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Home Economia

Operação Compliance Zero: PF Inicia Oitivas sobre Fraude Bilionária no Caso Master-BRB

por Álvaro Lima - Repórter de Economia
25/01/2026
em Economia, Destaque, Notícias
Operação Compliance Zero: Pf Inicia Oitivas Sobre Fraude Bilionária No Caso Master-Brb - Gazeta Mercantil

Operação Compliance Zero: PF inicia oitivas sobre fraudes bilionárias no caso Master-BRB

O cenário financeiro nacional volta suas atenções nesta semana para os desdobramentos da Operação Compliance Zero, a investigação deflagrada pela Polícia Federal (PF) que apura um dos mais complexos esquemas de irregularidades bancárias da última década. A partir desta segunda-feira, 26, a PF dará início a uma série de depoimentos cruciais envolvendo oito investigados ligados à tentativa frustrada de aquisição do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB).

A Operação Compliance Zero não se limita apenas a investigar uma transação comercial mal sucedida; ela desnuda uma teia sofisticada de engenharia financeira que envolveu a maquiagem de balanços, a venda de carteiras de crédito fictícias e a inflação artificial de ativos. O mercado aguarda com apreensão o conteúdo das oitivas, que ocorrerão tanto por videoconferência quanto na sede do Supremo Tribunal Federal (STF), estendendo-se até a próxima terça-feira, 27.

O Escopo da Operação Compliance Zero e os Impactos no Sistema Financeiro

A Operação Compliance Zero surge como uma resposta contundente das autoridades reguladoras e policiais às práticas de governança corporativa questionáveis que permearam as negociações entre o BRB e o Banco Master. O inquérito policial aponta para um rombo financeiro e manobras contábeis que somam cifras impressionantes, colocando em xeque a credibilidade dos mecanismos de controle interno das instituições envolvidas.

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No centro da Operação Compliance Zero, encontra-se a apuração de irregularidades na venda de carteiras de crédito falsas ao BRB, avaliadas em R$ 12,2 bilhões. Além disso, a investigação foca em uma complexa rede de fundos e ativos inflados, estruturados para aumentar artificialmente o patrimônio líquido do Banco Master. Segundo dados do Banco Central (BC), essas operações, realizadas em conjunto com a gestora Reag DTVM, somam outros R$ 11,5 bilhões.

A gravidade dos fatos apurados pela Operação Compliance Zero reside na tentativa deliberada de induzir o mercado e um banco estatal ao erro. O objetivo aparente, conforme indicam os investigadores, era demonstrar uma solidez financeira inexistente, permitindo que o Banco Master continuasse captando recursos e expandindo sua atuação, mesmo estando tecnicamente insolvente.

A Cronologia da Crise: Do Anúncio à Liquidação

Para compreender a profundidade da Operação Compliance Zero, é necessário revisitar a cronologia dos fatos que culminaram nas oitivas desta semana. Tudo começou publicamente em 28 de março de 2025, quando o Banco de Brasília anunciou ao mercado uma proposta audaciosa de compra do Banco Master. O objetivo estratégico era a formação de um novo conglomerado financeiro, que seria controlado pela estatal do Distrito Federal.

Contudo, o que deveria ser uma fusão estratégica logo despertou a desconfiança dos reguladores. A análise de due diligence e o escrutínio do Banco Central levantaram “polêmicas” substanciais sobre a qualidade real dos ativos detidos pelo Master. A resposta regulatória veio em 3 de setembro, quando o BC reprovou o negócio, acendendo o sinal de alerta que culminaria na deflagração da Operação Compliance Zero.

A partir da negativa do órgão regulador, as investigações se intensificaram. A Operação Compliance Zero revelou que a estrutura do Banco Master, sob a liderança de Daniel Vorcaro, baseava-se em operações irregulares, fraudulentas ou enganosas. O modelo de negócios, que apresentava um crescimento exponencial nos últimos anos, era sustentado pela emissão massiva de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com taxas de retorno significativamente acima da média do mercado.

O Modus Operandi Investigado na Operação Compliance Zero

A engenharia financeira desmantelada pela Operação Compliance Zero expõe a fragilidade de modelos bancários baseados em crescimento agressivo sem lastro real. O Banco Master utilizava a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) como principal argumento de venda para atrair investidores de varejo, enquanto seus balanços, segundo a PF, eram “anabolizados.

Os investigadores da Operação Compliance Zero identificaram que, enquanto o passivo do banco crescia vertiginosamente para honrar os juros altos oferecidos nos CDBs, os ativos eram inflados via fundos de investimento com suspeita de fraude ou lastreados em crédito consignado de qualidade duvidosa (“podres”). Essa discrepância entre a realidade contábil e a saúde financeira real da instituição é o ponto fulcral das oitivas que se iniciam hoje.

A Operação Compliance Zero também investiga a conexão com outras instituições financeiras que sucumbiram recentemente. Após a liquidação do Banco Master, o mercado viu a queda da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (nova denominação da Reag Trust) no dia 15 deste mês, e do Will Bank, na última quarta-feira, 21. A Polícia Federal trabalha com a hipótese de que estas instituições faziam parte do mesmo ecossistema de alavancagem irregular.

Quem são os Investigados Ouvidos pela PF

A fase atual da Operação Compliance Zero é decisiva para a individualização das condutas. A Polícia Federal ouvirá oito pessoas, entre diretores, superintendentes e empresários. A lista de depoentes reflete a hierarquia das tomadas de decisão que permitiram a perpetuação das fraudes.

Entre os nomes que prestarão esclarecimentos no âmbito da Operação Compliance Zero estão executivos do alto escalão do BRB e do extinto Banco Master. As autoridades buscam entender como as áreas de compliance e riscos falharam — ou foram silenciadas — diante de operações de tamanha magnitude.

Os convocados para depor na Operação Compliance Zero são:

  • Dário Oswaldo Garcia Junior: Diretor de Finanças e controladoria do BRB. Sua oitiva é essencial para entender como o banco estatal avaliou as carteiras de crédito ofertadas pelo Master.

  • André Felipe de Oliveira Seixas Maia: Empresário, cuja participação no esquema está sendo mapeada pelos investigadores.

  • Henrique Souza e Silva: Empresário, também investigado por ligações com as transações suspeitas.

  • Alberto Felix de Oliveira: Superintendente de tesouraria do Banco Master. Figura chave para explicar o fluxo de caixa e a gestão dos recursos captados via CDBs.

  • Robério Cesar Bonfim Mangueira: Superintendente do BRB. A PF questionará sobre os processos internos de aprovação da proposta de compra.

  • Luiz Antonio Bull: Ex-diretor executivo do Master. Sua gestão está sob escrutínio quanto à formalização das operações agora consideradas fraudulentas.

  • Angelo Antonio Ribeiro da Silva: Executivo do Banco Master.

  • Augusto Ferreira Lima: Ex-executivo do Banco Master.

Os depoimentos desses executivos na Operação Compliance Zero ocorrerão entre 8h e 16h, e a expectativa é que novas provas surjam, consolidando o inquérito policial e pavimentando o caminho para futuras ações penais.

O Papel de Daniel Vorcaro e as Prisões Anteriores

Embora não conste na lista imediata de oitivas desta semana específica, a figura central investigada pela Operação Compliance Zero continua sendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A primeira etapa ostensiva da operação resultou em sua prisão no dia 17 de novembro de 2025, exatamente um dia antes de o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial do Master.

Vorcaro é acusado pelo Ministério Público e pela PF de ser o líder intelectual do esquema. A Operação Compliance Zero aponta que ele teria orquestrado a venda dos créditos fictícios ao BRB e a montagem da teia de fundos inflados. Apesar da gravidade das acusações, o ex-banqueiro foi solto posteriormente, mas continua respondendo ao processo e seus bens permanecem sob constrição judicial.

A Operação Compliance Zero demonstra, através do caso Vorcaro, a dificuldade de manter prisões preventivas em crimes de colarinho branco no Brasil, mesmo diante de evidências robustas de prejuízo ao sistema financeiro nacional e à economia popular.

Consequências Sistêmicas e a Atuação do Banco Central

A deflagração da Operação Compliance Zero e as liquidações subsequentes (Master, CBSF/Reag, Will Bank) trouxeram à tona a discussão sobre o risco sistêmico e a vigilância do Banco Central. O regulador agiu de forma técnica ao vetar a aquisição em setembro, evitando que o “contágio” dos ativos tóxicos do Master contaminasse o balanço de um banco público como o BRB.

Analistas de mercado avaliam que a Operação Compliance Zero servirá como um divisor de águas nas normas de compliance para fusões e aquisições (M&A) no setor bancário. A facilidade com que ativos foram inflados em bilhões de reais sugere falhas na auditoria externa e na fiscalização contínua, pontos que certamente serão revisados após a conclusão do inquérito.

O mercado de crédito, especialmente o segmento de bancos médios, sofreu um abalo de confiança. A Operação Compliance Zero expôs como a busca desenfreada por rentabilidade pode mascarar situações de insolvência. O FGC, embora sólido, é pressionado por liquidações em série, o que pode levar a um endurecimento nas regras de captação para instituições de menor porte.

A Complexidade das “Carteiras Falsas” e Ativos Inflados

Um dos pontos mais técnicos e alarmantes descobertos pela Operação Compliance Zero refere-se à metodologia de criação das carteiras de crédito. Segundo o inquérito, não se tratava apenas de inadimplência alta, mas de créditos que, em muitos casos, não existiam ou eram duplicados em diferentes veículos de investimento.

A Operação Compliance Zero detalha que a gestora Reag DTVM teria tido papel fundamental na estruturação desses fundos. Ao criar veículos de investimento que compravam papéis do próprio banco ou de empresas ligadas, gerava-se um ciclo de valorização contábil sem entrada efetiva de caixa novo, uma prática conhecida como “fumaça” no jargão financeiro forense.

Esses R$ 11,5 bilhões em ativos inflados, somados aos R$ 12,2 bilhões em carteiras questionáveis vendidas ao BRB, formam o montante colossal que justifica a magnitude da Operação Compliance Zero. A investigação busca agora rastrear o destino final dos recursos captados de investidores que acreditaram na solidez aparente dos números apresentados.

O Futuro do Caso Master-BRB

À medida que a Operação Compliance Zero avança para a fase de oitivas, a pressão política e econômica aumenta. O Governo do Distrito Federal, controlador do BRB, acompanha o caso com preocupação, visto que a imagem da instituição estatal foi arranhada pela tentativa de negócio com um banco sob suspeita de fraude.

A expectativa é que, após os depoimentos de terça-feira, 27, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) apresentem novas denúncias. A Operação Compliance Zero pode resultar em indiciamentos por gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o sistema financeiro nacional.

Para o mercado, a Operação Compliance Zero é um lembrete amargo de que a diligência (due diligence) não é apenas uma etapa burocrática, mas a principal barreira contra fraudes bilionárias. O veto do BC foi a salvaguarda que impediu um prejuízo ainda maior aos cofres públicos, mas as investigações continuam para responsabilizar os artífices da fraude.

A semana inicia tensa em Brasília e no centro financeiro de São Paulo. A Operação Compliance Zero não apenas desmantelou uma instituição financeira, mas expôs as vísceras de um modus operandi que pode não ser exclusivo do Banco Master. A transparência das oitivas e a celeridade da justiça serão fundamentais para restaurar a plena confiança no sistema.

Enquanto a Operação Compliance Zero prossegue, investidores e correntistas aguardam o desenrolar dos processos de liquidação e as garantias de ressarcimento. A Polícia Federal mantém o rigor na apuração, ciente de que o caso Master-BRB entrará para a história como um dos episódios mais emblemáticos de combate ao crime financeiro no Brasil. A sociedade espera que a “tolerância zero” implícita no nome da operação se traduza em punição efetiva e recuperação de ativos.

O desfecho da Operação Compliance Zero moldará a regulação bancária para os próximos anos, reforçando a tese de que no mercado financeiro, números que parecem bons demais para ser verdade, geralmente não o são.

Tags: Carteiras de crédito falsasCaso Banco Master e BRBDaniel Vorcaro investigaçãoEscândalo financeiro 2026.fraude Banco MasterIrregularidades BRBliquidação Banco Masteroperação Compliance ZeroPolícia Federal crimes financeirosReag DTVM investigação

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