quinta-feira, 4 de junho de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
GAZETA MERCANTIL
Home Tecnologia

iPhone 17 lidera vendas globais e coloca Apple no topo do mercado de smartphones

por Daniel Soto - Repórter de Tecnologia
06/05/2026 às 17h54 - Atualizado em 14/05/2026 às 22h07
em Tecnologia, Notícias
Iphone 17 Lidera Vendas Globais E Coloca Apple No Topo Do Mercado De Smartphones - Gazeta Mercantil

O iPhone 17 se tornou o smartphone mais vendido do mundo no primeiro trimestre de 2026, reforçando a liderança da Apple no mercado global de celulares e confirmando a força da marca no segmento premium. Segundo levantamento da consultoria Counterpoint Research, o modelo básico respondeu sozinho por cerca de 6% de todas as vendas globais de smartphones no período, desempenho expressivo em um setor altamente competitivo, fragmentado e pressionado por custos de produção.

A liderança do iPhone 17 ganha relevância porque não ocorreu de forma isolada. A Apple ocupou as três primeiras posições do ranking mundial, com o iPhone 17 Pro Max em segundo lugar e o iPhone 17 Pro em terceiro. O resultado mostra que a companhia conseguiu sustentar demanda forte tanto no modelo de entrada da nova geração quanto nas versões mais caras, voltadas ao público premium.

O desempenho também reforça a capacidade da Apple de converter fidelidade de marca, integração de ecossistema e distribuição global em vendas consistentes. Mesmo em um momento no qual fabricantes disputam consumidores com câmeras melhores, recursos de inteligência artificial, baterias maiores e preços agressivos, o iPhone 17 conseguiu se destacar por uma combinação de percepção de valor, atualização incremental e força comercial.

A liderança global do iPhone 17 ocorre em um mercado cada vez mais concentrado. Os 10 smartphones mais vendidos responderam por cerca de 25% das vendas globais no primeiro trimestre, o maior nível já registrado para esse período. Esse dado mostra que consumidores estão concentrando escolhas em menos modelos, favorecendo empresas com escala, cadeia produtiva eficiente, marcas reconhecidas e ampla presença em operadoras e varejistas.

Apple domina o topo do ranking global

A Apple foi a principal vencedora do ranking de smartphones mais vendidos no primeiro trimestre de 2026. A presença do iPhone 17, do iPhone 17 Pro Max e do iPhone 17 Pro nas três primeiras posições mostra a força da empresa em diferentes faixas do segmento premium.

O modelo básico liderou o ranking por reunir preço relativamente mais acessível dentro da linha Apple, desempenho robusto e acesso ao ecossistema da marca. Já as versões Pro e Pro Max atraíram consumidores dispostos a pagar mais por câmera, tela, acabamento, bateria e maior capacidade de processamento.

O resultado confirma uma estratégia consolidada da Apple: manter poucos modelos principais, com forte diferenciação de marca, alta integração entre hardware e software e ciclo de atualização previsível. Essa fórmula permite à empresa capturar consumidores que já estão dentro do ecossistema e também atrair usuários de Android em mercados de maior renda.

O iPhone 17 também se beneficiou da força das operadoras, especialmente nos Estados Unidos. Subsídios e incentivos comerciais ampliaram a adoção de modelos premium, com destaque para o Pro Max. Esse tipo de estratégia ajuda a reduzir o impacto do preço final para o consumidor e acelera a troca de aparelhos.

iPhone 17 supera desempenho inicial do iPhone 16

O sucesso do iPhone 17 também apareceu nas primeiras semanas de vendas. Nos primeiros 10 dias após o lançamento, o modelo vendeu 14% a mais que o iPhone 16 no mesmo intervalo comparável. O crescimento indicou demanda inicial mais forte do que a observada na geração anterior.

Esse dado é importante porque o início do ciclo de vendas costuma influenciar a percepção do mercado sobre a nova linha. Quando um modelo supera a geração anterior logo na largada, analistas e investidores tendem a revisar expectativas de receita, margens e participação de mercado.

Na China, o desempenho foi ainda mais relevante. As vendas do iPhone 17 cresceram 31% no período inicial, reforçando a importância do mercado chinês para a Apple. A China é um dos maiores mercados de smartphones do mundo e também um dos mais competitivos, com fabricantes locais oferecendo aparelhos de alto desempenho a preços variados.

O avanço na China mostra que a Apple ainda mantém força em um mercado onde enfrenta concorrência direta de marcas locais. Mesmo sob pressão de preço e nacionalismo tecnológico, o iPhone 17 conseguiu atrair consumidores interessados em status, desempenho, câmera, segurança e integração com outros dispositivos da marca.

Samsung lidera entre os Android com Galaxy A07 4G

Embora a Apple tenha dominado o topo do ranking, a Samsung manteve força no universo Android. O Galaxy A07 4G foi o smartphone Android mais vendido do primeiro trimestre, impulsionado principalmente por mercados emergentes como América Latina, África e Oriente Médio.

A presença da Samsung nesse segmento mostra uma divisão clara do mercado. Enquanto o iPhone 17 lidera no premium, a Samsung segue competitiva em aparelhos de entrada e intermediários, com foco em custo-benefício, distribuição ampla e variedade de modelos.

A linha Galaxy A é estratégica para a Samsung porque atende consumidores que buscam smartphones funcionais, com preço mais acessível e boa presença no varejo. Em muitos países emergentes, esses modelos são a porta de entrada para internet móvel, pagamentos digitais, redes sociais e serviços de streaming.

Essa dinâmica revela que o mercado global de smartphones opera em duas frentes. De um lado, a Apple domina o topo com o iPhone 17 e suas versões Pro. De outro, a Samsung sustenta volume em faixas de preço mais baixas, onde a escala e a capilaridade comercial são decisivas.

Xiaomi aparece no ranking com modelo acessível

A Xiaomi também marcou presença entre os smartphones mais vendidos do mundo. O Redmi A5 ficou na décima posição, consolidando a estratégia da marca de competir com preços mais baixos e forte distribuição em países em desenvolvimento.

O desempenho da Xiaomi reforça a importância dos mercados emergentes para o setor. Países como Brasil, Índia, Indonésia e regiões da África continuam sendo fundamentais para o crescimento global, especialmente em faixas de preço mais acessíveis.

Enquanto o iPhone 17 se beneficia do apelo premium, marcas como Xiaomi disputam consumidores que priorizam preço, bateria, tela grande e funcionalidades básicas. Esse público representa uma parcela expressiva das vendas globais, principalmente em economias onde o poder de compra é mais limitado.

A presença do Redmi A5 no ranking mostra que ainda há espaço para modelos de baixo custo em meio à concentração crescente do mercado. No entanto, a distância entre o topo premium da Apple e os aparelhos mais acessíveis reforça a segmentação cada vez mais clara da indústria.

Concentração dos modelos mais vendidos atinge recorde

Um dos dados mais relevantes do levantamento é que os 10 smartphones mais vendidos responderam por cerca de 25% das vendas globais no primeiro trimestre. Esse é o maior nível de concentração já registrado para o período.

A liderança do iPhone 17 deve ser entendida dentro desse fenômeno. O consumidor global parece cada vez mais inclinado a escolher modelos conhecidos, de marcas consolidadas e com reputação estabelecida. Esse comportamento favorece empresas com alto investimento em marketing, distribuição e ecossistemas integrados.

A concentração também pode ser explicada pela menor inovação disruptiva no setor. Como as diferenças entre gerações de smartphones se tornaram mais incrementais, consumidores tendem a optar por marcas em que já confiam. Nesse contexto, o iPhone 17 se beneficia da força histórica da Apple.

Outro fator é o aumento dos custos de produção, especialmente em aparelhos Android. Componentes mais caros, escassez de memória e pressão sobre margens dificultam a entrada de novos competidores em larga escala. Empresas com maior poder de compra e controle da cadeia produtiva saem em vantagem.

Apple cresce mesmo sem salto em inteligência artificial

Um dos pontos que mais chamam atenção no desempenho do iPhone 17 é que a liderança ocorreu mesmo sem grandes avanços em inteligência artificial. Enquanto concorrentes destacam recursos de IA como diferencial de venda, a Apple conseguiu impulsionar resultados com uma proposta mais centrada em experiência, marca e integração.

Esse dado mostra que, para parte relevante dos consumidores, a decisão de compra ainda não depende exclusivamente de novidades tecnológicas disruptivas. Design, desempenho confiável, câmera, sistema operacional, segurança, revenda e compatibilidade com outros dispositivos continuam pesando fortemente.

A Apple tem sido cobrada por investidores e analistas sobre sua estratégia em inteligência artificial. Mesmo assim, o iPhone 17 mostrou que a empresa mantém capacidade comercial significativa. A ausência de grandes novidades em IA não impediu crescimento de vendas nem liderança global.

Isso não significa que a inteligência artificial será irrelevante para o futuro do iPhone. Pelo contrário, a tendência é que recursos de IA sejam cada vez mais integrados aos sistemas operacionais, câmeras, assistentes digitais e aplicativos. Mas o resultado do primeiro trimestre indica que a Apple ainda não depende apenas desse vetor para vender.

Receita com iPhones chega a US$ 85,27 bilhões

O sucesso do iPhone 17 teve reflexo direto nos resultados financeiros da Apple. No primeiro trimestre de 2026, a empresa registrou receita com iPhones de US$ 85,27 bilhões, dentro de uma receita total de US$ 143,76 bilhões. O lucro líquido foi de US$ 42,1 bilhões.

Os números mostram o peso do iPhone na estrutura de receitas da Apple. Embora a companhia também tenha negócios relevantes em serviços, computadores, tablets, relógios inteligentes e acessórios, o smartphone continua sendo o principal motor financeiro do grupo.

A liderança do iPhone 17 no ranking global contribui para sustentar margens elevadas. O segmento premium permite à Apple vender aparelhos com preços superiores aos de grande parte dos concorrentes, preservando rentabilidade mesmo em um setor de forte competição.

Para o mercado financeiro, o desempenho reforça a tese de que a Apple continua capaz de gerar caixa em escala global. A força do iPhone mantém a empresa em posição privilegiada, mesmo em um ambiente de menor crescimento do setor de smartphones.

Ecossistema Apple sustenta fidelidade do consumidor

A liderança do iPhone 17 não pode ser explicada apenas pelo aparelho em si. O ecossistema da Apple é um dos principais fatores por trás da fidelidade dos consumidores. Usuários que possuem Mac, iPad, Apple Watch, AirPods e serviços da marca tendem a permanecer no iPhone por causa da integração entre dispositivos.

Essa integração reduz a disposição do consumidor a trocar de sistema. Fotos, mensagens, arquivos, aplicativos, pagamentos, relógio inteligente, fones e computador funcionam de forma coordenada dentro do ecossistema. A experiência integrada cria barreiras de saída.

O iPhone 17 se beneficia desse ambiente porque representa continuidade para milhões de usuários que já estão na base Apple. Para esse público, a troca para um novo iPhone é menos uma decisão isolada e mais uma atualização natural dentro de um sistema já adotado.

Esse modelo de fidelização é uma vantagem competitiva difícil de replicar. Fabricantes Android têm ecossistemas próprios, mas a fragmentação entre marcas, versões de sistema e serviços dificulta uma integração tão consistente quanto a da Apple.

Valor de marca segue como diferencial competitivo

O valor de marca da Apple continua sendo um dos pilares do sucesso do iPhone 17. A empresa mantém posicionamento associado a qualidade, status, segurança, design e confiabilidade. Esses atributos justificam preços mais altos e sustentam demanda em diferentes regiões.

No mercado premium, marca tem peso decisivo. Consumidores não compram apenas especificações técnicas; compram percepção de qualidade, experiência e identidade. O iPhone é visto por muitos usuários como produto aspiracional, o que fortalece a capacidade da Apple de manter margens.

O iPhone 17 mostra que esse posicionamento continua funcionando. Mesmo com concorrentes oferecendo telas avançadas, câmeras potentes e recursos de IA, a Apple preservou liderança global no trimestre.

A estratégia de lançar modelos com melhorias incrementais também se mostra eficaz. Em vez de depender de revoluções anuais, a empresa mantém um ciclo previsível de atualização, no qual pequenos avanços acumulados sustentam a atratividade do produto.

Brasil sente impacto global, mas preço limita acesso

No Brasil, o sucesso global do iPhone 17 influencia a percepção do consumidor, mas o preço continua sendo uma barreira importante. O iPhone permanece entre os smartphones mais caros do País, o que limita seu acesso a uma parcela menor da população.

A carga tributária, o câmbio, os custos de distribuição e o posicionamento premium fazem com que os modelos da Apple tenham preços elevados no mercado brasileiro. Por isso, Android continua dominante em volume, especialmente com marcas como Samsung, Xiaomi e Motorola.

Ainda assim, cresce o interesse por smartphones de alto desempenho. O uso intensivo de redes sociais, produção de conteúdo, trabalho remoto, aplicativos financeiros, vídeos curtos e jogos móveis aumenta a demanda por aparelhos com boa câmera, desempenho e armazenamento.

Nesse contexto, o iPhone 17 tende a atrair consumidores brasileiros de renda mais alta, profissionais de conteúdo, usuários fiéis à Apple e compradores interessados em maior valor de revenda. Mesmo com preço elevado, a marca mantém forte apelo no País.

Premium avança em meio a mercado mais racional

O desempenho do iPhone 17 reforça uma tendência de valorização dos smartphones premium. Embora o volume global ainda dependa muito de aparelhos de entrada e intermediários, o topo do mercado concentra receita e margem.

Consumidores estão trocando smartphones com menos frequência do que no passado, mas quando fazem a troca, muitos buscam aparelhos mais duráveis, com melhor câmera, bateria, desempenho e suporte de atualizações. Isso favorece modelos premium.

A Apple se beneficia diretamente dessa tendência. O iPhone 17 e suas versões Pro oferecem ao consumidor a percepção de produto mais longevo, com atualizações consistentes e maior valor de revenda. Esse argumento ganha força em um cenário no qual smartphones se tornaram ferramentas essenciais para trabalho, comunicação e produção de conteúdo.

Ao mesmo tempo, fabricantes Android precisam equilibrar inovação, preço e margens. A pressão de custos dificulta competir no premium contra a Apple e, ao mesmo tempo, manter rentabilidade em modelos acessíveis.

Mercado de smartphones entra em nova fase em 2026

O sucesso do iPhone 17 indica que o mercado de smartphones entrou em uma fase menos dependente de grandes revoluções tecnológicas e mais baseada em estratégia comercial, fidelização, distribuição e ecossistema. A inovação continua importante, mas deixou de ser o único fator decisivo.

Apple e Samsung devem seguir dominando o mercado global em 2026. A Apple lidera no premium, enquanto a Samsung mantém força em aparelhos Android de entrada e intermediários. Xiaomi e outras marcas chinesas disputam espaço com preços agressivos e distribuição em países emergentes.

A concentração das vendas entre poucos modelos deve continuar. Empresas com escala e marcas fortes tendem a ganhar participação, enquanto fabricantes menores enfrentam dificuldade para competir em custo, marketing e acesso a componentes.

Para o consumidor, isso significa menos surpresas tecnológicas e mais competição entre experiência, preço, desempenho e integração. O iPhone 17 lidera esse novo momento ao mostrar que uma marca forte, mesmo sem ruptura em IA, ainda consegue dominar o ranking global de vendas.

Liderança do iPhone 17 reforça disputa entre escala, marca e preço

A liderança do iPhone 17 no primeiro trimestre de 2026 confirma que o mercado global de smartphones está mais concentrado e mais competitivo. A Apple ocupou as três primeiras posições do ranking, sustentada por marca, ecossistema, distribuição e forte apelo no segmento premium.

Ao mesmo tempo, Samsung e Xiaomi mostram que a disputa em aparelhos acessíveis continua relevante, especialmente em mercados emergentes. O Galaxy A07 4G e o Redmi A5 reforçam a importância de preço e capilaridade para consumidores que buscam custo-benefício.

O setor entra em 2026 com uma divisão clara: a Apple domina o topo de valor; a Samsung lidera entre Android em volume; e marcas chinesas seguem pressionando faixas de entrada. Nesse cenário, o iPhone 17 se torna o símbolo da força premium em um mercado que cresce menos, concentra mais e exige maior eficiência das fabricantes.

A principal mensagem do ranking é que o consumidor global está escolhendo menos modelos e mais marcas consolidadas. Para a Apple, o resultado reforça sua capacidade de transformar fidelidade e percepção de valor em liderança de vendas. Para o mercado, mostra que o iPhone 17 não apenas vendeu mais: ele consolidou a estratégia da Apple em um setor onde escala, marca e ecossistema continuam sendo decisivos.

Tags: AppleApple 2026celularesCounterpoint ResearchGalaxy A07 4Giphone 17iPhone 17 ProiPhone 17 Pro MaxiPhone no Brasilmercado de smartphonesRedmi A5Samsungsmartphone mais vendidosmartphones mais vendidostecnologiavendas globais de smartphonesXiaomi

LEIA MAIS

Beneficiários Do Inss Recebem Alerta Pelo Whatsapp Para Atualizar Prova De Vida
Tecnologia

WhatsApp ganha assinatura paga da Meta em nova ofensiva com Instagram, Facebook e IA

A Meta (META) lançou globalmente na última quarta-feira (27) novos planos de assinatura para consumidores no WhatsApp, Instagram e Facebook, em uma ofensiva para ampliar receitas recorrentes além...

Leia Maisdetalhes
Figurinhas Da Copa Movimentam Quase 12 Milhões De Pontos Na Livelo Levantamento Mostra Que Produto Foi O Mais Resgatado No Shopping Livelo Em Maio E Ajudou A Atrair Novos Consumidores Para A Plataforma As Figurinhas Da Copa Movimentaram 11,9 Milhões De Pontos Na Livelo Entre 1º E 26 De Maio, Em Um Sinal De Que A Proximidade Do Principal Torneio De Futebol Do Mundo Já Começa A Influenciar O Comportamento De Consumo Dos Brasileiros. Segundo A Empresa, Quase 400 Mil Unidades Foram Resgatadas No Período, Distribuídas Em 2.508 Pedidos Feitos Por 2.247 Clientes, Tornando O Item O Produto Mais Resgatado No Shopping Livelo Durante O Mês. O Levantamento Também Mostra Que O Interesse Pelas Figurinhas Da Copa Ajudou A Atrair Novos Usuários Para A Plataforma. Metade Dos Consumidores Que Resgataram O Produto Realizou Sua Primeira Compra Na Livelo Justamente Por Meio Das Figurinhas, Indicando O Poder De Grandes Eventos Esportivos Para Gerar Engajamento, Experimentação E Recorrência Em Programas De Fidelidade. A Movimentação Ocorre Em Um Momento Em Que Empresas De Benefícios, Varejo E Serviços Financeiros Buscam Ampliar O Uso Dos Pontos Para Além De Passagens Aéreas E Hospedagens. O Avanço De Produtos Ligados A Entretenimento, Consumo Cotidiano E Experiências Reforça Uma Mudança No Comportamento Dos Participantes Desses Programas. Figurinhas Lideram Resgates No Shopping Livelo De Acordo Com A Livelo, As Figurinhas Relacionadas À Copa Foram O Item Mais Resgatado No Shopping Livelo Em Maio. O Volume De 11,9 Milhões De Pontos Movimentados Em Menos De Um Mês Mostra A Força Do Produto Entre Consumidores Que Acompanham O Torneio E Colecionadores. O Número De Unidades Resgatadas, Próximo De 400 Mil, Também Revela O Alcance Da Categoria Dentro Do Ecossistema Da Companhia. Foram 2.508 Pedidos Realizados Por 2.247 Clientes, O Que Indica Uma Base Pulverizada De Consumidores, Com Forte Apelo Emocional E Recorrência Potencial. O Comportamento É Típico De Produtos Ligados A Grandes Eventos Esportivos. Figurinhas, Álbuns E Itens Colecionáveis Costumam Gerar Compra Por Impulso, Troca Entre Consumidores E Engajamento Em Grupos Familiares, Escolares E Digitais. Para Programas De Fidelidade, Esse Tipo De Produto Tem Valor Estratégico. Ele Amplia A Percepção De Utilidade Dos Pontos, Aproxima A Plataforma Do Cotidiano Do Consumidor E Cria Novos Momentos De Uso Fora Das Categorias Tradicionais. Copa Atrai Novos Usuários Para A Plataforma Um Dos Dados Mais Relevantes Do Levantamento É Que 50% Dos Consumidores Que Adquiriram Figurinhas Fizeram Sua Primeira Compra Na Livelo Por Meio Desse Produto. O Dado Indica Que A Copa Funciona Como Porta De Entrada Para Novos Usuários No Programa De Fidelidade. Esse Movimento É Importante Porque Programas De Pontos Dependem De Frequência E Engajamento. Quanto Mais O Consumidor Percebe Utilidade Prática No Saldo Acumulado, Maior Tende A Ser A Chance De Voltar A Usar A Plataforma Para Novos Resgates. A Empresa Também Registrou Forte Crescimento Nas Buscas Internas Relacionadas Ao Campeonato. Em Maio, As Pesquisas Associadas À Copa Avançaram Mais De 1.540% Em Comparação Com Abril. O Aumento Mostra Que O Consumidor Não Está Apenas Resgatando Figurinhas, Mas Também Pesquisando Produtos, Categorias E Oportunidades Ligadas Ao Evento. Essa Dinâmica Pode Beneficiar Outras Áreas Do Marketplace Da Livelo, Como Eletrônicos, Itens De Decoração, Bebidas, Alimentos E Experiências. Programas De Fidelidade Ganham Espaço No Consumo Cotidiano O Avanço Das Figurinhas Da Copa Dentro Da Livelo Reforça Uma Tendência Mais Ampla: O Uso De Pontos Em Situações Do Dia A Dia. Antes Associados Principalmente A Viagens, Programas De Fidelidade Passaram A Ampliar A Oferta De Produtos E Serviços Para Disputar Uma Fatia Maior Do Consumo Recorrente. Segundo Marcelino Cruz, Diretor Executivo De Negócios E Growth Da Livelo, O Movimento Evidencia Uma Mudança No Comportamento Do Consumidor, Que Passa A Usar Pontos De Forma Mais Estratégica Em Momentos Ligados A Entretenimento, Experiências E Interesses Cotidianos. Esse Reposicionamento É Relevante Para O Setor. Ao Permitir Resgates Em Categorias Mais Acessíveis E Frequentes, As Plataformas Reduzem A Distância Entre Acúmulo E Uso Dos Pontos. Isso Tende A Aumentar A Percepção De Valor Do Programa E A Retenção Dos Participantes. No Caso Da Copa, O Apelo Emocional Do Evento Funciona Como Acelerador. Produtos Ligados Ao Torneio Estimulam Buscas, Resgates E Compras Em Uma Janela Concentrada, Criando Oportunidade Para Empresas Testarem Novas Ofertas E Campanhas. Busca Por Smart Tvs Cresce Mais De 3.500% A Preparação Dos Consumidores Para Acompanhar Os Jogos Também Impulsionou A Procura Por Televisores. Segundo A Livelo, Entre Janeiro E Abril, As Buscas Pelo Termo “Smart Tv” Cresceram Mais De 3.500% Na Plataforma, Ultrapassando 235 Mil Pesquisas. O Dado Mostra Que A Copa Influencia Não Apenas A Compra De Itens Colecionáveis, Mas Também Categorias De Maior Valor Agregado. Televisores Costumam Ganhar Relevância Antes De Grandes Eventos Esportivos, Especialmente Quando Há Expectativa De Reuniões Familiares, Encontros Entre Amigos E Maior Consumo De Transmissões Ao Vivo. A Preferência Dos Consumidores Tem Se Concentrado Em Modelos De Telas Maiores, Principalmente Televisores De 75, 85 E Até 98 Polegadas. A Busca Por Aparelhos De Grande Porte Indica Uma Tentativa De Reproduzir Em Casa Uma Experiência Mais Próxima De Cinema Ou Arena Esportiva. No Ranking De Vendas Da Categoria, A Samsung Aparece Na Liderança, Com 35,5% De Participação. Em Seguida Vêm Tcl, Com 32%, E Lg, Com 17%. Eventos Esportivos Transformam Intenção Em Consumo Grandes Eventos Esportivos Têm Forte Impacto Sobre O Varejo E Sobre Plataformas De Fidelidade. A Copa Funciona Como Catalisador De Consumo Porque Combina Planejamento, Emoção, Entretenimento E Senso De Urgência. No Caso Das Figurinhas, O Consumo É Movido Por Coleção, Pertencimento E Troca Social. No Caso Das Televisões, A Motivação Está Ligada À Experiência De Assistir Aos Jogos Com Mais Qualidade. Em Ambos Os Casos, O Torneio Transforma Intenção Em Compra Ou Resgate. Para A Livelo, O Levantamento Mostra Que O Campeonato Pode Ampliar Tanto O Engajamento De Usuários Antigos Quanto A Entrada De Novos Consumidores. O Fato De Metade Dos Compradores De Figurinhas Ter Feito A Primeira Compra Na Plataforma Reforça O Potencial De Aquisição De Clientes. A Tendência Também Sinaliza Oportunidade Para Marcas E Varejistas. Produtos Relacionados A Futebol, Eletrônicos, Decoração, Alimentação E Entretenimento Tendem A Ganhar Relevância Conforme O Torneio Se Aproxima. Copa Amplia Disputa Por Atenção No Varejo A Movimentação Registrada Pela Livelo Antecipa Um Ciclo De Maior Competição Entre Plataformas De Fidelidade, Marketplaces E Varejistas. Com A Proximidade Da Copa, Empresas Tendem A Intensificar Campanhas Voltadas A Produtos Temáticos, Eletrônicos E Experiências De Consumo. O Comportamento Observado Em Maio Indica Que O Consumidor Brasileiro Já Começou A Se Preparar Para O Evento. As Figurinhas Lideraram Os Resgates, As Buscas Por Termos Relacionados Ao Campeonato Dispararam E A Procura Por Smart Tvs Ganhou Força. Para O Mercado, O Dado Mais Relevante É A Capacidade Do Evento De Ativar Diferentes Categorias Ao Mesmo Tempo. A Copa Movimenta Produtos De Baixo Tíquete, Como Figurinhas, E Itens De Maior Valor, Como Televisores De Tela Grande. A Combinação Entre Engajamento Emocional E Uso Estratégico De Pontos Tende A Manter O Tema No Radar Das Empresas Nos Próximos Meses. A Livelo Capturou Esse Movimento Em Maio, Mas A Disputa Por Consumo Ligado Ao Torneio Deve Se Intensificar Conforme A Competição Se Aproxima. - O Único Site Oficial Da Gazeta Mercantil É Gazetamercantil.com
Negócios

Figurinhas da Copa movimentam quase 12 milhões de pontos na Livelo

As figurinhas da Copa movimentaram 11,9 milhões de pontos na Livelo entre 1º e 26 de maio, em um sinal de que a proximidade do principal torneio de...

Leia Maisdetalhes
Dell (Dell) Dispara 28% Após Receita Recorde E Explosão Da Demanda Por Ia-Gazeta Mercantil
Mercados

Dell (DELL) dispara 28% após receita recorde e explosão da demanda por IA

As ações da Dell Technologies (DELL) dispararam mais de 28% nesta sexta-feira em Wall Street após a companhia divulgar resultados trimestrais muito acima das expectativas do mercado e...

Leia Maisdetalhes
Wall Street - Gazeta Mercantil
Mercados

Nasdaq supera 27 mil pontos e Wall Street bate recordes após trégua entre EUA e Irã

As bolsas de Nova York encerraram esta sexta-feira em níveis recordes após investidores reagirem positivamente às sinalizações de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã sobre a...

Leia Maisdetalhes
Spacex Avança Com Starship E Fortalece Ipo Bilionário De Elon Musk-Gazeta Mercantil
Empresas

SpaceX avança com Starship e fortalece IPO bilionário de Elon Musk

A SpaceX deu um passo relevante em sua corrida para realizar um dos maiores IPOs da história do mercado global após concluir, na última sexta-feira, mais um voo...

Leia Maisdetalhes

Veja Também

Ifood - Gazeta Mercantil
Empresas

iFood: vazamento atinge 1,2 milhão; veja o que foi exposto e como evitar golpes

Leia Maisdetalhes
Aecio Neves E Joaquim Barbosa - Gazeta Mercantil
Política

Aécio Neves e Joaquim Barbosa: chapa para 2026 cria terceira via forte e desafia PT e PL

Leia Maisdetalhes
Engie, Egie3 - Gazeta Mercantil
Empresas

Engie (EGIE3) aprova incorporação da subsidiária Companhia Energética do Jari para ganhos de eficiência

Leia Maisdetalhes
Preemietest Chega Ao Sus Para Identificar Prematuridade Em Recém-Nascidos - Gazeta Mercantil
Saúde

PreemieTest: tecnologia validada pela UFMS chega ao SUS para identificar prematuridade em recém-nascidos

Leia Maisdetalhes
Supremo Tribunal Federal - Stf - Gazeta Mercantil
Política

Entidades contestam no STF revogação de norma do Conanda sobre atendimento a crianças vítimas de estupro

Leia Maisdetalhes

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

iFood: vazamento atinge 1,2 milhão; veja o que foi exposto e como evitar golpes

Aécio Neves e Joaquim Barbosa: chapa para 2026 cria terceira via forte e desafia PT e PL

Engie (EGIE3) aprova incorporação da subsidiária Companhia Energética do Jari para ganhos de eficiência

PreemieTest: tecnologia validada pela UFMS chega ao SUS para identificar prematuridade em recém-nascidos

Entidades contestam no STF revogação de norma do Conanda sobre atendimento a crianças vítimas de estupro

Pringles Nacho estreia no Brasil e acirra disputa no mercado de snacks

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com

Sem resultados
Todos os resultados
  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com