relação ao mesmo período de 2025. Segundo a Abecs, a modalidade já representa 74,8% das transações presenciais com cartões no Brasil.

A expansão confirma a rápida adoção do pagamento por aproximação no varejo brasileiro. A tecnologia se consolidou pela combinação entre conveniência, rapidez no caixa e maior aceitação por lojistas de diferentes portes.

Pesquisa da Abecs com o Datafolha aponta que 72% dos brasileiros utilizam pagamentos por aproximação. Desse total, 64% afirmam fazer uso frequente da tecnologia, sempre ou quase sempre.

O avanço da aproximação também tem reflexos operacionais para o varejo. Ao reduzir o tempo de atendimento no ponto de venda, a tecnologia melhora o fluxo de pagamento e diminui etapas na conclusão da compra. Para bancos, adquirentes e bandeiras, a modalidade amplia o engajamento do consumidor com meios digitais.

Compras pela internet movimentam R$ 310,5 bilhões

As compras realizadas pela internet e por outros canais remotos movimentaram R$ 310,5 bilhões no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 18,8% na comparação anual. O resultado mostra que o comércio digital continua em expansão, mesmo após a normalização do consumo presencial no período pós-pandemia.

A comparação com o primeiro trimestre de 2020 evidencia a mudança estrutural no comportamento de compra. Segundo a Abecs, o uso do débito em compras não presenciais cresceu 359,8% em relação ao período pré-pandemia. No crédito, o avanço foi de 247%.

Esse movimento indica que o consumidor brasileiro incorporou o ambiente digital ao cotidiano de consumo. Compras em aplicativos, sites, plataformas de serviços, marketplaces e canais remotos passaram a disputar espaço com lojas físicas em diferentes segmentos.

A evolução também aumenta a importância da segurança nas transações, da prevenção a fraudes e da experiência de pagamento. Para empresas de varejo e serviços, a eficiência do checkout digital tornou-se componente central da conversão de vendas.

Pagamentos recorrentes avançam com assinaturas

Dentro do ecossistema digital, os pagamentos recorrentes somaram R$ 41,7 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 36% em relação ao mesmo período do ano anterior. A modalidade é usada em cobranças automáticas de serviços contínuos e assinaturas, como plataformas de streaming, academias, clubes de assinatura e softwares.

O cartão de crédito concentrou a maior parte desse volume, com R$ 39,9 bilhões. O débito movimentou cerca de R$ 1 bilhão, enquanto o pré-pago respondeu por aproximadamente R$ 900 milhões.

O crescimento dos pagamentos recorrentes mostra a força dos modelos de assinatura na economia brasileira. Empresas de tecnologia, entretenimento, educação, saúde, bem-estar e serviços corporativos passaram a depender cada vez mais da cobrança automática para reduzir inadimplência e melhorar previsibilidade de receita.

Para os consumidores, a recorrência traz conveniência, mas também exige maior controle financeiro. A multiplicação de assinaturas pode elevar o comprometimento mensal da renda, especialmente quando os gastos são distribuídos em diferentes plataformas e serviços.

Tap on Phone cresce 114,6% e alcança pequenos negócios

A modalidade Tap on Phone movimentou R$ 27,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 114,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. A tecnologia permite que smartphones e tablets aceitem pagamentos por aproximação diretamente, sem a necessidade de maquininhas tradicionais.

Em dois anos, o crescimento acumulado do Tap on Phone foi de 1.188,8%, segundo a Abecs. O número indica forte adesão entre pequenos negócios, profissionais autônomos e prestadores de serviços que buscam reduzir custos operacionais e simplificar a aceitação de pagamentos.

Por modalidade, o crédito respondeu por R$ 25,4 bilhões em pagamentos via Tap on Phone, alta de 115,6%. O débito movimentou R$ 1,2 bilhão, crescimento de 105,4%. O pré-pago somou R$ 500 milhões, avanço de 92,6%.

A expansão dessa tecnologia tem impacto direto sobre a formalização e a digitalização de microempreendedores. Ao transformar celulares em terminais de pagamento, o Tap on Phone reduz barreiras de entrada para pequenos comerciantes e amplia a aceitação de cartões em atividades de menor escala.

Parcelado sem juros responde por R$ 390,5 bilhões

O parcelamento sem juros representou 43,2% do valor total transacionado no cartão de crédito no primeiro trimestre, somando R$ 390,5 bilhões. Já o consumo à vista no crédito respondeu pela maior fatia, com 56,5%, equivalente a R$ 511,4 bilhões.

Entre as compras parceladas, 62,4% foram realizadas em até seis vezes. Segundo a Abecs, o parcelado sem juros permanece como instrumento fundamental para o financiamento do consumo.

A modalidade tem papel relevante no varejo brasileiro, especialmente em segmentos de maior tíquete, como eletrônicos, eletrodomésticos, móveis, vestuário, serviços educacionais e viagens. Para consumidores, o parcelamento permite diluir o impacto da compra no orçamento mensal. Para lojistas, funciona como ferramenta de conversão e aumento de vendas.

O debate sobre o parcelado sem juros segue relevante para bancos, varejistas, bandeiras e reguladores. Enquanto o setor de cartões defende a modalidade como mecanismo de acesso ao consumo, instituições financeiras avaliam seus efeitos sobre custo de crédito, inadimplência e equilíbrio econômico do sistema.

Varejo e serviços ampliam uso dos cartões

Os dados da Abecs apontam avanço dos meios eletrônicos em diferentes segmentos do varejo. O maior crescimento foi registrado em eletrônicos e eletrodomésticos, com alta de 21,4%. Em seguida aparecem livrarias e afins, com 16,3%, vestuário e acessórios, com 13,2%, autopeças, com 12,2%, e alimentação, com 12%.

No setor de serviços, a expansão foi liderada pelos pagamentos a profissionais liberais, com crescimento de 25,1%. Educação básica avançou 21,9%, serviços médicos cresceram 19,3%, companhias aéreas e atividades relacionadas subiram 19,2%, e seguros aumentaram 13,7%.

A disseminação dos cartões em serviços indica que a digitalização dos pagamentos deixou de ser concentrada no varejo tradicional. Consultórios, escolas, profissionais autônomos, seguradoras, companhias aéreas e prestadores especializados ampliaram a aceitação de meios eletrônicos.

Esse movimento tende a fortalecer a rastreabilidade das transações e a eficiência de cobrança. Também amplia a competição entre bancos, fintechs, adquirentes e empresas de tecnologia financeira que disputam a relação com consumidores e estabelecimentos comerciais.

Sudeste lidera volume transacionado com R$ 574 bilhões

Na análise regional, o Sudeste liderou o volume movimentado com cartões no primeiro trimestre de 2026, com R$ 574 bilhões, alta de 4,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A região concentra o maior peso econômico do País, com forte presença de varejo, serviços, bancos, empresas e renda urbana.

O Sul ficou em segundo lugar, com R$ 158,9 bilhões, crescimento de 8,2%. O Nordeste movimentou R$ 135,8 bilhões, alta de 1,7%. O Centro-Oeste registrou R$ 82,1 bilhões, avanço de 1,5%, enquanto o Norte somou R$ 41 bilhões, crescimento de 1,1%.

A distribuição regional mostra que o uso de cartões continua concentrado nas regiões de maior renda e densidade econômica, mas também avança em todo o território nacional. A expansão de tecnologias como aproximação, carteiras digitais e Tap on Phone pode acelerar a penetração em regiões com menor infraestrutura tradicional de pagamentos.

O crescimento do Sul acima da média de algumas regiões também chama atenção. O desempenho pode refletir maior dinamismo do consumo local, expansão da aceitação em serviços e avanço de pequenos negócios digitalizados.

Avanço dos cartões reforça mudança no consumo

O balanço do primeiro trimestre mostra que os meios eletrônicos de pagamento seguem avançando como infraestrutura essencial do consumo no Brasil. O aumento dos gastos de brasileiros no exterior, a liderança do crédito, a consolidação da aproximação e a expansão das compras digitais apontam para uma mudança estrutural nos hábitos de pagamento.

A alta de 37% nos gastos internacionais com cartões sugere maior apetite por consumo fora do País, viagens e compras transfronteiriças. Ao mesmo tempo, o crescimento doméstico de 8,3% no volume total transacionado mostra que o cartão mantém papel central no cotidiano dos consumidores.

Para empresas, a tendência reforça a necessidade de integração entre canais físicos e digitais. O consumidor que paga por aproximação na loja também compra pela internet, assina serviços recorrentes e utiliza cartões em viagens internacionais.

Para bancos, adquirentes, bandeiras e fintechs, o cenário amplia a disputa por relacionamento, dados transacionais e serviços financeiros agregados. A concorrência deve continuar concentrada em conveniência, segurança, aceitação, crédito, programas de fidelidade e soluções para pequenos negócios.

O resultado divulgado pela Abecs confirma que o mercado de cartões segue em expansão, mas com mudanças importantes na composição do uso. O crédito avança, o débito perde participação em algumas frentes, a aproximação se torna padrão nas compras presenciais e novas tecnologias ganham escala entre comerciantes e consumidores.

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Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. 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Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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