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Multiplan (MULT3) investe R$ 65 milhões em expansão de shoppings e segue como Top Pick do Santander

por Redação
30/10/2025 às 19h24
em Negócios, Destaque, Notícias
Multiplan (Mult3) Investe R$ 65 Milhões Em Expansão De Shoppings E Segue Como Top Pick Do Santander - Gazeta Mercantil

Multiplan (MULT3) anuncia expansão de shoppings e mantém recomendação de compra do Santander

A Multiplan (MULT3), uma das maiores administradoras de shoppings centers do Brasil, anunciou um novo ciclo de expansão e modernização em dois de seus empreendimentos mais importantes: o BarraShopping, no Rio de Janeiro, e o BH Shopping, em Belo Horizonte.

Com investimentos totais de R$ 65 milhões, a companhia busca reforçar sua liderança no setor e aumentar o fluxo de consumidores em seus principais ativos. O mercado reagiu de forma positiva à notícia, e o Santander reiterou sua recomendação de compra para as ações da Multiplan, destacando o forte potencial de valorização e a resiliência do portfólio da empresa.


Multiplan (MULT3): foco em expansão e inovação

O plano de investimento da Multiplan (MULT3) contempla a oitava expansão do BarraShopping e uma ampliação significativa no BH Shopping.

O projeto no BarraShopping prevê a adição de 4.000 metros quadrados de área bruta locável (ABL), divididos em duas etapas. A primeira fase, com investimento de R$ 35 milhões, será dedicada à expansão de uma loja âncora do setor de vestuário, reforçando a atratividade comercial e a diversidade do mix de lojas.

Já o BH Shopping, referência no varejo mineiro, receberá 1.960 m² adicionais, equivalentes a 4,1% da ABL total do empreendimento. O aporte de R$ 30 milhões visa modernizar a infraestrutura e ampliar o espaço para novas operações de alto padrão.

As entregas das obras estão previstas entre o primeiro e o segundo semestre de 2026, marcando mais uma etapa do ciclo de crescimento da companhia.


Santander mantém recomendação de compra para Multiplan (MULT3)

Após o anúncio dos novos investimentos, o Santander publicou um relatório reforçando a recomendação de compra para as ações MULT3, com preço-alvo de R$ 39,50 — o que representa um potencial de valorização de cerca de 42% em relação ao fechamento anterior (R$ 27,78).

O banco classificou a Multiplan como uma de suas “Top Picks” no setor de propriedades de renda, elogiando a resiliência dos lucros, a força do portfólio de shoppings dominantes e a atratividade da avaliação atual.

Segundo a análise, a Multiplan segue apresentando um perfil sólido de geração de caixa e baixa alavancagem financeira, o que lhe confere capacidade para investir e crescer de forma sustentável, mesmo em cenários macroeconômicos desafiadores.


Os shoppings mais rentáveis do portfólio

O relatório do Santander destacou que o BarraShopping e o BH Shopping estão entre os três empreendimentos mais rentáveis da Multiplan, com elevadas taxas de ocupação e produtividade de vendas.

Em agosto de 2025, a companhia ampliou sua participação no BarraShopping, adquirindo 7,5% adicionais e elevando sua fatia para 73,37%. O movimento faz parte da estratégia de concentração em ativos premium, localizados em regiões estratégicas e de alta renda.

Esses empreendimentos representam pilares fundamentais da estratégia da empresa, tanto em volume de receitas quanto em atração de novos parceiros comerciais.


Expansão estratégica e consolidação regional

A Multiplan (MULT3) reforça seu plano de expansão em praças estratégicas, como o Rio de Janeiro e Minas Gerais, consolidando sua presença em mercados regionais de alto poder aquisitivo.

O objetivo da companhia é ampliar a oferta de experiências premium ao consumidor, combinando varejo, gastronomia, entretenimento e serviços.

Além das expansões em curso, a empresa segue estudando novos projetos de revitalização e iniciativas de sustentabilidade, com foco em eficiência energética e uso racional de recursos naturais nos shoppings de seu portfólio.


Multiplan e o potencial de valorização das ações

De acordo com o Santander, o potencial de valorização das ações MULT3 está ancorado em três fatores principais:

  1. Expansão de ativos de alta performance, como o BarraShopping e o BH Shopping;

  2. Alta rentabilidade e geração de caixa consistente, mesmo em períodos de volatilidade econômica;

  3. Gestão eficiente e perfil conservador de endividamento, que oferece segurança aos investidores.

O banco também estima um yield de fluxo de caixa livre de 6,5% para 2026, além de um spread de 160 pontos-base em relação à NTN-B de 10 anos. Isso significa que, na visão do mercado, a Multiplan oferece um prêmio de risco atrativo em comparação com os títulos públicos federais.

Esses números reforçam o posicionamento da companhia como uma das melhores opções do setor imobiliário listado na B3.


BarraShopping: o carro-chefe da Multiplan (MULT3)

Localizado na zona oeste do Rio de Janeiro, o BarraShopping é o principal ativo da Multiplan e símbolo do modelo de sucesso da empresa.

Com <strong data-start="5094" data-end=”5115″>mais de 700 lojas, o shopping é referência nacional em vendas por metro quadrado e mantém índices de ocupação próximos de 100%.

A nova expansão prevista para 2026 reforça o posicionamento do empreendimento como um centro de consumo e lazer de alto padrão, atraindo marcas internacionais e público de renda elevada.

A modernização das áreas comuns, o aumento da oferta de lojas-âncora e a integração com novos serviços digitais fazem parte do projeto de valorização contínua da marca BarraShopping, que completa 43 anos de operação em 2026.


BH Shopping: modernização e crescimento em Minas Gerais

O BH Shopping, inaugurado em 1979, é outro ativo estratégico no portfólio da Multiplan. Localizado na região centro-sul de Belo Horizonte, o empreendimento reúne mais de 400 lojas, cinemas, áreas de alimentação e lazer.

Com o investimento de R$ 30 milhões, o projeto de ampliação do BH Shopping busca atualizar a estrutura física, criando espaços mais amplos e modernos, além de aprimorar o fluxo interno e a experiência de compra.

Essa modernização é considerada essencial para manter a liderança do shopping em Minas Gerais, especialmente diante da concorrência crescente de novos centros comerciais na capital.


Cenário do setor e posição da Multiplan

O mercado de shoppings centers no Brasil passa por um período de recuperação sólida após os impactos da pandemia.

De acordo com a ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers), o setor voltou a registrar crescimento consistente de vendas, impulsionado pela retomada do consumo presencial e pela integração entre o varejo físico e digital.

Nesse contexto, a Multiplan (MULT3) se destaca como uma das companhias mais bem posicionadas, com baixo nível de vacância, forte controle de custos e gestão de portfólio de alta qualidade.

Além disso, a empresa vem fortalecendo suas estratégias de omnichannel, conectando lojas físicas e plataformas online por meio de soluções tecnológicas integradas.


Sustentabilidade e inovação no DNA da empresa

Outro pilar da estratégia da Multiplan é a sustentabilidade. A companhia investe em projetos de eficiência energética, reaproveitamento de água e logística reversa de resíduos em todos os seus empreendimentos.

Nos últimos anos, os shoppings da rede passaram a adotar energia 100% renovável e sistemas de automação predial para reduzir o consumo de eletricidade.

Essas iniciativas fortalecem a imagem da empresa junto a consumidores e investidores, alinhando-se às práticas ESG (Environmental, Social and Governance), cada vez mais valorizadas pelo mercado financeiro.


Multiplan (MULT3) reforça posição de liderança no varejo brasileiro

Com novos investimentos em expansão, modernização e sustentabilidade, a Multiplan (MULT3) reafirma seu papel como líder no segmento de shoppings centers e mantém o foco em oferecer experiências inovadoras ao consumidor.

O apoio contínuo de grandes instituições financeiras, como o Santander, reflete a confiança do mercado na capacidade de execução e no potencial de valorização das ações da empresa.

À medida que os projetos do BarraShopping e do BH Shopping se concretizam até 2026, a Multiplan deve consolidar ainda mais sua presença entre as principais empresas de real estate da América Latina, reforçando o compromisso com crescimento sustentável, inovação e rentabilidade.

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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