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Regulação acelera stablecoins em pagamentos internacionais e fortalece adoção institucional

por Antônio Lima - Repórter de Economia
29/01/2026 às 11h41 - Atualizado em 14/05/2026 às 21h49
em Criptomoedas, Destaque, Economia, Notícias
Explosão Das Stablecoins Na América Latina: Veja Como Elas Podem Mudar Seu Dinheiro Até 2030 - Gazeta Mercantil - Economia - Criptomoedas

Regulação acelera uso de stablecoins em pagamentos internacionais e impulsiona adoção institucional da blockchain

A consolidação das stablecoins como instrumento operacional para pagamentos internacionais deixou de ser uma promessa distante e passou a ocupar posição central na estratégia de bancos, fintechs e empresas globais. O movimento ganhou tração a partir do avanço regulatório em mercados-chave, como Estados Unidos, Europa e Brasil, criando um ambiente de maior segurança jurídica e previsibilidade. A avaliação é de Caio Barbosa, CEO da Lumx, empresa brasileira especializada em infraestrutura blockchain, que tem acompanhado de perto a transformação do setor financeiro global.

Desde sua fundação, em 2022, a Lumx nasceu com foco no desenvolvimento de soluções para tokenização de ativos financeiros e não financeiros, incluindo imóveis, recebíveis e crédito de carbono. No entanto, a evolução do mercado e o contato direto com instituições financeiras levaram a companhia a redefinir prioridades e ajustar seu posicionamento estratégico.

Segundo Barbosa, a principal dor identificada estava no universo das transferências internacionais. Processos lentos, custos elevados, dependência de intermediários e pouca transparência operacional continuavam sendo entraves relevantes para empresas que atuam globalmente. Foi nesse contexto que o uso de stablecoins em pagamentos internacionais passou a se destacar como uma alternativa viável, eficiente e cada vez mais institucionalizada.

Mudança de foco e amadurecimento do mercado

A decisão de reposicionar a Lumx como provedora de infraestrutura para pagamentos internacionais baseados em stablecoins reflete uma mudança estrutural no mercado financeiro. Se, em um primeiro momento, os ativos digitais eram associados quase exclusivamente à especulação, hoje passam a ser reconhecidos como ferramentas operacionais para tesouraria, liquidação e movimentação de recursos entre países.

As stablecoins, por serem lastreadas em moedas fiduciárias — com predominância do dólar — oferecem previsibilidade de valor, reduzindo volatilidade e riscos cambiais no curto prazo. Essa característica foi determinante para que grandes instituições passassem a enxergar esses ativos como instrumentos legítimos para pagamentos internacionais, e não apenas como veículos de investimento.

O avanço desse modelo permitiu ganhos relevantes de eficiência. Operações que antes levavam dias passaram a ser liquidadas em minutos, com redução significativa de custos operacionais e maior transparência nos fluxos financeiros. Para empresas com presença global, a adoção de stablecoins em pagamentos internacionais passou a representar vantagem competitiva concreta.

A entrada dos grandes players institucionais

O amadurecimento do uso de stablecoins em pagamentos internacionais abriu espaço para a entrada de grandes bancos, empresas de pagamento e fintechs globais. Esse movimento, segundo Barbosa, foi impulsionado não apenas pela eficiência tecnológica, mas principalmente pelo avanço regulatório, que reduziu incertezas e riscos jurídicos.

A presença de stablecoins lastreadas em dólar também trouxe o tema para o centro do debate político e econômico nos Estados Unidos. A manutenção da dominância da moeda americana no sistema financeiro internacional passou a ser discutida sob a ótica dos ativos digitais, ampliando o interesse de reguladores e formuladores de políticas públicas.

Ao mesmo tempo, a participação institucional contribuiu para elevar os padrões de governança, compliance e segurança, afastando o estigma de informalidade que por anos acompanhou o mercado cripto. O resultado foi um ciclo de retroalimentação positiva, no qual mais regulação gerou mais confiança, e mais confiança acelerou a adoção.

Regulação como catalisador do crescimento

O ano de 2025 marcou um ponto de inflexão para o setor. Na Europa, a entrada em vigor do regulamento MiCA estabeleceu regras claras para emissores, prestadores de serviços e participantes do mercado de ativos digitais. Nos Estados Unidos, novas normas passaram a disciplinar a emissão e a supervisão das stablecoins, criando parâmetros mais definidos para atuação institucional.

No Brasil, o Banco Central avançou de forma decisiva ao publicar resoluções que enquadram os ativos virtuais e incorporam as stablecoins ao mercado de câmbio. A partir dessas normas, os pagamentos internacionais realizados com stablecoins passaram a seguir regras análogas às do câmbio tradicional, com adaptações que preservam a inovação tecnológica.

Esse avanço regulatório trouxe previsibilidade tanto para empresas de infraestrutura quanto para seus clientes. A definição clara do que pode e do que não pode ser feito reduziu resistências internas, facilitou a aprovação de projetos e acelerou a contratação de soluções baseadas em stablecoins para pagamentos internacionais.

Impacto direto na adoção empresarial

De acordo com o CEO da Lumx, o efeito da regulação foi imediato. Empresas que antes hesitavam em testar soluções baseadas em blockchain passaram a se sentir mais confortáveis para avançar. A clareza regulatória reduziu riscos percebidos e ampliou a confiança de áreas jurídicas, financeiras e de compliance.

Essa mudança de postura resultou em aumento da demanda por infraestrutura especializada, capaz de integrar stablecoins aos sistemas financeiros tradicionais. O foco deixou de ser apenas a tecnologia em si e passou a incluir requisitos rigorosos de conformidade, segurança da informação e governança corporativa.

Para empresas que já estavam estruturadas, o novo ambiente regulatório funcionou como um acelerador de crescimento. Por outro lado, startups menos preparadas enfrentaram dificuldades para atender à elevação da régua regulatória, evidenciando um processo natural de consolidação do mercado.

Desafios e oportunidades para startups

Embora a regulação tenha impulsionado a adoção institucional, ela também trouxe desafios relevantes, especialmente para startups. A exigência de padrões elevados de compliance, controles internos e adequação regulatória aumentou custos e complexidade operacional.

Ainda assim, o cenário é visto como positivo no médio e longo prazo. A presença de regras claras tende a eliminar modelos de negócio pouco sustentáveis, fortalecendo empresas que investem em governança, segurança e transparência. No contexto dos pagamentos internacionais com stablecoins, essa maturidade é considerada essencial para garantir escalabilidade e confiança.

A Lumx, segundo Barbosa, já vinha se preparando para esse ambiente mais exigente, o que permitiu atravessar o período de transição com menor impacto. Para o mercado como um todo, o processo de ajuste é visto como parte natural da evolução do setor.

Perspectivas para 2026 e o debate nos Estados Unidos

Para 2026, a expectativa é de continuidade no amadurecimento regulatório, com destaque para os Estados Unidos. O debate em torno do Clarity Act deve ganhar força, buscando definir de forma mais precisa a classificação dos ativos digitais e a responsabilidade dos órgãos reguladores.

A distinção entre commodities digitais, securities e outros tipos de ativos é considerada crucial para o futuro do mercado. Essa definição impacta diretamente a supervisão, os requisitos de compliance e o escopo de atuação de empresas que operam com stablecoins em pagamentos internacionais.

Temas sensíveis, como autocustódia e a atuação de reguladores sobre protocolos descentralizados, também devem avançar na agenda regulatória. O desfecho dessas discussões tende a influenciar não apenas o mercado americano, mas todo o ecossistema global de ativos digitais.

Stablecoins como infraestrutura financeira global

Mais do que uma inovação pontual, as stablecoins vêm se consolidando como parte da infraestrutura financeira global. O uso em pagamentos internacionais demonstra que a tecnologia blockchain pode ser integrada ao sistema financeiro tradicional de forma complementar, e não necessariamente disruptiva.

A combinação entre eficiência operacional, redução de custos e clareza regulatória cria um ambiente favorável para expansão contínua. À medida que mais países adotam marcos regulatórios claros, a tendência é que as stablecoins ganhem espaço como ferramenta padrão para liquidação internacional.

Nesse contexto, empresas especializadas em infraestrutura, como a Lumx, assumem papel estratégico ao conectar o universo cripto às demandas do mercado financeiro tradicional, viabilizando uma adoção segura, escalável e alinhada às exigências regulatórias.

Tags: blockchain no mercado financeiroCriptomoedasEconomiamercado de ativos digitaispagamentos globais com blockchainpagamentos internacionaisregulação de criptoativosstablecoinsstablecoins no Brasil

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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