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Natura (NATU3) tem prejuízo de R$ 119 milhões no 3º trimestre e enfrenta desafios na América Latina

por Redação
11/11/2025 às 10h50
em Negócios, Destaque, Notícias
Natura (Natu3) Tem Prejuízo De R$ 119 Milhões No 3º Trimestre E Enfrenta Desafios Na América Latina - Gazeta Mercantil

Natura (NATU3) registra prejuízo de R$ 119 milhões no 3º trimestre com queda na receita e aumento das despesas financeiras

A Natura (NATU3), uma das maiores empresas brasileiras do setor de cosméticos e integrante do grupo Natura &Co, apresentou prejuízo líquido recorrente de R$ 119 milhões no terceiro trimestre de 2025, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira (10). O resultado negativo reflete pressões sobre receita e rentabilidade, além de um aumento expressivo nas despesas financeiras líquidas, que impactaram o desempenho consolidado da companhia.

O período marca um ponto de inflexão para a Natura (NATU3), que enfrenta desafios operacionais no Brasil e na América Latina, ao mesmo tempo em que busca consolidar sua reestruturação após a venda da Aesop e a reorganização global do grupo.


Queda na receita e no Ebitda reforça cenário desafiador

De acordo com o balanço trimestral, a receita líquida da Natura (NATU3) atingiu R$ 5,2 bilhões, o que representa uma queda de 3,8% em câmbio constante e 13,1% em reais em relação ao mesmo período de 2024. A retração foi atribuída principalmente à desaceleração nas vendas no mercado brasileiro e às dificuldades na integração das operações na Argentina e no México, regiões onde a inflação e a volatilidade cambial afetaram a performance.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) recorrente ficou em R$ 577 milhões, registrando uma redução de 33,7% em comparação com o terceiro trimestre do ano anterior. Essa queda reforça a pressão sobre as margens operacionais, mesmo com os esforços da empresa em reduzir custos e simplificar sua estrutura global.

Segundo o relatório financeiro, a performance foi impactada por custos mais altos de produção, variações cambiais negativas e aumento de despesas financeiras, que juntos ampliaram o prejuízo no trimestre.


Prejuízo líquido de R$ 119 milhões evidencia fase de transição

O prejuízo líquido recorrente de R$ 119 milhões representa uma deterioração significativa em relação ao resultado do mesmo período de 2024, quando a empresa havia registrado lucro. Esse desempenho reflete a fase de transição da Natura (NATU3) após uma série de medidas estratégicas adotadas ao longo de 2025, incluindo a venda da marca The Body Shop, a redução de operações na Europa e a integração das atividades na América Latina.

Apesar do prejuízo, a companhia afirmou que mantém o foco em fortalecer sua estrutura financeira e operacional, com iniciativas de simplificação administrativa e investimentos em digitalização, logística e canais diretos de venda.

A Natura também vem implementando um plano de eficiência para otimizar custos, reequilibrar o portfólio e reforçar a rentabilidade de suas principais marcas, incluindo Avon, Natura, e&Co e TBS.


Desempenho por região: América Latina segue como foco estratégico

A Natura (NATU3) destacou que o desempenho mais fraco no Brasil e em países da América Latina foi o principal fator para a retração das receitas no trimestre.

  • Brasil: o mercado doméstico, que representa a maior parte da receita do grupo, apresentou queda nas vendas em função do baixo consumo de bens não essenciais, reflexo da pressão sobre o poder de compra das famílias e da competição acirrada no segmento de beleza e cuidados pessoais.

  • Argentina e México: a empresa enfrentou desafios cambiais e operacionais em ambos os mercados, com dificuldades logísticas e aumento de custos locais.

  • Chile e Colômbia: mostraram desempenho mais estável, mas não suficiente para compensar as perdas registradas nos demais países.

Mesmo diante desse cenário, a companhia reforçou que a América Latina permanece como foco estratégico e que pretende ampliar sua penetração em canais digitais e fortalecer a venda direta, modelo que continua sendo um dos pilares do negócio.


Esforços de reestruturação e foco em eficiência operacional

Desde 2023, a Natura (NATU3) vem conduzindo um amplo processo de reestruturação global, buscando reduzir custos fixos, simplificar a governança e aumentar a rentabilidade. Entre as principais medidas adotadas estão:

  1. Venda de ativos internacionais: a empresa vendeu a marca Aesop para o grupo francês L’Oréal, operação que injetou mais de US$ 2,5 bilhões no caixa e permitiu reduzir parte das dívidas.

  2. Integração da Avon e da Natura: o processo de unificação das estruturas administrativas e comerciais das duas marcas segue em andamento, com o objetivo de criar sinergias e otimizar operações.

  3. Revisão de portfólio: a empresa tem ajustado seu mix de produtos, priorizando linhas com maior margem e potencial de crescimento sustentável.

  4. Digitalização das vendas: investimento contínuo em plataformas digitais e canais híbridos, visando modernizar o modelo de venda direta.

Essas ações têm como meta restabelecer o equilíbrio financeiro até 2026, tornando a Natura mais competitiva em mercados estratégicos e menos dependente de resultados pontuais.


Endividamento e custos financeiros pesam no resultado

Um dos fatores que mais contribuíram para o prejuízo da Natura (NATU3) foi o aumento das despesas financeiras líquidas, que cresceram em ritmo superior ao previsto. O cenário de juros elevados no Brasil e no exterior, combinado à desvalorização de moedas latino-americanas, elevou o custo da dívida consolidada do grupo.

Apesar da venda de ativos e da entrada de recursos extraordinários em 2024, a empresa ainda trabalha para reduzir seu endividamento, que permanece acima da média do setor. O plano de médio prazo prevê uma queda gradual da alavancagem, com foco em geração de caixa e melhoria das margens operacionais.


Perspectivas para 2026: foco em crescimento sustentável e inovação

Para 2026, a Natura (NATU3) projeta um cenário de recuperação gradual, apoiado em quatro pilares principais:

  1. Inovação de produtos: lançamento de novas linhas voltadas à sustentabilidade, reforçando o compromisso ambiental e social da marca.

  2. expansão digital: aumento da participação das vendas online e fortalecimento da relação com revendedores via plataformas tecnológicas.

  3. Crescimento na América Latina: foco em mercados estratégicos, como Brasil, Colômbia e México, onde a empresa acredita ter maior potencial de retomada.

  4. Eficiência operacional: revisão de custos, renegociação com fornecedores e modernização de processos logísticos.

A Natura também planeja ampliar investimentos em produtos veganos e naturais, seguindo a tendência global de consumo consciente, e fortalecer sua imagem de empresa sustentável e inovadora.


Reação do mercado e desempenho das ações

As ações da Natura (NATU3) reagiram de forma negativa após a divulgação do balanço, refletindo a decepção dos investidores com os resultados do trimestre. No pregão da B3, os papéis recuaram cerca de 3% no fechamento, acompanhando o movimento de realização de lucros observado entre empresas do setor de consumo.

Analistas de mercado avaliam que o resultado reforça os desafios de curto prazo, mas apontam que o processo de reestruturação global e o foco em rentabilidade podem gerar benefícios no médio prazo, caso a empresa consiga conter custos e acelerar a digitalização de suas operações.


Um trimestre de ajustes para a Natura (NATU3)

O balanço do terceiro trimestre de 2025 evidencia um momento de ajustes e transição para a Natura (NATU3). Apesar do prejuízo de R$ 119 milhões e da queda expressiva na receita, a empresa segue comprometida com sua estratégia de longo prazo, baseada em sustentabilidade, inovação e eficiência.

Com o redesenho organizacional e o fortalecimento da estrutura de capital, a companhia busca pavimentar o caminho para uma retomada sólida em 2026, consolidando-se novamente como uma das líderes do mercado de cosméticos na América Latina.

O desafio, agora, será equilibrar rentabilidade, crescimento e inovação, mantendo a essência que fez da Natura (NATU3) uma das marcas mais admiradas do Brasil e do mundo.

Tags: ações NATU3balanço NaturaEbitda Naturamercado de cosméticosNATU3NaturaNatura &Conegóciosprejuízo Naturareceita líquida Naturaresultados trimestrais

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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