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Auren Energia Reverte Prejuízo e Registra Lucro Líquido de R$ 354,7 Milhões no 4º Trimestre de 2025

por Ana Luiza Farias - Repórter de Negócios e Empreendedorismo
04/03/2026 às 10h54
em Negócios, Destaque, Notícias
Auren (Aure3) Tem Prejuízo De R$ 403 Milhões No 3T25

Auren Energia / Foto: Divulgação

Auren Energia Reverte Prejuízo e Registra Lucro Líquido de R$ 354,7 Milhões no 4º Trimestre de 2025

A Auren Energia (AURE3) anunciou resultados financeiros robustos no quarto trimestre de 2025, registrando um lucro líquido de R$ 354,7 milhões. O desempenho marca uma recuperação significativa, revertendo o prejuízo líquido de R$ 363,6 milhões registrado no mesmo período de 2024, considerando os resultados proforma, que incluem a própria Auren e a AES Energia, adquirida em 2024.

O lucro líquido trimestral evidencia a capacidade da companhia em integrar operações e gerar valor após processos de aquisição, alinhando-se com objetivos estratégicos de crescimento sustentável e desalavancagem financeira. Apesar do resultado trimestral positivo, o ano de 2025 fechou com prejuízo líquido acumulado de R$ 557,9 milhões, frente aos R$ 32,7 milhões negativos em 2024.

EBITDA Ajustado Impulsiona Performance Financeira

O Ebitda ajustado da Auren Energia, indicador-chave de desempenho operacional, alcançou R$ 1,01 bilhão no quarto trimestre, representando alta de 13,5% frente ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2025, o Ebitda ajustado somou R$ 3,97 bilhões, aumento de 19,9% sobre 2024.

O crescimento do Ebitda ajustado reflete fatores estruturais e extraordinários, incluindo o reconhecimento de indenizações vinculadas aos chamados “Investimentos Prudentes”, realizados quando a empresa ainda operava como Companhia Energética de São Paulo (Cesp), aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no final de 2025. No quarto trimestre, essa linha contribuiu com R$ 143 milhões adicionais ao Ebitda ajustado.

O desempenho financeiro evidencia que a companhia vem consolidando suas operações e implementando estratégias de eficiência, o que reforça a confiança do mercado em suas perspectivas de longo prazo.

Receita Líquida Apresenta Crescimento Significativo

A receita líquida da Auren Energia no último trimestre de 2025 alcançou R$ 3,8 bilhões, crescimento de 5,6% na comparação anual. Para o ano completo, a receita líquida totalizou R$ 13,18 bilhões, alta de 17,1% sobre 2024.

Esse crescimento é reflexo não apenas da operação regular, mas também da sinergia com a AES Brasil e da recuperação de ativos estratégicos. A receita reforça a capacidade da empresa de gerar caixa, mesmo em cenários de restrições setoriais e desafios econômicos.

Endividamento e Alavancagem Controlados

A Auren encerrou 2025 com dívida líquida de R$ 19,24 bilhões, aumento de 1,7% em relação ao ano anterior. Apesar do crescimento da dívida, a relação dívida líquida sobre Ebitda ajustado caiu para 4,8 vezes, abaixo das 5,7 vezes de 2024 e das 4,9 vezes do terceiro trimestre de 2025, indicando evolução no processo de desalavancagem e maior capacidade de pagamento.

Segundo o vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores, Mateus Ferreira, “a linha de endividamento possui influência importante, mas segue o planejamento definido para a aquisição da AES, dentro do processo estruturado de desalavancagem da companhia”.

O resultado financeiro líquido do trimestre foi uma despesa de R$ 432 milhões, comparada a R$ 547,3 milhões no mesmo período de 2024, reforçando o controle sobre custos financeiros e melhoria na eficiência da estrutura de capital.

Sinergias com a AES Brasil

A aquisição da AES Brasil, concluída em outubro de 2024, teve impacto direto na performance da Auren Energia. No quarto trimestre de 2025, as sinergias recorrentes em Pessoal, Material, Serviços de Terceiros e Outras despesas (PMSO) representaram uma economia de R$ 66 milhões, totalizando R$ 278,7 milhões em 2025, superando os R$ 250 milhões projetados.

O presidente da companhia, Fabio Zanfelice, destacou que a recuperação operacional dos ativos eólicos incorporados também ocorreu antes do previsto, com disponibilidade média de 95%, um ano antes do cronograma original. Segundo ele, cada ponto percentual de melhora representa R$ 20 milhões adicionais em receita, refletindo ganhos expressivos de eficiência.

Impactos do Curtailment no Resultado Operacional

A restrição de geração renovável por razões sistêmicas, conhecida como curtailment, foi um desafio relevante para a companhia em 2025. Os cortes totalizaram R$ 529,5 milhões, sendo R$ 451,8 milhões provenientes de energia eólica e R$ 77,6 milhões de outras fontes. Parte do impacto foi compensada por ganhos via modulação, que somaram R$ 195,9 milhões no ano, incluindo R$ 70,4 milhões no quarto trimestre.

A empresa aguarda a regulamentação da lei 12.269/2025, de 24 de novembro, que prevê compensações parciais do curtailment. Uma consulta pública sobre o tema já foi realizada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), indicando avanços na segurança jurídica e previsibilidade para o setor.

Desempenho Setorial e Perspectivas Econômicas

A Auren Energia, atuando em geração e distribuição de energia elétrica, beneficia-se da crescente demanda por fontes renováveis no Brasil, especialmente energia eólica e solar. A empresa tem priorizado investimentos em eficiência operacional, modernização de ativos e estratégias de redução de custos, consolidando sua posição no mercado.

O desempenho da companhia também reflete a adaptação a cenários regulatórios, conjuntura macroeconômica e tendências de mercado. A combinação de receita crescente, sinergias pós-aquisição e controle de endividamento reforça a perspectiva de sustentabilidade financeira.

Considerações sobre Investimentos e Mercado de Capitais

O mercado de capitais acompanha de perto a performance da Auren Energia, considerando que a companhia integra indicadores estratégicos do setor elétrico brasileiro. O lucro líquido do quarto trimestre, aliado ao Ebitda ajustado e à capacidade de geração de caixa, representa sinais positivos para investidores institucionais e de varejo.

A integração bem-sucedida da AES e o cumprimento antecipado das metas operacionais fortalecem a confiança em relação à governança e à execução da estratégia corporativa, reforçando a credibilidade junto a analistas e acionistas.

Projeções para 2026

Especialistas do setor energético projetam continuidade na recuperação operacional da Auren, com foco em desalavancagem, ampliação de eficiência em ativos renováveis e maximização de sinergias. A expectativa é de crescimento sustentável da receita e manutenção do Ebitda ajustado em patamares elevados, garantindo capacidade de investimento em novos projetos.

O acompanhamento próximo do impacto de regulamentações como a lei 12.269/2025 será determinante para ajustes estratégicos, sobretudo em relação ao curtailment e incentivos à geração renovável.

A Auren Energia Como Referência no Setor Elétrico

A trajetória da Auren Energia demonstra a importância de aquisições estratégicas, integração operacional eficiente e gestão financeira rigorosa. O lucro líquido de R$ 354,7 milhões no quarto trimestre de 2025 evidencia que a companhia não apenas reverteu prejuízos, mas também posicionou-se de forma sólida para o futuro.

O desempenho da Auren também serve como referência para outras empresas do setor, reforçando a relevância de políticas de sinergia, eficiência e governança corporativa.

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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