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Home Política

Glauber Braga é retirado à força e caso expõe dois pesos no Congresso

por Carlos Menezes - Repórter de Política
09/12/2025 às 20h05 - Atualizado em 13/01/2026 às 14h57
em Política, Destaque, Notícias
Glauber Braga É Retirado À Força Após Ocupar Presidência Da Câmara - Gazeta Mercantil

Glauber Braga é retirado à força da Presidência da Câmara e episódio reacende debate sobre dois pesos e duas medidas no Congresso

O deputado federal Glauber Braga (Psol-RJ) protagonizou, nesta terça-feira (9/12), um dos momentos mais simbólicos e tensos do atual ciclo político ao ocupar a cadeira da Presidência da Câmara dos Deputados em ato de protesto. A intervenção foi rapidamente interrompida pela Polícia Legislativa, que retirou o parlamentar à força, numa cena que expôs de forma contundente as contradições, disputas internas e assimetrias de tratamento dentro do Parlamento.

O episódio aconteceu em meio à pauta que previa a votação do Projeto de Lei 2162/2023, conhecido como PL da Anistia, e horas após o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciar que incluiria o processo de cassação do mandato de Glauber Braga na ordem do dia. Poucos instantes depois de se sentar na cadeira principal da Mesa Diretora, o deputado foi cercado por agentes legislativos, culminando numa ação brusca que suspendeu a sessão e interrompeu a transmissão oficial da TV Câmara.

A imagem do parlamentar sendo contido por um policial, num movimento que lembrava um mata-leão, rapidamente se espalhou pelos corredores e acentuou o debate sobre a falta de isonomia na condução dos conflitos internos. A contundência da intervenção contrastou com episódios recentes protagonizados por parlamentares bolsonaristas, que, em agosto, bloquearam o funcionamento do plenário por mais de 30 horas sem qualquer medida coercitiva da mesma gravidade.

A situação reacendeu críticas sobre “dois pesos e duas medidas” adotados pela Casa, alimentando questionamentos sobre seletividade política, falta de critérios uniformes e fragilização das garantias parlamentares.

Protesto de Glauber Braga aumenta clima de tensão em votação decisiva

O ato de Glauber Braga, que subiu à Mesa Diretora enquanto a sessão era conduzida pela deputada Benedita da Silva (PT-RJ), ocorreu momentos antes da votação da proposta que busca revisar penas aplicadas a condenados pelos atos de 8 de janeiro. O protesto tensionou um ambiente já inflamado e escancarou divergências entre os grupos partidários.

A ocupação da cadeira da Presidência, símbolo máximo da autoridade interna da Câmara, foi interpretada como um gesto político calculado para denunciar o que o deputado considera perseguição institucional. Desde cedo, Glauber já indicava que reagiria contra a inclusão de seu processo de cassação na pauta, mas poucos imaginavam que ele avançaria até o assento presidencial, gesto raríssimo na história legislativa recente.

A Polícia Legislativa rapidamente cercou o parlamentar. Em uma operação considerada dura por diversos congressistas, agentes o retiraram fisicamente do local enquanto a transmissão oficial era cortada, impossibilitando que o público acompanhasse integralmente os acontecimentos.

O corte no sinal, embora previsto nos protocolos internos para situações de risco, foi imediatamente criticado por parlamentares que classificaram a ação como excessiva e desproporcional. Para analistas políticos, a suspensão da transmissão e o impedimento de jornalistas de acompanhar o desfecho ampliaram a percepção de opacidade institucional.

Dois pesos e duas medidas: contraste com episódios bolsonaristas acirra debate

O episódio envolvendo Glauber Braga reacendeu discussões sobre critérios de atuação da Mesa Diretora. Para muitos parlamentares, a ação contra o deputado do Psol contrasta de forma evidente com a postura adotada diante de episódios recentes envolvendo a bancada bolsonarista.

No início de agosto, deputados de direita bloquearam o plenário por mais de 30 horas, impedindo votações, interrompendo negociações e gerando instabilidade institucional. Em vez de medidas coercitivas, a Presidência optou por negociações prolongadas, sem uso da força e sem interrupção do sinal institucional.

Para críticos do episódio atual, a diferença de tratamento evidencia seletividade motivada por conjunturas políticas. A avaliação divulgada nos bastidores é que Glauber Braga, atuando sozinho, teria recebido resposta mais dura do que aquela aplicada a um grupo organizado com capacidade real de paralisar a Casa.

essa assimetria fere, segundo parlamentares e especialistas, o princípio da igualdade entre representantes eleitos e transmite a mensagem de que decisões disciplinares podem variar conforme conveniências momentâneas. A crítica central é que a atuação do Parlamento deveria seguir regras rígidas e uniformes, independentemente de ideologia, volume político ou pressão social.

Sessão suspensa e clima institucional de instabilidade

A sessão foi oficialmente suspensa logo após o início da operação policial. O encerramento abrupto, somado à retirada de Glauber Braga, reforçou a imagem de um Parlamento sob tensão. O corte no sinal da TV Câmara, circunstância incomum em situações de protesto parlamentar, gerou desconfiança entre jornalistas, servidores e parlamentares presentes.

A falta de transparência, segundo críticos, coloca em risco valores fundamentais do sistema democrático. Para analistas, o Parlamento deve ser palco de debates públicos e visíveis, e não ambiente onde divergências se transformam em conflitos físicos ou episódios censurados ao público.

Cassação de Glauber Braga entra no centro do debate

A movimentação do parlamentar deve agora influenciar diretamente o processo que pode levar à cassação de seu mandato. Glauber argumenta que seu gesto simboliza resistência a uma perseguição política e a uma tentativa de puni-lo por suas posições contrárias às lideranças da Casa.

Para setores da oposição, sua postura é retrato de coerência ideológica e enfrentamento legítimo. Já adversários veem o ato como violação grave das regras e argumento adicional para sustentar a necessidade de cassação.

O processo deve avançar rapidamente na Mesa Diretora. Após apresentação de defesa, a análise seguirá para deliberação política. A votação promete acirrar ainda mais a polarização e aprofundar fissuras internas no Parlamento.

O papel de Hugo Motta e a resposta institucional

Hugo Motta, presidente da Câmara, se torna figura central na condução da crise. O episódio impôs à sua gestão um teste de autoridade, isenção e capacidade de articulação.

Aliados argumentam que o uso da força foi necessário para restabelecer a normalidade e impedir que a sessão fosse tomada pelo tumulto. O grupo afirma que a presença física do deputado na cadeira da Presidência colocou em risco o funcionamento da Casa.

Já críticos apontam que Motta deveria ter adotado postura mais equilibrada, preservando a ordem sem recorrer imediatamente à força e garantindo a publicidade dos atos. A acusação principal é que faltou proporcionalidade.

A Câmara e o desafio da isonomia em tempos polarizados

O episódio que envolveu Glauber Braga expõe um problema recorrente na política: decisões institucionais que variam conforme o protagonista. O contraste entre a ação vigorosa contra o deputado do Psol e a tolerância histórica a atos de parlamentares bolsonaristas evidencia, segundo analistas, fragilidade na aplicação uniforme das regras.

essa percepção de dois pesos e duas medidas aprofunda a desconfiança no Parlamento e amplia tensões num momento em que o país vive disputas intensas sobre democracia, participação política e liberdade de expressão dentro da Casa.

A violência vista no plenário, aliada ao corte da transmissão e à ausência de imprensa no momento mais crítico, acende nova preocupação sobre transparência e legitimidade. Para estudiosos da área política, transformar divergências em confrontos físicos é retrocesso e pode alimentar comportamentos extremistas.

Próximos passos e impacto político

O futuro do mandato de Glauber Braga será definido nos próximos dias, mas o impacto simbólico do episódio já se consolidou. O protesto e a reação policial ocupam o centro do debate nacional e tendem a influenciar não apenas a decisão da Câmara, mas a percepção pública sobre a condução interna da Casa.

Independentemente do desfecho, o episódio ficará marcado como um dos eventos mais controversos da atual legislatura e sinaliza um Parlamento que precisa urgentemente equilibrar autoridade, transparência e pluralidade.

Tags: cassação de Glauber Bragacrise política na Câmaradois pesos e duas medidasGlauber Braga cassaçãoHugo Motta Câmaraocupação da Presidência da CâmaraPL da AnistiaPolícia Legislativaprotesto no plenário

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Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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