quarta-feira, 16 de setembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Mercados Criptomoedas

Bitcoin cai abaixo de US$ 78 mil com juros dos EUA e tensão geopolítica

BTC recua nesta segunda-feira com aumento das apostas de aperto monetário pelo Fed, petróleo acima de US$ 90 e mercado à espera do payroll dos Estados Unidos.

por Camila Braga
31/08/2026 às 11h36
em Criptomoedas
Bitcoin (Foto: Divulgação)

O Bitcoin (BTC) ampliou as perdas nesta segunda-feira, 31 de agosto, e passou a ser negociado abaixo dos US$ 78 mil, acompanhando a deterioração dos ativos de risco nos mercados internacionais após investidores aumentarem as apostas de uma nova alta dos juros nos Estados Unidos. O movimento ocorre depois de um discurso mais duro do presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, em Jackson Hole e é reforçado pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã, que voltou a pressionar os preços do petróleo e as expectativas de inflação. No início da manhã, a maior criptomoeda do mundo oscilava em torno de US$ 77,9 mil, com queda superior a 1% em 24 horas.

Leia também: CoinEx anuncia fechamento em dezembro e dá 98 dias para clientes retirarem ativos

A pressão não ficou restrita ao Bitcoin. O Ethereum (ETH), segundo maior criptoativo em valor de mercado, era negociado próximo de US$ 2,45 mil e também operava no campo negativo, enquanto Solana (SOL) recuava para a região de US$ 102. O comportamento sincronizado mostra que o movimento desta segunda-feira está menos associado a algum evento específico da indústria de criptomoedas e mais relacionado à mudança das condições financeiras globais.

A principal variável no radar é novamente a política monetária americana. Depois de meses em que parte dos investidores apostou que o Federal Reserve poderia iniciar um ciclo mais favorável aos ativos de risco, a combinação de inflação resistente, atividade econômica ainda resiliente e aumento das commodities voltou a colocar uma eventual alta das taxas de juros no centro das negociações.

Para o Bitcoin, que historicamente responde de forma sensível às condições globais de liquidez, o cenário é desfavorável. Quanto maior a remuneração oferecida pelos títulos do governo americano, menor tende a ser o incentivo para investidores assumirem risco em ativos sem geração tradicional de fluxo de caixa, como criptomoedas.

Warsh muda percepção do mercado sobre juros

O discurso de Kevin Warsh no simpósio de Jackson Hole, na sexta-feira, 28, tornou-se o principal catalisador da mudança de humor observada desde o fim da semana passada. Diferentemente de uma interpretação de que o presidente do Federal Reserve estaria preparando uma flexibilização da política monetária, Warsh adotou um discurso de vigilância contra a inflação e reafirmou a meta de 2% como um compromisso firme da autoridade monetária.

Warsh afirmou que a inflação permanece acima do objetivo e sustentou que o Federal Reserve precisa estar convencido de que o processo de desinflação está avançando de maneira suficientemente clara e rápida. O presidente do Fed destacou ainda que a autoridade monetária deve estar pronta para agir conforme as circunstâncias exigirem, sem antecipar decisões ou oferecer ao mercado uma trajetória pré-definida para as taxas.

Os números apresentados pelo próprio presidente do Fed ajudam a explicar a cautela. Segundo Warsh, a inflação medida pelo índice de preços de gastos com consumo pessoal, o PCE, estava em 3,7% em 12 meses. Na medição dos seis meses mais recentes, a taxa alcançava 4,1%, patamares ainda distantes da meta oficial de 2%.

A reação do mercado foi imediata. As apostas em uma elevação dos juros na reunião de setembro aumentaram significativamente depois do pronunciamento, enquanto os rendimentos dos títulos do Tesouro americano subiram e o dólar ganhou força na sexta-feira.

O movimento representa uma reversão importante para ativos de maior risco. Taxas de juros americanas mais elevadas tendem a fortalecer o dólar, aumentar o custo de capital global e reduzir a quantidade de recursos procurando retornos em mercados mais voláteis.

Treasury de dez anos perto de 4,73% aumenta pressão

O comportamento dos títulos públicos americanos oferece uma das explicações mais diretas para a fraqueza das criptomoedas. O rendimento do Treasury de dez anos passou a operar próximo de 4,73%, nível elevado o suficiente para competir com outras classes de ativos pela alocação de grandes investidores.

Quando um título considerado praticamente livre de risco passa a oferecer remuneração nominal próxima de 5% ao ano em dólares, gestores precisam exigir retornos potenciais significativamente maiores para justificar posições em mercados voláteis. Esse efeito atinge ações de tecnologia, empresas com valuations elevados, fundos de mercados emergentes e criptomoedas.

O Bitcoin não possui fluxo de caixa, dividendos ou pagamento de juros. Sua precificação depende principalmente de oferta e demanda e das expectativas de valorização futura. Por isso, mudanças na taxa real de juros dos Estados Unidos podem alterar de maneira significativa o custo de oportunidade de manter a criptomoeda em carteira.

O ambiente é especialmente relevante porque parte do avanço do mercado de ativos digitais nos últimos ciclos ocorreu durante períodos de expansão da liquidez internacional ou expectativa de redução do custo do dinheiro. O processo inverso tende a funcionar como freio sobre os preços.

Isso não significa que uma alta de juros provoque automaticamente queda no Bitcoin. Fluxos para ETFs, compras institucionais, mudanças regulatórias e comportamento dos detentores de longo prazo também influenciam a cotação. No curto prazo, entretanto, a política monetária voltou a ocupar o centro da formação dos preços.

Petróleo e conflito entre EUA e Irã adicionam risco à inflação

A segunda frente de pressão vem do Oriente Médio. A nova escalada militar entre Estados Unidos e Irã voltou a afetar o mercado de energia e levou o petróleo Brent para acima dos US$ 90 por barril nesta segunda-feira.

O efeito sobre as criptomoedas não ocorre diretamente pelo petróleo, mas pela inflação. Energia mais cara aumenta custos de transporte, produção industrial e cadeias logísticas, elevando o risco de que a inflação permaneça acima das metas dos bancos centrais.

Quanto maior o risco inflacionário, menor a possibilidade de redução dos juros e maior a probabilidade de aperto monetário adicional.

Esse mecanismo ajuda a explicar por que Bitcoin, bolsas e títulos públicos estão respondendo simultaneamente às notícias geopolíticas. Investidores não estão apenas precificando os riscos militares da disputa. Estão tentando calcular o impacto potencial da energia mais cara sobre o comportamento futuro do Federal Reserve.

O receio ganhou força porque Warsh já havia destacado em Jackson Hole que a recente valorização das commodities precisava ser acompanhada de perto. A combinação entre petróleo em alta e inflação acima da meta aumenta o grau de dificuldade para a autoridade monetária.

Mercado de trabalho americano pode decidir próximo movimento

A volatilidade das criptomoedas também deve permanecer elevada durante a semana por causa da agenda econômica dos Estados Unidos. Na sexta-feira, 4 de setembro, o Bureau of Labor Statistics divulgará o relatório oficial de emprego referente a agosto, conhecido no mercado como payroll.

O indicador ganhou importância adicional depois que os Estados Unidos registraram perda líquida de 23 mil vagas em julho. Ao mesmo tempo, a taxa de desemprego permaneceu em 4,1%.

Os números colocaram o Federal Reserve diante de sinais aparentemente contraditórios. De um lado, a inflação continua elevada. De outro, uma deterioração acentuada do mercado de trabalho poderia tornar uma nova alta dos juros mais difícil de justificar.

Essa diferença ajuda a entender por que o payroll desta semana pode gerar forte volatilidade.

Uma criação de empregos acima das expectativas, acompanhada de salários firmes, aumentaria a leitura de que a economia americana tem condições de suportar juros mais altos. Esse cenário tende a favorecer a valorização dos Treasuries em rendimento e aumentar a pressão sobre Bitcoin e outros ativos de risco.

Um relatório muito fraco, por outro lado, poderia reduzir as apostas de aperto monetário, embora aumentasse as preocupações sobre a atividade econômica americana.

O mercado também acompanhará, na terça-feira, a divulgação do relatório JOLTS, que mede vagas disponíveis e rotatividade no mercado de trabalho. Na sequência, os índices de preços ao produtor e ao consumidor de agosto serão publicados nos dias 10 e 11 de setembro.

Próxima reunião do Fed ocorre em setembro

Todos esses indicadores chegarão antes da próxima reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto, marcada para 15 e 16 de setembro.

Na reunião de julho, o Federal Reserve manteve a taxa básica de juros inalterada. A decisão, entretanto, não foi unânime: três integrantes preferiam elevar os juros em 0,25 ponto percentual.

Desde então, a preocupação com a inflação aumentou, especialmente após o discurso de Warsh e a nova alta das commodities.

A reunião de setembro também contará com a divulgação das novas projeções econômicas do Fed, tornando o encontro particularmente importante para os mercados. Mais do que a decisão sobre a taxa em si, investidores procurarão sinais sobre até onde o ciclo monetário pode avançar.

Para o mercado de criptomoedas, a discussão é essencialmente uma discussão sobre liquidez.

Se o Fed indicar que pretende manter taxas elevadas durante período prolongado ou promover novos aumentos, Bitcoin e altcoins poderão continuar enfrentando dificuldades para recuperar os níveis observados anteriormente. Caso os dados econômicos reduzam a preocupação com inflação e tragam novamente a perspectiva de juros menores, o ambiente pode mudar rapidamente.

Bitcoin acumula perda em 2026

A queda desta segunda-feira ocorre dentro de um ano que já vinha sendo difícil para o Bitcoin. Na região atual de preços, a criptomoeda acumula desvalorização de dois dígitos em 2026, depois de períodos anteriores marcados por forte valorização e entrada de investidores institucionais.

O comportamento das principais altcoins é ainda mais fraco em diversos casos. Ethereum, XRP, BNB, Solana e Dogecoin acumulam perdas relevantes no ano, demonstrando que o ajuste não está concentrado exclusivamente no Bitcoin.

A diferença está na magnitude. O Bitcoin continua concentrando a maior parcela do valor do mercado de criptomoedas e tende a apresentar volatilidade menor do que tokens de menor capitalização. Quando a aversão ao risco cresce, investidores frequentemente reduzem primeiro as posições em altcoins consideradas mais especulativas.

A Solana, por exemplo, registrava perda superior à do Bitcoin nesta segunda-feira. O comportamento reforça o padrão observado em momentos de deterioração das condições financeiras: quanto maior o risco percebido de um ativo, maior tende a ser sua sensibilidade à retirada de liquidez.

US$ 78 mil vira referência de curto prazo

No mercado, a região de US$ 78 mil passa a funcionar como referência imediata para os investidores. Mais importante do que um número isolado, entretanto, será a capacidade do Bitcoin de estabilizar a cotação diante do aumento dos rendimentos dos Treasuries e das novas informações econômicas previstas para os próximos dias.

O mercado de criptomoedas funciona 24 horas por dia e não possui um mecanismo global equivalente aos chamados circuit breakers das bolsas tradicionais. Movimentos abruptos podem, portanto, ocorrer a qualquer momento, especialmente quando posições alavancadas começam a ser liquidadas automaticamente pelas corretoras.

Essa característica amplifica tanto movimentos de queda quanto recuperações.

Uma sequência de liquidações de posições compradas pode acelerar a queda mesmo sem uma nova notícia relevante. No sentido contrário, uma recuperação rápida dos preços pode obrigar investidores vendidos a recomprar ativos para encerrar suas posições, intensificando uma alta.

Por isso, além dos fundamentos macroeconômicos, investidores acompanham indicadores de alavancagem, contratos futuros e liquidações no mercado de derivativos.

O que acompanhar no Bitcoin agora

A trajetória do Bitcoin nos próximos dias dependerá principalmente de quatro fatores: comportamento dos juros americanos, rendimento dos Treasuries, evolução do petróleo e dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos.

No curto prazo, esses elementos estão apontando em uma direção menos favorável aos ativos de risco. O petróleo voltou a subir, os juros dos títulos públicos permanecem elevados e o Federal Reserve demonstra pouca disposição para declarar vitória contra a inflação.

O Bitcoin continua, ao mesmo tempo, sujeito a fatores próprios do mercado de criptomoedas, especialmente fluxos institucionais e movimentações dos grandes detentores. Ainda assim, o cenário desta segunda-feira mostra que o ativo permanece profundamente conectado às condições financeiras internacionais.

A próxima referência objetiva será o relatório de emprego americano de sexta-feira. Se o mercado de trabalho mostrar força e reforçar a percepção de que o Fed pode elevar novamente os juros em setembro, a pressão sobre o Bitcoin poderá continuar. Caso os números indiquem desaceleração suficientemente forte para reduzir as apostas de aperto monetário, as criptomoedas poderão encontrar espaço para recuperação.

Até lá, a disputa pela região dos US$ 78 mil deve continuar funcionando como termômetro da disposição dos investidores para assumir risco em um mercado global novamente dominado por inflação, juros e geopolítica.

Fontes:

Federal Reserve — discurso de Kevin Warsh no simpósio econômico de Jackson Hole, em 28 de agosto de 2026

Federal Reserve — calendário e reuniões do Comitê Federal de Mercado Aberto

Federal Reserve — ata da reunião do FOMC de julho de 2026

Bureau of Labor Statistics — Employment Situation de julho de 2026

Bureau of Labor Statistics — calendário de divulgações econômicas de setembro de 2026

CoinMarketCap — dados de mercado de Bitcoin, Ethereum e demais criptomoedas

LEIA MAIS

Queda Dos Fiis Exige Análise De Vacância, Crédito E Alavancagem Antes Da Venda-Gazeta Mercantil
Fundos Imobiliários

Queda dos FIIs exige análise de vacância, crédito e alavancagem antes da venda

A queda de uma cota de fundo imobiliário (FII) não significa, por si só, que a tese de investimento deixou de funcionar. Em um mercado influenciado por juros,...

Leia MaisDetails
Fidcs Ampliam Busca Por Ratings Para Atrair Investidores Institucionais-Gazeta Mercantil
Mercados

FIDCs ampliam busca por ratings para atrair investidores institucionais

A classificação de risco passou a ocupar posição mais relevante na estratégia de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) que pretendem ampliar a captação junto a investidores...

Leia MaisDetails
Coinex Anuncia Fechamento Em Dezembro E Dá 98 Dias Para Clientes Retirarem Ativos-Gazeta Mercantil
Criptomoedas

CoinEx anuncia fechamento em dezembro e dá 98 dias para clientes retirarem ativos

A CoinEx decidiu encerrar definitivamente as operações da exchange de criptomoedas em 22 de dezembro de 2026, encerrando um ciclo iniciado em 22 de dezembro de 2017. O...

Leia MaisDetails
Fundos Imobiliários: Veja Os Fiis Mais Recomendados Para Junho - Gazeta Mercantil
Fundos Imobiliários

PSEC11 paga R$ 0,60 por cota e amplia exposição a CRIs

O Pátria Securities (PSEC11) vai distribuir R$ 0,60 por cota aos investidores em 16 de setembro, referente ao ciclo de agosto de 2026. A data-base foi 9 de...

Leia MaisDetails
África Do Sul Perde Us$ 4,7 Bilhões Após Redução Da Capacidade De Refino-Gazeta Mercantil
Mundo

Fechamento de refinarias elevou em 76 bilhões de rands as importações de combustíveis da África do Sul

Fechamento de refinarias elevou em R$ 76 bilhões a conta de combustíveis da África do Sul Estudo do banco central calcula custo adicional entre 2021 e 2024; importações...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

01:50:03
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Queda Dos Fiis Exige Análise De Vacância, Crédito E Alavancagem Antes Da Venda-Gazeta Mercantil
Fundos Imobiliários

Queda dos FIIs exige análise de vacância, crédito e alavancagem antes da venda

Leia MaisDetails
Emendas De Comissão: Stf Suspende R$ 4,2 Bilhões E Cobra Transparência Da Câmara - Gazeta Mercantil
Política

Flávio Dino pede vista e suspende no STF análise sobre casos de Moraes e Mendonça

Leia MaisDetails
Cármen Lúcia Pede Desculpas Por Crise No Stf E Critica Exposição De Conflitos Entre Ministros-Gazeta Mercantil
Política

Cármen Lúcia pede desculpas por crise no STF e critica exposição de conflitos entre ministros

Leia MaisDetails
Moraes Diz Que Cartões Do Banco Master Oferecidos Aos Filhos Nunca Foram Usados-Gazeta Mercantil
Política

Moraes diz que cartões do Banco Master oferecidos aos filhos nunca foram usados

Leia MaisDetails
3Corações Adquire Marcas Yoki E Kitano Por R$ 800 Milhões E Fortalece Portfólio - Gazeta Mercantil
Empresas

3corações conclui compra da Yoki e Kitano por R$ 800 milhões

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Queda dos FIIs exige análise de vacância, crédito e alavancagem antes da venda

Flávio Dino pede vista e suspende no STF análise sobre casos de Moraes e Mendonça

Cármen Lúcia pede desculpas por crise no STF e critica exposição de conflitos entre ministros

Moraes diz que cartões do Banco Master oferecidos aos filhos nunca foram usados

3corações conclui compra da Yoki e Kitano por R$ 800 milhões

STF vai a 4 a 1 para unir casos de Moraes e Mendonça no caso Master

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP