terça-feira, 13 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Economia

Juros futuros caem 6 pontos com IGP-M de -1,16% e PIB dos EUA a 1,5% em 30 de julho

DI para jan/28 vai a 13,88% após deflação de 1,16% no IGP-M, desemprego a 5,4% e déficit de R$ 48,1 bi em linha com projeções

por Camila Braga
30/07/2026 às 18h50
em Economia
Juros - Gazeta Mercantil

Os juros futuros encerraram a quinta-feira, 30 de julho de 2026, em queda nos vencimentos curtos e intermediários na B3, com o contrato para janeiro de 2028 a 13,88%, recuo de 6 pontos-base ante o ajuste de 13,942% da véspera, e o DI para janeiro de 2035 a 14,66%, alta de 3 pontos-base sobre 14,63%, em sessão marcada por uma bateria concentrada de indicadores no Brasil e nos Estados Unidos que reancorou apostas para a Selic e para o Federal Reserve. O movimento ocorreu em São Paulo após a Fundação Getulio Vargas informar deflação de 1,16% no IGP-M de julho, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontar desemprego de 5,4% no segundo trimestre, a Receita Federal divulgar arrecadação de R$ 264,437 bilhões em junho e o Tesouro Nacional reportar déficit primário de R$ 48,178 bilhões no mesmo mês, enquanto nos EUA o Bureau of Economic Analysis reportou crescimento de 1,5% do PIB no segundo trimestre e alta de 0,1% no núcleo do PCE de junho.

A dinâmica dos juros futuros ao longo do dia refletiu leitura de desinflação mais rápida no atacado, sinais de desaceleração na confiança de serviços e acomodação no mercado de trabalho norte-americano, fatores que, combinados, reduziram prêmio de risco na parte curta da curva. Investidores que operam juros futuros passaram a calibrar cenário de atividade mais fria e inflação de custos menos pressionada, o que alivia a curva a termo e melhora a precificação de corte de juros pelo Banco Central na reunião da próxima semana, quando o mercado projeta redução de 0,25 ponto percentual para 14,0% ao ano. Na ponta longa, a permanência de incerteza fiscal e o comportamento dos Treasuries limitaram o alívio.

Leia também: Juros futuros iniciam em queda firme acompanhando exterior | Finanças.

No exterior, os juros futuros norte-americanos serviram de âncora parcial. O rendimento do Treasury de dois anos, sensível à política monetária de curto prazo, exibia estabilidade a 4,238% por volta de 16h40, horário de Brasília, enquanto o título de dez anos, referência global para alocação, avançava 5 pontos-base a 4,667%. A divergência entre a parte curta estável e a longa em alta nos EUA ajuda a explicar por que os juros futuros no Brasil recuaram na frente e ficaram pressionados nos vencimentos mais distantes, já que o prêmio de prazo local segue condicionado ao risco fiscal doméstico.

IGP-M cai 1,16% em julho com alívio de combustíveis e acumula 2,76% em 12 meses, diz FGV

O Índice Geral de Preços-Mercado caiu 1,16% em julho, após recuo de 0,50% em junho, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Fundação Getulio Vargas. O resultado veio ligeiramente mais intenso que a mediana de -1,09% apontada em pesquisa da Reuters e levou o acumulado em 12 meses a 2,76%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que responde por 60% do IGP-M e mede o atacado, recuou 1,74% no mês, depois de queda de 0,97% em junho, puxado por combustíveis e derivados de petróleo. O Índice de Preços ao Consumidor, com peso de 30%, variou -0,01% em julho ante alta de 0,47% em junho. O Índice Nacional de Custo da Construção subiu 0,62% ante 0,85% no mês anterior. O IGP-M apura preços entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Leia também: Juros nos EUA e estímulos na China ajudam fundos de emergentes, mas techs americanas sobem mais.

Para os juros futuros, a composição do IGP-M importa mais que o número cheio. A queda do IPA sinaliza descompressão de custos industriais e de energia, associada à reversão de tensões no Estreito de Ormuz e ao recuo de cotações internacionais de petróleo citadas pelo economista Matheus Dias, do FGV IBRE, em nota oficial da Fundação. No varejo, a desinflação de alimentos in natura compensou a alta sazonal de passagens aéreas em julho. O dado reforça o diagnóstico de IPCA-15 mais baixo divulgado na terça-feira e reduz a inércia inflacionária percebida na curva. Quando o atacado devolve parte da alta anterior, os juros futuros de curto prazo tendem a embutir menor repasse para o consumidor e abrem espaço para discussão de flexibilização monetária à frente, sem alterar a necessidade de cautela com serviços.

Confiança de serviços recua 3 pontos a 87,8 e interrompe dois meses de alta, aponta FGV

O Índice de Confiança de Serviços recuou 3,0 pontos em julho para 87,8 pontos, interrompendo dois meses de avanços, informou a FGV. O Índice de Situação Atual caiu 3,1 pontos para 89,5 pontos, menor patamar desde julho de 2021, quando estava em 87,9 pontos. O Índice de Expectativas recuou 2,8 pontos para 86,3 pontos, queda mais intensa desde março de 2026. A piora atingiu de forma semelhante a avaliação sobre o presente e sobre os próximos meses, sobretudo nas percepções de demanda corrente e demanda prevista, segundo o economista Stéfano Pacini, do FGV IBRE.

Leia também: JBS (JBSS3), Minerva (BEEF3) e Marfrig (MRFG3): Por que ações caem nos últimos dois dias?.

O recuo sincronizado de situação atual e expectativas sinaliza desaceleração da atividade no setor que mais emprega e mais pesa no PIB de serviços. Para os juros futuros, confiança mais baixa indica menor tração de demanda e menor capacidade de repasse de preços, o que ajuda a ancorar expectativas de inflação de serviços, componente mais sensível a juros. O quadro descrito pela FGV menciona ainda que mercado de trabalho resiliente e estímulos fiscais sustentam consumo, mas convivem com juros reais restritivos e inadimplência elevada, combinação que tende a moderar o ritmo à frente. Esse balanço entre resiliência e moderação é central para a precificação de juros futuros intermediários.

Desemprego cai a 5,4% no 2º trimestre, mínima histórica, e renda recua a R$ 3.738, mostra IBGE

A taxa de desocupação ficou em 5,4% no trimestre encerrado em junho, a menor para o período na série histórica iniciada em 2012, informou o IBGE nesta quinta-feira. O resultado representa queda ante 6,1% no primeiro trimestre e ante 5,8% no mesmo período de 2025, em linha com a expectativa mediana de economistas consultados pela Reuters. O contingente de desocupados caiu 10,9% sobre o trimestre anterior, para 5,861 milhões de pessoas, com recuo de 6,3% na comparação anual. A população ocupada cresceu 1,1% no trimestre e 0,7% no ano, para 103,057 milhões, puxada por empregados do setor privado sem carteira, que avançaram 2,2%, ante alta de 0,6% dos com carteira.

Leia também: Ficou sabendo? Santander vê Ibovespa em 140 mil pontos em 2024; fundo do Google.

A renda média real de todos os trabalhos caiu 1,5% no trimestre, para R$ 3.738, de R$ 3.795 entre janeiro e março, embora tenha subido 2,8% ante o mesmo trimestre de 2024. Para os juros futuros, o dado traz mensagem ambígua, mas com viés de moderação. Desemprego em mínima histórica mantém pressão sobre inflação de serviços e dificulta o trabalho do Banco Central, ponto destacado pelo próprio IBGE, mas a perda de fôlego da renda e o avanço maior da ocupação informal sugerem menor dinamismo à frente. Analistas consultados na divulgação projetam taxa encerrando 2026 em 5,7%, cenário compatível com desaceleração gradual e com a manutenção de juros reais elevados por mais tempo. A leitura reforça a estratégia de operar juros futuros curtos com prêmio menor, mas sem romper níveis de equilíbrio de longo prazo.

Arrecadação de R$ 264,4 bi em junho bate recorde e déficit de R$ 48,1 bi fica em linha, dizem Receita e Tesouro

A arrecadação federal teve alta real de 7,72% em junho sobre um ano antes, somando R$ 264,437 bilhões, maior valor já observado para o mês, informou a Receita Federal nesta quinta-feira. No acumulado de janeiro a junho, a arrecadação cresceu 6,63% acima da inflação ante o mesmo período de 2025, para R$ 1,587 trilhão, recorde para o semestre na série iniciada em 1995. O desempenho reflete base de comparação, Imposto de Renda, Cofins e arrecadação previdenciária, além de efeitos do Decreto nº 12.499/2025 sobre IOF, conforme detalhamento da Receita em coletiva às 11h com transmissão pelo canal do Ministério da Fazenda.

Leia também: BC da Austrália decide manter juros em 4,10% ao ano para ganhar tempo e avaliar economia | Finanças.

À tarde, o Tesouro Nacional informou que o governo central, que reúne Tesouro, Banco Central e Previdência Social, registrou déficit primário de R$ 48,178 bilhões em junho, praticamente em linha com os R$ 48 bilhões projetados por economistas consultados pela Reuters e pior que o déficit de R$ 44,216 bilhões de junho de 2025. No primeiro semestre, o rombo acumulado chegou a R$ 92,227 bilhões, o pior resultado para o período desde 2020, segundo dados do Tesouro. Para os juros futuros, o fiscal segue como limitador da queda na ponta longa. Arrecadação recorde ajuda a ancorar receita, mas o déficit persistente mantém a percepção de risco e a necessidade de prêmio na curva longa, sobretudo quando a dívida pública segue em trajetória de alta.

Na entrevista coletiva, o secretário do Tesouro Nacional substituto, David Athayde, afirmou que o governo estuda a possibilidade de reduzir o limite anual de crescimento real das despesas federais de 2,5% para 1,5% ao ano, previsto no arcabouço fiscal. “Essa é uma medida que está em estudo, a Fazenda sempre estuda medidas adicionais que possam contribuir para a consolidação fiscal em curso”, declarou, ao ser questionado sobre o impacto da mudança. Athayde ressaltou que não há definição ou prazo e que a equipe econômica se comprometeu a entregar superávits primários crescentes, de 0,25% do PIB em 2026 para 1,5% do PIB em 2030. A sinalização foi bem recebida por agentes que operam juros futuros longos, por sugerir reforço do arcabouço, embora a falta de detalhamento mantenha cautela.

PIB dos EUA cresce 1,5% no 2º tri e núcleo do PCE sobe 0,1% em junho com pedidos a 197 mil, informa BEA

Nos Estados Unidos, o Produto Interno Bruto cresceu à taxa anualizada de 1,5% no segundo trimestre de 2026, de abril a junho, segundo a estimativa prévia divulgada nesta quinta-feira pelo Bureau of Economic Analysis. O resultado ficou abaixo dos 2,1% do primeiro trimestre e abaixo da mediana de 2,1% esperada pelo mercado. O avanço refletiu aumentos de gastos do consumidor, investimento e exportações, parcialmente compensados por queda em gastos do governo, enquanto importações, que são subtração no cálculo do PIB, aumentaram. O número de consumidores gastando mais, com alta de 3,2% após 0,5% no trimestre anterior, evitou desaceleração mais forte.

Na mesma data, o BEA informou que a renda pessoal aumentou US$ 54,9 bilhões, ou 0,2% em junho, a renda pessoal disponível cresceu US$ 48,3 bilhões, 0,2%, e os gastos com consumo pessoal avançaram US$ 65,2 bilhões, 0,3%. O índice de preços de gastos com consumo, o PCE, caiu 0,1% em junho na comparação mensal, para taxa anual de 3,7%, enquanto o núcleo do PCE, que exclui alimentos e energia e é observado pelo Federal Reserve, avançou 0,1% no mês e 3,3% em 12 meses, abaixo da expectativa de 0,2% e abaixo dos 0,3% de maio. O dado de inflação mais fraco que o esperado abriu espaço para queda adicional dos juros futuros curtos no Brasil por contágio externo.

O Departamento do Trabalho informou ainda que os pedidos iniciais de seguro-desemprego subiram 9 mil para 197 mil na semana encerrada em 25 de julho, em dado com ajuste sazonal, ante 188 mil revisados na semana anterior e ante projeção de 200 mil. Os pedidos continuados, proxy de contratações, caíram 7 mil para 1,782 milhão na semana encerrada em 18 de julho. O mercado de trabalho norte-americano segue em modo de contratação e demissão lentas, e o Federal Reserve manteve na quarta-feira a taxa básica na faixa de 3,50% a 3,75%, com três dissidências defendendo alta de 0,25 ponto. Para os juros futuros brasileiros, a combinação de PIB mais fraco e núcleo do PCE a 0,1% reforça aposta de que o Fed pode pausar o ciclo de aperto, o que alivia o diferencial de juros e favorece alívio adicional na curva local curta, sem eliminar prêmio fiscal na parte longa.

LEIA MAIS

Motos (Foto De Paulo Pinto, Abr)
Economia

Produção de motos tem melhor setembro desde 2011 e cresce 10,4%, diz Abraciclo

No mês de setembro, a indústria brasileira de motocicletas cresceu 10,4% em relação ao ano anterior, com 186.758 unidades produzidas

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Economia

Governo anuncia Pix de até R$ 5 mil para MEIs e propõe perdão de dívidas

A menos de duas semanas para o segundo turno das eleições, o governo federal anunciou nesta terça-feira (13) o “Prospera MEI”, um pacote de medidas

Leia MaisDetails
Boletim Focus: Mercado Corta Projeção Da Inflação De 2026 Para 5,30% - Gazeta Mercantil
Economia

Boletim Focus: inflação de 2026 sobe para 5,22% e Selic projetada cai a 13,25%

Índice apresentou alta de 0,21 ponto percentual, indo par 5,22%; Selic e câmbio registraram queda nos resultados desta semana com estimativa de encerrar o ano em 13,25% e...

Leia MaisDetails
Plano Econômico De Flávio Bolsonaro Levanta Suspeitas De Estelionato Eleitoral - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Plano econômico de Flávio Bolsonaro levanta suspeitas de estelionato eleitoral

O programa econômico de Flávio Bolsonaro (PL) para um eventual governo a partir de 2027 passou a ser questionado pela falta de detalhamento sobre como o candidato pretende...

Leia MaisDetails
As Novas Regras Do Governo Para A Publicidade De Bets Após Polêmica Na Copa Do Mundo: Veja O Que É Proibido
Economia

Bancos começam a devolver R$ 1,3 bilhão a apostadores de bets; veja como receber

Os bancos e as instituições financeiras começam nesta sexta-feira (9) a devolver cerca de R$ 1,325 bilhão que permaneceu nas contas

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

18:49:41
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Lula - Gazeta Mercantil
Política

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Leia MaisDetails
Brasileiros Conservadores - Gazeta Mercantil
Política

Conservadorismo no Brasil atinge maior nível desde 2018, aponta Ipsos-Ipec

Leia MaisDetails
Motos (Foto De Paulo Pinto, Abr)
Economia

Produção de motos tem melhor setembro desde 2011 e cresce 10,4%, diz Abraciclo

Leia MaisDetails
Vivara Aprova Emissão De R$ 300 Milhões Em Debêntures Com Vencimento Em 2031-Gazeta Mercantil
Empresas

Vivara aprova emissão de R$ 300 milhões em debêntures com vencimento em 2031

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH registra queda de 5% em moda e ações acumulam perda de 40% em 2026

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Conservadorismo no Brasil atinge maior nível desde 2018, aponta Ipsos-Ipec

Dólar hoje (13/10): moeda fecha a R$ 5,02, sobe 0,74% e contraria queda no exterior após pesquisas eleitorais

Produção de motos tem melhor setembro desde 2011 e cresce 10,4%, diz Abraciclo

Vivara aprova emissão de R$ 300 milhões em debêntures com vencimento em 2031

LVMH registra queda de 5% em moda e ações acumulam perda de 40% em 2026

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP