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SNEL11 alcança 70 mil cotistas e fortalece liderança em FIIs de energia renovável

por Antônio Lima - Repórter de Economia
09/02/2026 às 17h16 - Atualizado em 15/05/2026 às 17h06
em Fundos Imobiliários, Destaque, Economia, Negócios, Notícias
Fiis Fundo Imobiliário - Gazeta Mercantil

SNEL11 alcança 70 mil cotistas e consolida posição entre os maiores FIIs de energia renovável

O fundo imobiliário SNEL11 atingiu um marco expressivo no mercado brasileiro ao registrar 70 mil cotistas, apenas duas semanas após superar a marca de 65 mil. Este crescimento rápido coincide com a conclusão da quarta emissão de cotas do fundo, que captou mais de R$ 620 milhões mesmo em um cenário desafiador de juros elevados e menor apetite ao risco. O desempenho reforça a atratividade do SNEL11 e evidencia a demanda crescente por FIIs focados em ativos de energia renovável, um nicho que ganha relevância dentro do mercado de renda variável e fundos imobiliários.

O salto na base de investidores e a captação robusta fortalecem o valor de mercado do fundo, que agora gira em torno de R$ 950 milhões. Este posicionamento coloca o SNEL11 entre os maiores FIIs do Brasil dedicados integralmente a ativos de geração distribuída de energia, consolidando sua tese de diversificação setorial e ampliando alternativas de renda isenta para investidores pessoas físicas.


Crescimento acelerado da base de cotistas

O avanço do SNEL11 acompanha o crescimento consistente do seu portfólio. Desde sua criação, o fundo viu sua base de cotistas evoluir de aproximadamente 3 mil para 70 mil, demonstrando confiança crescente no veículo e no modelo de negócios focado em energia renovável. Este movimento evidencia que há espaço para instrumentos que combinam previsibilidade de fluxo de caixa com lastro em infraestrutura energética distribuída, fugindo dos segmentos tradicionais de lajes corporativas, galpões logísticos ou crédito imobiliário.

Segundo Victor Duarte, CIO da Suno Asset, gestora responsável pelo fundo, o crescimento do SNEL11 reflete uma abordagem inovadora dentro do universo dos FIIs, criando um instrumento de investimento que alia segurança, diversificação e retorno atrativo. “O SNEL11 amplia o leque de escolhas de forma saudável, ocupando um espaço antes pouco explorado nos fundos imobiliários”, afirmou o executivo.


Impacto da quarta emissão: R$ 620 milhões captados

A quarta emissão de cotas do SNEL11 foi determinante para atingir os 70 mil cotistas. Mesmo com cenário de juros elevados, o fundo conseguiu captar mais de R$ 620 milhões, consolidando sua posição como um dos FIIs mais relevantes do segmento de energia renovável. Com esta captação, o patrimônio sob administração da Suno Asset aproxima-se de R$ 3,3 bilhões, sendo o SNEL11 um dos principais vetores de crescimento da gestora.

A operação reforça a confiança do mercado no fundo, demonstrando que investidores valorizam instrumentos estruturados em geração distribuída (GD) de energia, com contratos de longo prazo e fluxo de receita previsível. Além disso, a captação robusta aumenta o poder de negociação do fundo, permitindo acesso a ativos maiores e parcerias diretas com grupos relevantes do setor energético.


SNEL11: escala de capital e oportunidades comerciais

O aumento do capital captado pelo SNEL11 abre novas oportunidades de negócios. De acordo com Victor Duarte, o ganho de escala permite ao fundo disputar ativos de maior porte e participar de negociações que anteriormente estavam fora de alcance. “Com cerca de R$ 1 bilhão, conseguimos sentar em mesas que antes não sentávamos”, destacou o CIO da Suno Asset.

Essa mudança reposiciona o SNEL11 dentro do ecossistema de geração distribuída, reforçando sua capacidade de criar valor para os cotistas por meio da aquisição estratégica de ativos com potencial de retorno acima da média de mercado. Parte do portfólio em pipeline está sendo adquirida abaixo do preço de tela, o que favorece a mitigação da diluição de cotas e reforça a disciplina alocativa do fundo.


Estratégia de investimento e perfil de ativos

O SNEL11 concentra seus investimentos em desenvolvimento, aquisição e acompanhamento de usinas de geração distribuída de energia. A maior parte dos contratos é do tipo take or pay ou de energia compensada, oferecendo previsibilidade de receitas e redução do risco para os investidores.

O foco em energia renovável permite que o fundo explore nichos alternativos dentro do universo de FIIs, incluindo contratos corporativos de longo prazo e ativos que geram fluxo constante, mesmo em cenários de volatilidade econômica. A diversificação em energia limpa também atende à crescente demanda por investimentos sustentáveis, alinhando o SNEL11 às tendências ESG e às políticas de incentivo à geração distribuída de energia.


Atratividade do SNEL11 para investidores pessoa física

A expansão da base de cotistas do SNEL11 evidencia o interesse de investidores pessoa física por instrumentos financeiros que combinem previsibilidade de fluxo de caixa e diversificação setorial. Ao fugir de segmentos tradicionais, o fundo oferece uma alternativa de renda isenta de imposto, com potencial de valorização e proteção contra a volatilidade dos mercados financeiros.

O crescimento rápido do SNEL11 indica que a percepção de valor está atrelada não apenas ao retorno financeiro, mas também à solidez do portfólio e à expertise da gestora. Investidores estão cada vez mais atentos à qualidade dos ativos, à estratégia de aquisição e à governança do fundo, fatores que têm sustentado a confiança na trajetória do SNEL11.


Tendências para FIIs de energia renovável

O sucesso do SNEL11 reflete uma tendência mais ampla no mercado de fundos imobiliários: a busca por diversificação setorial e alternativas de investimento fora do eixo tradicional. FIIs voltados para energia renovável, infraestrutura e geração distribuída vêm ganhando destaque por oferecerem contratos de longo prazo, previsibilidade de receitas e alinhamento com práticas ESG.

Especialistas apontam que fundos como o SNEL11 têm potencial para atrair ainda mais cotistas, principalmente em um cenário de juros flutuantes e maior aversão a riscos. A capacidade de oferecer fluxo de caixa consistente e ativos lastreados em infraestrutura essencial aumenta a resiliência do fundo frente à volatilidade econômica.


Projeções e expectativas para o SNEL11

Com 70 mil cotistas e patrimônio próximo a R$ 950 milhões, o SNEL11 se consolida como referência entre FIIs de energia renovável. A gestora Suno Asset projeta que o fundo continuará expandindo sua base de investidores e diversificando seu portfólio, ampliando oportunidades de negócios e fortalecendo sua posição no mercado.

O ganho de escala proporcionado pelas emissões de cotas permite ao fundo acessar ativos mais relevantes e participar de negociações estratégicas, consolidando o SNEL11 como instrumento de investimento diferenciado e competitivo dentro do universo de fundos imobiliários brasileiros.

Tags: EconomiaFIIs de energia renovávelfundo imobiliário SNEL11fundos imobiliáriosfundos imobiliários Brasilgeração distribuídainvestimentos em energiamercado de FIIsnegóciosoferta de cotas SNEL11renda isentaSNEL11Suno Asset

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Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. 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A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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