quarta-feira, 16 de setembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Mercados Ibovespa

Ibovespa fecha com 7ª alta seguida nesta quinta-feira, 27 de agosto de 2026, com Petrobras (PETR4) e

Ibovespa avançou 0,31%, oscilou por quase 1.900 pontos durante o pregão e terminou sustentado por petróleo, siderúrgicas e Wall Street, enquanto bancos privados limitaram o movimento.

por Camila Braga
27/08/2026 às 18h00
em Ibovespa
Ibovespa Fechamento 18/06/2026: Bolsa Cai Após Copom Cortar Selic E Dólar Subir A R$ 5,174 - Gazeta Mercantil

O Ibovespa fechou esta quinta-feira, 27 de agosto de 2026, aos 175.135,41 pontos, em alta de 0,31%, consolidando a sétima sessão consecutiva de valorização. O desempenho final, porém, escondeu um pregão de maior volatilidade do que a variação percentual sugere. O índice chegou a cair 0,53%, aos 173.660,79 pontos, e alcançou máxima de 175.557,63 pontos, avanço de 0,56%, antes de terminar próximo da parte superior do intervalo diário. O volume financeiro negociado somou aproximadamente R$ 23,1 bilhões.

A principal sustentação veio da Petrobras (PETR4), cujas ações preferenciais avançaram 3,02%, acompanhando a valorização internacional do petróleo e uma sequência de notícias corporativas e regulatórias favoráveis ao setor. A Vale (VALE3) também terminou no campo positivo, enquanto siderúrgicas tiveram desempenho forte. Na direção oposta, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander Brasil e BTG Pactual fecharam em queda, deixando claro que a sétima alta consecutiva do Ibovespa não foi resultado de uma valorização uniforme da carteira.

A sequência positiva levou o índice a acumular ganho de aproximadamente 5,3% desde o fechamento de 18 de agosto, quando estava nos 166,3 mil pontos. Ainda assim, agosto permanece negativo em cerca de 1,6%, uma combinação que ajuda a colocar o movimento recente em perspectiva: o mercado recuperou uma parcela importante da deterioração registrada na primeira metade do mês, mas ainda não apagou completamente as perdas acumuladas.

Petrobras (PETR4) foi o principal suporte do Ibovespa

A contribuição da Petrobras foi determinante para o sinal positivo do índice. PETR4 avançou 3,02%, enquanto as ações ordinárias PETR3 subiram 3%, em uma sessão na qual o petróleo voltou a incorporar prêmio geopolítico. O Brent fechou em alta de 1,82%, a US$ 88,52 por barril, enquanto o WTI avançou 1,58%, a US$ 83,53.

Além da alta da commodity, o setor recebeu uma sinalização relevante no campo tributário. A cobrança de 12% de Imposto de Exportação sobre petróleo bruto, estabelecida em julho pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior, foi suspensa liminarmente pela Justiça Federal do Distrito Federal em ação apresentada pela Associação Brasileira de Empresas de Exploração e Produção de Petróleo e Gás.

O movimento ocorreu no mesmo dia em que a Camex discutiu a continuidade da tributação, criada inicialmente por prazo determinado. Para empresas com parcela relevante da produção direcionada ao exterior, um imposto sobre exportações reduz diretamente a receita líquida obtida com cada barril vendido fora do país. Por isso, a suspensão da cobrança foi incorporada rapidamente à precificação dos papéis do setor.

A Petrobras também teve notícias próprias. A companhia informou o resgate antecipado de títulos globais com vencimento em janeiro de 2028, em uma operação de aproximadamente US$ 1 bilhão. A precificação está prevista para setembro, dentro da estratégia de administração do perfil da dívida.

Na frente operacional, a estatal e a Seatrium realizaram nesta quinta-feira, em Singapura, a cerimônia de batismo das plataformas P-80 e P-82, destinadas ao campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. Cada unidade terá capacidade de produzir 225 mil barris de petróleo por dia. Somadas, acrescentam potencial de 450 mil barris diários de capacidade instalada quando entrarem em produção, prevista para 2027.

Petróleo transformou uma alta estreita em sétimo fechamento positivo

A relevância da Petrobras para o resultado aparece quando o comportamento da estatal é comparado ao restante das principais blue chips. O mercado bancário, que normalmente possui influência considerável sobre o Ibovespa, trabalhou predominantemente contra a alta.

O Itaú Unibanco (ITUB4) recuou 0,89%, Santander Brasil (SANB11) caiu 0,87%, BTG Pactual (BPAC11) perdeu 0,61% e Bradesco (BBDC4) cedeu 0,35%. A exceção foi o Banco do Brasil (BBAS3), que avançou 2,31%.

Essa divergência é relevante para interpretar o fechamento. Um índice positivo acompanhado de quedas simultâneas em vários bancos de grande peso indica que a valorização foi concentrada em determinados grupos, principalmente petróleo, siderurgia e algumas ações específicas de tecnologia e consumo.

Em outras palavras, os 0,31% do Ibovespa não representam uma melhora homogênea das expectativas sobre todas as empresas brasileiras. O pregão teve rotação setorial importante, com capital buscando companhias beneficiadas por commodities, eventos corporativos ou teses específicas.

Vale (VALE3) sobe apesar da queda do minério de ferro

A Vale (VALE3) terminou o dia em alta de 0,84%, mesmo com comportamento desfavorável do minério de ferro na Ásia. O contrato mais negociado na bolsa chinesa de Dalian caiu 0,28%, enquanto a referência negociada em Singapura recuou 0,49%.

A divergência entre minério e ação mostra que o desempenho da Vale nesta quinta-feira não pode ser explicado exclusivamente pela commodity. Depois de uma forte recuperação acumulada nas sessões anteriores, os papéis conseguiram voltar ao campo positivo mesmo com um vetor externo ligeiramente negativo.

O desempenho foi mais forte entre as siderúrgicas. Gerdau (GGBR4) avançou 4,76%, CSN (CSNA3) ganhou 1,90% e Usiminas (USIM5) subiu 0,56%. A valorização das ações de maior peso do setor adicionou sustentação ao Ibovespa e ajudou a compensar a fraqueza dos bancos privados.

Desemprego de 5,3% traz uma leitura ambígua para os juros

O principal indicador macroeconômico doméstico do dia foi a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua. A taxa de desemprego caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho, ante 5,8% no trimestre terminado em abril e 5,6% no mesmo período de 2025.

A população ocupada chegou a 103,3 milhões de pessoas, enquanto o número de empregados no setor privado com carteira assinada alcançou 39,4 milhões, ambos em níveis historicamente elevados. A massa real de rendimentos chegou a R$ 383,5 bilhões.

Para a atividade econômica, os números são positivos. Para a política monetária, entretanto, a interpretação é menos linear. Um mercado de trabalho aquecido sustenta renda, consumo e capacidade das empresas de reajustar preços, fatores observados de perto pelo Banco Central na avaliação da inflação de serviços.

Isso cria uma tensão importante para os ativos brasileiros. A Bolsa tende a se beneficiar da perspectiva de juros menores, mas indicadores econômicos muito fortes podem reduzir a velocidade esperada de flexibilização monetária. O dado de emprego, portanto, fortalece a economia real ao mesmo tempo em que exige cautela de quem aposta em uma queda mais rápida da Selic.

Dólar sobe mesmo com Ibovespa no campo positivo

O mercado de câmbio também mostrou que a leitura dos ativos brasileiros não foi inteiramente direcionada para maior tomada de risco. O dólar comercial terminou próximo de R$ 5,16, com valorização de aproximadamente 0,2% diante do real.

Bolsa e dólar podem subir simultaneamente quando os vetores que movimentam cada mercado são diferentes. Nesta quinta, a B3 recebeu suporte específico de Petrobras, petróleo e ações de tecnologia, enquanto a moeda americana acompanhou seu fortalecimento diante de diferentes divisas emergentes.

Essa configuração reforça a percepção de que não houve uma redução generalizada do prêmio de risco brasileiro. Se esse fosse o principal movimento do dia, seria mais provável observar simultaneamente Bolsa em alta, dólar em queda e fechamento consistente dos juros futuros.

Wall Street ajuda após balanço da Nvidia

O cenário externo tornou-se mais favorável ao longo da sessão. Nos Estados Unidos, o Nasdaq avançou 1,57%, o S&P 500 ganhou 0,72% e o Dow Jones subiu 0,20%, com as ações de tecnologia reagindo ao resultado e às projeções divulgadas pela Nvidia.

A melhora de Wall Street ajudou o Ibovespa principalmente na parte final do pregão, quando o índice conseguiu se afastar das mínimas e consolidar a sétima alta consecutiva.

No Brasil, esse movimento apareceu diretamente em Totvs (TOTS3), que avançou 6,41% e terminou entre as principais valorizações da carteira. A correlação não é mecânica, mas sessões de forte procura por tecnologia nos Estados Unidos tendem a melhorar a disposição dos investidores para ativos de crescimento também em outros mercados.

A próxima referência externa será a comunicação do Federal Reserve. Os investidores procuram novas indicações sobre inflação, atividade econômica e trajetória dos juros americanos, justamente em um momento em que os rendimentos dos Treasuries continuam exercendo influência elevada sobre mercados emergentes.

Banco do Brasil (BBAS3) descola dos bancos privados

Entre as instituições financeiras, o destaque foi o Banco do Brasil (BBAS3), com alta de 2,31%, movimento contrário ao observado em Itaú, Bradesco, Santander e BTG.

O setor segue especialmente sensível à qualidade das carteiras de crédito e à inadimplência do agronegócio. O Banco do Brasil possui exposição relevante ao segmento rural e sofreu forte pressão do mercado em momentos recentes diante da deterioração dos indicadores de crédito.

A reação do papel nesta quinta ocorreu em um ambiente no qual o mercado acompanha programas de reestruturação de dívidas rurais e possíveis sinais de estabilização da inadimplência. Para o BB, a evolução dessa carteira continuará sendo uma das variáveis mais importantes para determinar provisões, rentabilidade e capacidade de crescimento do crédito nos próximos trimestres.

Totvs (TOTS3) sobe 6,41% e C&A (CEAB3) avança 3,69%

Entre os movimentos individuais, Totvs (TOTS3) ganhou 6,41%, enquanto C&A Modas (CEAB3) avançou 3,69%. A varejista havia apresentado ao mercado um novo ciclo estratégico, incluindo a previsão de abertura de 60 a 80 lojas e reformas de 100 a 120 unidades até 2030.

Na ponta negativa, Hypera (HYPE3) recuou 3,45% e Minerva (BEEF3) caiu 3,17%, em movimentos de realização após valorizações anteriores. Fora do Ibovespa, a volatilidade foi ainda maior: Braskem (BRKM5) disparou quase 20% após o aumento do limite de crédito comercial com a Petrobras, enquanto Oncoclínicas (ONCO3) despencou mais de 28% em meio à reavaliação do mercado sobre a OPA determinada pela Comissão de Valores Mobiliários.

A dispersão reforça a característica do pregão: embora o Ibovespa tenha variado apenas 0,31%, houve movimentos de dois dígitos em empresas envolvidas em eventos societários e financeiros específicos.

Sete altas recuperam 5,3%, mas agosto ainda está negativo

A sequência iniciada em 19 de agosto levou o Ibovespa dos 166.335 pontos registrados no fechamento do dia 18 para 175.135 pontos nesta quinta-feira, uma recuperação de aproximadamente 5,3%. O movimento veio depois de 11 sessões consecutivas de queda, período no qual a Bolsa brasileira acumulou uma deterioração relevante.

Apesar da reação, o índice ainda registra perda aproximada de 1,6% em agosto. Esse contraste é importante para separar recuperação de reversão estrutural. A sequência de sete altas mostra que compradores voltaram ao mercado e que a pressão vendedora observada no início do mês diminuiu, mas o saldo mensal continua negativo.

O próximo teste será a capacidade do Ibovespa de preservar a região dos 175 mil pontos sem depender exclusivamente de Petrobras, Vale ou eventos específicos. Uma recuperação tecnicamente mais consistente tende a exigir melhora mais disseminada entre bancos, consumo, indústria e empresas ligadas à economia doméstica.

O Ibovespa encerra, assim, 27 de agosto de 2026 aos 175.135,41 pontos, com alta de 0,31%, completando sua sétima valorização consecutiva. Petrobras e siderúrgicas foram os principais pilares da sessão, Wall Street forneceu apoio externo e a força do mercado de trabalho brasileiro adicionou uma nova variável à discussão sobre juros. O índice recuperou mais de 5% desde a mínima sequência de agosto, mas o desempenho do mês ainda mostra que a batalha entre recuperação e consolidação permanece aberta.

Acompanhe o IBOVESPA HOJE

LEIA MAIS

Queda Dos Fiis Exige Análise De Vacância, Crédito E Alavancagem Antes Da Venda-Gazeta Mercantil
Fundos Imobiliários

Queda dos FIIs exige análise de vacância, crédito e alavancagem antes da venda

A queda de uma cota de fundo imobiliário (FII) não significa, por si só, que a tese de investimento deixou de funcionar. Em um mercado influenciado por juros,...

Leia MaisDetails
Fidcs Ampliam Busca Por Ratings Para Atrair Investidores Institucionais-Gazeta Mercantil
Mercados

FIDCs ampliam busca por ratings para atrair investidores institucionais

A classificação de risco passou a ocupar posição mais relevante na estratégia de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) que pretendem ampliar a captação junto a investidores...

Leia MaisDetails
Coinex Anuncia Fechamento Em Dezembro E Dá 98 Dias Para Clientes Retirarem Ativos-Gazeta Mercantil
Criptomoedas

CoinEx anuncia fechamento em dezembro e dá 98 dias para clientes retirarem ativos

A CoinEx decidiu encerrar definitivamente as operações da exchange de criptomoedas em 22 de dezembro de 2026, encerrando um ciclo iniciado em 22 de dezembro de 2017. O...

Leia MaisDetails
Fundos Imobiliários: Veja Os Fiis Mais Recomendados Para Junho - Gazeta Mercantil
Fundos Imobiliários

PSEC11 paga R$ 0,60 por cota e amplia exposição a CRIs

O Pátria Securities (PSEC11) vai distribuir R$ 0,60 por cota aos investidores em 16 de setembro, referente ao ciclo de agosto de 2026. A data-base foi 9 de...

Leia MaisDetails
Mercados - Gazeta Mercantil
Mercados

CSN (CSNA3), São Martinho (SMTO3) e mais 13 ações entram no radar do Itaú BBA

O Itaú BBA iniciou a semana com 15 ações no radar para operações de compra baseadas em análise técnica, com potenciais até o primeiro objetivo que variam de...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

02:51:26
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Queda Dos Fiis Exige Análise De Vacância, Crédito E Alavancagem Antes Da Venda-Gazeta Mercantil
Fundos Imobiliários

Queda dos FIIs exige análise de vacância, crédito e alavancagem antes da venda

Leia MaisDetails
Emendas De Comissão: Stf Suspende R$ 4,2 Bilhões E Cobra Transparência Da Câmara - Gazeta Mercantil
Política

Flávio Dino pede vista e suspende no STF análise sobre casos de Moraes e Mendonça

Leia MaisDetails
Cármen Lúcia Pede Desculpas Por Crise No Stf E Critica Exposição De Conflitos Entre Ministros-Gazeta Mercantil
Política

Cármen Lúcia pede desculpas por crise no STF e critica exposição de conflitos entre ministros

Leia MaisDetails
Moraes Diz Que Cartões Do Banco Master Oferecidos Aos Filhos Nunca Foram Usados-Gazeta Mercantil
Política

Moraes diz que cartões do Banco Master oferecidos aos filhos nunca foram usados

Leia MaisDetails
3Corações Adquire Marcas Yoki E Kitano Por R$ 800 Milhões E Fortalece Portfólio - Gazeta Mercantil
Empresas

3corações conclui compra da Yoki e Kitano por R$ 800 milhões

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Queda dos FIIs exige análise de vacância, crédito e alavancagem antes da venda

Flávio Dino pede vista e suspende no STF análise sobre casos de Moraes e Mendonça

Cármen Lúcia pede desculpas por crise no STF e critica exposição de conflitos entre ministros

Moraes diz que cartões do Banco Master oferecidos aos filhos nunca foram usados

3corações conclui compra da Yoki e Kitano por R$ 800 milhões

STF vai a 4 a 1 para unir casos de Moraes e Mendonça no caso Master

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP