quinta-feira, 17 de setembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Negócios

TIM (TIMS3) lucra R$ 821 milhões no 1T26, alta de 1,3%, com avanço no pós-pago e expansão do 5G

por João Souza
06/05/2026 às 00h54
em Negócios
Tim (Tims3) Lucra R$ 821 Milhões No 1T26, Alta De 1,3%, Com Avanço No Pós-Pago E Expansão Do 5G - Gazeta Mercantil

Foto: Divulgação TIM

A TIM (TIMS3) registrou lucro líquido de R$ 821 milhões no primeiro trimestre de 2026, avanço de 1,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado foi sustentado pelo crescimento do negócio de internet móvel, especialmente no segmento pós-pago, pela ampliação da base de clientes e por medidas de controle de custos que ajudaram a preservar a margem operacional.

Apesar do crescimento do lucro, a TIM (TIMS3) enfrentou pressão relevante na linha de impostos. O gasto com Imposto de Renda e Contribuição Social (IR/CS) chegou a R$ 170 milhões no 1T26, alta de 75% em relação ao primeiro trimestre de 2025. O aumento foi atribuído ao maior lucro antes dos impostos e à menor deliberação de Juros sobre Capital Próprio (JSCP).

A receita líquida da TIM (TIMS3) somou R$ 6,806 bilhões no trimestre, crescimento de 6,5% na comparação anual. A receita com serviços móveis, principal fonte de faturamento da companhia, avançou 5,6%, para R$ 6,2 bilhões, representando mais de 90% da receita total.

O Ebitda normalizado, indicador que mede o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, totalizou R$ 3,287 bilhões no 1T26, alta de 6,6% frente ao mesmo período de 2025. A margem Ebitda ficou em 48,3%, leve avanço de 0,1 ponto porcentual, sinalizando estabilidade na rentabilidade operacional mesmo diante de maiores custos.

TIM (TIMS3) cresce com força no pós-pago

O principal motor de crescimento da TIM (TIMS3) no primeiro trimestre foi o segmento pós-pago. A receita dessa linha avançou 7,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionada pela migração de clientes do pré-pago para planos pós-pagos, reajustes de preços e expansão da base total de usuários.

O pós-pago tem peso estratégico para operadoras de telecomunicações porque tende a gerar receita média por cliente mais elevada e maior previsibilidade de faturamento. Consumidores desse segmento costumam contratar pacotes com mais dados, serviços adicionais e planos de maior valor mensal.

No caso da TIM (TIMS3), a evolução do pós-pago reforça a estratégia de elevar a qualidade da base de clientes. A migração de usuários do pré para o pós contribui para aumentar a recorrência da receita, reduzir volatilidade e melhorar o perfil comercial da companhia.

Esse movimento também reflete mudanças no comportamento do consumidor. O uso intensivo de internet móvel, redes sociais, streaming, aplicativos bancários, serviços de entrega, mapas e ferramentas de trabalho aumenta a demanda por pacotes de dados mais robustos.

Receita móvel segue como principal fonte de faturamento

A receita com serviços móveis da TIM (TIMS3) alcançou R$ 6,2 bilhões no primeiro trimestre, alta de 5,6% na comparação anual. Essa linha responde por mais de 90% da receita total da operadora e continua sendo o eixo central do negócio.

O desempenho mostra a força da operação móvel em um mercado maduro, competitivo e altamente dependente de escala. A capacidade de crescer receita nesse ambiente depende de aumento de base, reajustes de preços, melhora do mix de clientes e expansão do consumo de dados.

A TIM (TIMS3) conseguiu ampliar a receita móvel mesmo com retração no pré-pago. O avanço do pós-pago compensou a queda da linha de menor valor agregado e sustentou o crescimento consolidado dos serviços móveis.

Para investidores, a evolução da receita móvel é um indicador fundamental. Ela mostra se a operadora consegue capturar valor em sua base de clientes e monetizar investimentos feitos em rede, cobertura, tecnologia e qualidade de serviço.

Pré-pago recua, mas transição favorece mix de clientes

O segmento pré-pago da TIM (TIMS3) registrou queda de 6,5% na receita no primeiro trimestre de 2026. O recuo contrasta com o crescimento do pós-pago e indica uma mudança na composição da base de usuários.

A retração do pré-pago não deve ser analisada apenas como perda de receita. Em parte, ela reflete a migração de clientes para planos pós-pagos, que possuem maior recorrência e podem gerar melhor rentabilidade no longo prazo.

No setor de telecomunicações, o pré-pago ainda tem relevância por atender consumidores que buscam flexibilidade, controle de gastos e menor compromisso mensal. No entanto, o avanço do consumo digital tem levado parte dos usuários a buscar planos mais completos.

Para a TIM (TIMS3), o desafio é administrar essa transição sem perder escala. A companhia precisa preservar competitividade no pré-pago, mas, ao mesmo tempo, estimular a migração para ofertas de maior valor quando houver espaço comercial.

Receita fixa avança 22,8% no trimestre

Além do negócio móvel, a TIM (TIMS3) registrou forte crescimento no segmento fixo. A receita dessa linha avançou 22,8% no primeiro trimestre, para R$ 391 milhões.

Embora represente parcela menor da receita consolidada, o segmento fixo pode contribuir para diversificar as fontes de faturamento da companhia. Serviços de banda larga, conectividade residencial e soluções fixas ganham relevância em um mercado cada vez mais dependente de internet de alta qualidade.

A expansão da receita fixa também pode fortalecer a estratégia de relacionamento com clientes. Operadoras que conseguem oferecer pacotes integrados, combinando serviços móveis e fixos, ampliam a permanência do consumidor e aumentam o potencial de receita por domicílio.

No caso da TIM (TIMS3), o avanço de 22,8% mostra que a companhia obteve tração em uma frente complementar ao core móvel. A continuidade desse crescimento poderá contribuir para uma receita mais equilibrada ao longo dos próximos trimestres.

Venda de produtos cresce 5,4%

A receita da TIM (TIMS3) com venda de produtos somou R$ 162 milhões no primeiro trimestre, alta de 5,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Essa linha inclui principalmente aparelhos e itens comercializados no ecossistema da operadora.

A venda de produtos tem importância complementar. Embora não seja a principal fonte de resultado, ela ajuda a fortalecer a relação com clientes, impulsionar upgrades de aparelhos e estimular o uso de planos mais robustos, especialmente com a expansão do 5G.

A renovação de smartphones é um fator relevante para a monetização da rede. Usuários com aparelhos compatíveis com tecnologias mais recentes tendem a consumir mais dados e contratar pacotes de maior valor.

Para a TIM (TIMS3), o crescimento nessa linha acompanha a estratégia de ampliar a adoção de serviços digitais e melhorar a experiência do cliente dentro da rede.

Ebitda normalizado sobe 6,6% e margem fica estável

O Ebitda normalizado da TIM (TIMS3) chegou a R$ 3,287 bilhões no 1T26, crescimento de 6,6% na comparação anual. A margem Ebitda foi de 48,3%, avanço de 0,1 ponto porcentual.

A estabilidade da margem é um dado relevante porque mostra que a companhia conseguiu preservar rentabilidade operacional mesmo com aumento de custos. Os custos operacionais normalizados somaram R$ 3,5 bilhões no trimestre, alta de 6,3% em relação ao 1T25.

O controle de custos foi um dos fatores que sustentaram o resultado. Em telecomunicações, despesas com rede, tecnologia, atendimento, manutenção, energia, aluguel de infraestrutura e aquisição de clientes podem pressionar margens se não forem administradas com disciplina.

A TIM (TIMS3) conseguiu manter margem próxima a 50%, patamar considerado elevado dentro de um setor intensivo em capital e com necessidade contínua de investimentos. A preservação dessa margem será um ponto de atenção nos próximos trimestres.

Impostos limitam crescimento do lucro líquido

O lucro líquido da TIM (TIMS3) cresceu apenas 1,3%, apesar da alta de 6,5% na receita líquida e de 6,6% no Ebitda normalizado. A explicação está principalmente na linha de impostos.

O gasto com Imposto de Renda e Contribuição Social chegou a R$ 170 milhões no trimestre, alta de 75% frente ao mesmo período de 2025. Segundo a companhia, o aumento decorreu do maior lucro antes dos impostos e de uma menor deliberação de Juros sobre Capital Próprio (JSCP).

Esse efeito reduziu a velocidade de crescimento do resultado final. Na prática, a TIM (TIMS3) apresentou avanço operacional mais robusto do que a variação do lucro líquido sugere, mas parte desse ganho foi absorvida pela maior carga tributária no período.

Para investidores, essa diferença é importante. A análise do balanço exige separar a evolução operacional da companhia dos efeitos fiscais e financeiros que influenciam o lucro final.

Resultado financeiro melhora no 1T26

O resultado financeiro da TIM (TIMS3) gerou despesa de R$ 530 milhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A melhora ajudou a compensar parte da pressão de impostos.

A redução da despesa financeira é positiva em um ambiente em que o custo de capital segue relevante para empresas intensivas em investimento. Operadoras de telecomunicações precisam manter redes atualizadas, expandir cobertura e investir em tecnologia, o que exige disciplina no uso de capital.

Mesmo com dívida líquida elevada em termos absolutos, a TIM (TIMS3) manteve alavancagem estável em 0,82 vez. Esse indicador sugere uma estrutura de capital controlada em relação à geração de caixa operacional da companhia.

A melhora do resultado financeiro, combinada ao crescimento do Ebitda, reforça a capacidade da operadora de sustentar investimentos sem deterioração relevante da alavancagem no curto prazo.

Investimentos sobem para R$ 1,354 bilhão

A TIM (TIMS3) elevou seus investimentos para R$ 1,354 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 1,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os recursos foram direcionados principalmente a melhorias na rede e expansão da cobertura 5G.

O investimento em infraestrutura é essencial para operadoras de telecomunicações. A qualidade da rede influencia diretamente a satisfação do cliente, a capacidade de retenção, a atração de novos usuários e a monetização de planos de maior valor.

A expansão do 5G segue como uma das frentes estratégicas do setor. A tecnologia permite maior velocidade, menor latência e novas aplicações para consumidores, empresas, indústria, agronegócio, saúde, educação e cidades inteligentes.

Para a TIM (TIMS3), ampliar cobertura e melhorar a rede são iniciativas importantes para sustentar o crescimento no pós-pago. Clientes de planos mais caros tendem a exigir melhor experiência, estabilidade e velocidade de conexão.

5G ganha peso na estratégia da operadora

A expansão do 5G é uma das prioridades da TIM (TIMS3). A companhia direcionou parte relevante de seus investimentos à ampliação da cobertura e à melhoria da infraestrutura de rede no primeiro trimestre.

O 5G representa mais do que uma evolução de velocidade para smartphones. A tecnologia abre espaço para soluções corporativas, automação industrial, internet das coisas, aplicações em logística, conectividade em campo e serviços digitais de maior valor agregado.

No mercado de consumo, o 5G pode estimular a contratação de planos mais robustos e aumentar o uso de dados. Isso favorece operadoras com capacidade de entregar rede consistente e cobertura ampla.

A TIM (TIMS3) busca capturar essa oportunidade combinando expansão tecnológica com crescimento no pós-pago. A estratégia depende de investimentos contínuos, qualidade de execução e capacidade de transformar infraestrutura em receita.

Fluxo livre de caixa cresce 54%

O fluxo livre de caixa da TIM (TIMS3) subiu 54% no primeiro trimestre de 2026, totalizando R$ 453 milhões. O indicador mostra a geração de caixa disponível após investimentos e é um dos pontos mais relevantes do balanço.

O crescimento do fluxo de caixa reforça a capacidade da companhia de financiar sua operação, investir em rede, remunerar acionistas e manter disciplina financeira. Em setores intensivos em capital, como telecomunicações, a geração de caixa é fundamental para sustentar competitividade.

O avanço de 54% indica melhora na conversão operacional em caixa, mesmo em um trimestre com aumento de investimentos e pressão tributária. Esse dado contribui para uma leitura positiva da qualidade do resultado.

Para a TIM (TIMS3), manter fluxo de caixa robusto será importante diante da necessidade de continuar investindo em 5G e em melhorias de rede. A tecnologia exige capital contínuo, e a capacidade de financiar essa expansão com geração própria é um diferencial.

Dívida líquida chega a R$ 11,3 bilhões

A TIM (TIMS3) encerrou o primeiro trimestre de 2026 com dívida líquida total de R$ 11,3 bilhões, aumento de 1,8% em relação ao quarto trimestre de 2025. Apesar da alta, a alavancagem permaneceu estável em 0,82 vez.

A estabilidade da alavancagem indica que o aumento da dívida foi acompanhado por geração operacional suficiente para manter o indicador sob controle. Para o mercado, esse é um ponto importante, já que endividamento elevado sem crescimento de Ebitda poderia pressionar a percepção de risco.

No caso da TIM (TIMS3), a relação entre dívida e Ebitda permanece em patamar considerado baixo para uma companhia de infraestrutura e telecomunicações. Isso dá flexibilidade financeira para manter investimentos e enfrentar ciclos de maior competição.

Ainda assim, a evolução da dívida líquida será monitorada. A expansão do 5G, a manutenção da rede e a disputa por clientes exigem capital constante, o que torna a disciplina financeira um elemento central da estratégia.

TIM (TIMS3) preserva margem em ambiente competitivo

O balanço do 1T26 mostra uma TIM (TIMS3) com crescimento operacional consistente, mas lucro líquido limitado por fatores fiscais. A companhia ampliou receita, Ebitda, fluxo de caixa e investimentos, enquanto manteve margem praticamente estável.

O ambiente competitivo do setor de telecomunicações segue exigente. As operadoras disputam clientes em preço, cobertura, qualidade de rede, serviços digitais e atendimento. Nesse contexto, crescer no pós-pago e preservar margem é um sinal relevante.

A queda no pré-pago mostra que a empresa ainda enfrenta desafios em segmentos de menor valor agregado. No entanto, a expansão do pós-pago e da receita fixa indica avanço em frentes mais estratégicas.

A TIM (TIMS3) também demonstra foco em infraestrutura, com aumento dos investimentos em rede e 5G. Essa escolha reforça a busca por vantagem competitiva baseada em qualidade e capacidade tecnológica.

Crescimento do pós-pago sustenta nova fase da TIM

A TIM (TIMS3) encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro de R$ 821 milhões, receita líquida de R$ 6,806 bilhões e Ebitda normalizado de R$ 3,287 bilhões. O crescimento foi puxado pelo pós-pago, pela expansão da base de clientes e pela disciplina de custos.

O lucro líquido teve avanço modesto, de 1,3%, por causa da pressão de impostos. Ainda assim, os indicadores operacionais mostram uma companhia em expansão, com maior receita, margem preservada, melhora no resultado financeiro e forte crescimento do fluxo livre de caixa.

A estratégia para os próximos trimestres deve continuar centrada na ampliação do pós-pago, na monetização da rede 5G, na melhora da experiência do cliente e no controle de custos. O desempenho do pré-pago, a evolução da dívida líquida e a carga tributária seguirão como pontos de atenção.

Para investidores, o balanço da TIM (TIMS3) mostra uma operadora com operação resiliente, geração de caixa crescente e alavancagem controlada. O desafio será transformar o avanço operacional em crescimento mais forte do lucro líquido, especialmente se a pressão tributária continuar elevada nos próximos resultados.

LEIA MAIS

Varejo Brasileiro Enfrenta Juros Altos E Muda Foco Para Geração De Caixa E Produtividade-Gazeta Mercantil
Economia

Varejo brasileiro enfrenta juros altos e muda foco para geração de caixa e produtividade

O varejo brasileiro entrou em uma fase em que faturamento e participação de mercado deixaram de ser suficientes para medir a saúde de uma operação. Com a Selic...

Leia MaisDetails
Oi (Oibr3) - Gazeta Mercantil
Empresas

Anatel autoriza venda da telefonia fixa da Oi à Método por R$ 60,1 milhões

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concedeu anuência prévia para que a Método Telecomunicações e Comércio assuma o controle da Oi Serviços Telefônicos, empresa que concentra parte das...

Leia MaisDetails
Uhe Itapiranga De 724 Mw No Rio Uruguai Está Paralisada Desde 2011 E É A Última Barragem Prevista No Rio-Gazeta Mercantil
Economia

Usina Hidrelétrica de Itapiranga avança nos estudos após 14 anos de impasse ambiental

A Usina Hidrelétrica de Itapiranga, projetada para o Rio Uruguai na divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul, registrou em 2026 um avanço no processo de...

Leia MaisDetails
Bndes - Gazeta Mercantil
Negócios

BNDES eleva Brasil Soberano 3 a R$ 22,6 bilhões; pedidos começam em até 15 dias

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ampliou nesta terça-feira, 1º de setembro, em R$ 4,1 bilhões sua participação no Brasil Soberano 3, elevando para R$ 22,6...

Leia MaisDetails
Bb Investimentos Recomenda - Gazeta Mercantil
Mercados

BB Investimentos troca Localiza por Direcional e indica 10 ações para setembro

O BB Investimentos fez apenas uma alteração em sua carteira fundamentalista para setembro: retirou Localiza (RENT3) e incluiu Direcional (DIRR3). O restante do portfólio permanece formado por Alupar...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL MERCADO AGORA

11:29:40
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Governo Volta A Discutir Tributação De Lci E Lca E Reacende Alerta Sobre Custo Do Crédito Imobiliário-Gazeta Mercantil
Economia

Selic a 13,75%: veja quanto rendem CDI, IPCA+, CDB, LCI e LCA

Leia MaisDetails
Percepção De Envolvimento De Aliados De Bolsonaro No Caso Master Sobe 12,9 Pontos, Diz Atlas
Política

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

Leia MaisDetails
Flávio Bolsonaro Usou Recentemente Apartamento Que Pertenceu A Cunhado De Vorcaro
Política

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Leia MaisDetails
Copom Corta Selic Para 13,75% No Quinto Recuo Seguido Dos Juros - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Selic a 13,75%: veja quanto rendem CDI, IPCA+, CDB, LCI e LCA

Percepção de envolvimento de aliados de Bolsonaro no caso Master sobe 12,9 pontos, diz Atlas

Flávio Bolsonaro usou recentemente apartamento que pertenceu a cunhado de Vorcaro

Copom corta Selic para 13,75% no quinto recuo seguido dos juros

LVMH perde mais de €250 bilhões em valor de mercado desde 2023

BRB (BSLI3; BSLI4) recebe R$ 376 milhões da XP por ativos ligados ao Banco Master

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP