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Tropas para a Groenlândia: Alemanha e nórdicos respondem à pressão de Trump

por Eduardo Toscano - Correspondente Internacional
14/01/2026
em Mundo, Destaque, News
Tropas Para A Groenlândia Alemanha E Nórdicos Respondem À Pressão De Trump - Gazeta Mercantil

Alemanha, Suécia e Noruega enviam tropas para a Groenlândia em resposta à pressão geopolítica de Washington

A tensão geopolítica no Ártico atingiu um novo patamar de complexidade nesta semana. Em uma movimentação coordenada que sinaliza a preocupação europeia com a integridade territorial da Dinamarca e a estabilidade do Polo Norte, o governo alemão anunciou o envio de militares para o território autônomo. A decisão de deslocar tropas para a Groenlândia ocorre em um momento delicado, marcado por uma retórica agressiva vinda da Casa Branca, onde o presidente Donald Trump reiterou seu desejo de que os Estados Unidos assumam o controle da ilha.

A Alemanha confirmou que enviará 13 soldados para a região nesta quinta-feira (15). Embora o contingente pareça modesto em números absolutos, o peso simbólico e diplomático da ação é imenso. Trata-se de uma missão de reconhecimento conjunta, realizada a pedido expresso da Dinamarca, que busca reafirmar sua soberania e a aliança com parceiros europeus diante das investidas norte-americanas. O envio de tropas para a Groenlândia por parte de Berlim não é um evento isolado, mas sim parte de um esforço multinacional para “marcar território” e demonstrar capacidade de vigilância no Ártico.

A Mobilização Europeia no Ártico

A iniciativa alemã soma-se a anúncios semelhantes feitos por outros vizinhos estratégicos. Mais cedo nesta quarta-feira, a Suécia e a Noruega também confirmaram que devem enviar pessoal militar para a ilha. O envio de tropas para a Groenlândia por parte dessas nações escandinavas reforça a narrativa de que a Europa encara a questão não apenas como um problema dinamarquês, mas como um desafio à segurança coletiva do continente.

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O Ministério da Defesa da Alemanha detalhou que a missão ocorrerá de quinta a sábado. O objetivo oficial é explorar possíveis contribuições militares futuras para reforçar a segurança da região. Entre as possibilidades avaliadas por essas tropas para a Groenlândia, destaca-se a implementação de sistemas avançados de vigilância marítima e aérea. A região, vasta e inóspita, é notoriamente difícil de monitorar, e a presença física de aliados da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) — operando sob comando ou coordenação dinamarquesa — serve como um recado claro de que o território não está “à venda” nem desprotegido.

O Fator Trump e a Disputa Territorial

O catalisador para esse súbito envio de tropas para a Groenlândia é a postura do presidente Donald Trump. Nas últimas semanas, o líder norte-americano intensificou sua retórica sobre a ilha, classificando-a como vital para a segurança nacional dos Estados Unidos. Trump argumenta que a aquisição ou o controle total do território é necessário para impedir que potências rivais, especificamente a Rússia e a China, estabeleçam bases ou explorem recursos na região.

A declaração de que “todas as opções estão sobre a mesa” para garantir o controle da ilha gerou desconforto em Copenhague e Bruxelas. O envio de tropas para a Groenlândia pelos aliados europeus é uma resposta direta a essa pressão. Enquanto Washington vê a ilha como um porta-aviões natural no Atlântico Norte que deve ser possuído, a Europa a vê como parte integrante de sua esfera de influência e um território cujos habitantes possuem direito à autodeterminação.

A insistência de Trump tensionou severamente as relações transatlânticas. O envio de tropas para a Groenlândia, mesmo que em missão de reconhecimento, coloca militares de países aliados dos EUA em uma posição de defesa territorial contra, ironicamente, a pressão política de seu maior parceiro militar na OTAN. É um paradoxo geopolítico que reflete as incertezas da atual ordem mundial.

A Importância Estratégica da Groenlândia

Por que o envio de tropas para a Groenlândia se tornou uma prioridade repentina? A resposta reside no subsolo e na localização geográfica. A Groenlândia não é apenas gelo; é um tesouro geológico. O derretimento das calotas polares, acelerado pelas mudanças climáticas, tem tornado mais acessíveis vastas reservas de minerais de terras raras, urânio, petróleo e gás natural.

Esses recursos são fundamentais para a indústria de alta tecnologia e para a transição energética. A China, que domina o mercado global de terras raras, já demonstrou interesse em investir na mineração na ilha. O argumento de Trump baseia-se no medo de que Pequim ganhe uma posição estratégica no “quintal” da América do Norte. No entanto, a resposta europeia de enviar tropas para a Groenlândia sinaliza que a União Europeia e seus parceiros também não pretendem ceder esse espaço estratégico nem para o Oriente, nem para uma anexação forçada pelo Ocidente.

Além dos recursos, a ilha controla passagens marítimas cruciais entre o Ártico e o Atlântico. Quem controla a Groenlândia controla o acesso ao Atlântico Norte. O envio de tropas para a Groenlândia visa garantir que essas rotas permaneçam sob jurisdição internacional e dinamarquesa, e não sob o monopólio de uma única superpotência.

A Posição de Nuuk e Copenhague

Em meio ao jogo de xadrez das grandes potências, a voz dos groenlandeses tenta se fazer ouvir. A ministra das Relações Exteriores da Groenlândia, Vivian Motzfeldt, adotou um tom diplomático, mas firme. Após reuniões com autoridades norte-americanas em Washington, ela declarou que deseja fortalecer a cooperação com os Estados Unidos, mas sublinhou que seu país “não quer ser propriedade dos EUA.

Essa declaração é crucial. Ela abre espaço para parcerias militares, mas rejeita a perda de soberania. O envio de tropas para a Groenlândia por parte de Alemanha, Suécia e Noruega parece estar alinhado com essa visão: cooperação entre parceiros iguais, em vez de submissão. A presença europeia oferece a Nuuk (capital da Groenlândia) uma alternativa de segurança que não envolve a transferência de soberania exigida por Washington.

A Dinamarca, responsável pela defesa e política externa da ilha, solicitou a missão de reconhecimento como forma de demonstrar que possui aliados dispostos a compartilhar o fardo da defesa ártica. O envio de tropas para a Groenlândia é, portanto, uma legitimação da soberania dinamarquesa sobre o território, apoiada por Berlim, Estocolmo e Oslo.

O Contexto da OTAN e a Segurança do Atlântico Norte

A situação cria um cenário inusitado dentro da OTAN. Todos os países envolvidos no envio de tropas para a Groenlândia (Alemanha, Dinamarca, Noruega e a recém-integrada Suécia) são membros da aliança, assim como os Estados Unidos. Teoricamente, deveriam estar todos do mesmo lado. No entanto, a visão de “America First” de Trump colide com o multilateralismo europeu.

a base aérea de Thule, localizada no norte da Groenlândia, já é operada pelos Estados Unidos e é vital para a defesa antimísseis americana. O temor europeu não é sobre a presença americana atual, mas sobre a expansão unilateral desse controle. O envio de tropas para a Groenlândia pelos europeus serve para lembrar Washington de que o Artigo 5º da OTAN (defesa coletiva) funciona para ambos os lados: a integridade territorial dos membros europeus também deve ser respeitada.

A vigilância marítima, um dos objetivos da missão das tropas para a Groenlândia, é essencial para monitorar a atividade de submarinos russos, que têm aumentado sua frequência no Atlântico Norte. Ao enviar soldados, a Europa diz: “nós cuidaremos do nosso flanco norte”.

Desafios Logísticos e Operacionais

Operar na Groenlândia é um dos maiores desafios militares do planeta. As condições climáticas extremas, a falta de infraestrutura e as distâncias vastas tornam qualquer operação caríssima e complexa. O envio de tropas para a Groenlândia, mesmo que em pequeno número inicial (como os 13 alemães), exige uma logística sofisticada.

A missão de reconhecimento de três dias (quinta a sábado) servirá para avaliar a viabilidade de desdobramentos maiores no futuro. As tropas para a Groenlândia precisarão testar equipamentos de comunicação em altas latitudes, a resistência de veículos ao frio extremo e a interoperabilidade entre as forças alemãs, escandinavas e as unidades locais de defesa, como a Patrulha Sirius (unidade de elite dinamarquesa que patrulha o nordeste da Groenlândia de trenó).

Se a conclusão for positiva, é provável que vejamos um aumento gradual e rotativo de tropas para a Groenlândia vindas de diversos países europeus, estabelecendo uma força-tarefa permanente que funcione como um “arame farpado” diplomático contra anexações indesejadas.

A Reação de Rússia e China

Embora o foco imediato seja a tensão entre EUA e Europa, Moscou e Pequim observam atentamente o envio de tropas para a Groenlândia. Para a Rússia, que militarizou pesadamente sua costa ártica, o aumento da presença militar da OTAN na região é visto como uma ameaça. O Kremlin pode utilizar esse movimento como pretexto para aumentar ainda mais suas próprias patrulhas na região.

Para a China, que se autodenomina um “Estado quase-ártico”, o envio de tropas para a Groenlândia complica seus planos de investimento na Rota da Seda Polar. Pequim preferiria negociar acordos econômicos bilaterais com uma Groenlândia autônoma ou independente, sem a interferência militar pesada do Ocidente. A militarização da ilha, seja pelos EUA ou pela Europa, cria barreiras para o capital chinês.

Cenários Futuros: Escalada ou Diplomacia?

O envio de tropas para a Groenlândia é apenas o primeiro movimento de um jogo que promete se estender ao longo de 2026. A dúvida que paira é: qual será a reação de Donald Trump? O presidente americano pode ver a movimentação europeia como uma afronta e dobrar a aposta, utilizando pressões comerciais ou diplomáticas contra a Alemanha e a Dinamarca.

Por outro lado, a presença de tropas para a Groenlândia vindas da Europa pode forçar Washington a voltar à mesa de negociações e aceitar um modelo de cooperação compartilhada, em vez de posse total. A ministra Vivian Motzfeldt já sinalizou que a cooperação é bem-vinda. O caminho diplomático seria o fortalecimento de acordos de defesa conjuntos, onde os EUA investem em infraestrutura na ilha em troca de acesso estratégico, sem alterar o status político do território.

No entanto, enquanto a retórica de “compra” persistir, a Europa continuará a enviar tropas para a Groenlândia para garantir que o mapa-múndi não seja redesenhado à força.

O Impacto na Política Interna Alemã

Para a Alemanha, o envio de tropas para a Groenlândia representa uma postura mais assertiva em sua política externa (Zeitenwende). Historicamente relutante em projetar poder militar fora de suas fronteiras imediatas, Berlim agora assume responsabilidades na segurança do Ártico.

Essa mudança é significativa. Mostra que a Alemanha reconhece que a segurança da Europa depende da estabilidade de suas fronteiras ao norte. O envio de tropas para a Groenlândia também fortalece a posição alemã como líder de fato da defesa europeia, capaz de coordenar ações com parceiros nórdicos fora do guarda-chuva imediato de Washington.

Um Novo “Guerra Fria” no Gelo?

O Ártico, antes uma zona de cooperação científica e baixo atrito militar, está rapidamente se transformando em um teatro de operações de segurança. O envio de tropas para a Groenlândia por Alemanha, Suécia e Noruega é a prova cabal de que a disputa pelos recursos e pela posição estratégica do Polo Norte deixou o campo das hipóteses e entrou na realidade operacional.

A soberania da Dinamarca sobre a ilha está sendo testada não por inimigos declarados, mas pela reconfiguração das alianças ocidentais. As tropas para a Groenlândia não estão lá para combater uma invasão iminente, mas para prevenir um fato consumado político. Nos próximos dias, o mundo observará se esses 13 soldados alemães serão os precursores de uma militarização permanente do gelo ou se a diplomacia conseguirá descongelar as relações entre os aliados transatlânticos.

A única certeza é que a Groenlândia deixou de ser apenas uma ilha remota no mapa para se tornar o centro de gravidade da nova geopolítica global. O fluxo de tropas para a Groenlândia é o indicador mais claro de que a corrida pelo Ártico começou para valer.

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