terça-feira, 13 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Mercados Ibovespa

Ibovespa fecha em queda com bancos e Petrobras e encerra junho no vermelho

Principal índice da B3 recuou 0,68%, aos 172.024,13 pontos, pressionado por ações de grande peso, mas reduziu as perdas apóso

por Camila Braga
30/06/2026 às 19h59
em Ibovespa
Ibofespa Fechamento Em Queda - Gazeta Mercantil

O Ibovespa fechou em queda de 0,68%, aos 172.024,13 pontos, nesta terça-feira, 30 de junho de 2026, pressionado pelo recuo das ações dos grandes bancos, da Petrobras e da Vale. O principal índice da B3 chegou a perder mais de 1,5% durante a sessão, mas se afastou da mínima depois que a criação de empregos formais abaixo das expectativas reforçou as apostas em novos cortes da taxa Selic.

O índice encerrou junho com desvalorização acumulada de 1,01%, completando o quarto mês consecutivo no campo negativo. No segundo trimestre, a perda chegou a 8,24%. Mesmo com o desempenho recente, o Ibovespa terminou o primeiro semestre de 2026 com valorização de 6,76%.

Leia também: Ibovespa hoje cai com IPCA em desaceleração e pressão sobre Petrobras.

Durante o pregão, a Bolsa brasileira oscilou entre a mínima de 170.538,48 pontos e a máxima de 173.204,72 pontos. O volume financeiro somou aproximadamente R$ 22,5 bilhões, abaixo da média diária próxima de R$ 30 bilhões registrada em junho.

Ibovespa hoje em números

Fechamento: 172.024,13 pontos
Variação no dia: queda de 0,68%
Máxima do pregão: 173.204,72 pontos
Mínima do pregão: 170.538,48 pontos
Fechamento anterior: 173.205,35 pontos
Volume financeiro: aproximadamente R$ 22,5 bilhões
Variação em junho: queda de 1,01%
Variação no segundo trimestre: queda de 8,24%
Variação no primeiro semestre: alta de 6,76%
Variação no ano: alta de 6,76%
Dólar comercial: R$ 5,163, com queda de 0,23%
Taxa Selic: 14,25% ao ano

Leia também: Petrobras (PETR4) derrete mais de 5% com queda do petróleo e pressiona petroleiras no Ibovespa.

Bancos e ações de grande peso pressionam o Ibovespa

A queda do Ibovespa foi determinada principalmente pelo desempenho negativo das empresas de maior participação na carteira teórica. Bancos, Petrobras e Vale terminaram o dia no campo negativo e impediram que o índice acompanhasse a valorização das bolsas norte-americanas.

As ações ordinárias do Banco do Brasil (BBAS3) recuaram 1,73%. O papel esteve entre as principais influências negativas do setor financeiro em uma sessão marcada pela divulgação do Plano Safra 2026/2027.

O programa terá R$ 525,1 bilhões destinados à agricultura empresarial. O Banco do Brasil é o principal operador das linhas de crédito para o agronegócio e continua sendo acompanhado pelos investidores diante da elevação da inadimplência entre produtores rurais.

As ações preferenciais do Itaú Unibanco (ITUB4) caíram 0,54%, enquanto os papéis preferenciais do Bradesco (BBDC4) recuaram 0,39%. As units do Santander Brasil (SANB11) tiveram baixa de 0,07%, e as units do BTG Pactual (BPAC11) perderam 0,77%.

A B3 (B3SA3), empresa responsável pela infraestrutura do mercado brasileiro de capitais, caiu 1,22%. A redução recente do volume negociado e o enfraquecimento do fluxo estrangeiro permaneceram entre os fatores monitorados pelo mercado.

Saída de estrangeiros limita recuperação da Bolsa brasileira

O desempenho negativo de junho esteve relacionado, em parte, à retirada de recursos estrangeiros das ações brasileiras.

Dados disponíveis da B3 mostraram saldo negativo de R$ 8,75 bilhões no fluxo estrangeiro durante o mês até o dia 26, desconsiderando ofertas públicas iniciais e subsequentes. No acumulado de 2026, o resultado ainda permanecia positivo em R$ 32,88 bilhões.

A reversão do fluxo começou a ganhar intensidade em meados de abril, acompanhando mudanças nas expectativas para os juros globais e uma rotação de capital em direção às empresas de tecnologia dos Estados Unidos e da Ásia.

Esse movimento reduziu a participação estrangeira em ações brasileiras de grande liquidez. O efeito foi mais perceptível sobre bancos, empresas de commodities e companhias com peso relevante na composição do Ibovespa.

As incertezas fiscais, a proximidade das eleições brasileiras e a permanência da Selic em nível elevado também limitaram o interesse por ativos domésticos, apesar da valorização acumulada pelo índice no primeiro semestre.

Petrobras e Vale encerram sessão em queda

As ações da Petrobras acompanharam a fraqueza dos preços do petróleo no mercado internacional.

Os papéis preferenciais da Petrobras (PETR4) recuaram 0,89%, enquanto as ações ordinárias (PETR3) perderam 1,25%. O contrato do petróleo Brent com vencimento em agosto caiu 0,31%, cotado a US$ 72,92 por barril. O WTI recuou 1,77%, para US$ 69,50.

A estatal informou ter aprovado um mecanismo para reduzir o impacto das oscilações internacionais sobre os preços do gás natural vendidos às distribuidoras estaduais.

A medida poderá limitar a alta média do gás a aproximadamente 6% a partir de 1º de agosto. Sem o mecanismo, a elevação estimada seria de cerca de 22%.

A Vale (VALE3) caiu 0,32%, mesmo com a valorização de 0,61% do contrato de minério de ferro mais negociado na Bolsa de Commodities de Dalian, na China.

A ausência de uma contribuição positiva de Vale e Petrobras aumentou a pressão sobre o Ibovespa, especialmente porque os bancos também encerraram o pregão em queda.

Caged reduz pressão sobre a Bolsa e derruba juros futuros

O Ibovespa atingiu a mínima do dia durante a manhã, mas recuperou parte das perdas depois da divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.

O Brasil criou 72.960 postos formais de trabalho em maio, resultado de 2.207.303 admissões e 2.134.343 desligamentos. O saldo ficou significativamente abaixo da expectativa de 115 mil vagas indicada por economistas.

O resultado também foi o mais fraco para um mês de maio desde 2020. No mesmo período de 2025, haviam sido criados 153.108 empregos com carteira assinada.

Os números foram interpretados como um sinal adicional de moderação do mercado de trabalho. Uma desaceleração gradual da atividade pode ajudar o Banco Central do Brasil a controlar a inflação sem manter os juros elevados por um período ainda mais prolongado.

Após a divulgação, as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro passaram a recuar. O DI para janeiro de 2027 caiu de 14,038% para 14%, enquanto o vencimento de janeiro de 2028 passou de 14,107% para 14,015%.

A taxa para janeiro de 2029 recuou de 14,198% para 14,115%. Na parte mais longa da curva, o contrato para janeiro de 2031 caiu de 14,281% para 14,210%.

O movimento reforçou as apostas em uma redução de 0,25 ponto percentual da Selic na reunião de agosto do Comitê de Política Monetária. A taxa básica está atualmente em 14,25% ao ano.

Natura lidera altas e completa oitava valorização consecutiva

A Natura (NATU3) apresentou o melhor desempenho do Ibovespa, com alta de 5,18%. Foi a oitava sessão consecutiva de valorização das ações da fabricante de cosméticos.

No período, os papéis acumularam ganho de aproximadamente 17,5%, recuperando parte das perdas registradas anteriormente. Em junho, no entanto, a ação ainda encerrou com desvalorização superior a 12%.

Os investidores continuaram acompanhando o possível desfecho do acordo com a Advent e as perspectivas de melhora dos resultados operacionais da companhia no segundo semestre.

A Embraer (EMBJ3) avançou 2,08%, depois de informar que o jato executivo Praetor 500E recebeu certificação simultânea de autoridades reguladoras do Brasil, dos Estados Unidos e da Europa.

As aprovações foram concedidas pela Agência Nacional de Aviação Civil, pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos e pela Agência Europeia para a Segurança da Aviação.

As ações da Engie Brasil (EGIE3) subiram aproximadamente 1,90% e também figuraram entre os principais ganhos da carteira.

Maiores altas do Ibovespa

Natura (NATU3): alta de 5,18%
Embraer (EMBJ3): alta de 2,08%
Engie Brasil (EGIE3): alta de aproximadamente 1,90%

Braskem recua após corte de recomendação

A Braskem (BRKM5) liderou as perdas do Ibovespa, com queda de 3,78%. As ações foram pressionadas por um relatório do JPMorgan que reduziu a recomendação para os papéis de compra para neutra.

O banco também cortou o preço-alvo das ações da petroquímica de R$ 15 para R$ 7,50. A revisão ocorreu em meio às preocupações com o endividamento e a capacidade da companhia de reorganizar sua estrutura financeira.

Na semana anterior, a Braskem obteve uma decisão judicial que suspendeu por 60 dias a cobrança de dívidas por determinados credores. A proteção temporária busca criar espaço para a continuidade das negociações financeiras.

O Assaí (ASAI3) caiu 2,89%, interrompendo uma sequência de seis pregões consecutivos de valorização. Durante esse período, os papéis haviam acumulado alta de aproximadamente 17,6%.

A Azzas 2154 (AZZA3) recuou 2,72%, acompanhando a fraqueza observada em parte das empresas de varejo e consumo.

Maiores quedas do Ibovespa

Braskem (BRKM5): queda de 3,78%
Assaí (ASAI3): queda de 2,89%
Azzas 2154 (AZZA3): queda de 2,72%

Fora da composição vigente do Ibovespa, as ações preferenciais da Raízen (RAIZ4) caíram 5%. A companhia reportou prejuízo líquido de R$ 7,3 bilhões no quarto trimestre da safra 2025/2026 e dívida líquida de R$ 58,2 bilhões.

A empresa informou que continuará realizando desinvestimentos e reduzindo sua capacidade de moagem para diminuir o endividamento e buscar uma estrutura operacional mais eficiente.

Dívida pública alcança 81,1% do PIB

O cenário fiscal também permaneceu no radar dos investidores. O Banco Central informou que a dívida bruta do governo geral alcançou 81,1% do Produto Interno Bruto em maio, ante 80,2% em abril.

A dívida líquida do setor público subiu de 67,2% para 67,9% do PIB.

O setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 56,13 bilhões em maio, acima da projeção de R$ 53,5 bilhões. No mesmo mês de 2025, o resultado negativo havia sido de R$ 33,74 bilhões.

Nos cinco primeiros meses de 2026, o déficit primário acumulado chegou a R$ 24,88 bilhões, ante superávit de R$ 69,12 bilhões no mesmo período do ano anterior.

O resultado fiscal limitou parte do alívio proporcionado pelo Caged. O enfraquecimento do mercado de trabalho favorece a perspectiva de juros menores, mas o aumento da dívida e dos déficits mantém elevado o prêmio exigido pelos investidores para financiar o setor público.

Preços da indústria caem em maio

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística informou que o Índice de Preços ao Produtor caiu 0,30% em maio, revertendo a alta de 2,62% registrada em abril.

Sete das 24 atividades industriais pesquisadas apresentaram redução de preços. O setor de alimentos exerceu uma das principais influências sobre o resultado.

A queda dos preços ao produtor foi mais um fator favorável à redução das taxas futuras de juros, embora seu impacto tenha sido ofuscado pelos dados do mercado de trabalho e pelas preocupações fiscais.

Dólar fecha em queda, mas sobe mais de 2% em junho

O dólar comercial fechou em baixa de 0,23%, vendido a R$ 5,163. A moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,162 e R$ 5,201 durante a sessão.

O pregão foi marcado pela formação da Ptax de fim de mês, taxa calculada pelo Banco Central e utilizada como referência para a liquidação de contratos de câmbio.

Apesar do recuo diário, o dólar acumulou valorização de 2,23% em junho. O movimento refletiu as mudanças nas expectativas para os juros internacionais, o ambiente fiscal brasileiro e a redução do fluxo de recursos estrangeiros para a Bolsa.

O índice DXY, que compara o dólar com uma cesta de moedas fortes, avançou modestamente e permaneceu próximo dos 101 pontos.

Wall Street encerra semestre com novas altas

As bolsas de Nova York fecharam no campo positivo, ampliando o descolamento em relação ao mercado brasileiro.

O Dow Jones subiu 0,26%, aos 52.317,81 pontos. O S&P 500 avançou 0,79%, aos 7.499,12 pontos, enquanto o Nasdaq ganhou 1,52%, aos 26.213,72 pontos.

Os índices norte-americanos encerraram o melhor primeiro semestre desde 2021. O desempenho foi sustentado principalmente pela valorização das empresas de tecnologia e pela continuidade dos investimentos relacionados à inteligência artificial.

Na Europa, o índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,97%, apoiado por empresas de tecnologia e por sinais de desaceleração da inflação alemã.

A divergência entre os mercados reforçou a percepção de que fatores domésticos — entre eles juros elevados, risco fiscal e saída de investidores estrangeiros — tiveram maior influência sobre o Ibovespa do que o ambiente internacional positivo.

Emprego privado e indústria dos Estados Unidos entram no radar

Na quarta-feira, 1º de julho, os investidores acompanharão o relatório da ADP sobre a criação de empregos no setor privado dos Estados Unidos.

O dado servirá como referência para o relatório oficial de emprego norte-americano e poderá alterar as expectativas para a política monetária do Federal Reserve.

Também serão divulgados os índices de gerentes de compras da indústria calculados pela S&P Global e pelo Institute for Supply Management. Os indicadores mostrarão o ritmo da atividade industrial e a evolução das pressões de custos nos Estados Unidos.

No Brasil, o mercado continuará avaliando o resultado do Caged, a trajetória dos juros futuros e os dados fiscais divulgados pelo Banco Central.

Depois de quatro meses consecutivos de queda e de uma perda de 8,24% no segundo trimestre, o fluxo estrangeiro, a política fiscal e as expectativas para a próxima decisão da Selic permanecerão entre os principais fatores para a direção do Ibovespa.

LEIA MAIS

Petróleo Hoje - Gazeta Mercantil
Mercados

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

A commodity oscilou no pregão após ter subido nas três sessões anteriores

Leia MaisDetails
Taxa De Juros - Gazeta Mercantil
Mercados

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Nova pesquisa BTG/Nexus mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 48% das intenções de voto no segundo turno, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Leia MaisDetails
Dolar Hoje - Gazeta Mercantil
Dólar

Dólar hoje (13/10): moeda fecha a R$ 5,02, sobe 0,74% e contraria queda no exterior após pesquisas eleitorais

O dólar encerrou o pregão desta terça-feira (13) em alta de 0,74%, cotado a R$ 5,0227 no mercado à vista, recuperando parte das perdas acumuladas na semana anterior,...

Leia MaisDetails
Mercado Livre
Mercados

Mercado Livre (MELI): Citi corta preço-alvo para US$ 2.100 antes do balanço do 3T26

O Citi elevou a recomendação do Mercado Livre (MELI34) de Neutra/Alto Risco para Neutra e cortou o preço-alvo das ações. Saiba mais.

Leia MaisDetails
Embraer (Embj3) Fecha Acordo Com Latam Para Suporte A 24 Jatos E195-E2 - Gazeta Mercantil - Empresas
Empresas

Embraer (EMBJ3) fecha acordo com Latam para suporte a 24 jatos E195-E2

A Embraer (EMBJ3) e a Latam assinaram um acordo do Programa Pool para dar suporte à introdução de 24 aeronaves Embraer E195-E2 encomendadas pela companhia

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

20:47:27
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Petróleo Hoje - Gazeta Mercantil
Mercados

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Leia MaisDetails
Agronegocio - Gazeta Mercantil
Empresas

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Leia MaisDetails
Taxa De Juros - Gazeta Mercantil
Mercados

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Leia MaisDetails
Nunes Marques - Gazeta Mercantil
Política

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Política

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Dinheiro esquecido em bancos chega a R$ 5,8 bilhões; veja como sacar

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP