segunda-feira, 2 de novembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Política

Bolsonaro depõe sobre arma apreendida em blitz a dois dias do fim da prisão domiciliar

Pistola Glock registrada em nome do ex-presidente foi localizada no carro de um militar do GSI; depoimento ocorre a dois dias do fim do prazo da prisão domiciliar humanitária

por Júlia Campos
23/06/2026 às 19h08
em Política
Bolsonaro - Gazeta Mercantil

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) presta depoimento nesta terça-feira, 23 de junho, à Polícia Civil do Distrito Federal no inquérito que apura as circunstâncias envolvendo uma pistola registrada em seu nome e apreendida durante uma blitz de trânsito. A oitiva está marcada para as 15h e será realizada presencialmente na residência onde ele cumpre prisão domiciliar humanitária, em Brasília.

A arma, uma pistola Glock calibre 9 milímetros, foi encontrada em 15 de junho dentro do veículo conduzido por um militar ligado ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e cedido para atuar na segurança do ex-presidente.

Leia também: A tática de Bolsonaro por trás da prisão domiciliar: estratégia para voltar ao protagonismo político.

O motorista afirmou aos policiais que transportava o armamento para a realização de reparos. Um carregador também foi apreendido durante a abordagem.

A defesa de Bolsonaro reconheceu que a pistola pertence ao ex-presidente, mas sustenta que o registro está regular no Sistema de Gerenciamento Militar de Armas, o Sigma, administrado pelo Exército.

Leia também: Moção de aplausos a Nikolas: Duda Salabert ironiza participação do deputado em ato que levou à prisão de Bolsonaro.

O depoimento ocorre a dois dias do encerramento do prazo inicial da prisão domiciliar humanitária concedida a Bolsonaro. O período de 90 dias termina na quinta-feira, 25 de junho, e caberá ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidir se mantém o benefício, altera suas condições ou determina o retorno do ex-presidente ao regime fechado.

Depoimento será realizado na residência de Bolsonaro

A Polícia Civil deverá enviar agentes até a residência de Bolsonaro para colher seu depoimento.

Leia também: Carla Zambelli é mantida como ré por porte ilegal de arma.

A realização da oitiva no condomínio foi autorizada por Alexandre de Moraes, relator da execução penal do ex-presidente no Supremo Tribunal Federal.

O ministro também autorizou a presença dos advogados durante o interrogatório.

Uma possibilidade inicial de depoimento por videoconferência não foi adotada. A determinação prevê que Bolsonaro seja ouvido presencialmente, sem necessidade de deslocamento até uma delegacia.

A medida considera as condições impostas pela prisão domiciliar e o estado de saúde apresentado pela defesa.

Os investigadores deverão questionar o ex-presidente sobre a propriedade da pistola, as condições em que ela deixou sua residência, a necessidade alegada de manutenção e seu conhecimento sobre o transporte do equipamento.

Pistola foi encontrada durante blitz em Taguatinga

A arma foi localizada durante uma blitz realizada em Taguatinga, no Distrito Federal, em 15 de junho.

O veículo era conduzido por um militar que afirmou trabalhar na segurança de Jair Bolsonaro.

Durante a fiscalização, os agentes encontraram a pistola Glock e um carregador.

O motorista declarou que o armamento seria levado para conserto e devolvido ao ex-presidente no dia seguinte.

A apreensão levou a Polícia Civil a instaurar investigação para esclarecer a origem, o transporte e a regularidade da arma.

O fato de a pistola estar registrada não encerra a apuração. Os investigadores devem verificar se o deslocamento ocorreu de acordo com as regras legais e se havia autorização para o transporte nas circunstâncias apresentadas.

Defesa afirma que arma estava regular

Os advogados de Bolsonaro afirmaram que a pistola possui registro válido no Sigma.

O sistema reúne informações sobre armas pertencentes a integrantes das Forças Armadas, policiais militares, bombeiros militares, colecionadores, atiradores e caçadores, além de outras categorias submetidas à fiscalização militar.

A defesa também sustenta que a prisão domiciliar não proíbe automaticamente Bolsonaro de manter uma arma legalmente registrada em sua residência.

A questão sob investigação não se limita, porém, à propriedade do equipamento.

A Polícia Civil pretende esclarecer por que a pistola estava sendo transportada, quem determinou sua retirada da residência e quais procedimentos foram adotados para levá-la ao suposto reparo.

O depoimento poderá ser comparado com a versão apresentada pelo militar abordado na blitz e com os documentos relacionados ao armamento.

Advogados dizem que equipamento foi desativado

Segundo a defesa, a pistola teria sido desativada por integrantes da equipe de segurança sem conhecimento prévio de Bolsonaro.

Os advogados argumentam que o ex-presidente utiliza medicamentos capazes de afetar sua cognição e que os responsáveis por sua segurança decidiram tornar a arma inoperante.

A defesa afirma que o equipamento foi encaminhado para manutenção após essa intervenção.

A versão deverá ser detalhada durante o depoimento.

Entre os pontos que podem ser esclarecidos estão a data em que a arma foi desativada, o motivo da intervenção, a pessoa que autorizou a retirada e a oficina ou profissional que realizaria o serviço.

Também deverá ser explicado por que o equipamento foi transportado em um veículo oficial ou vinculado à equipe de segurança.

Moraes pediu explicações sobre momento do reparo

Alexandre de Moraes solicitou esclarecimentos à defesa após ser informado sobre a apreensão.

O ministro questionou a necessidade de encaminhar a pistola para reparos justamente às vésperas do fim do prazo da prisão domiciliar humanitária.

O episódio poderá ser considerado na decisão sobre a permanência de Bolsonaro em casa.

A avaliação não depende apenas da regularidade documental da arma, mas também do cumprimento das condições impostas ao ex-presidente durante o benefício.

Moraes deverá analisar os relatórios policiais, os argumentos da defesa, as condições médicas e o comportamento de Bolsonaro durante os 90 dias de prisão domiciliar.

A existência de uma investigação não significa que houve descumprimento comprovado. Qualquer conclusão dependerá dos elementos reunidos e da decisão judicial.

Prisão domiciliar termina na quinta-feira

Bolsonaro está em prisão domiciliar humanitária desde março de 2026.

O benefício foi concedido depois de sua internação para tratamento de uma broncopneumonia bacteriana.

A decisão estabeleceu prazo de 90 dias e impôs uma série de restrições ao ex-presidente.

Bolsonaro utiliza tornozeleira eletrônica e precisa permanecer na residência, salvo autorização judicial.

Ele também está sujeito a limitações de contato e de comunicação, além de regras específicas para o recebimento de visitas.

O prazo inicial termina em 25 de junho.

Até essa data, Moraes deverá avaliar se as condições de saúde justificam a continuidade da prisão domiciliar.

O ministro também poderá determinar novos exames, impor exigências adicionais ou ordenar o retorno ao estabelecimento prisional.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses

Jair Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão por participação na tentativa de golpe de Estado destinada a impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva após as eleições de 2022.

A condenação abrange crimes relacionados à tentativa de ruptura institucional e à organização de ações contra o Estado Democrático de Direito.

O ex-presidente passou por diferentes regimes de custódia desde 2025.

Depois de cumprir prisão domiciliar cautelar, Bolsonaro foi levado à sede da Polícia Federal e posteriormente transferido para uma unidade do Complexo Penitenciário da Papuda.

Em março de 2026, deixou temporariamente o sistema prisional para tratamento médico e recebeu prisão domiciliar humanitária.

A defesa tenta preservar a permanência em casa, alegando que o quadro clínico exige acompanhamento constante e estrutura incompatível com a prisão convencional.

Episódio da arma pode influenciar decisão do STF

O inquérito sobre a pistola ocorre em momento sensível para a defesa.

Embora a apuração ainda esteja em andamento, o episódio pode ser considerado por Moraes na avaliação sobre a confiança necessária para manter Bolsonaro em regime domiciliar.

A prisão humanitária não é uma absolvição nem uma alteração definitiva da pena.

Trata-se de uma forma excepcional de cumprimento baseada principalmente nas condições de saúde do condenado.

O benefício pode ser revogado ou modificado se o Judiciário entender que houve descumprimento das restrições ou surgimento de risco incompatível com a permanência em casa.

A defesa deverá demonstrar que Bolsonaro não ordenou qualquer uso irregular da arma e que o transporte foi realizado exclusivamente para manutenção.

Polícia apura responsabilidade do militar

Além de ouvir Bolsonaro, a Polícia Civil deverá aprofundar a investigação sobre a conduta do militar que transportava a pistola.

Os investigadores precisam verificar qual era o vínculo funcional do agente, qual atividade ele desempenhava no momento da abordagem e se tinha autorização para portar ou transportar o armamento.

O fato de atuar na segurança do ex-presidente não autoriza automaticamente o transporte de qualquer arma pertencente ao protegido.

A regularidade depende da documentação, da finalidade do deslocamento e do cumprimento das regras aplicáveis.

Também poderá ser analisado se o militar comunicou previamente a retirada da arma aos órgãos responsáveis por acompanhar a prisão domiciliar.

As respostas poderão indicar se houve apenas uma falha administrativa ou situação com repercussão penal ou disciplinar.

Registro de arma não equivale a autorização irrestrita

O registro comprova que a arma está cadastrada em nome de determinado proprietário.

Isso não significa, por si só, que ela possa ser transportada sem restrições.

O transporte de armamento precisa observar condições específicas, incluindo documentação, acondicionamento e finalidade do deslocamento.

Dependendo do caso, pode ser necessário apresentar guia de tráfego ou outra autorização correspondente.

A Polícia Civil deverá verificar qual documento acompanhava a pistola e se o militar possuía habilitação compatível com o transporte.

Outro ponto é saber se a arma estava carregada ou disponível para uso imediato durante a blitz.

Esses elementos ajudam a determinar a natureza da eventual irregularidade.

Defesa tenta afastar suspeita de conhecimento prévio

Ao afirmar que a pistola foi desativada e retirada sem conhecimento prévio de Bolsonaro, a defesa procura afastar a responsabilidade direta do ex-presidente.

A tese depende da confirmação dos integrantes da equipe de segurança e de elementos materiais.

Mensagens, ordens de serviço, registros de deslocamento e documentos da manutenção podem ajudar a reconstruir os fatos.

Os investigadores também podem verificar se havia conserto agendado e se a empresa ou profissional responsável estava habilitado para realizar o serviço.

Caso as versões apresentadas sejam coerentes e documentadas, a investigação poderá concluir que Bolsonaro não participou diretamente de eventual irregularidade.

Se houver divergências, novas diligências poderão ser determinadas.

Oitiva antecede decisão sobre regime de prisão

O depoimento desta terça-feira deve fornecer informações relevantes para a decisão que será tomada até quinta-feira.

Moraes já indicou que o episódio da arma será considerado junto aos laudos médicos e ao comportamento do ex-presidente.

A decisão poderá seguir três caminhos principais: prorrogar a prisão domiciliar, manter o benefício com regras mais rígidas ou determinar o retorno ao regime fechado.

Também existe a possibilidade de uma prorrogação temporária para a realização de novos exames médicos.

A defesa deve insistir que a condição de saúde de Bolsonaro permanece delicada e requer acompanhamento residencial.

A acusação e os órgãos de fiscalização poderão argumentar que o benefício precisa ser compatível com o cumprimento rigoroso das determinações judiciais.

Investigação ainda não atribui crime a Bolsonaro

Até o momento, a abertura do inquérito e a realização do depoimento não representam uma nova condenação do ex-presidente.

Bolsonaro será ouvido para prestar esclarecimentos sobre um fato investigado.

A eventual responsabilização dependerá da identificação de conduta ilícita, da existência de provas e da definição jurídica sobre as regras de transporte e guarda da pistola.

O militar responsável pelo veículo também possui direito de defesa.

A Polícia Civil deverá encaminhar suas conclusões ao Ministério Público ou ao Judiciário depois de concluir as diligências.

Novos depoimentos e perícias poderão ser solicitados caso as informações ainda sejam consideradas insuficientes.

Depoimento ocorre em momento decisivo para Bolsonaro

A oitiva sobre a arma acrescenta um novo elemento à disputa jurídica em torno do cumprimento da pena de Jair Bolsonaro.

O ex-presidente deverá explicar por que uma pistola registrada em seu nome deixou sua residência, quem autorizou o transporte e qual reparo seria realizado.

A defesa sustenta que a arma estava regular e foi retirada sem conhecimento prévio de Bolsonaro.

A Polícia Civil avaliará a compatibilidade dessa versão com o depoimento do militar e os documentos do armamento.

O resultado da investigação poderá influenciar a análise de Alexandre de Moraes sobre a prisão domiciliar humanitária.

O prazo do benefício termina na quinta-feira, 25 de junho, dois dias depois do depoimento.

Leia também

  • Bolsonaro diz ao STF que não autorizou live de Flávio com carta e tenta afastar violação de restrições
  • Dino envia versões de Valdemar e Kassab à PF em investigação sobre emendas

LEIA MAIS

Alcolumbre Marca Votação Da Pec Da Segurança Para Terça (3) E Maioridade Penal Divide Senado - Gazeta Mercantil - Política
Política

Alcolumbre marca votação da PEC da Segurança para terça (3) e maioridade penal divide Senado

Alcolumbre marca votação da PEC da Segurança Pública para terça (3). Proposta enfrenta impasse sobre redução da maioridade penal no Senado.

Leia MaisDetails
Willer Tomaz E Flavio Bolsonaro - Gazeta Mercantil
Política

Disputa entre Richarlison e Willer Tomaz em Angra expõe debate sobre terrenos de marinha

Disputa entre Richarlison e Willer Tomaz em Angra dos Reis expõe regras sobre terrenos de marinha e propostas de Flávio Bolsonaro no Senado.

Leia MaisDetails
Rafael Fonteles, Cogitado Para O Ministério Da Fazenda - Gazeta Mercantil
Política

Rafael Fonteles: governador do Piauí é cotado para ser ministro da Fazenda de Lula

Conheça Rafael Fonteles, governador reeleito do Piauí com 70,90% dos votos e cotado para ministro da Fazenda de Lula. Veja trajetória, gestão e propostas.

Leia MaisDetails
Flavio Bolsonaro Em Live Nos Eua - Gazeta Mercantil
Política

Flávio Bolsonaro fala em disputar nova eleição antes de 2030, mas não explica como seria possível

Flávio Bolsonaro afirma que pode disputar nova eleição presidencial antes de 2030, mas não explica como isso ocorreria. Entenda o que prevê a Constituição.

Leia MaisDetails
Ibaneis E Vorcaro - Gazeta Mercantil
Política

Gabriel Magno pede prisão de Ibaneis e aponta ligação com Vorcaro no caso BRB

Gabriel Magno pede prisão preventiva de Ibaneis Rocha e apuração sobre sua relação com Vorcaro no caso BRB e Banco Master. Ex-governador nega interferência.

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

21:35:24
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Admin Ajax 2025 12 11T094346.625 (1)
Economia

Nota fiscal do Simples Nacional mudou: veja 4 passos para emitir NFS-e no novo sistema

Leia MaisDetails
Telemarketing - Gazeta Mercantil
Economia

SAC terá atendimento humano obrigatório a partir de hoje; veja as novas regras

Leia MaisDetails
Bitcoin (Btc) E Criptomoedas (Imagem: Canva Pro)
Criptomoedas

Binance registra saída de US$ 4,72 bilhões após ataque hacker de US$ 6,3 bilhões

Leia MaisDetails
Embraer (Embj3) Salta Quase 8% E Lidera Ibovespa Com Expectativa De Novos Contratos-Gazeta Mercantil
Empresas

Embraer (EMBJ3) fecha acordo para até seis aviões KC-390 à Grécia; contrato inicial soma € 590 milhões

Leia MaisDetails
Ouro Hoje - Gzt - Gazeta Mercantil
Mercados

Ouro sobe quase 2% com queda do petróleo e fecha a US$ 3.969,60

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Nota fiscal do Simples Nacional mudou: veja 4 passos para emitir NFS-e no novo sistema

SAC terá atendimento humano obrigatório a partir de hoje; veja as novas regras

Binance registra saída de US$ 4,72 bilhões após ataque hacker de US$ 6,3 bilhões

Embraer (EMBJ3) fecha acordo para até seis aviões KC-390 à Grécia; contrato inicial soma € 590 milhões

Ouro sobe quase 2% com queda do petróleo e fecha a US$ 3.969,60

Hackers atacam supermercados na Europa e elevam temperatura de freezers a 50°C

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

Últimas notícias da Gazeta Mercantil