quinta-feira, 15 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Política

Quem é Willer Tomaz, advogado próximo de Flávio Bolsonaro citado pela PF como “hub financeiro” no caso INSS

Advogado mantém relação pessoal de anos com Flávio Bolsonaro e é investigado pela PF por suspeitas ligadas ao núcleo de Weverton Rocha na Operação Sem Desconto; o senador não é apontado como integrante do esquema.

por Carlos Menezes
25/09/2026 às 03h49
em Política
Willer Tomaz E Flavio Bolsonaro - Gazeta Mercantil

O advogado e empresário Willer Tomaz de Souza tornou-se um dos personagens que conectam diferentes círculos de poder de Brasília a algumas das investigações de maior repercussão dos últimos anos. Amigo declarado do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Tomaz aparece em viagens particulares com o parlamentar, em imóveis utilizados pelo político e em articulações nos bastidores do Judiciário. Ao mesmo tempo, desde agosto de 2026 está formalmente no centro de uma investigação da Polícia Federal sobre suspeitas de lavagem de dinheiro relacionadas ao esquema de descontos indevidos sobre benefícios do INSS.

A situação jurídica de Tomaz exige uma distinção importante. A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou buscas em 4 de agosto, registra expressamente Willer como investigado e reproduz a hipótese da Polícia Federal de que estruturas vinculadas ao advogado funcionariam como um “hub financeiro, patrimonial e logístico” colocado à disposição de beneficiários, entre eles o senador Weverton Rocha (PDT-MA). Tomaz nega qualquer participação em crimes e sustenta que suas movimentações são decorrentes de atividades profissionais e empresariais regulares. A mesma investigação, até o momento, não apresenta Flávio Bolsonaro como investigado ou beneficiário do esquema do INSS.

Leia também: Trump demite Pam Bondi: crise no caso Epstein derruba procuradora-geral dos EUA.

Essa separação é fundamental para entender o caso. A proximidade pessoal de Flávio com Tomaz está documentada por anos de convivência e por episódios recentes, mas não equivale, por si só, a participação do candidato do PL nas suspeitas apuradas pela Operação Sem Desconto. O que coloca a relação sob escrutínio público é a intensidade desses vínculos e o fato de personagens hoje alcançados pela investigação terem compartilhado viagens, aeronaves e ambientes privados com o senador antes e depois de o escândalo previdenciário vir a público.

Quem é Willer Tomaz

Willer Tomaz construiu sua carreira como advogado em Brasília e, ao longo dos anos, ampliou a atuação para negócios imobiliários e outros empreendimentos. Seu escritório atua em áreas que incluem direito empresarial, eleitoral, administrativo, constitucional e contencioso judicial. No meio político da capital, tornou-se conhecido pelo relacionamento com parlamentares e integrantes do Judiciário de diferentes campos políticos, não se restringindo ao grupo de Jair Bolsonaro. Seu escritório já teve como sócio Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça do governo Dilma Rousseff, e Tomaz também manteve proximidade com nomes do Centrão e com o senador Weverton Rocha.

Leia também: Vacina contra a COVID-19 será obrigatória no calendário de vacinação a partir de 2024.

Uma passagem anterior de sua trajetória ocorreu em 2017, quando foi preso preventivamente durante investigações relacionadas à J&F. A suspeita então investigada envolvia a possível intermediação de pagamentos a um procurador da República. Tomaz negou as acusações, e posteriormente a denúncia contra ele foi rejeitada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região por falta de elementos suficientes. O episódio, portanto, não resultou em condenação do advogado.

Nos anos seguintes, Tomaz aumentou sua circulação nos bastidores políticos de Brasília. Reportagens daquele período apontaram sua participação em articulações relacionadas a cargos no Judiciário. Durante o governo Jair Bolsonaro, ele esteve próximo de Flávio Bolsonaro e do advogado Frederick Wassef. Segundo relatos publicados posteriormente, Tomaz participou de conversas relacionadas a indicações para tribunais e esteve no ambiente político que antecedeu a escolha de Kassio Nunes Marques para o Supremo Tribunal Federal.

A relação com Flávio não ficou apenas nos bastidores. Durante a CPI da Covid, em 2021, quando o nome de Tomaz surgiu em questionamentos relacionados às negociações da vacina Covaxin, o próprio senador interveio publicamente e o chamou de “meu amigo”. Tomaz acabou não sendo incluído no núcleo final das investigações daquele episódio. A declaração tornou pública uma amizade que já existia fora do ambiente institucional.

O que a Polícia Federal atribui a Willer no caso do INSS

A posição de Tomaz mudou de escala com a nova fase da Operação Sem Desconto deflagrada em 4 de agosto de 2026. A investigação começou a partir da análise de material extraído do celular do senador Weverton Rocha e de elementos reunidos nas apurações sobre descontos associativos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. A hipótese policial passou a alcançar não apenas a origem dos recursos, mas também mecanismos que teriam sido utilizados para ocultar ou dissimular patrimônio e movimentações financeiras.

Na decisão que autorizou as buscas, André Mendonça reproduz a descrição da PF segundo a qual Willer seria uma “personagem de sustentação” ligada a empresas, imóveis, aeronaves, pilotos, funcionários, operadores financeiros e interlocutores políticos. O documento afirma que pessoas e empresas associadas ao advogado estariam conectadas a pagamentos, saldos, patrimônio e logística utilizados pelo núcleo investigado. A PF afirma que a estrutura vinculada a Tomaz funcionaria como um “hub financeiro, patrimonial e logístico”.

Um dos pontos destacados pela investigação é uma residência no Lago Sul, em Brasília, utilizada por Weverton Rocha. Embora o parlamentar tenha participado de tratativas relativas ao imóvel, segundo a decisão, a aquisição foi formalizada em abril de 2023 pela WT Administração de Imóveis e Bens, sociedade ligada a Willer Tomaz, por R$ 6 milhões. Para a PF, a diferença entre quem aparecia como proprietário formal e quem supostamente exercia o domínio econômico do bem justificava aprofundar a apuração.

Outro eixo envolve a advogada Samya Lorene, mulher de Weverton Rocha. A decisão registra que, segundo informação policial, ela teria recebido mais de R$ 11 milhões de empresas relacionadas a Willer Tomaz no período analisado. Conversas citadas pela PF mostram ainda tratativas sobre um repasse de R$ 500 mil e a atuação de uma funcionária identificada no telefone de Weverton como “Financeiro WT Fayla Zulmira”.

Tomaz sustenta que Samya trabalhava regularmente como advogada associada de seu escritório e que os valores recebidos correspondem a honorários por serviços efetivamente prestados. Sobre os imóveis, afirma atuar também no setor imobiliário e diz que as operações foram regulares. Ele nega ter colocado empresas ou patrimônio a serviço de lavagem de dinheiro.

A hipótese apresentada pela PF ao Supremo, contudo, é mais ampla. Segundo a decisão de Mendonça, os investigadores trabalham com a suspeita de que Weverton, Willer e outros investigados teriam concorrido, pelo menos desde 2023, para ocultar ou dissimular origem, movimentação, disponibilidade e propriedade de bens e valores provenientes de possíveis infrações antecedentes. A apuração menciona empresas, contas pessoais e familiares, imóveis, postos de combustíveis, dinheiro em espécie e outros ativos. Trata-se de uma hipótese investigativa, ainda sujeita à produção de provas, contraditório e posterior avaliação pelo Ministério Público e pelo Judiciário.

O Ministério Público Federal chegou a se manifestar contra as buscas, argumentando que medidas menos invasivas poderiam ser utilizadas inicialmente para esclarecer as movimentações. André Mendonça decidiu de forma diferente e autorizou as diligências, além da extração e análise de dados dos equipamentos apreendidos, impondo salvaguardas específicas para preservar informações de clientes e advogados alheios à investigação.

A amizade com Flávio Bolsonaro

Enquanto a investigação do INSS se concentra principalmente na relação financeira e patrimonial de Tomaz com o núcleo de Weverton Rocha, as apurações e reportagens posteriores expuseram a extensão de sua convivência com Flávio Bolsonaro. Registros divulgados neste mês mostram que os dois fizeram diversas viagens juntos ao longo de 2025. Uma delas ocorreu em março, quando Flávio, Willer e Weverton participaram de uma viagem à África do Sul. Fotografias do grupo durante um safári foram posteriormente localizadas no material analisado pelas autoridades.

A cronologia é relevante: a viagem à África do Sul ocorreu em março de 2025, antes de a Operação Sem Desconto revelar publicamente, no mês seguinte, a dimensão do esquema de descontos indevidos no INSS. Portanto, os registros da viagem demonstram proximidade pessoal, mas não permitem concluir que Flávio tivesse naquele momento conhecimento das suspeitas que mais tarde alcançariam Tomaz e Weverton.

Outra viagem ganhou repercussão nesta semana. Em 19 de janeiro de 2025, Flávio retornou de Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, para Brasília acompanhado da mulher, das filhas e de Willer Tomaz em um Legacy 650 de prefixo PP-NLR. Tomaz possuía um terço da sociedade proprietária da aeronave. Outra participação havia sido adquirida pela Prime You, empresa que naquele período tinha Daniel Vorcaro, então controlador do Banco Master, entre seus sócios.

Tomaz afirma que foi ele quem solicitou e custeou o voo, que não conhecia Vorcaro e que só posteriormente soube da participação ligada à Prime You na aeronave. Flávio, ao comentar a revelação, disse que entendia o avião como pertencente a Willer e tratou a viagem como um deslocamento privado entre amigos. Não há nos elementos divulgados até agora indicação de que esse voo, por si só, tenha relação com a fraude do INSS.

Imóveis ampliam os vínculos entre Willer e Flávio

A relação entre os dois também aparece no patrimônio administrado por empresas de Tomaz. Durante a campanha presidencial de 2026, Flávio utilizou em São Paulo um apartamento pertencente à WT Administração de Imóveis e Bens, segundo apuração da revista piauí. O imóvel fica na Vila Nova Conceição e havia sido comprado pela empresa de Tomaz por R$ 3,5 milhões em fevereiro deste ano.

Antes disso, o apartamento pertencia a Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro e investigado no caso Banco Master. Zettel havia comprado o imóvel por R$ 5,5 milhões em abril de 2025 e o vendeu meses depois à empresa de Tomaz por R$ 2 milhões a menos. Willer afirma que não conhece Zettel nem Vorcaro e que jamais manteve com eles relação pessoal, comercial ou societária. Tomaz não é investigado no inquérito do Banco Master.

Flávio também já frequentou imóveis de Tomaz em Angra dos Reis, e o advogado aparece em diferentes episódios da vida privada do senador. Reportagens registram viagens de lazer das famílias e utilização de aeronaves vinculadas ao advogado. Esses fatos compõem uma relação pessoal prolongada e ajudam a explicar por que o avanço da Operação Sem Desconto sobre Tomaz produziu repercussão política para a campanha presidencial de Flávio.

O limite factual, porém, permanece claro. A decisão do Supremo que autorizou as buscas contra Willer Tomaz descreve suspeitas relacionadas ao núcleo de Weverton Rocha e à possível lavagem de valores derivados de infrações associadas ao caso do INSS. Flávio Bolsonaro não é apontado nesse documento como integrante da estrutura, beneficiário dos descontos previdenciários ou participante da lavagem investigada. O elo demonstrado até agora é de amizade, convivência, viagens, utilização de bens e interlocução política com Tomaz — circunstâncias que são relevantes para compreender a rede de relações do advogado, mas que não constituem prova de participação do senador nas fraudes previdenciárias.

Fontes:

Supremo Tribunal Federal — decisão do ministro André Mendonça na Petição 16.435

Polícia Federal — elementos reproduzidos na decisão judicial da Operação Sem Desconto

 

LEIA MAIS

Datafolha Sp: Lula E Flávio Com 35%; Polarização Pesa Em Risco Fiscal E Reformas-Gazeta Mercantil
Política

Lula reage nas pesquisas e reduz diferença para Flávio de seis para dois pontos no 2º turno

Pesquisas divulgadas nesta semana mediram o segundo turno da eleição presidencial de 2026 entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Palver, 15 de outubro Flávio Bolsonaro (PL) apareceu...

Leia MaisDetails
Ministro Nunes Marques Convida Bolsonaro Para Posse Na Presidência Do Tse
Política

Juristas pedem suspeição de Kassio Nunes Marques por decisões contra o “Exército do Lula”

A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) protocolou nesta quinta-feira (15) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido de suspeição contra o ministro Kassio Nunes Marques, presidente...

Leia MaisDetails
Sergio Moro -Gazeta Mercantil
Política

Sergio Moro, Marinho e Bittar não votaram na PEC do fim da escala 6×1; Mourão foi o único contra

• (https://www.uol.com.br/ "Home UOL") • (https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/10/15/senadores-nao-votaram-escala-6x1.amp.htm "Produtos") Outros canais UOL (https://assine.uol.com.br/?utm_source=uol_home_menu-produtos&utm_medium=linkfixo_submenu_produtos-cta-assine&utm_campaign=uolhome-submenu_produtos-cta-assine "Assine UOL") • (https://assine.uol.com.br/ "<b>4003-6118</b> capitais") • (https://assine.uol.com.br/ "<b>0800 703 3000</b> demais localidades") • [Assine e tenha…

Leia MaisDetails
Pressionado Pela Eleição, Flávio Bolsonaro Votou Contra 6X1, Mas Promete Rever A Medida, Se Eleito
Política

Sob pressão eleitoral, Flávio vota pelo fim da escala 6×1, mas PL quer rever regras em 2027

O senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro não foi ao Senado nesta quarta-feira (14) mas participou da votação da PEC que acabou com a jornada 6x1.

Leia MaisDetails
Lula Comemora Fim Da Escala 6X1 - Gazeta Mercantil
Política

Lula comemora aprovação do fim da escala 6×1; jornada de 40 horas terá transição

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou na noite desta quarta-feira (14) a aprovação, pelo Senado, da PEC que põe fim à escala 6×1. O texto recebeu

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL MERCADO AGORA

15:01:52
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Datafolha Sp: Lula E Flávio Com 35%; Polarização Pesa Em Risco Fiscal E Reformas-Gazeta Mercantil
Política

Lula reage nas pesquisas e reduz diferença para Flávio de seis para dois pontos no 2º turno

Leia MaisDetails
Comercio Varejo - Gazeta Mercantil
Economia

Varejo sobe 0,1% em agosto, mas fica 1,3% abaixo do recorde histórico de março

Leia MaisDetails
Ministro Nunes Marques Convida Bolsonaro Para Posse Na Presidência Do Tse
Política

Juristas pedem suspeição de Kassio Nunes Marques por decisões contra o “Exército do Lula”

Leia MaisDetails
Fundos De Pensão Podem Atingir R$ 1,51 Trilhão Em 2026 Com Rentabilidade Projetada De 14% - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Fundos de pensão podem atingir R$ 1,51 trilhão em 2026 com rentabilidade projetada de 14%

Leia MaisDetails
Sergio Moro -Gazeta Mercantil
Política

Sergio Moro, Marinho e Bittar não votaram na PEC do fim da escala 6×1; Mourão foi o único contra

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Lula reage nas pesquisas e reduz diferença para Flávio de seis para dois pontos no 2º turno

Varejo sobe 0,1% em agosto, mas fica 1,3% abaixo do recorde histórico de março

Juristas pedem suspeição de Kassio Nunes Marques por decisões contra o “Exército do Lula”

Fundos de pensão podem atingir R$ 1,51 trilhão em 2026 com rentabilidade projetada de 14%

Sergio Moro, Marinho e Bittar não votaram na PEC do fim da escala 6×1; Mourão foi o único contra

C&A aprova R$ 500 milhões em debêntures para refinanciar dívida e reduzir custos financeiros

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP