domingo, 19 de julho de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
GAZETA MERCANTIL
Home Mercados

Tarifaço dos EUA leva Tesouro Direto a pagar até IPCA + 8,13%

Taxas avançaram após Washington confirmar sobretaxa de 25%; novos investidores recebem mais, mas papéis já comprados perdem valor no curto prazo.

por Camila Braga - Repórter de Economia
16/07/2026 às 15h57 - Atualizado em 17/07/2026 às 12h16
em Mercados,Destaque,Notícias
Retorno Do Tesouro Ipca+ Se Aproxima De 9% E Tesouro Cancela Leilão Em Meio A Estresse Na Curva De Juros-Gazeta Mercantil

A confirmação de uma tarifa adicional de 25% dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros elevou as taxas do Tesouro Direto nesta quinta-feira, 16 de julho de 2026, ao aumentar a percepção de risco sobre o crescimento, o câmbio e as contas públicas. O Tesouro IPCA+ 2032 passou a oferecer inflação mais 8,13% ao ano, enquanto títulos prefixados de longo prazo chegaram a 14,48%.

O movimento abriu uma janela de remuneração mais elevada para investidores que pretendem comprar títulos públicos. Para quem já possui papéis prefixados ou indexados à inflação, entretanto, a alta dos juros produziu efeito contrário: os preços recuaram pela marcação a mercado.

A mudança ocorreu depois de o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos oficializar a aplicação da sobretaxa sobre importações brasileiras, com exceções para determinados produtos. A cobrança entrará em vigor em 22 de julho.

a medida ampliou a cautela nos mercados e levou investidores a exigir retornos maiores para financiar a dívida pública brasileira, sobretudo nos vencimentos mais longos. Quanto maior a incerteza em relação à inflação, ao câmbio, ao crescimento econômico e à situação fiscal, maior tende a ser o prêmio cobrado nos títulos.

Tesouro Direto hoje: taxas dos principais títulos

Entre os papéis ligados à inflação, as taxas avançaram em diferentes vencimentos:

Tesouro IPCA+ 2032: de IPCA + 8,09% para IPCA + 8,13% ao ano;

Tesouro IPCA+ 2040: de IPCA + 7,53% para IPCA + 7,57% ao ano;

Tesouro IPCA+ 2050: de IPCA + 7,26% para IPCA + 7,29% ao ano.

Nos títulos prefixados, o movimento também foi predominantemente de alta:

Tesouro Prefixado 2029: permaneceu próximo de 14,06% ao ano;

Tesouro Prefixado 2032: passou de 14,39% para 14,41% ao ano;

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2037: avançou de 14,43% para 14,48% ao ano.

As taxas variam durante o horário de negociação porque acompanham as condições do mercado de títulos públicos. Os percentuais observados em determinado momento podem ser modificados ao longo da sessão.

Por que o tarifaço afeta o Tesouro Direto

A tarifa norte-americana não incide diretamente sobre os títulos públicos brasileiros. O efeito ocorre por meio das expectativas econômicas incorporadas pelos investidores.

Uma barreira comercial pode reduzir as exportações de empresas afetadas, comprometer investimentos, diminuir a atividade industrial e pressionar o crescimento econômico. Também pode alterar o fluxo de dólares, afetar a cotação da moeda norte-americana e aumentar a incerteza sobre a inflação.

Caso a atividade econômica perca força, o governo pode enfrentar redução da arrecadação. Ao mesmo tempo, eventuais medidas de apoio aos setores atingidos podem ampliar despesas ou benefícios tributários.

Essa combinação aumenta a atenção sobre o equilíbrio das contas públicas e sobre a capacidade do governo de estabilizar a dívida.

Investidores que compram títulos de longo prazo exigem uma remuneração que compense esses riscos. Quando a percepção de incerteza aumenta, as taxas sobem e o preço dos papéis cai.

O impacto costuma ser mais intenso nos vencimentos longos porque os investidores ficam expostos por mais tempo às mudanças da inflação, dos juros, da política fiscal e do ambiente externo.

Novos compradores encontram remuneração maior

A abertura das taxas beneficia o investidor que pretende realizar uma nova aplicação e manter o título até o vencimento.

No Tesouro IPCA+ 2032, por exemplo, a remuneração de IPCA mais 8,13% representa um retorno real contratado superior a 8% ao ano, antes da incidência de Imposto de Renda, da taxa de custódia e de outros custos eventualmente aplicáveis.

Isso significa que o rendimento nominal será formado pela inflação oficial acumulada no período, somada à taxa real definida no momento da compra.

Se o título for mantido até o vencimento, o investidor receberá a rentabilidade contratada, observadas as regras do programa. A oscilação diária de preço deixa de ser relevante para quem não pretende vender antecipadamente.

Nos títulos prefixados, a lógica é semelhante. A taxa de 14,48% ao ano do papel com juros semestrais para 2037 corresponde ao retorno contratado sobre o preço de aquisição, desde que o investidor permaneça com o título dentro da estratégia prevista.

O prefixado pode ser vantajoso caso os juros caiam nos próximos anos. Se a inflação ou as taxas de mercado permanecerem elevadas, porém, o retorno real pode ser menos atraente do que o inicialmente projetado.

Quem já investiu pode ver perdas temporárias

Para quem comprou títulos anteriormente, a elevação das taxas reduz o valor de mercado dos papéis.

A relação entre preço e taxa é inversa. Quando novos títulos passam a oferecer remuneração maior, os papéis antigos, contratados com juros inferiores, precisam ficar mais baratos para continuar competitivos.

Um investidor que adquiriu Tesouro IPCA+ com taxa de 7,8% ao ano, por exemplo, verá o preço do papel recuar se o mercado passar a oferecer o mesmo vencimento a IPCA mais 8,13%.

Essa perda é contábil enquanto o título permanece na carteira. Se o investidor carregar o papel até o vencimento, continuará sujeito às condições contratadas no momento da compra.

O prejuízo pode se tornar efetivo caso seja necessário vender o título antecipadamente durante um período de taxas mais altas.

Por isso, papéis prefixados e indexados à inflação de longo prazo não são equivalentes a aplicações sem oscilação. Apesar de serem emitidos pelo Tesouro Nacional, seus preços variam diariamente.

Marcação a mercado aumenta volatilidade dos títulos longos

A marcação a mercado atualiza diariamente o preço pelo qual o Tesouro Nacional recompra os títulos dos investidores.

A sensibilidade do papel às mudanças dos juros depende de fatores como prazo até o vencimento, pagamento de cupons e taxa contratada.

Títulos com vencimentos mais distantes geralmente apresentam oscilações maiores. Uma mudança relativamente pequena nas taxas pode provocar uma variação significativa no preço.

O Tesouro IPCA+ 2050, por exemplo, tende a ser mais volátil do que um papel com vencimento em 2032. O investidor do título mais longo está exposto por um período maior às alterações das condições econômicas.

Os papéis com juros semestrais também possuem dinâmica própria. Parte do retorno é antecipada por meio dos cupons pagos a cada seis meses, o que pode ser útil para quem deseja renda periódica, mas reduz o efeito de acumulação dos juros sobre o valor integral.

IPCA+ acima de 8% chama atenção, mas exige horizonte longo

Uma taxa real superior a 8% é elevada em comparação com os padrões históricos de longo prazo da economia brasileira.

O percentual cria a possibilidade de preservar o poder de compra e obter ganho acima da inflação durante vários anos.

Isso não significa que o título seja adequado para qualquer objetivo.

O Tesouro IPCA+ é mais indicado para compromissos de médio e longo prazo, nos quais o investidor consiga manter a aplicação até o vencimento. Utilizar um papel de 2032, 2040 ou 2050 para recursos que podem ser necessários em poucos meses aumenta o risco de venda com prejuízo.

Também é necessário considerar que a taxa pode subir ainda mais. Um investidor que compra a IPCA mais 8,13% pode ver o mercado oferecer uma remuneração superior posteriormente, acompanhada de uma queda temporária do preço de seu título.

Não existe garantia de que a taxa observada nesta quinta-feira represente o ponto máximo do ciclo.

Prefixados refletem incerteza sobre inflação e Selic

Os títulos prefixados também reagiram ao aumento dos riscos.

Ao comprar um Tesouro Prefixado, o investidor conhece a taxa nominal contratada, mas não sabe antecipadamente qual será o ganho real, pois a inflação futura ainda é desconhecida.

Uma taxa de 14,41% ao ano pode gerar retorno real elevado caso a inflação permaneça controlada. Se os preços acelerarem de maneira significativa, parte maior da remuneração será consumida pela perda do poder de compra.

Os prefixados também respondem às expectativas para a Selic. Se o mercado passar a prever juros básicos elevados por mais tempo, as taxas desses títulos tendem a subir.

Caso o cenário econômico melhore e aumente a expectativa de redução da Selic, os juros prefixados podem cair. Nessa situação, os papéis adquiridos com taxas mais altas tendem a se valorizar no mercado.

Esse movimento pode gerar lucro antes do vencimento, mas depende das condições futuras e não deve ser tratado como retorno garantido.

Tarifa de 25% terá exceções

A ação anunciada pelos Estados Unidos prevê uma tarifa adicional de 25% sobre a maior parte das importações brasileiras, mas inclui uma relação de produtos excluídos.

O governo norte-americano informou que itens como carne bovina, suco de laranja, aeronaves, peças de aviões e produtos de energia não serão alcançados pela cobrança adicional.

A lista também abrange determinados medicamentos e insumos farmacêuticos, produtos de madeira, pescados, couro, hidróxido de alumínio, sucata de ferro e aço, mel orgânico, ferro-gusa e café solúvel sem sabor.

A existência das exceções reduz o impacto sobre setores importantes da pauta exportadora, mas não elimina a pressão sobre empresas que permaneceram sujeitas à sobretaxa.

A indústria de transformação, em especial, acompanha os efeitos sobre competitividade, pedidos de exportação e decisões de investimento.

Cobrança começa em 22 de julho

A tarifa será aplicada aos produtos que entrarem para consumo nos Estados Unidos, ou forem retirados de armazéns aduaneiros para consumo, a partir de 22 de julho de 2026.

O intervalo entre o anúncio e o início da cobrança mantém espaço para negociações diplomáticas, esclarecimentos técnicos e ajustes na relação de produtos.

O mercado deverá acompanhar a reação do governo brasileiro, eventuais medidas de apoio aos exportadores e a possibilidade de contestação da medida.

Uma escalada da disputa poderia aumentar a volatilidade do câmbio e dos juros. Um acordo ou a ampliação das exceções teria potencial para reduzir parte do prêmio de risco incorporado aos títulos.

Tesouro Selic continua mais adequado para reserva

A elevação das taxas prefixadas e reais não torna automaticamente esses papéis a melhor escolha para todos os investidores.

Para recursos destinados à reserva de emergência ou a despesas de curto prazo, o Tesouro Selic tende a apresentar menor volatilidade.

O papel acompanha a taxa básica de juros e sofre oscilações menores na marcação a mercado quando comparado aos títulos prefixados e indexados ao IPCA de longo prazo.

Comprar um Tesouro IPCA+ 2050 apenas por causa da taxa elevada, sem considerar a possibilidade de resgate antecipado, pode expor o investidor a perdas relevantes.

A escolha deve partir do prazo do objetivo financeiro. Depois disso, é possível avaliar qual título possui características compatíveis com a necessidade de liquidez e o nível de risco aceito.

O que pode acontecer com as taxas

O comportamento do Tesouro Direto nos próximos dias dependerá principalmente da evolução da disputa comercial, do câmbio e da curva de juros futuros.

Também estarão no radar as respostas do governo brasileiro, a situação fiscal e as expectativas para a inflação e a Selic.

Se a percepção de risco continuar aumentando, as taxas poderão subir e os preços dos títulos recuar ainda mais. Caso o mercado enxergue uma solução negociada ou impacto econômico menor, parte do movimento poderá ser revertida.

A remuneração mais alta cria oportunidades para novas aplicações, mas não elimina a necessidade de planejamento.

Para quem pretende carregar os títulos até o vencimento, as taxas observadas nesta quinta-feira oferecem retornos historicamente elevados. Para quem pode precisar vender antes, o tarifaço dos Estados Unidos adicionou mais uma fonte de volatilidade a uma curva de juros que já incorporava riscos fiscais e políticos.

Tags: jurosmercadosrenda fixatarifaço dos EUATesouro DiretoTesouro Direto hojeTesouro IPCA+Tesouro Prefixadotítulos públicos

LEIA MAIS

Ibovespa Fecha Quase Estável Em 17/7 Com Petrobras, Mas Perde 2,33% Na Semana - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Ibovespa fecha quase estável em 17/7 com Petrobras, mas perde 2,33% na semana

O Ibovespa fechou em queda de 0,06%, aos 173.714,08 pontos, nesta sexta-feira, 17 de julho de 2026, em uma sessão marcada pelo equilíbrio entre a valorização da Petrobras...

Leia MaisDetails
Ouro Volta Aos Us$ 4 Mil Com Tensão No Irã, Mas Cai 2,3% Na Semana - Gazeta Mercantil
Mercados

Ouro volta aos US$ 4 mil com tensão no Irã, mas cai 2,3% na semana

O ouro encerrou esta sexta-feira (17) novamente acima de US$ 4 mil por onça-troy, impulsionado pela intensificação do conflito entre Estados Unidos e Irã, pela busca por ativos...

Leia MaisDetails
Ibovespa Barato Atrai Estrangeiro, Mas Eleição E Juro Longo Vão Definir O Próximo Rali - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Ibovespa barato atrai estrangeiro, mas eleição e juro longo vão definir o próximo rali

A combinação entre inflação mais moderada, redução gradual da Selic e preços ainda descontados recolocou o Ibovespa no radar dos investidores internacionais, mas uma nova onda de capital...

Leia MaisDetails
Rali Da Ia Perde Força E Wall Street Gira Para Ações De Valor - Gazeta Mercantil
Mercados

Rali da IA perde força e Wall Street gira para ações de valor

O mercado acionário norte-americano deu novos sinais de rotação nesta sexta-feira (17), com investidores reduzindo a exposição às empresas que lideraram o rali da inteligência artificial e reavaliando...

Leia MaisDetails
Petróleo Dispara E Impulsiona Petrobras (Petr4) E Prio (Prio3); Brav3 Cai - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Petróleo dispara e impulsiona Petrobras (PETR4) e PRIO (PRIO3); BRAV3 cai

A escalada das tensões no Oriente Médio elevou o preço internacional do petróleo e impulsionou as ações da Petrobras (PETR3; PETR4) e da PRIO (PRIO3) na B3 nesta...

Leia MaisDetails

Veja Também

Convenções Partidárias Começam Em 20 De Julho E Acionam Monitoramento De Risco No Mercado
Política

Convenções partidárias começam em 20 de julho e acionam monitoramento de risco no mercado

Leia MaisDetails
Databricks Atinge Us$ 188 Bilhões E Acelera Corrida Por Ia Nas Empresas - Gazeta Mercantil
Empresas

Databricks atinge US$ 188 bilhões e acelera corrida por IA nas empresas

Leia MaisDetails
Planos Odontológicos Crescem Quase 3 Vezes Mais Que Planos De Saúde E Chegam A 36,2 Milhões - Gazeta Mercantil
Economia

Planos odontológicos crescem quase 3 vezes mais que planos de saúde e chegam a 36,2 milhões

Leia MaisDetails
Com Pneumonia, Anthony Garotinho Está Internado No Rio
Política

Garotinho afirma ter vídeo da “Noite das Astronautas” e cita Cláudio Castro sob sigilo no STF

Leia MaisDetails
Fortuna De Larry Page Supera Us$ 300 Bilhões E Cofundador Do Google Vira 2º Homem Mais Rico Do Mundo-Gazeta Mercantil
Gente

Fundador do Google volta ao clube dos US$ 300 bilhões com disparada da Alphabet

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Convenções partidárias começam em 20 de julho e acionam monitoramento de risco no mercado

Databricks atinge US$ 188 bilhões e acelera corrida por IA nas empresas

Planos odontológicos crescem quase 3 vezes mais que planos de saúde e chegam a 36,2 milhões

Garotinho afirma ter vídeo da “Noite das Astronautas” e cita Cláudio Castro sob sigilo no STF

Fundador do Google volta ao clube dos US$ 300 bilhões com disparada da Alphabet

João Appolinário vira sócio do LiaHub e leva experiência da Polishop para nova aposta em IA

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

Sem resultados
Todos os resultados
  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP