segunda-feira, 2 de novembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Negócios

Suzano (SUZB3): lucro líquido é de R$ 4,312 bilhões no 1T26, queda anual de 32%

por João Souza
29/04/2026 às 20h54
em Negócios
Suzano, Suzb3, Celulose, Agronegócio, Swing Trade - Gazeta Mercantil

A Suzano (SUZB3) registrou lucro líquido de R$ 4,312 bilhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 32% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um balanço que mostrou a força do mercado de celulose, mas também expôs o impacto negativo do câmbio e o avanço da alavancagem. O resultado reforça a leitura de que a companhia segue operacionalmente relevante, mas ainda sensível à valorização do real, à sazonalidade das vendas e ao custo de manter uma estrutura de capital elevada.

A maior produtora global de celulose informou que o mercado teve desempenho positivo no primeiro trimestre, com sucessivos aumentos de preços e demanda mais aquecida por papel. Esse ambiente favoreceu a operação da Suzano (SUZB3), especialmente na comparação anual, quando houve crescimento no volume vendido e aumento no preço da celulose.

Leia também: Faturamento do turismo atinge R$ 127,7 bilhões até julho e tem melhor resultado desde 2012.

Apesar disso, o efeito positivo foi parcialmente neutralizado pela forte apreciação do real frente ao dólar. Para uma exportadora como a Suzano (SUZB3), o câmbio tem peso decisivo: receitas em dólar perdem força quando convertidas para reais em um ambiente de valorização da moeda brasileira. Esse fator ajudou a explicar a queda do lucro, da receita e do Ebitda ajustado.

A receita líquida da Suzano (SUZB3) somou R$ 10,968 bilhões no 1T26, recuo de 5% na comparação anual. O Ebitda ajustado atingiu R$ 4,580 bilhões, queda de 6% ante o primeiro trimestre de 2025. Já a dívida líquida medida em dólares chegou a US$ 13 bilhões, alta de 3% em relação ao trimestre anterior, enquanto a alavancagem em dólares subiu para 3,3 vezes.

Leia também: Dólar em queda após divulgação do IBC-Br.

Lucro da Suzano (SUZB3) cai mesmo com celulose mais cara

O lucro líquido de R$ 4,312 bilhões da Suzano (SUZB3) no primeiro trimestre chama atenção pelo contraste entre o ambiente setorial mais favorável e a queda anual de 32%. A companhia conseguiu vender mais celulose e capturar preços maiores em relação ao mesmo período de 2025, mas o resultado final foi pressionado por fatores financeiros e cambiais.

Esse é um ponto central para entender o balanço. A Suzano (SUZB3) opera em um setor global, com receitas fortemente ligadas ao dólar e preços definidos no mercado internacional. Quando o preço da celulose sobe, a empresa tende a se beneficiar. No entanto, quando o real se valoriza frente ao dólar, parte desse ganho perde força na conversão para a moeda brasileira.

A queda do lucro também mostra que a melhora do ciclo de celulose não garante, sozinha, expansão do resultado líquido. Despesas financeiras, variação cambial, estrutura de dívida, volumes vendidos e custos operacionais podem alterar significativamente o desempenho trimestral.

Para o investidor, o número de lucro precisa ser analisado em conjunto com a geração operacional e a alavancagem. A Suzano (SUZB3) continua entregando lucro bilionário, mas o recuo anual indica que o mercado deve acompanhar com atenção os próximos trimestres para verificar se a melhora de preços da celulose será suficiente para compensar o câmbio e a dívida.

Receita líquida e Ebitda mostram pressão no resultado operacional

A receita líquida da Suzano (SUZB3) caiu 5% no primeiro trimestre, para R$ 10,968 bilhões. O Ebitda ajustado recuou 6%, para R$ 4,580 bilhões. Esses números indicam que a pressão não ficou restrita ao lucro líquido, mas também apareceu nos indicadores operacionais.

O Ebitda ajustado é um dos principais indicadores acompanhados por analistas no setor de papel e celulose porque mede a capacidade de geração operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização. No caso da Suzano (SUZB3), a queda de 6% mostra que o trimestre teve impacto direto na geração de caixa operacional, ainda que a companhia tenha se beneficiado de preços mais altos da celulose.

Na comparação com o quarto trimestre de 2025, a empresa informou que o negócio de celulose foi impactado pelo menor volume vendido, reflexo de sazonalidade, e pela depreciação do dólar frente ao real. Isso indica que a pressão ocorreu tanto por volume quanto por câmbio.

A leitura do balanço, portanto, é mista. A Suzano (SUZB3) opera em um mercado de celulose mais firme, mas ainda enfrenta dificuldades para transformar integralmente esse cenário em crescimento de receita e Ebitda em reais.

Câmbio reduz efeito da alta dos preços internacionais

O câmbio foi um dos principais fatores de pressão no balanço da Suzano (SUZB3). A apreciação do real frente ao dólar reduziu o impacto positivo do aumento dos preços internacionais da celulose. Para empresas exportadoras, esse efeito pode ser decisivo.

A lógica é direta. A Suzano (SUZB3) vende uma parte relevante de sua produção em dólar. Quando a moeda americana se valoriza, a receita convertida para reais tende a crescer. Quando o real se fortalece, ocorre o movimento contrário: a empresa pode até vender mais e a preços melhores em dólar, mas reportar menor receita em reais.

Esse efeito ficou evidente no primeiro trimestre. A companhia apresentou crescimento no volume de vendas e aumento no preço da celulose na comparação anual, mas esses ganhos foram compensados pela valorização cambial do real. O resultado foi queda de receita, Ebitda e lucro líquido.

Para investidores, isso reforça a necessidade de acompanhar a trajetória do dólar. A Suzano (SUZB3) não depende apenas do preço da celulose. O resultado da companhia também está diretamente ligado ao câmbio médio do período, à exposição financeira em moeda estrangeira e à política de hedge.

Alavancagem da Suzano (SUZB3) avança e dívida chega a US$ 13 bilhões

A alavancagem da Suzano (SUZB3) voltou ao centro das atenções no balanço do 1T26. A dívida líquida medida em dólares ficou em US$ 13 bilhões, alta de 3% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Em dólares, a alavancagem subiu para 3,3 vezes, frente a 3,2 vezes no trimestre anterior e 3 vezes no primeiro trimestre de 2025.

Em reais, a alavancagem ficou em 3,2 vezes, acima das 3,1 vezes registradas no mesmo período do ano passado e estável na comparação trimestral. O avanço moderado não configura, isoladamente, uma mudança drástica no perfil financeiro da companhia, mas exige monitoramento.

A Suzano (SUZB3) atua em um setor intensivo em capital. Projetos industriais, expansão florestal, logística e manutenção de capacidade produtiva exigem investimentos elevados. Por isso, empresas de papel e celulose costumam operar com níveis relevantes de dívida.

O ponto sensível é a relação entre dívida e geração de caixa. Se o ciclo de celulose permanecer favorável, a companhia pode sustentar geração operacional para administrar sua alavancagem. Se preços recuarem ou o câmbio continuar desfavorável, a pressão sobre o balanço tende a aumentar.

Mercado de celulose teve melhora, mas cenário ainda exige cautela

A Suzano (SUZB3) informou que o mercado de celulose apresentou desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026. O avanço foi sustentado por sucessivos aumentos de preços e por uma demanda mais aquecida de papel. A melhora setorial é relevante porque a celulose passou por ciclos recentes de volatilidade, com oscilações em estoques, demanda e preços.

A demanda por papel ajudou a sustentar a recuperação. Esse movimento pode refletir maior consumo de produtos de higiene, embalagens, papel para imprimir, tissue e outros segmentos que utilizam celulose como insumo. Para a Suzano (SUZB3), a demanda mais firme amplia o poder de precificação e melhora a perspectiva de margens.

No entanto, a companhia também citou sazonalidade e incertezas geopolíticas. Esses fatores podem alterar rapidamente o equilíbrio do mercado. Tensões internacionais afetam logística, custos de energia, demanda global e fluxo de comércio. Em um setor exportador, esses riscos têm impacto direto.

A leitura mais prudente é que o ciclo de celulose melhorou, mas ainda não eliminou os riscos. A Suzano (SUZB3) depende da continuidade da demanda, da disciplina de oferta global e de um câmbio que não anule os ganhos obtidos com preços internacionais mais altos.

Resultado reforça exposição da companhia ao dólar

O balanço da Suzano (SUZB3) reforça a importância do dólar para a tese de investimento da companhia. O câmbio influencia receitas, custos, dívida, resultado financeiro e percepção de risco. Por isso, a empresa costuma ser acompanhada também como uma ação exposta ao mercado internacional.

Quando o dólar está forte frente ao real, exportadoras brasileiras tendem a se beneficiar. No caso da Suzano (SUZB3), esse efeito pode ampliar receitas em reais e melhorar a leitura de margem. No entanto, a dívida em moeda estrangeira também precisa ser considerada, o que torna a análise mais complexa.

No primeiro trimestre, a valorização do real reduziu o benefício de preços mais altos da celulose. Isso mostrou que a companhia pode enfrentar pressão mesmo em um ambiente operacional positivo. A combinação entre commodity e câmbio é determinante.

Para os próximos trimestres, investidores devem observar não apenas o preço da celulose, mas também o comportamento do dólar. Uma mudança na trajetória cambial pode alterar rapidamente as projeções para receita, Ebitda e lucro da Suzano (SUZB3).

Sazonalidade pesa sobre volume vendido no trimestre

Na comparação com o quarto trimestre de 2025, o resultado do negócio de celulose da Suzano (SUZB3) foi afetado pelo menor volume vendido, em função da sazonalidade. Esse fator é recorrente no setor e pode gerar variações relevantes entre trimestres.

A sazonalidade influencia demanda, embarques, estoques e ritmo de compras de clientes internacionais. Em determinados períodos, compradores ajustam estoques ou reduzem pedidos, o que pode afetar volumes temporariamente, mesmo sem alteração estrutural da demanda.

Para a Suzano (SUZB3), a menor venda em relação ao trimestre anterior limitou a capacidade de capturar integralmente o aumento de preços. O efeito foi agravado pelo câmbio, que também reduziu a conversão das receitas externas.

Esse ponto é importante porque evita uma leitura excessivamente negativa do balanço. Parte da pressão pode ser pontual e ligada à sazonalidade. Ainda assim, o mercado deve acompanhar se os volumes se recuperam nos trimestres seguintes, especialmente diante de um ambiente de preços mais favorável.

Investidores avaliam se queda do lucro é pontual ou sinal de pressão maior

A principal dúvida após o balanço da Suzano (SUZB3) é se a queda de 32% no lucro líquido representa um efeito pontual do trimestre ou um sinal de pressão mais persistente sobre o resultado. A resposta dependerá de três variáveis: celulose, câmbio e alavancagem.

Se os preços da celulose continuarem subindo e a demanda por papel permanecer aquecida, a companhia pode recompor parte da geração de caixa. Se o dólar voltar a ganhar força frente ao real, a receita em reais também pode melhorar. Por outro lado, se a alavancagem continuar subindo, o mercado tende a exigir maior disciplina financeira.

A Suzano (SUZB3) segue como uma empresa de escala global e posição dominante no setor, mas o balanço mostra que o ambiente externo ainda pode reduzir o impacto positivo da operação. Esse é o ponto central para a leitura do mercado.

A ação tende a reagir não apenas ao lucro divulgado, mas à percepção sobre os próximos trimestres. Analistas devem revisar estimativas levando em conta preço da celulose, câmbio médio, custos, dívida e evolução do Ebitda.

Balanço coloca dívida e câmbio no radar da Suzano (SUZB3)

O resultado do primeiro trimestre de 2026 colocou dois temas no centro da análise sobre a Suzano (SUZB3): dívida e câmbio. A companhia apresentou lucro bilionário e segue beneficiada por um mercado de celulose mais firme, mas o recuo anual do lucro e o aumento da alavancagem reduzem o espaço para uma leitura sem ressalvas.

A dívida líquida de US$ 13 bilhões e a alavancagem de 3,3 vezes em dólares mostram que a estrutura financeira continuará sendo acompanhada de perto. Em um ambiente de juros globais elevados e volatilidade cambial, empresas com endividamento relevante precisam demonstrar capacidade consistente de geração de caixa.

O câmbio, por sua vez, seguirá decisivo para a leitura dos resultados. A valorização do real no trimestre reduziu os ganhos vindos de preços melhores da celulose. Se esse movimento persistir, a Suzano (SUZB3) poderá continuar enfrentando pressão em receita e Ebitda, mesmo com mercado internacional mais favorável.

O balanço deixa uma mensagem objetiva ao investidor: a operação da Suzano permanece forte, mas o resultado financeiro está condicionado a variáveis externas. Para os próximos trimestres, o desempenho da Suzano (SUZB3) dependerá da capacidade de combinar preços firmes da celulose, recuperação de volumes, controle da alavancagem e um câmbio menos desfavorável.

Leia também

  • JHSF (JHSF3) tem alta de 138% no lucro líquido no 4º trimestre após venda bilionária de imóveis
  • Oi (OIBR3) adia resultados de 2025 e eleva incerteza após falência

LEIA MAIS

Ouro Hoje - Gzt - Gazeta Mercantil
Mercados

Ouro sobe quase 2% com queda do petróleo e fecha a US$ 3.969,60

Ouro sobe 1,81% e fecha a US$ 3.969,60 com queda do petróleo. Mercado acompanha negociações entre Irã e EUA e próximos passos do Federal Reserve.

Leia MaisDetails
Ibovespa - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Ibovespa apaga ganhos e fecha outubro com queda de 9,88%; dólar sobe 5,22%

Ibovespa fecha outubro com queda de 9,88%, pior mês desde junho de 2022. Dólar sobe 5,22% após eleições e mercado aguarda definições fiscais.

Leia MaisDetails
Ibovespa Sobe Com Petrobras E Petróleo Enquanto Mercado Acompanha Eleições E Juros Dos Eua-Gazeta Mercantil
Mercados

Dólar dispara 9,04% na semana e Ibovespa cai 18,12% após eleições

Dólar dispara 9,04% na semana, maior alta desde 2008, e Ibovespa cai 18,12% após eleições. Mercado reage a incertezas fiscais e juros elevados.

Leia MaisDetails
Ibovespa Fecha Praticamente Estável Nesta Segunda-Feira, 29 De Junho De 2026 - Gazeta Mercantil
Mercados

Perdeu dinheiro na Bolsa após as eleições? Veja os riscos de vender ações ou comprar mais

Após queda de 17,5% do Ibovespa, veja os riscos de vender ações na baixa, comprar mais papéis e como rever a carteira após as eleições.

Leia MaisDetails
Vale (Vale3) - Gazeta Mercantil
Empresas

Vale (VALE3) tem lucro de US$ 1,25 bilhão no 3T26, queda de 53% com minério mais barato

Vale (VALE3) lucra US$ 1,25 bilhão no 3T26, queda de 53%. Receita cresce 2%, mas minério mais barato, custos e tributos pressionam resultado.

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

18:24:19
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Admin Ajax 2025 12 11T094346.625 (1)
Economia

Nota fiscal do Simples Nacional mudou: veja 4 passos para emitir NFS-e no novo sistema

Leia MaisDetails
Telemarketing - Gazeta Mercantil
Economia

SAC terá atendimento humano obrigatório a partir de hoje; veja as novas regras

Leia MaisDetails
Bitcoin (Btc) E Criptomoedas (Imagem: Canva Pro)
Criptomoedas

Binance registra saída de US$ 4,72 bilhões após ataque hacker de US$ 6,3 bilhões

Leia MaisDetails
Embraer (Embj3) Salta Quase 8% E Lidera Ibovespa Com Expectativa De Novos Contratos-Gazeta Mercantil
Empresas

Embraer (EMBJ3) fecha acordo para até seis aviões KC-390 à Grécia; contrato inicial soma € 590 milhões

Leia MaisDetails
Ouro Hoje - Gzt - Gazeta Mercantil
Mercados

Ouro sobe quase 2% com queda do petróleo e fecha a US$ 3.969,60

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Nota fiscal do Simples Nacional mudou: veja 4 passos para emitir NFS-e no novo sistema

SAC terá atendimento humano obrigatório a partir de hoje; veja as novas regras

Binance registra saída de US$ 4,72 bilhões após ataque hacker de US$ 6,3 bilhões

Embraer (EMBJ3) fecha acordo para até seis aviões KC-390 à Grécia; contrato inicial soma € 590 milhões

Ouro sobe quase 2% com queda do petróleo e fecha a US$ 3.969,60

Hackers atacam supermercados na Europa e elevam temperatura de freezers a 50°C

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

Últimas notícias da Gazeta Mercantil