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Home Economia

Reajuste tarifário da Aneel aumenta contas de luz em SC, SP e PI

por Redação
26/11/2025
em Economia, Destaque, News
Reajuste Tarifário Da Aneel Aumenta Contas De Luz Em Sc, Sp E Pi - Gazeta Mercantil

Reajuste tarifário da Aneel: contas de luz sobem até 34% e consumidores já sentem impacto em SC, SP e PI

O novo reajuste tarifário da Aneel entra em vigor no fim de novembro e muda a rotina de milhões de consumidores em Santa Catarina, São Paulo e Piauí. A decisão da agência reguladora autoriza aumentos intensos nas tarifas de seis permissionárias, com percentuais que superam dois dígitos e chegam a 34,30% em uma das distribuidoras catarinenses. É mais um capítulo da pressão crescente sobre os custos de energia no país, que tem impacto direto no orçamento das famílias, no planejamento financeiro de pequenos negócios e na competitividade de indústrias que dependem fortemente do insumo elétrico.

O cenário já vinha carregado de expectativas negativas. A combinação de encargos setoriais elevados, custos de compra e transporte de energia e reajustes acumulados ao longo do ano deixou claro que o reajuste tarifário da Aneel seria significativo. Para consumidores residenciais, especialmente os de baixa tensão, a conta de luz se torna ainda mais sensível, num ano marcado por inflação persistente em serviços e alta do custo de vida.

O impacto começa nos estados do Sul e Sudeste, mas ganha força no Nordeste. No Piauí, mais de 1,5 milhão de unidades consumidoras serão atingidas por um aumento médio de 13,57%. Em Santa Catarina, uma permissionária registrará alta de 34,30%, um dos maiores percentuais do país neste ciclo. Em São Paulo, os consumidores também enfrentarão aumentos relevantes, acompanhando a tendência nacional de repasse dos custos energéticos.

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O reajuste tarifário da Aneel não é apenas um dado técnico. Ele reorganiza prioridades familiares, altera projeções empresariais e pressiona cadeias produtivas inteiras. A energia elétrica segue como um dos itens mais sensíveis da economia, dado seu peso no IPCA, seu impacto imediato no consumo e sua influência direta sobre decisões de investimento, produção e expansão industrial.

A seguir, você entenderá — em detalhes, com linguagem objetiva e clara — o que muda, quem paga mais, por que a conta vai subir e como cada estado será afetado.


O que está por trás do reajuste tarifário da Aneel

O aumento aprovado pela Aneel envolve uma série de custos que crescem ano após ano. A tarifa de energia inclui diversas camadas: compra de energia, transmissão, distribuição, perdas técnicas, encargos setoriais e tributos. Quando qualquer um desses elementos sobe, o repasse se torna inevitável.

O reajuste tarifário da Aneel deste ano reflete, principalmente:

  • custos de geração e compra de energia acima da média;

  • encargos setoriais elevados, responsáveis por financiar subsídios, programas sociais e políticas públicas;

  • componentes financeiros represados, acumulados de ciclos anteriores;

  • investimentos de modernização das redes de distribuição.

Somado a isso, o país enfrentou oscilações hidrológicas, custos maiores na expansão das redes e necessidade de reforços estruturais para atender áreas urbanas e rurais. O resultado aparece agora na fatura, que sobe para praticamente todas as classes de consumo.


Santa Catarina tem o maior aumento do país

Entre as permissionárias avaliadas, a Ceral Anitápolis apresenta o maior aumento: 34,30%. O salto é resultado de custos acumulados e da necessidade de recompor o equilíbrio econômico-financeiro da operação. Na prática, o consumidor da região catarinense verá uma das contas de luz mais pesadas do Brasil a partir de 30 de novembro.

Outras permissionárias de Santa Catarina também terão aumentos expressivos. A Cerim sobe 15,55%, enquanto a CERMC terá alta de 15,71%. Esse conjunto pressiona comunidades rurais e pequenas cidades que dependem fortemente da energia elétrica para atividades agrícolas, refrigeração de produtos, irrigação e serviços essenciais.

O reajuste tarifário da Aneel em Santa Catarina mostra como regiões de menor densidade populacional sofrem impactos maiores, já que os custos da rede são distribuídos entre menos consumidores.


São Paulo também enfrenta aumento relevante

No estado mais populoso do país, o reajuste tarifário da Aneel afeta permissionárias de municípios com forte atividade comercial e industrial. A Cedrap terá aumento médio de 10,62%, enquanto a Cetril sobe 16,37%. As altas impactam desde residências até pequenos comércios que já lidam com alta de custos em outras áreas.

A realidade paulista reforça a tendência nacional: as permissionárias menores, muitas vezes presentes em áreas rurais ou regiões específicas, acabam aplicando reajustes mais intensos para suprir custos estruturais elevados.

Apesar disso, mesmo percentuais menores representam grande peso em famílias com orçamento comprometido e em microempresas que enfrentam margens apertadas.


No Piauí, 1,57 milhão de clientes terão aumento de 13,57%

A Equatorial Piauí, responsável por abastecer praticamente todo o estado, aplicará aumento médio de 13,57% a partir de 2 de dezembro. O impacto varia conforme o grupo de consumo.

Na alta tensão (indústrias e grandes empresas), o aumento chega a 13,42%. Já nas unidades de baixa tensão, que incluem consumidores residenciais, pequenos comerciantes e áreas rurais, o efeito será de 13,61%, levemente maior.

O reajuste tarifário da Aneel no Piauí reflete um estado que ainda precisa ampliar sua infraestrutura de distribuição, modernizar redes, reduzir perdas e se adaptar ao crescimento do consumo urbano. A tarifa acaba incorporando parte desses investimentos, que são essenciais para estabilizar o fornecimento e evitar quedas constantes de energia.


Como o reajuste tarifário da Aneel pesa no bolso de quem ganha menos

A energia elétrica é componente central do orçamento familiar. O gasto aumenta em momentos de calor extremo, em períodos de maior consumo de eletrodomésticos, nas festas de fim de ano e no uso diário de equipamentos eletrônicos.

O aumento das tarifas pressiona diretamente famílias de baixa renda. Nos estados afetados, a conta de luz ocupará uma fatia ainda maior da renda mensal, o que pode forçar redução de gastos em outras áreas básicas. Em regiões rurais, onde o uso de bombas hidráulicas, equipamentos de irrigação e refrigeração é intenso, o impacto é ainda maior.

O reajuste tarifário da Aneel entra em vigor num momento de inflação elevada em serviços, aumento de despesas essenciais e redução do poder de compra. Com isso, o consumidor tende a buscar medidas de economia, como desligar mais aparelhos, evitar uso simultâneo e revisar hábitos de consumo energético.


Indústrias e comércios também sofrem com aumento do custo de energia

A indústria brasileira é fortemente sensível ao preço da energia. Setores eletrointensivos, como metalurgia, mineração, alimentos, bebidas e papel e celulose, recalculam margens de lucro e renegociam contratos para lidar com o aumento.

Em pequenos comércios, o impacto do reajuste tarifário da Aneel pode comprometer o fluxo de caixa. Padarias, restaurantes, mercados e lojas que dependem de equipamentos elétricos para refrigeração e climatização enfrentam crescimento dos custos operacionais.

A energia é um dos principais componentes de custo do varejo brasileiro. Quando ela sobe, toda a cadeia sente.


Por que a conta de luz aumenta com tanta frequência

A estrutura tarifária brasileira é complexa e envolve dezenas de componentes. Encargos setoriais representam percentual significativo da tarifa. Programas como subsídios às fontes renováveis, descontos para irrigação, incentivos à tarifa social e políticas de universalização influenciam diretamente o preço final.

O reajuste tarifário da Aneel leva em consideração:

  • encargos setoriais

  • geração e compra de energia

  • transporte e transmissão

  • despesas operacionais

  • perdas técnicas e não técnicas

  • componentes financeiros acumulados

Além disso, eventos como estiagens, oscilações no mercado de curto prazo, expansão do consumo e aumento da demanda por climatização alteram o equilíbrio do sistema.

Tudo isso acaba refletido na tarifa final.


Quando os reajustes entram em vigor

As datas variam conforme o estado e a permissionária.

Em Santa Catarina e São Paulo, os aumentos valem a partir de 30 de novembro.

No Piauí, o reajuste tarifário da Aneel começa em 2 de dezembro.

Isso significa que, já na próxima fatura, consumidores verão o impacto imediato.


O que esperar dos próximos meses

O debate sobre tarifas deve se intensificar. Especialistas afirmam que os encargos setoriais precisam ser revisados e que o modelo tarifário brasileiro exige modernização para equilibrar custos e evitar aumentos repetidos.

O reajuste tarifário da Aneel funciona como indicador de que o sistema elétrico brasileiro precisa de ajustes estruturais para reduzir custos, aumentar eficiência e melhorar previsibilidade tarifária.

Até lá, consumidores precisam estar atentos ao consumo, revisar hábitos e se preparar para contas mais altas.

Tags: Aneel 2025aumento da conta de luzenergia elétrica Brasilreajuste tarifário da Aneeltarifas SC SP PI

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