terça-feira, 13 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Negócios

JHSF (JHSF3) tem alta de 138% no lucro líquido no 4º trimestre após venda bilionária de imóveis

por João Souza
31/03/2026 às 13h54
em Negócios
Jhsf (Jhsf3) - Gazeta Mercantil

JHSF (JHSF3) tem lucro líquido recorde no 4º trimestre após venda bilionária de imóveis e reforça caixa da companhia

A JHSF (JHSF3) encerrou o quarto trimestre de 2025 com um dos resultados mais expressivos de sua história recente, impulsionada principalmente por uma operação bilionária de venda de imóveis que redesenhou o perfil financeiro da companhia e elevou de forma relevante seus indicadores de lucro, receita, Ebitda e posição de caixa. O balanço divulgado pela empresa mostra que o lucro líquido avançou 138% na comparação anual, em um trimestre marcado por forte expansão operacional e por uma reorganização estratégica que separa com mais nitidez a atividade de incorporação dos negócios classificados como geradores de renda recorrente.

O movimento chamou atenção do mercado porque a JHSF (JHSF3) não apenas apresentou crescimento expressivo nos números consolidados, como também mostrou uma inflexão estrutural em sua dinâmica financeira. O trimestre foi fortemente beneficiado pela venda, em dezembro, de um conjunto de 496 lotes, casas e apartamentos avaliados em R$ 5,2 bilhões para um novo fundo de investimento, o JHSF Capital Desenvolvimento Imobiliário. Essa operação, garantida por Bradesco, Itaú e XP, permitiu à companhia monetizar todo o estoque imobiliário então disponível, reforçar o caixa e redirecionar o foco estratégico para ativos mais ligados à geração recorrente de receita, como shopping centers, hotéis, restaurantes e aeroporto.

Leia também: Growth Supplements: Diego Freitas assume como CEO após faturamento recorde de R$ 2 bilhões

Leia também: Grupo Panvel registra avanço de 20% no lucro no 4º trimestre.

A dimensão do resultado reforça a importância do trimestre para a JHSF (JHSF3). O Ebitda ajustado somou R$ 1,137 bilhão, com alta de 317% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda ajustada atingiu 55,1%, avanço de 5,1 pontos porcentuais. Já a receita líquida alcançou R$ 2,063 bilhões, crescimento de 278,5%. No acumulado de 2025, o lucro líquido da companhia totalizou R$ 1,868 bilhão, alta de 117% sobre 2024.

Esses números por si só já seriam suficientes para colocar a JHSF (JHSF3) entre os destaques corporativos do período. Mas o que torna esse balanço especialmente relevante é o fato de que ele revela uma companhia em transição estratégica, com reforço de caixa, mudança no peso relativo de seus segmentos e perspectiva de concentrar mais capital e atenção nos negócios de renda recorrente, tradicionalmente vistos pelo mercado como mais previsíveis e resilientes.

Leia também: Ferbasa (FESA4) reverte lucro e registra prejuízo de R$ 2,4 milhões no 1º trimestre.

O presidente da companhia, Augusto Martins, definiu o período como o maior resultado da história da empresa em quase 60 anos de existência. A afirmação sintetiza o tamanho da inflexão vivida pela JHSF (JHSF3) no encerramento de 2025. Ainda que a venda de imóveis tenha sido o principal gatilho do desempenho, a administração também procurou ressaltar que os demais negócios do grupo mantiveram trajetória forte, com recordes operacionais em diversas frentes.

JHSF (JHSF3) registra salto no lucro líquido e no Ebitda no quarto trimestre

O balanço do quarto trimestre mostra uma expansão expressiva da JHSF (JHSF3) em praticamente todas as principais linhas financeiras. O lucro líquido cresceu 138% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior, refletindo o impacto da operação imobiliária bilionária e a força do desempenho consolidado da companhia no fechamento de 2025.

Leia também: Track & Field (TFCO4) tem lucro ajustado de R$ 41,5 milhões no 1º trimestre.

O avanço do Ebitda ajustado para R$ 1,137 bilhão, com crescimento de 317%, reforça que a JHSF (JHSF3) conseguiu ampliar não apenas volume de receita, mas também geração operacional. Em termos de mercado, esse é um sinal importante porque mostra que o trimestre foi robusto em rentabilidade, e não apenas inflado por efeito contábil isolado. A margem Ebitda ajustada de 55,1% também chama atenção por indicar capacidade relevante de conversão de receita em resultado operacional.

A receita líquida de R$ 2,063 bilhões, alta de 278,5%, confirma a magnitude do trimestre da JHSF (JHSF3). O crescimento foi alimentado principalmente pelo reconhecimento da venda dos ativos imobiliários ao novo fundo, mas também revela que a companhia encerrou 2025 com escala ampliada e estrutura apta a absorver operações de grande porte.

Leia também: Bolsas da Europa sobem com ações de defesa e bancos em alta após tensões na Ucrânia.

No acumulado anual, o lucro líquido de R$ 1,868 bilhão, com crescimento de 117%, reforça que 2025 foi um ano de inflexão para a JHSF (JHSF3). A companhia passou de uma estrutura de capital pressionada por endividamento líquido no terceiro trimestre para uma posição de caixa líquido no quarto trimestre, o que altera de forma relevante a leitura sobre sua capacidade de financiar expansão, gerir passivos e priorizar negócios com maior previsibilidade de retorno.

Venda de R$ 5,2 bilhões em imóveis foi o grande motor do balanço

O principal gatilho por trás do desempenho da JHSF (JHSF3) no quarto trimestre foi a venda de um conjunto de 496 lotes, casas e apartamentos avaliados em R$ 5,2 bilhões ao fundo JHSF Capital Desenvolvimento Imobiliário. A operação envolveu imóveis prontos, unidades em construção e projetos ainda em planta. Embora os ativos tenham sido vendidos ao fundo, a companhia permaneceu responsável pelas obras, mantendo participação operacional relevante na execução dos empreendimentos.

Do valor total da transação, R$ 1,586 bilhão entrou efetivamente no caixa da JHSF (JHSF3) no quarto trimestre, enquanto o restante será reconhecido ao longo dos próximos meses. Como no setor de construção o faturamento costuma ser apurado proporcionalmente ao andamento das obras, a operação também terá reflexos futuros nos números da companhia, ainda que o grande impacto inicial já tenha sido percebido no fechamento de 2025.

A venda dos ativos foi mais do que uma transação pontual. Para a JHSF (JHSF3), ela representou uma decisão estratégica de reorganização. Ao separar os negócios de incorporação imobiliária e monetizar o estoque existente, a empresa conseguiu injetar capital e abrir espaço para concentrar esforços em outras frentes do grupo, especialmente aquelas ligadas à renda recorrente.

Esse movimento é relevante porque muda a forma como o mercado pode passar a olhar para a JHSF (JHSF3). Empresas com maior exposição a receitas recorrentes tendem a ser vistas como mais previsíveis, especialmente quando comparadas a operações fortemente dependentes do ciclo de vendas de imóveis. Ao reforçar o caixa com uma megaoperação e reposicionar o foco estratégico, a companhia sinaliza busca por um perfil mais equilibrado entre monetização de ativos e estabilidade de geração de caixa.

Megaoperação reforça caixa e muda fotografia financeira da JHSF (JHSF3)

Um dos pontos mais relevantes do balanço da JHSF (JHSF3) é a transformação na sua posição financeira líquida. A empresa encerrou o terceiro trimestre com dívida líquida de R$ 2,2 bilhões. No quarto trimestre, após a entrada de recursos da venda de imóveis, passou a exibir caixa líquido de R$ 2,3 bilhões.

Essa mudança é expressiva porque altera o ponto de partida da JHSF (JHSF3) para os próximos ciclos operacionais. Em vez de enfrentar o novo exercício com pressão líquida sobre o balanço, a companhia passa a contar com posição de caixa reforçada, o que amplia flexibilidade para tocar projetos, administrar passivos, preservar liquidez e sustentar crescimento em segmentos estratégicos.

A dívida bruta da JHSF (JHSF3) chegou a R$ 5,857 bilhões no quarto trimestre, alta de 2,2% frente ao terceiro trimestre. Isoladamente, esse dado poderia sugerir atenção maior à alavancagem. No entanto, o volume de dinheiro em caixa atingiu R$ 5,405 bilhões, alta de 136%, enquanto as contas a receber somaram R$ 2,632 bilhões, com avanço de 135%. Em conjunto, esses números mostram que o reforço de liquidez mais do que compensou a evolução da dívida bruta.

Para o mercado, a passagem de dívida líquida para caixa líquido é um dos fatos mais fortes do balanço da JHSF (JHSF3). Essa reversão melhora a percepção de solvência, reduz vulnerabilidade financeira e amplia a capacidade de planejamento estratégico. Em um ambiente de juros ainda relevantes, empresas com maior liquidez e menor pressão financeira tendem a ser avaliadas com mais conforto pelos investidores.

JHSF (JHSF3) quer concentrar mais foco em renda recorrente

A venda do estoque imobiliário não significa abandono definitivo da incorporação pela JHSF (JHSF3). A empresa ainda mantém terrenos nos quais pretende desenvolver novos empreendimentos no futuro. No entanto, a megaoperação mostra de forma clara que a companhia decidiu dar mais peso a outros braços do grupo, especialmente aqueles vinculados à renda recorrente.

Essa mudança de perfil é central para entender o momento da JHSF (JHSF3). Negócios como shoppings, hotéis, restaurantes e aeroporto são vistos como fontes mais previsíveis de receita, com maior capacidade de gerar fluxo recorrente e menos dependência da venda unitária de ativos imobiliários. Para o mercado, essa característica costuma representar maior visibilidade operacional no longo prazo.

Ao reforçar o caixa por meio da operação com o novo fundo, a JHSF (JHSF3) ganha espaço para aprofundar investimentos e gestão nessas áreas. A companhia passa a ter mais margem para priorizar ativos que, além de reputação premium, oferecem possibilidade de crescimento com base em ocupação, vendas, fluxo de clientes, diária média e reajustes contratuais, em vez de depender apenas da rotação do estoque imobiliário.

Essa transição também tem implicações sobre a narrativa de investimento da JHSF (JHSF3). Uma empresa com mais exposição a renda recorrente tende a ser percebida como menos cíclica do que uma incorporadora tradicional. Ainda que a incorporação siga relevante no DNA do grupo, a nova configuração sugere uma tentativa de tornar a base de resultados mais estável e previsível.

Despesas sobem com operação e expansão de projetos

O trimestre recorde da JHSF (JHSF3) também foi acompanhado por alta nas despesas operacionais, o que é natural diante da escala da transação realizada e da abertura de novos projetos ao longo do ano. No quarto trimestre de 2025, as despesas operacionais somaram R$ 212 milhões, avanço de 140% na comparação anual.

As despesas com vendas da JHSF (JHSF3) chegaram a R$ 126,2 milhões, em um salto de 605%. Esse número foi diretamente impactado pela mega venda de imóveis para o fundo, que exigiu esforços comerciais, estruturação e custos associados à operação. Já as despesas administrativas ficaram em R$ 61,0 milhões, crescimento de 21,3%, influenciadas pela abertura de novos projetos, entre eles o Fasano Tennis Club e o São Paulo Surf Club.

Esses dados ajudam a contextualizar o balanço da JHSF (JHSF3). O trimestre foi fortíssimo em receita e lucro, mas também exigiu maior desembolso operacional e administrativo. Isso não compromete a leitura positiva do resultado, mas reforça que a expansão da companhia e a execução de operações de grande porte vêm acompanhadas de maiores exigências de estrutura.

Em termos analíticos, o comportamento das despesas mostra que a JHSF (JHSF3) está em fase de movimentação intensa, não apenas monetizando ativos, mas também abrindo novos projetos e reforçando seu portfólio de experiências e empreendimentos ligados ao seu posicionamento de marca.

Resultado financeiro piora com juros e avanço da dívida bruta

Outro ponto que merece atenção no balanço da JHSF (JHSF3) é o resultado financeiro. A companhia registrou despesa líquida de R$ 97,6 milhões no quarto trimestre, alta de 72% na comparação anual. Segundo os dados apresentados, o movimento refletiu principalmente o aumento das despesas financeiras em razão dos juros e do crescimento da dívida bruta.

Esse dado mostra que, apesar do desempenho recorde, a JHSF (JHSF3) ainda operou em um ambiente de custo financeiro relevante. O peso dos juros sobre empresas intensivas em capital segue sendo um fator importante de análise, especialmente em grupos que mantêm operações imobiliárias, ativos de hospitalidade e projetos de expansão.

Ainda assim, a fotografia final do trimestre é favorável para a JHSF (JHSF3) porque o avanço do caixa e das contas a receber superou a pressão do resultado financeiro. Em outras palavras, a despesa líquida maior com juros e passivos não impediu que a companhia entregasse um balanço transformacional em sua estrutura de liquidez.

O ponto-chave para o mercado será observar se a JHSF (JHSF3) conseguirá manter, ao longo dos próximos trimestres, o equilíbrio entre expansão, investimentos e disciplina financeira. O reforço de caixa cria uma base mais confortável, mas a dinâmica do custo de capital continuará sendo relevante para a leitura da ação.

Renda recorrente segue forte, embora lucro trimestral do segmento recue

Mesmo com o brilho natural da megaoperação imobiliária, a JHSF (JHSF3) também trouxe informações importantes sobre o desempenho dos negócios classificados como geradores de renda recorrente. No quarto trimestre, o lucro líquido desse braço ficou em R$ 174,1 milhões, queda de 40,6% na comparação anual. Ainda assim, no acumulado do ano, o lucro desses negócios somou R$ 968,9 milhões, alta de 45% e novo recorde.

O dado mostra que a leitura sobre a JHSF (JHSF3) precisa ser feita com nuance. Houve recuo trimestral no lucro da renda recorrente, mas o resultado anual desse segmento foi recorde, o que sustenta a narrativa de fortalecimento estrutural dessa frente. Para uma companhia que pretende dar mais atenção a essas operações, o desempenho no acumulado do ano tem peso importante.

A administração da JHSF (JHSF3) também procurou destacar que, mesmo sem considerar o impacto da incorporação, o balanço teria sido muito forte. Essa fala do comando sugere que a empresa quer sinalizar ao mercado que o resultado extraordinário do trimestre não apaga a qualidade operacional dos outros negócios do grupo.

Essa distinção é relevante porque ajuda o investidor a separar o que é efeito pontual da venda bilionária de imóveis e o que é tração operacional dos segmentos permanentes. No caso da JHSF (JHSF3), a aposta estratégica parece ser justamente transformar esses negócios recorrentes em eixo cada vez mais dominante da história de crescimento da companhia.

Shoppings da JHSF (JHSF3) seguem fortes com vendas, aluguel e ocupação em alta

Dentro do universo de renda recorrente, os shoppings da JHSF (JHSF3) continuam entre os destaques operacionais. As vendas dos empreendimentos do grupo, incluindo Cidade Jardim e Catarina Fashion Outlet, chegaram a R$ 1,471 bilhão no quarto trimestre, crescimento de 10%.

As vendas nas mesmas lojas avançaram 9,3%, enquanto os aluguéis nas mesmas lojas subiram 12,4%. A taxa de ocupação encerrou o ano em 99,2%, um nível bastante elevado e que reforça a força comercial dos ativos da JHSF (JHSF3) nesse segmento.

Esses indicadores são especialmente importantes porque traduzem qualidade operacional e resiliência. Para a JHSF (JHSF3), o bom desempenho dos shoppings fortalece a tese de renda recorrente, já que aluguéis, ocupação e crescimento de vendas são métricas muito observadas pelo mercado para avaliar a saúde desse tipo de ativo.

A ocupação próxima do nível máximo também sugere que os ativos da JHSF (JHSF3) seguem bem posicionados em seus nichos e com capacidade de preservar atratividade comercial. Em tempos de competição intensa no varejo e mudanças de comportamento do consumidor, manter forte ocupação e crescimento em mesmas lojas é um indicativo relevante de solidez.

Fasano sustenta padrão premium com diária média elevada e ocupação maior

Outro braço estratégico da JHSF (JHSF3) é a operação de hotéis e restaurantes da rede Fasano. No quarto trimestre, a diária média alcançou R$ 4,557 mil, alta de 3,2%, enquanto a taxa média de ocupação ficou em 59,5%, avanço de 1,5 ponto porcentual.

Esses números reforçam o perfil premium dos ativos de hospitalidade da JHSF (JHSF3). A manutenção de diária média elevada sugere capacidade de precificação, enquanto o aumento da ocupação mostra tração comercial em um segmento altamente sensível à demanda por turismo, eventos e consumo de alta renda.

Para a JHSF (JHSF3), o desempenho do Fasano é estratégico porque ajuda a compor uma base de ativos com posicionamento diferenciado, marca forte e capacidade de geração de receita recorrente. Embora a ocupação ainda esteja distante de patamares totais de lotação, o avanço mostra que a operação manteve evolução no trimestre.

Em uma companhia que pretende reforçar cada vez mais os negócios de renda recorrente, o desempenho de hotéis e restaurantes funciona como componente importante da tese de diversificação da JHSF (JHSF3). O grupo não depende de uma única fonte de receita recorrente, mas de um ecossistema premium que inclui shopping centers, hospitalidade, gastronomia e infraestrutura.

JHSF (JHSF3) fecha trimestre histórico e reposiciona sua estratégia para os próximos ciclos

O balanço do quarto trimestre de 2025 marca um ponto de virada para a JHSF (JHSF3). O lucro líquido recorde, o crescimento explosivo de receita e Ebitda, a venda bilionária de imóveis e a reversão da dívida líquida para caixa líquido mostram uma companhia que encerra o ano em posição muito mais robusta do que aquela observada alguns meses antes.

Mais do que números fortes, a JHSF (JHSF3) apresentou ao mercado um redesenho claro de sua estratégia. Ao monetizar seu estoque imobiliário e reforçar o caixa, a empresa criou espaço para dar mais peso aos negócios de renda recorrente, que já mostraram força em shoppings, hotelaria e outros ativos premium do grupo. Esse reposicionamento pode alterar a forma como investidores passam a precificar a companhia, especialmente se os próximos trimestres confirmarem maior previsibilidade na geração de caixa.

O trimestre histórico também revela que a JHSF (JHSF3) entrou em uma nova fase, em que liquidez, escala e seletividade estratégica passam a caminhar juntas. Se antes a discussão estava mais concentrada na exposição à incorporação e ao ciclo imobiliário, agora o foco tende a migrar para a capacidade da companhia de transformar caixa reforçado em crescimento sustentável, com disciplina financeira e expansão qualificada dos ativos recorrentes.

Com quase 60 anos de história, a JHSF (JHSF3) fecha 2025 com o maior resultado de sua trajetória e abre o novo ciclo com uma mensagem clara ao mercado: a companhia quer ser lida não apenas como desenvolvedora imobiliária, mas como plataforma ampla de ativos premium, com geração recorrente, liquidez fortalecida e ambição de longo prazo.

LEIA MAIS

Terras Raras Concentram Cerca De 42% Dos Valores Mapeados, Enquanto Grupos Chineses Ampliam Presença E Grandes Mineradoras Reduzem Exposição A Ativos Fora De Suas Prioridades-Gazeta Mercantil
Negócios

Fusões e aquisições na mineração somam US$ 8,2 bi e terras raras concentram 42%

A mineração brasileira atravessa uma forte reacomodação de capital, impulsionada pela disputa internacional por minerais estratégicos e pela revisão dos portfólios de grandes grupos do setor. Fusões e...

Leia MaisDetails
Tiktok Shop Cresce 102 Vezes No Brasil E Entra Na Estratégia De Grandes Marcas - Gazeta Mercantil
Negócios

TikTok Shop cresce 102 vezes no Brasil e entra na estratégia de grandes marcas

Plataforma transforma influenciadores em vendedores e vídeos em lojas virtuais

Leia MaisDetails
Hotel Rosewood - Gazeta Mercantil
Negócios

Cidade Matarazzo projeta superar R$ 1,5 bilhão em movimentação em 2026

Com mais de R$ 3 bilhões investidos, complexo Mata São Paulo, no Cidade Matarazzo, reúne hotel, restaurantes, arte, moda e novas atrações na Bela Vista

Leia MaisDetails
Parcelamento Do Mei 2026 Termina Hoje Às 19H; Veja Como Aderir - Gazeta Mercantil - Negócios
Negócios

Parcelamento do MEI 2026 termina hoje às 19h; veja como aderir

Os microempreendedores individuais que possuem débitos elegíveis inscritos na Dívida Ativa da União têm até as 19h desta quarta-feira, 30 de setembro de 2026, no horário de Brasília,...

Leia MaisDetails
Corsan Encerra Feirão Farroupilha Em 30 De Setembro Com Desconto De Até 60% Em Dívidas-Gazeta Mercantil
Negócios

Corsan encerra Feirão Farroupilha em 30 de setembro com desconto de até 60% em dívidas

Clientes da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) têm até esta quarta-feira, 30 de setembro, para negociar contas de água e esgoto vencidas há mais de 30 dias dentro...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

23:07:17
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
â‚¿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Petróleo Hoje - Gazeta Mercantil
Mercados

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Leia MaisDetails
Agronegocio - Gazeta Mercantil
Empresas

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Leia MaisDetails
Taxa De Juros - Gazeta Mercantil
Mercados

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Leia MaisDetails
Nunes Marques - Gazeta Mercantil
Política

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Política

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Dinheiro esquecido em bancos chega a R$ 5,8 bilhões; veja como sacar

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP