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Itaú (ITUB4) concentra 56% do lucro de três bancos no 3T26; Bradesco (BBDC4) cresce e Santander (SANB11) recua

Três instituições lucraram juntas R$ 22,6 bilhões no trimestre, mas diferenças de rentabilidade, inadimplência e custo do crédito revelam desempenhos distintos.

por João Souza
04/11/2026 às 16h29
em Empresas
Bancos - Gzt - Gazeta Mercantil

O Itaú Unibanco (ITUB4), o Bradesco (BBDC4) e o Santander Brasil (SANB11) registraram lucro recorrente conjunto de R$ 22,61 bilhões no terceiro trimestre de 2026, mas apresentaram trajetórias diferentes de rentabilidade e qualidade das operações de crédito. O Itaú respondeu por 55,8% desse resultado, enquanto o Bradesco ampliou seus ganhos em relação ao ano anterior e o Santander sofreu uma retração de 28%, conforme os balanços divulgados pelas três instituições.

A comparação ficou completa na terça-feira, 3 de novembro, com a publicação dos resultados do Itaú, que encerrou o trimestre com lucro recorrente gerencial de R$ 12,617 bilhões, crescimento de 6,2% em relação ao mesmo período de 2025. O Bradesco havia informado lucro recorrente de R$ 7,109 bilhões, alta de 14,6%, enquanto o Santander registrou R$ 2,885 bilhões, redução de 28%.

A diferença entre os bancos não se limita ao volume de resultados. O Itaú apresentou retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio anualizado de 23,6%, diante de 15,6% no Bradesco e 11,9% no Santander. O indicador relaciona o lucro gerado ao capital dos acionistas e permite avaliar a rentabilidade das instituições, embora diferenças metodológicas e de estrutura patrimonial exijam cautela nas comparações diretas.

Os dados também mostram que o crescimento das carteiras de crédito não produziu efeitos iguais sobre os resultados. O Itaú manteve inadimplência acima de 90 dias de 2%, o Bradesco registrou 4,6% e o Santander apresentou 3,4%. Todos enfrentaram algum aumento dos atrasos, mas a intensidade da deterioração e seus efeitos sobre as despesas com provisões foram diferentes.

A análise dos três balanços revela que a capacidade de transformar receitas em lucro depende não apenas do tamanho da operação, mas da composição dos empréstimos, dos custos de financiamento, das despesas administrativas e das perdas esperadas com clientes inadimplentes.

Itaú responde por R$ 12,6 bilhões dos R$ 22,6 bilhões de lucro conjunto

O resultado recorrente do Itaú foi aproximadamente 77,5% superior ao do Bradesco e 4,37 vezes o lucro apresentado pelo Santander. Em valores absolutos, o banco registrou R$ 5,508 bilhões a mais que o Bradesco e R$ 9,732 bilhões acima do Santander no terceiro trimestre.

Considerando exclusivamente essas três instituições, o Itaú respondeu por 55,8% do lucro recorrente conjunto. O Bradesco concentrou 31,4%, enquanto o Santander representou 12,8%. Os percentuais foram calculados a partir dos resultados gerenciais publicados pelas próprias companhias e não representam participações no lucro total do sistema bancário brasileiro.

A evolução anual também apresentou diferenças importantes. O Bradesco registrou a maior taxa de crescimento entre os três, com avanço de 14,6%. O Itaú expandiu seu resultado em 6,2%, enquanto o Santander teve uma redução de aproximadamente R$ 1,124 bilhão em relação ao terceiro trimestre de 2025.

O ritmo de crescimento precisa ser analisado juntamente com a base de comparação. O Bradesco vem executando uma reorganização operacional destinada a recuperar sua rentabilidade, enquanto o Itaú já apresentava indicadores elevados nos períodos anteriores. No Santander, a diminuição dos ganhos refletiu uma combinação de receitas mais fracas e despesas com crédito superiores às registradas um ano antes.

Na comparação com o segundo trimestre de 2026, o Itaú aumentou seu lucro recorrente em 1,7%, o Bradesco apresentou crescimento de 0,8% e o Santander registrou queda de 4,3%. Os dados mostram que a recuperação anual do Bradesco não foi acompanhada por uma aceleração expressiva dos resultados entre julho e setembro.

Rentabilidade do Itaú chega a quase o dobro da registrada pelo Santander

A diferença de rentabilidade é um dos indicadores mais relevantes da comparação. O Itaú alcançou retorno recorrente gerencial sobre o patrimônio líquido médio, conhecido como ROE, de 23,6% no consolidado. O percentual representa aumento de 0,3 ponto percentual em relação ao mesmo trimestre de 2025, embora tenha ficado abaixo dos 24,3% registrados entre abril e junho.

No Bradesco, o ROAE recorrente atingiu 15,6%, comparado aos 14,7% observados um ano antes. A instituição também divulgou um indicador ajustado de 16,1%, que desconsidera o efeito do aumento de capital de R$ 10 bilhões concluído durante o trimestre.

Essa distinção é relevante porque o aumento do patrimônio líquido pode reduzir temporariamente o retorno calculado sobre o capital dos acionistas, mesmo quando o lucro apresenta crescimento. Para uma comparação baseada nos indicadores efetivamente divulgados no encerramento do período, o percentual de 15,6% incorpora a nova estrutura patrimonial do Bradesco.

O Santander apresentou ROAE recorrente anualizado de 11,9%, queda de 5,6 pontos percentuais em relação aos 17,5% registrados no terceiro trimestre de 2025.

A distância entre a rentabilidade do Itaú e a do Santander alcançou 11,7 pontos percentuais. Em termos proporcionais, o retorno informado pelo Itaú foi aproximadamente 98% superior ao apresentado pelo Santander.

Os indicadores não representam necessariamente o retorno obtido pelos investidores com as ações negociadas na bolsa. O ROE mede a rentabilidade contábil do patrimônio, enquanto o desempenho dos papéis depende também do preço de aquisição, da distribuição de proventos e das expectativas incorporadas às cotações.

Inadimplência acima de 90 dias chega a 4,6% no Bradesco

O comportamento dos atrasos nos empréstimos ajuda a explicar a diferença entre os resultados. No Itaú, o índice de inadimplência superior a 90 dias ficou em 2%, avanço de 0,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2025.

O banco encerrou setembro com carteira ampliada de crédito, garantias financeiras prestadas e títulos privados de R$ 1,544 trilhão. O volume representa expansão de 10,2% em relação ao ano anterior, demonstrando crescimento das operações mesmo com a manutenção de um índice de atrasos relativamente baixo.

No Bradesco, a inadimplência superior a 90 dias alcançou 4,6%, aumento de 0,3 ponto percentual em três meses e de 0,5 ponto percentual em um ano.

A companhia atribuiu parte da deterioração aos empréstimos de capital de giro concedidos a micro, pequenas e médias empresas com garantias de programas federais, além de atrasos associados à carteira rural e às operações do Banco John Deere.

Segundo o relatório do Bradesco, as operações de capital de giro com garantias do governo responderam por aproximadamente metade do aumento trimestral do indicador consolidado.

No Santander, a inadimplência chegou a 3,4%, ante 3,3% no segundo trimestre e 2,8% no mesmo período de 2025. O avanço anual de 0,6 ponto percentual foi o maior entre os três bancos.

Os indicadores refletem carteiras com diferentes composições, políticas de concessão e níveis de exposição a segmentos econômicos. Por isso, a comparação entre os percentuais mostra diferenças de risco, mas não permite atribuir toda a distância entre os resultados exclusivamente à qualidade da gestão de crédito.

Despesas com perdas de crédito aumentam nos três bancos

A pressão da inadimplência aparece nos gastos com provisões e outros componentes do custo de crédito.

No Itaú, o custo do crédito alcançou R$ 10,415 bilhões no terceiro trimestre, crescimento de 10,2% em relação ao mesmo período de 2025. Apesar do aumento nominal, o indicador de custo do crédito sobre a carteira média permaneceu em 2,7%, em linha com o trimestre anterior.

As despesas de perda esperada do Itaú chegaram a R$ 10,720 bilhões, enquanto a recuperação de créditos anteriormente baixados como prejuízo somou R$ 1,565 bilhão. A combinação dessas rubricas, juntamente com os descontos concedidos, compõe o indicador gerencial de custo do crédito apresentado pela instituição.

O Bradesco registrou despesa de provisão para devedores duvidosos expandida de R$ 10,642 bilhões, crescimento de 24,3% em um ano e de 6,6% em relação ao segundo trimestre.

A elevação das provisões reduziu parte dos ganhos obtidos com a expansão da margem financeira. Embora a instituição tenha conseguido aumentar as receitas, uma parcela maior dos resultados foi absorvida pela necessidade de reconhecer perdas esperadas nas operações de crédito.

No Santander, o resultado de provisão para devedores duvidosos representou despesa de R$ 7,460 bilhões, aumento de 14,4% na comparação anual. O custo de crédito anualizado atingiu 3,89%, com acréscimo de 0,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

Os valores absolutos de provisões não devem ser comparados isoladamente, porque refletem carteiras de tamanhos diferentes e metodologias gerenciais específicas. A análise exige considerar também a evolução dos empréstimos, a cobertura das perdas e a participação de cada modalidade de financiamento.

Itaú amplia crédito imobiliário e consignado enquanto mantém inadimplência controlada

A estratégia de crescimento do Itaú apresentou maior concentração em modalidades de crédito com garantias ou mecanismos específicos de pagamento.

No Brasil, a carteira de crédito imobiliário alcançou R$ 158,8 bilhões, crescimento de 15,8% na comparação anual. O crédito consignado aumentou 16,3%, chegando a R$ 84,2 bilhões.

As operações destinadas a micro, pequenas e médias empresas também apresentaram expansão expressiva, de 15,1%, alcançando R$ 320,4 bilhões.

No consolidado, a margem financeira gerencial do Itaú somou R$ 34,611 bilhões, crescimento de 7,8% em relação ao terceiro trimestre de 2025. A margem com clientes atingiu R$ 33,286 bilhões, enquanto o resultado das operações com o mercado chegou a R$ 1,325 bilhão.

O avanço da margem com o mercado, de 46,9% na comparação anual, contribuiu para o crescimento das receitas financeiras. A diversificação entre operações comerciais e atividades de tesouraria ajudou a sustentar o resultado recorrente.

O banco também encerrou setembro com índice de eficiência de 37,5%, inferior aos 38,8% registrados um ano antes. Uma redução desse indicador, conforme a metodologia utilizada pelo Itaú, representa menor peso proporcional das despesas sobre a base de receitas considerada no cálculo.

A combinação entre expansão do crédito, receitas financeiras maiores e controle relativo da inadimplência explica a manutenção da rentabilidade consolidada acima de 23%.

Bradesco aumenta carteira em 11,1%, mas provisões pressionam recuperação

O Bradesco encerrou setembro com carteira de crédito expandida de aproximadamente R$ 1,150 trilhão, crescimento de 11,1% em relação ao mesmo período de 2025.

As operações destinadas a pessoas jurídicas aumentaram 14,1%, enquanto a carteira de pessoas físicas apresentou expansão de 7,4%.

A margem financeira total alcançou R$ 21,372 bilhões, alta de 14,2% na comparação anual. O resultado foi favorecido tanto pelo crescimento da carteira quanto pelo desempenho das operações com o mercado.

As receitas de prestação de serviços também avançaram, alcançando R$ 10,924 bilhões, crescimento de 3,1% em relação ao terceiro trimestre de 2025.

Entretanto, a despesa de provisão expandida aumentou em ritmo superior ao da margem financeira. O crescimento de 24,3% desse custo evidencia a pressão dos atrasos sobre a capacidade de transformar receitas em lucro.

O índice de eficiência operacional do Bradesco diminuiu de 50,1% para 45,4% em um ano, melhora de 4,7 pontos percentuais. O resultado reflete medidas de controle de despesas e mudanças na estrutura de atendimento adotadas durante a execução do plano de transformação do banco.

O grupo segurador também contribuiu para o resultado consolidado. A atividade de seguros, previdência e capitalização registrou lucro líquido recorrente de aproximadamente R$ 2,9 bilhões, crescimento de 14,1% na comparação anual, com retorno sobre o patrimônio de 22%.

Apesar dos avanços, a rentabilidade consolidada do Bradesco permaneceu abaixo da observada no Itaú. Para ampliar essa relação, a evolução das despesas de crédito e a continuidade dos ganhos de eficiência serão variáveis importantes nos próximos resultados.

Santander reduz exposição ao crédito de menor renda e registra queda nas margens

O Santander adotou uma estratégia mais seletiva na concessão de crédito, especialmente para clientes de menor renda. A mudança procura reduzir a exposição a operações consideradas mais vulneráveis às oscilações econômicas, mas também altera a composição das receitas financeiras.

A carteira de crédito ampliada alcançou R$ 721,264 bilhões em setembro, crescimento de 4,7% na comparação anual. O avanço foi inferior ao registrado pelos outros dois bancos, refletindo a menor expansão de determinados segmentos do varejo.

A margem financeira bruta caiu 1,6% em um ano, para R$ 14,958 bilhões. A margem com clientes diminuiu 4,2%, alcançando R$ 15,853 bilhões, enquanto as operações com o mercado produziram resultado negativo de R$ 895 milhões.

Segundo o banco, a redução da margem com clientes esteve associada principalmente à mudança na composição da carteira, com menor participação de operações destinadas ao público de baixa renda.

O Santander encerrou o trimestre com lucro recorrente de R$ 2,885 bilhões, queda de 28% em relação aos R$ 4,009 bilhões registrados no terceiro trimestre de 2025.

O banco também informou redução de 3% nas despesas gerais em comparação com o segundo trimestre e de 0,6% em relação ao ano anterior, para R$ 6,383 bilhões.

Apesar da contenção de gastos, o resultado operacional caiu 37,9% em um ano, passando de R$ 4,192 bilhões para R$ 2,603 bilhões.

O índice de eficiência atingiu 38,8%, superior aos 37,5% registrados no mesmo trimestre de 2025. A deterioração de 1,3 ponto percentual mostra que a redução das despesas não foi suficiente para compensar integralmente a pressão sobre as receitas.

Carteiras de crédito dos três bancos somam R$ 3,42 trilhões

A análise dos balanços mostra a dimensão das operações financeiras administradas pelas três instituições. Somadas, as carteiras ampliadas de crédito do Itaú, Bradesco e Santander alcançaram aproximadamente R$ 3,416 trilhões ao fim de setembro.

Desse total, o Itaú representou cerca de 45,2%, o Bradesco concentrou 33,7% e o Santander respondeu por 21,1%.

Esses percentuais foram calculados a partir dos indicadores divulgados pelas instituições. As carteiras ampliadas podem apresentar diferenças de composição e critérios de consolidação, razão pela qual o resultado não constitui uma medida oficial de participação no mercado de crédito brasileiro.

A comparação entre a distribuição das carteiras e a dos lucros evidencia uma diferença relevante. O Itaú respondeu por 45,2% do crédito ampliado informado pelo grupo de três bancos, mas concentrou 55,8% do lucro recorrente conjunto.

O Bradesco, por sua vez, apresentou participação aproximada de 33,7% no crédito e de 31,4% no lucro. No Santander, as proporções foram de 21,1% e 12,8%, respectivamente.

Essas relações não representam uma medida direta de retorno sobre os empréstimos, pois os resultados dos bancos incluem receitas de serviços, investimentos, operações de mercado, seguros e outras atividades. Ainda assim, ajudam a dimensionar as diferenças na capacidade de gerar lucro em relação à escala de suas operações.

Indicadores de eficiência revelam estratégias e estruturas distintas

A comparação dos índices de eficiência mostra resultados diferentes para as três instituições. O Itaú encerrou setembro com indicador de 37,5%, o Santander registrou 38,8% e o Bradesco apresentou 45,4%.

Embora todos utilizem medidas relacionadas à proporção entre despesas e receitas, as metodologias gerenciais não são integralmente idênticas. A interpretação exige considerar quais componentes cada instituição inclui no cálculo.

No Itaú, o indicador melhorou em relação ao ano anterior, mas apresentou ligeira elevação em comparação com o segundo trimestre, quando estava em 37,4%.

No Bradesco, a redução anual foi mais expressiva, refletindo o avanço do programa de transformação operacional e o crescimento das receitas acima das principais despesas administrativas.

O Santander, por outro lado, registrou aumento do indicador na comparação anual, embora tenha apresentado melhora em relação ao segundo trimestre, quando a eficiência estava em 39,3%.

Os resultados mostram que a redução dos custos administrativos não garante, isoladamente, expansão do lucro. É necessário que a contenção de despesas seja acompanhada por receitas suficientes e por controle das perdas nas operações de crédito.

Capital e qualidade dos empréstimos serão acompanhados nos próximos balanços

Os indicadores patrimoniais também apresentam diferenças relevantes. O Itaú encerrou setembro com índice de Basileia consolidado de 15,4% e índice de capital principal de 12,7%.

O Santander informou índice de Basileia de 15,1% e capital principal de 10,9%. A instituição registrou redução de 0,8 ponto percentual no capital principal em relação ao mesmo período de 2025.

No Bradesco, a conclusão do aumento de capital de R$ 10 bilhões modificou a estrutura patrimonial e elevou os recursos disponíveis para sustentar suas operações e atender às exigências regulatórias.

Os índices de capital medem a capacidade de as instituições absorverem perdas em relação aos riscos assumidos. Não devem ser confundidos com os indicadores de rentabilidade, embora ambos participem da avaliação da situação financeira dos bancos.

Para os próximos trimestres, os três balanços estabelecem questões distintas. No Itaú, a evolução dos atrasos em pequenas e médias empresas e a manutenção da rentabilidade serão indicadores relevantes. No Bradesco, o comportamento das provisões mostrará se o crescimento das receitas continuará sendo parcialmente absorvido por perdas de crédito. No Santander, a recuperação da margem financeira será determinante para avaliar os resultados da estratégia de maior seletividade.

O ambiente econômico também permanece importante para as três instituições. Juros elevados podem favorecer determinadas receitas financeiras, mas aumentam os encargos dos tomadores de empréstimos e podem dificultar o pagamento de obrigações.

Os resultados do terceiro trimestre mostram que o tamanho da carteira e o crescimento das receitas não são suficientes para explicar a rentabilidade bancária. A composição do crédito, o custo das perdas e a eficiência operacional produziram efeitos distintos sobre os lucros das instituições, mesmo sob condições macroeconômicas semelhantes.

Fontes:

Itaú Unibanco — Análise Gerencial da Operação e Demonstrações Contábeis do terceiro trimestre de 2026, divulgadas em 3 de novembro, com resultados, rentabilidade, carteira de crédito, inadimplência e capital.

Bradesco — Relatório de Análise Econômica e Financeira e apresentação de resultados do terceiro trimestre de 2026, divulgados em 22 de outubro, com indicadores de lucro recorrente, provisões, eficiência e carteira expandida.

Santander Brasil — Informe de Resultados do terceiro trimestre de 2026, divulgado em 28 de outubro, com dados de lucro gerencial recorrente, ROAE, margem financeira, inadimplência e custos operacionais.

Itaú Unibanco Relações com Investidores — informações institucionais sobre a metodologia de cálculo do retorno recorrente sobre o patrimônio líquido e os indicadores gerenciais de desempenho.

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