sexta-feira, 30 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Economia

Brasil chega a 20,3 milhões de endividados de risco, alta de 75% em cinco anos

Relatório do Banco Central revela que 17% dos tomadores de crédito enfrentam dificuldades financeiras; entre brasileiros que recebem até dois salários mínimos, dívidas consomem 42% da renda

por Antônio Lima
29/10/2026 às 23h00
em Economia
Dívidas E Endividamento - Gzt - Gazeta Mercantil

O número de brasileiros em situação de endividamento de risco chegou a 20,3 milhões em junho de 2026, um crescimento de 75% em cinco anos, segundo o Relatório de Estabilidade Financeira divulgado pelo Banco Central nesta terça-feira (27 de outubro). O contingente representa 17% das pessoas com dívidas no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e mostra que uma parcela crescente da população enfrenta dificuldades para conciliar o pagamento de empréstimos, financiamentos e cartões de crédito com as despesas do dia a dia. O problema é particularmente grave entre os consumidores de menor renda, que comprometem uma proporção muito maior de seus ganhos com obrigações financeiras.

Em junho de 2021, aproximadamente 11,6 milhões de brasileiros estavam classificados nessa condição. Desde então, cerca de 8,7 milhões de pessoas passaram a integrar o grupo considerado financeiramente vulnerável pelo Banco Central. A deterioração ocorreu em um período marcado pela ampliação do acesso ao crédito, pelo crescimento das operações de cartão e empréstimos pessoais e pela manutenção de taxas de juros elevadas em diversas modalidades de financiamento. Embora a contratação de dívidas não represente necessariamente um problema, o acúmulo de obrigações acima da capacidade de pagamento aumenta o risco de inadimplência e reduz os recursos disponíveis para despesas essenciais.

O levantamento também revela uma diferença expressiva entre os níveis de renda. Enquanto brasileiros que recebem até dois salários mínimos destinam, em média, 42% dos ganhos mensais ao pagamento de dívidas, aqueles com rendimentos superiores a dez salários mínimos comprometem 18,6%. A disparidade evidencia que o peso do crédito no orçamento não depende apenas do valor contratado, mas também das condições de financiamento e da capacidade financeira de cada consumidor.

Endividamento de risco quase dobra sua participação entre tomadores de crédito

A evolução do indicador mostra que o agravamento das dificuldades financeiras não ocorreu de maneira isolada. Em junho de 2021, 9,7% dos tomadores de crédito estavam enquadrados na classificação de endividamento de risco. A proporção avançou para 13,1% em 2022 e atingiu 13,8% em 2023, antes de apresentar uma pequena redução para 13,4% em junho de 2024. O movimento voltou a ganhar intensidade nos períodos seguintes, até alcançar 17% em junho deste ano, patamar que representa um aumento de 7,3 pontos percentuais em relação ao início da série analisada.

A expansão preocupa porque indica que as dificuldades de pagamento passaram a atingir uma parcela maior das pessoas que recorrem ao sistema financeiro, e não apenas um número absoluto mais elevado de consumidores. O crescimento das operações de crédito, por si só, não é necessariamente negativo, já que financiamentos e empréstimos permitem antecipar compras, adquirir imóveis e organizar despesas. O problema surge quando o valor das parcelas, somado aos encargos financeiros, deixa pouca margem para alimentação, moradia, transporte e outras necessidades. Nessas condições, qualquer redução de renda ou gasto inesperado pode comprometer o pagamento das obrigações já assumidas.

Para identificar essa situação, o Banco Central utiliza quatro indicadores de vulnerabilidade financeira. São considerados a existência de dívidas com atraso superior a 90 dias, o comprometimento de mais da metade da renda mensal com pagamentos financeiros, a permanência de renda disponível abaixo da linha da pobreza após a quitação das obrigações e a utilização simultânea de modalidades de crédito de maior risco, como cheque especial, empréstimo pessoal sem consignação e crédito rotativo. O consumidor precisa apresentar pelo menos dois desses sinais para ser incluído na classificação de endividamento de risco.

Essa metodologia permite distinguir situações que frequentemente são tratadas como equivalentes. Uma pessoa pode ter financiamento imobiliário, empréstimo pessoal ou compras parceladas e manter suas contas em dia, sem apresentar dificuldades financeiras relevantes. Da mesma forma, um consumidor pode ainda não ter pagamentos atrasados, mas já comprometer parcela excessiva da renda e recorrer continuamente a modalidades caras de crédito. É por essa razão que o indicador procura identificar vulnerabilidades que podem existir antes mesmo de a inadimplência se materializar.

Brasileiros de baixa renda usam 42% dos ganhos para pagar dívidas

A situação mais delicada está concentrada entre os brasileiros que recebem até dois salários mínimos, grupo que reúne aproximadamente 61,2 milhões de tomadores de crédito no levantamento do Banco Central. Para esses consumidores, o pagamento de dívidas absorve, em média, 42% da renda mensal, deixando 58% para todas as demais despesas. A proporção é mais de duas vezes superior à observada entre pessoas que ganham acima de dez salários mínimos, cuja renda comprometida com obrigações financeiras corresponde a 18,6%.

A diferença também está relacionada à natureza das dívidas contratadas. Entre os consumidores de menor renda, o cartão de crédito e os empréstimos pessoais sem consignação possuem participação relevante no orçamento. São modalidades que podem apresentar encargos elevados, especialmente quando os pagamentos não são realizados integralmente ou quando há necessidade de recorrer a novas operações para quitar compromissos anteriores. Já entre os brasileiros de maior renda, uma parcela mais significativa das obrigações está relacionada ao financiamento de imóveis e veículos, geralmente contratado com prazos mais longos e garantias associadas aos bens adquiridos.

O cartão de crédito merece atenção especial. Segundo o Banco Central, consumidores que recebem até dois salários mínimos destinam cerca de 15% da renda exclusivamente ao pagamento de obrigações dessa modalidade. Isso significa que, de cada R$ 100 recebidos, aproximadamente R$ 15 são utilizados para pagar dívidas de cartão, considerando a média identificada no levantamento. O valor representa mais de um terço de todo o comprometimento financeiro desse grupo, demonstrando a importância do instrumento no orçamento das famílias de menor renda.

O uso recorrente do cartão para financiar despesas cotidianas pode se tornar especialmente oneroso quando o consumidor deixa de quitar integralmente a fatura. Nessa situação, os encargos passam a integrar o valor devido, enquanto novas compras continuam sendo realizadas. O resultado pode ser uma sucessão de pagamentos que consome parte crescente dos ganhos mensais sem reduzir as obrigações na mesma velocidade. Para famílias que já trabalham com orçamento apertado, a dificuldade de reorganizar essas contas pode levar à contratação de outros empréstimos, ampliando o comprometimento financeiro.

Crédito digital amplia acesso, mas também facilita novas dívidas

Outro ponto destacado pelo Banco Central é a expansão da oferta de empréstimos por aplicativos, plataformas financeiras e outros canais digitais. A possibilidade de contratar crédito em poucos minutos simplificou operações que anteriormente exigiam atendimento presencial, análise documental mais demorada e maior interação com funcionários das instituições. Essa transformação ampliou a conveniência para os consumidores, mas também trouxe preocupações sobre a maneira como os produtos são apresentados, especialmente para pessoas que já possuem dívidas elevadas.

O relatório menciona pesquisas sobre a frequência das ofertas digitais dirigidas aos consumidores de menor renda, grupo que recebe, em média, nove propostas de crédito por mês, conforme levantamento citado pela autoridade monetária. A exposição constante a novos limites, empréstimos pré-aprovados e possibilidades de parcelamento pode favorecer decisões tomadas sem uma avaliação completa do orçamento. O risco é maior quando a contratação ocorre em momentos de dificuldade financeira, nos quais o acesso imediato a recursos parece resolver uma despesa urgente, mas acrescenta compromissos aos meses seguintes.

A contratação de crédito por meios digitais não é, por si só, uma prática prejudicial. O problema está na combinação entre facilidade de acesso, custo elevado e ausência de informações suficientemente claras sobre as consequências da operação. Uma parcela aparentemente pequena pode parecer compatível com o orçamento quando analisada isoladamente, mas representar um comprometimento significativo quando somada a financiamentos, faturas e empréstimos já existentes. Por isso, a autoridade monetária passou a adotar medidas voltadas à transparência das ofertas e à identificação de consumidores financeiramente vulneráveis.

Banco Central estabelece novas restrições para ofertas de empréstimos

Em 23 de outubro de 2026, poucos dias antes da divulgação do Relatório de Estabilidade Financeira, o Banco Central editou novas regras destinadas a aumentar a proteção dos consumidores na contratação de crédito. Entre as medidas está a Resolução BCB nº 602, que disciplina a oferta ativa de produtos financeiros e amplia o controle dos clientes sobre o recebimento de publicidade e propostas comerciais. A norma, com vigência principal prevista para março de 2027, estabelece condições específicas para a abordagem de consumidores classificados como financeiramente vulneráveis.

Pelas novas regras, as instituições deverão considerar sinais como utilização persistente do crédito rotativo, parcelamento frequente de faturas, dívidas vencidas e insuficiência de renda disponível. A intenção é reduzir situações nas quais pessoas já excessivamente endividadas recebem estímulos constantes para contratar novos empréstimos. As restrições se concentram nas ofertas iniciadas pelas próprias instituições financeiras e não representam uma proibição geral de acesso ao crédito para consumidores que enfrentam dificuldades. O cliente continuará podendo procurar alternativas de financiamento ou renegociação, observadas as condições aplicáveis à operação.

O Banco Central também estabeleceu exigências para ampliar a visualização das obrigações financeiras pelos próprios clientes. A Resolução BCB nº 601 prevê a implementação do Painel de Dívidas Consolidadas, ferramenta que deverá reunir informações sobre contratos e compromissos mantidos com as instituições. A proposta é permitir que o consumidor compreenda melhor o peso das parcelas no orçamento antes de assumir novas obrigações, com alertas quando o comprometimento da capacidade mensal de pagamento atingir determinados limites. A entrada em vigor das principais exigências está prevista para julho de 2027.

As medidas representam uma tentativa de atuar antes que a dificuldade financeira se transforme em inadimplência prolongada. Contudo, seus efeitos dependerão da implementação pelos bancos, da clareza das informações fornecidas e da capacidade dos consumidores de utilizar os mecanismos disponíveis. As novas regras também não eliminam dívidas já contratadas nem reduzem automaticamente seus encargos, razão pela qual o acompanhamento da evolução do endividamento continuará necessário nos próximos anos.

Crédito consignado privado também apresenta aumento da inadimplência

O relatório do Banco Central chama atenção ainda para a evolução do Crédito do Trabalhador, modalidade de empréstimo consignado destinada a empregados do setor privado. Em junho de 2026, o saldo das operações inadimplentes nessa linha alcançou R$ 6,1 bilhões, segundo os dados apresentados pela instituição. Parte das dificuldades está associada a trabalhadores que perderam o emprego depois da contratação do financiamento, situação que pode comprometer o mecanismo de pagamento vinculado à folha salarial.

O consignado costuma oferecer condições diferentes das modalidades sem garantia de desconto automático, justamente porque a cobrança das parcelas está associada ao recebimento de remuneração. Entretanto, a perda do vínculo empregatício pode modificar a capacidade financeira do tomador e exigir a reorganização dos pagamentos. O relatório também identifica casos envolvendo pessoas que foram desligadas e posteriormente conseguiram uma nova colocação formal, circunstância que pode alterar as condições operacionais de cobrança. Esses fatores ajudam a explicar por que a existência de desconto em folha não elimina completamente o risco de inadimplência.

A expansão das dificuldades de pagamento em diferentes linhas de financiamento mostra que a vulnerabilidade financeira não está restrita ao cartão de crédito. Empréstimos pessoais, financiamentos e operações consignadas podem pressionar o orçamento quando há perda de renda, crescimento das despesas ou contratação simultânea de várias modalidades. A avaliação do risco depende, portanto, não apenas do comportamento de cada produto financeiro, mas da capacidade total de pagamento do consumidor.

Bancos permanecem resistentes, apesar da deterioração das contas das famílias

Mesmo com o crescimento do número de endividados de risco, o Banco Central considera que o Sistema Financeiro Nacional mantém capacidade para enfrentar cenários econômicos adversos. O Relatório de Estabilidade Financeira aponta que as instituições bancárias apresentam níveis adequados de capitalização, liquidez e provisões para perdas com operações de crédito. Isso significa que a piora das condições financeiras das famílias, embora relevante para a evolução da inadimplência, não representa automaticamente uma ameaça à solvência dos bancos.

A diferença entre a situação dos consumidores e a estabilidade das instituições financeiras é importante para compreender o diagnóstico apresentado pela autoridade monetária. Os bancos podem manter resultados positivos e estruturas de capital consideradas suficientes enquanto parte de seus clientes enfrenta dificuldades cada vez maiores para pagar as parcelas contratadas. A deterioração das carteiras exige acompanhamento e pode levar a critérios mais rigorosos de concessão de crédito, mas seus efeitos sobre cada instituição dependem da composição dos empréstimos, das garantias disponíveis e da capacidade de absorver eventuais perdas.

Para as famílias, entretanto, o impacto do endividamento excessivo é mais imediato. Quanto maior a parcela da renda destinada às obrigações financeiras, menor o espaço para consumo e para a formação de reservas que possam ser utilizadas em períodos de desemprego ou redução dos ganhos. O comprometimento persistente também pode dificultar a substituição de dívidas caras por contratos mais acessíveis, sobretudo quando o histórico de pagamentos já apresenta atrasos.

Os próximos levantamentos do Banco Central serão importantes para verificar se a proporção de brasileiros em situação de endividamento de risco continuará aumentando ou se a desaceleração da concessão de crédito será acompanhada de melhora na capacidade de pagamento. Por enquanto, os dados de junho mostram uma pressão financeira crescente sobre as famílias, concentrada principalmente nos consumidores de menor renda. O avanço de 75% em cinco anos e o contingente de 20,3 milhões de pessoas classificadas como devedoras de risco dimensionam um problema que ultrapassa a inadimplência bancária e alcança diretamente a capacidade de organização dos orçamentos familiares.

Fontes:

Banco Central do Brasil — Relatório de Estabilidade Financeira do primeiro semestre de 2026, divulgado em 27 de outubro, com indicadores de endividamento de risco, comprometimento da renda e inadimplência.

Banco Central do Brasil — Resolução BCB nº 601, de 23 de outubro de 2026, sobre a implementação do Painel de Dívidas Consolidadas.

Banco Central do Brasil — Resolução BCB nº 602, de 23 de outubro de 2026, com regras para publicidade e ofertas ativas de produtos financeiros.

Banco Central do Brasil — Resolução BCB nº 603, de 23 de outubro de 2026, referente à oferta de crédito em transações realizadas pelo Pix.

LEIA MAIS

Pix - Gzt - Gazeta Mercantil
Economia

Por que Trump critica o Pix? Entenda a disputa entre Brasil e Estados Unidos

Entenda por que Trump critica o Pix, como o sistema brasileiro afeta o mercado de cartões e o que está em jogo na disputa comercial entre Brasil e...

Leia MaisDetails
Dinheiro Moedas - Gzt - Gazeta Mercantil
Economia

Contas do governo têm superávit de R$ 4,8 bilhões em setembro, melhor resultado em três anos

Contas do governo registram superávit de R$ 4,8 bilhões em setembro, melhor saldo em três anos, mas déficit acumulado em 2026 chega a R$ 90,2 bilhões.

Leia MaisDetails
Dolar Hoje - Gazeta Mercantil
Dólar

Dólar hoje sobe 0,76% e fecha a R$ 5,39 com pressão fiscal e dados dos EUA

Dólar hoje sobe 0,76% e fecha a R$ 5,3875 nesta quinta (29), pressionado por incertezas fiscais, indefinição na equipe econômica e inflação nos EUA.

Leia MaisDetails
Move Brasil - Gazeta Mercantil
Economia

Move Brasil: governo autoriza R$ 30 bilhões em crédito para motoristas de aplicativos e taxistas

Move Brasil: governo autoriza R$ 30 bilhões em crédito para motoristas de aplicativos e taxistas. Confira taxas, requisitos e condições.

Leia MaisDetails
Tesouro Reserva Atinge R$ 8 Bilhões E Ultrapassa 190 Mil Clientes-Gazeta Mercantil
Economia

Tesouro Reserva atinge R$ 8 bilhões e ultrapassa 190 mil clientes

O Tesouro Reserva ultrapassou R$ 8 bilhões em aplicações pouco mais de cinco meses após chegar ao mercado, ampliando a presença do Tesouro Direto no segmento de investimentos...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

00:50:05
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Celular - Gzt - Gazeta Mercantil
Tecnologia

Anatel exigirá reconhecimento facial para manter linhas de celular ativas a partir de 2027

Leia MaisDetails
Fundos Imobiliarios - Gzt - Gazeta Mercantil
Fundos Imobiliários

XPCI11 distribui R$ 356 mil acima do resultado mensal e reduz reservas

Leia MaisDetails
Constituição - Gazeta Mercantil
Política

Constituição de 1988 chega aos 38 anos com 141 emendas e desafios na garantia de direitos

Leia MaisDetails
Marabraz Pede Recuperação Judicial Para Renegociar Dívida De R$ 140 Milhões - Gazeta Mercantil
Empresas

Marabraz tem recuperação judicial aceita com dívida de R$ 140 milhões; Justiça impõe restrições

Leia MaisDetails
Petróleo Hoje - Gazeta Mercantil
Empresas

Petrobras (PETR4) confirma terceira descoberta de petróleo na Foz do Amazonas

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Brasil chega a 20,3 milhões de endividados de risco, alta de 75% em cinco anos

Anatel exigirá reconhecimento facial para manter linhas de celular ativas a partir de 2027

XPCI11 distribui R$ 356 mil acima do resultado mensal e reduz reservas

Constituição de 1988 chega aos 38 anos com 141 emendas e desafios na garantia de direitos

Marabraz tem recuperação judicial aceita com dívida de R$ 140 milhões; Justiça impõe restrições

Petrobras (PETR4) confirma terceira descoberta de petróleo na Foz do Amazonas

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

Últimas notícias da Gazeta Mercantil