terça-feira, 13 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Economia

BNDES mobiliza R$ 14,1 bilhões para florestas, bioeconomia e restauração ambiental

Estratégia reúne crédito, capital privado e investimentos da BNDESPAR e prevê o plantio de 342 milhões de árvores, a recuperação de 205 mil hectares e a geração de 86 mil empregos verdes

por Maria Helena Costa
22/06/2026 às 18h22
em Economia
Bndes Mobiliza R$ 14,1 Bilhões Para Florestas E Acelera Investimentos Na Economia Verde-Gazeta Mercantil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já mobilizou R$ 14,1 bilhões para projetos de restauração ecológica, bioeconomia, conservação de florestas e uso sustentável dos recursos naturais no Brasil. Os resultados da estratégia BNDES Florestas foram apresentados nesta segunda-feira, 22 de junho, durante as comemorações dos 74 anos da instituição.

Do total mobilizado, R$ 8,2 bilhões correspondem a financiamentos, recursos não reembolsáveis e contrapartidas privadas destinados a projetos florestais. Outros R$ 5,9 bilhões estão vinculados a participações societárias, fundos de investimento e operações estruturadas pela BNDES Participações, a BNDESPAR, em conjunto com investidores privados.

Leia também: Exportação de Carne Bovina Bate Recorde de R$ 9,3 Bilhões em Julho Apesar do Tarifaço dos EUA.

Segundo o banco, os recursos mobilizados equivalem ao plantio de 342 milhões de árvores, à recuperação de 205 mil hectares de áreas degradadas, à geração estimada de 86 mil empregos verdes e à captura de 66 milhões de toneladas de carbono.

Os projetos alcançam a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica, a Caatinga, o Pantanal, os Pampas e ecossistemas costeiros e marinhos.

Quanto o BNDES mobilizou para o setor florestal?

O BNDES informou ter mobilizado R$ 14,1 bilhões para o setor florestal brasileiro por meio da estratégia BNDES Florestas.

A composição dos recursos é a seguinte:

  • R$ 8,2 bilhões em financiamentos, instrumentos não reembolsáveis e contrapartidas;
  • R$ 5,9 bilhões em participações, fundos e investimentos;
  • R$ 1,3 bilhão em recursos próprios da BNDESPAR dentro da frente de participações;
  • R$ 4,6 bilhões em capital privado associado a essas operações.

O uso da expressão “recursos mobilizados” significa que o total não corresponde exclusivamente a dinheiro desembolsado diretamente pelo BNDES.

O valor inclui financiamentos aprovados, recursos próprios do banco, capital privado atraído para os projetos, contrapartidas de empresas e investimentos estruturados por fundos.

Esse modelo permite que cada real comprometido pelo banco público ajude a atrair recursos adicionais de investidores privados.

Estratégia prevê 342 milhões de árvores plantadas

Os projetos apoiados pelo BNDES Florestas deverão resultar no plantio de 342 milhões de árvores.

O número reúne iniciativas de restauração ecológica, reflorestamento produtivo, recuperação de vegetação nativa, implantação de sistemas agroflorestais e manejo sustentável.

A quantidade de árvores não representa necessariamente plantios já integralmente concluídos. Parte dos projetos está em execução ou ainda passará por diferentes etapas de implantação.

Segundo o banco, os investimentos estão associados à recuperação de 205 mil hectares. Um hectare corresponde a 10 mil metros quadrados.

Os projetos podem incluir áreas de preservação permanente, reservas legais, propriedades rurais, unidades de conservação, territórios comunitários e regiões degradadas por atividades econômicas anteriores.

A restauração também exige coleta de sementes, produção de mudas, preparação do solo, plantio, manutenção, monitoramento e controle de espécies invasoras.

Projetos poderão capturar 66 milhões de toneladas de carbono

O BNDES estima que as iniciativas apoiadas poderão capturar 66 milhões de toneladas de carbono.

A captura ocorre à medida que árvores e outras espécies vegetais absorvem dióxido de carbono da atmosfera durante o crescimento.

O volume efetivamente removido dependerá de fatores como tipo de vegetação, localização, área restaurada, velocidade de crescimento, condições climáticas e permanência das florestas.

Os projetos também podem gerar créditos de carbono quando seguem metodologias reconhecidas, passam por processos de certificação e demonstram reduções ou remoções adicionais de emissões.

Esses créditos podem ser adquiridos por empresas que pretendem compensar parte de suas emissões ou cumprir metas climáticas.

Leia também: Ufopa patenteia painel de alta resistência produzido com caule de açaizeiro

O mercado, porém, exige mecanismos rigorosos de monitoramento para evitar a contabilização de benefícios que não ocorreram ou que seriam produzidos mesmo sem o financiamento.

O que é o BNDES Florestas?

O BNDES Florestas é uma plataforma que reúne diferentes instrumentos financeiros e programas destinados à economia florestal.

A estratégia combina:

  • linhas de crédito;
  • recursos não reembolsáveis;
  • fundos de investimento;
  • participações societárias;
  • concessões florestais;
  • certificação de carbono;
  • apoio à inovação;
  • assistência técnica;
  • participação de investidores privados.

A plataforma integra iniciativas como Florestas Crédito, ProFloresta+, Floresta Viva, Arco da Restauração e programas ligados a concessões, carbono e mercado de capitais.

A proposta é conectar projetos que anteriormente funcionavam de maneira isolada.

Viveiros financiados por uma iniciativa podem fornecer mudas para áreas restauradas por outro programa. Redes de coletores de sementes podem atender empresas, produtores rurais e organizações comunitárias apoiadas pelo banco.

Financiamentos somam R$ 8,2 bilhões

A maior parcela dos recursos mobilizados está na frente de financiamento.

Os R$ 8,2 bilhões combinam crédito oferecido pelo BNDES, instrumentos não reembolsáveis e contrapartidas dos responsáveis pelos projetos.

Os recursos podem ser utilizados em atividades como:

  • recuperação de áreas degradadas;
  • plantio de espécies nativas;
  • reflorestamento produtivo;
  • implantação de sistemas agroflorestais;
  • produção de mudas;
  • coleta e beneficiamento de sementes;
  • recuperação de nascentes;
  • aquisição de máquinas e equipamentos;
  • monitoramento ambiental;
  • manejo sustentável;
  • desenvolvimento da bioeconomia.

O banco também pode financiar estudos, capacitação, assistência técnica e tecnologias necessárias para ampliar a escala dos projetos.

A estrutura dos financiamentos varia de acordo com o risco, o porte do empreendimento, a capacidade de pagamento e a origem dos recursos utilizados.

Capital privado responde por R$ 4,6 bilhões

A frente de participações e investimentos mobilizou R$ 5,9 bilhões.

Desse montante, R$ 1,3 bilhão corresponde a recursos da BNDESPAR. Os R$ 4,6 bilhões restantes vêm de investidores privados.

A BNDESPAR atua como investidora em empresas e fundos, e não apenas como credora.

Nesse modelo, o banco pode adquirir participação em estruturas financeiras voltadas a reflorestamento, conservação, bioeconomia e ativos ambientais.

A entrada de um investidor público pode reduzir a percepção de risco, melhorar a governança dos fundos e estimular a participação de fundos de pensão, seguradoras, bancos e gestores de recursos.

A estratégia busca transformar projetos florestais em uma classe de investimento de longo prazo, com expectativa de retorno financeiro e impacto ambiental mensurável.

Chamada de Clima amplia participação do mercado de capitais

Uma das principais iniciativas da BNDESPAR é a Chamada de Clima.

O programa seleciona fundos destinados a projetos de descarbonização, transição energética, agricultura sustentável, restauração ecológica, reflorestamento e conservação ambiental.

Na modalidade relacionada a soluções baseadas na natureza, a BNDESPAR pode investir em fundos que financiem florestas nativas, sistemas agroflorestais, manejo sustentável, silvicultura regenerativa e recuperação de ecossistemas.

A lógica é semelhante à atuação do BNDES em outros setores de infraestrutura: o banco entra como investidor âncora e busca atrair recursos privados em escala superior à participação pública.

Os fundos selecionados devem obedecer a critérios de governança, capacidade de investimento, mensuração de impacto e experiência dos gestores.

Fundo do BTG pode mobilizar R$ 1,9 bilhão

A BNDESPAR aprovou um aporte de R$ 300 milhões em um fundo de reflorestamento estruturado pelo BTG Pactual e administrado pela Timberland Investment Group, conhecida pela sigla TIG.

Segundo o BNDES, o fundo possui potencial para mobilizar aproximadamente R$ 1,9 bilhão.

Os recursos serão destinados ao plantio, à restauração e à conservação de florestas nativas.

O aporte do banco representa uma parcela do capital total. Os demais recursos deverão ser captados com investidores privados.

A operação acompanha o crescimento do interesse internacional por ativos associados a carbono, biodiversidade, reflorestamento e recuperação ambiental.

Projetos dessa natureza podem obter receitas com a venda de produtos florestais, créditos de carbono, valorização das propriedades e outros serviços ambientais.

Bioeconomia busca gerar renda com a floresta preservada

A bioeconomia utiliza recursos biológicos e conhecimento científico para desenvolver produtos, serviços e processos produtivos.

No setor florestal, ela pode incluir alimentos, cosméticos, medicamentos, óleos, fibras, sementes, resinas, madeira manejada, turismo e serviços ambientais.

O BNDES pretende financiar cadeias econômicas capazes de gerar renda sem depender da remoção permanente da vegetação nativa.

Esse modelo é especialmente relevante na Amazônia, onde comunidades tradicionais e produtores enfrentam dificuldades para acessar crédito, tecnologia, assistência técnica e mercados consumidores.

A expansão da bioeconomia, porém, depende da criação de cadeias de fornecimento, capacidade de processamento, infraestrutura logística, certificação e demanda pelos produtos.

Sem esses elementos, iniciativas locais podem permanecer pequenas e dependentes de subsídios.

Estratégia inclui povos indígenas e comunidades tradicionais

O BNDES afirma que os programas florestais deverão ampliar a inclusão produtiva de povos indígenas, comunidades quilombolas, agricultores familiares e grupos tradicionais.

Essas populações vivem em áreas relevantes para a conservação e possuem conhecimento sobre espécies, sementes, manejo e uso sustentável da biodiversidade.

A participação pode ocorrer em redes de coleta de sementes, viveiros, sistemas agroflorestais, cadeias da bioeconomia, restauração e monitoramento ambiental.

Os projetos precisam assegurar remuneração adequada, respeito aos territórios e participação das comunidades nas decisões.

Apenas transferir a execução de atividades de baixo valor agregado não garante inclusão econômica duradoura.

A estratégia terá maior impacto se as comunidades participarem também das etapas de processamento, comercialização, certificação e divisão das receitas geradas pelos ativos ambientais.

Floresta Viva financia restauração com espécies nativas

O Floresta Viva é uma iniciativa do BNDES voltada à restauração ecológica com espécies nativas nos diferentes biomas brasileiros.

O programa utiliza um modelo de financiamento compartilhado.

Parte dos recursos vem do Fundo Socioambiental do BNDES, enquanto outra parcela é aportada por empresas, fundações, governos e instituições apoiadoras.

O dinheiro é destinado a organizações responsáveis por executar projetos de restauração, fortalecer viveiros, desenvolver redes de sementes e implantar sistemas agroflorestais.

O modelo permite que recursos públicos e privados sejam direcionados para projetos sem capacidade de gerar receitas suficientes para pagar financiamentos tradicionais.

Por que a economia florestal interessa aos investidores?

Projetos florestais possuem características de longo prazo.

O crescimento das árvores, a recuperação dos ecossistemas e a geração de créditos ambientais podem levar vários anos.

Essa duração dificulta o financiamento por bancos comerciais, que normalmente priorizam operações com retorno mais rápido.

O BNDES busca preencher essa lacuna por meio de crédito com prazos compatíveis e fundos preparados para manter os investimentos por períodos mais longos.

Os investidores podem obter retorno por diferentes fontes:

  • venda de créditos de carbono;
  • produção florestal sustentável;
  • produtos da bioeconomia;
  • valorização de propriedades;
  • recuperação de áreas;
  • receitas de concessões;
  • prestação de serviços ambientais.

Os riscos incluem incêndios, mudanças regulatórias, problemas fundiários, falhas na certificação, perda de biodiversidade e preços instáveis dos créditos de carbono.

BNDES estima geração de 86 mil empregos verdes

Os projetos apoiados deverão gerar cerca de 86 mil empregos verdes, segundo a estimativa divulgada pelo banco.

Empregos verdes são atividades ligadas à proteção ambiental, redução de emissões, uso eficiente de recursos e recuperação de ecossistemas.

Na cadeia florestal, essas ocupações incluem coleta de sementes, produção de mudas, plantio, manutenção, monitoramento, pesquisa, manejo, processamento de produtos da bioeconomia e certificação ambiental.

Parte das vagas pode ser temporária, principalmente durante a implantação dos projetos.

A geração permanente de renda dependerá da consolidação de cadeias produtivas que continuem operando depois da etapa inicial de restauração.

Projetos alcançam todos os biomas brasileiros

O BNDES afirma que a estratégia possui iniciativas nos seis biomas continentais do país: Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa.

A plataforma também inclui ecossistemas costeiros e marinhos.

Cada região exige soluções diferentes.

Na Amazônia, os projetos podem priorizar bioeconomia, conservação e manejo comunitário. No Cerrado, a recuperação de nascentes e áreas agrícolas degradadas ocupa papel relevante.

Na Mata Atlântica, a restauração ajuda a conectar fragmentos florestais e proteger mananciais próximos às grandes cidades.

Na Caatinga, os projetos precisam considerar escassez de água e espécies adaptadas ao clima semiárido.

No Pantanal e nos ecossistemas costeiros, a proteção das áreas depende também do controle de incêndios, da qualidade da água e do manejo territorial.

Recursos transformam floresta em ativo econômico de longo prazo

A mobilização de R$ 14,1 bilhões mostra que a agenda florestal passou a ocupar uma posição mais relevante dentro da estratégia de financiamento do BNDES.

A instituição procura combinar crédito público e capital privado para dar escala a atividades que normalmente possuem retorno demorado e riscos elevados.

A meta não é apenas plantar árvores, mas criar cadeias capazes de manter áreas restauradas, gerar renda e produzir benefícios climáticos ao longo do tempo.

O resultado financeiro, ambiental e social dependerá da execução dos projetos, da qualidade do monitoramento e da capacidade de comprovar os impactos anunciados.

Segundo o BNDES, os investimentos já mobilizados estão associados a 342 milhões de árvores, 205 mil hectares recuperados, 86 mil empregos verdes e 66 milhões de toneladas de carbono capturado.

home? Sim.

LEIA MAIS

Agronegocio - Gazeta Mercantil
Empresas

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Companhia do ramo de alimentos e panificação supera 500 mil hectares e expande programa no Brasil; meta é obter todos ingredientes-chave desse modelo até 2050

Leia MaisDetails
Dinheiro Esquecido - Gazeta Mercantil
Economia

Dinheiro esquecido em bancos chega a R$ 5,8 bilhões; veja como sacar

O Banco Central (BC) informou nesta terça-feira (13) que ainda há R$ 5,79 bilhões em dinheiro esquecido em bancos e outras

Leia MaisDetails
Motos (Foto De Paulo Pinto, Abr)
Economia

Produção de motos tem melhor setembro desde 2011 e cresce 10,4%, diz Abraciclo

No mês de setembro, a indústria brasileira de motocicletas cresceu 10,4% em relação ao ano anterior, com 186.758 unidades produzidas

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Economia

Governo anuncia Pix de até R$ 5 mil para MEIs e propõe perdão de dívidas

A menos de duas semanas para o segundo turno das eleições, o governo federal anunciou nesta terça-feira (13) o “Prospera MEI”, um pacote de medidas

Leia MaisDetails
Boletim Focus: Mercado Corta Projeção Da Inflação De 2026 Para 5,30% - Gazeta Mercantil
Economia

Boletim Focus: inflação de 2026 sobe para 5,22% e Selic projetada cai a 13,25%

Índice apresentou alta de 0,21 ponto percentual, indo par 5,22%; Selic e câmbio registraram queda nos resultados desta semana com estimativa de encerrar o ano em 13,25% e...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

20:44:51
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Petróleo Hoje - Gazeta Mercantil
Mercados

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Leia MaisDetails
Agronegocio - Gazeta Mercantil
Empresas

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Leia MaisDetails
Taxa De Juros - Gazeta Mercantil
Mercados

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Leia MaisDetails
Nunes Marques - Gazeta Mercantil
Política

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Política

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Dinheiro esquecido em bancos chega a R$ 5,8 bilhões; veja como sacar

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP