terça-feira, 27 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Política

Lula poderá indicar 4 ministros ao STF até 2030 e ter 7 integrantes nomeados por ele

Reeleito, Lula poderá preencher a vaga deixada por Barroso e substituir Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes. Aprovação dos nomes dependerá do Senado, onde o PL terá a maior bancada a partir de 2027.

por Carlos Menezes
26/10/2026 às 13h14
em Política
Stf - Supremo Tribunal Federal - Gazeta Mercantil

A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), confirmada neste domingo (25), abre a possibilidade de uma ampla renovação na composição do Supremo Tribunal Federal (STF) até o final de 2030. Durante os próximos quatro anos, três ministros alcançarão a idade de aposentadoria compulsória, enquanto uma quarta cadeira permanece desocupada desde a saída antecipada de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025. Caso consiga preencher todas essas vagas, Lula poderá chegar ao encerramento de seu próximo mandato com sete dos 11 integrantes da Corte escolhidos por ele em diferentes períodos de governo.

A possibilidade representa uma mudança relevante na composição histórica do tribunal, responsável pelo julgamento de questões constitucionais, conflitos entre Poderes e processos de grande repercussão nacional. Entretanto, a prerrogativa presidencial de indicar ministros não assegura sua nomeação, que depende de aprovação por maioria absoluta do Senado Federal. A dificuldade ficou evidente em abril de 2026, quando os senadores rejeitaram Jorge Messias, escolhido por Lula para ocupar a cadeira deixada por Barroso.

A partir de fevereiro de 2027, as negociações ocorrerão em um Senado de composição diferente, no qual o Partido Liberal (PL), legenda de Flávio Bolsonaro, deverá reunir 29 parlamentares. O PT contará com dez representantes, segundo levantamento oficial da Agência Senado publicado após a conclusão das eleições. Essa distribuição exigirá negociações com partidos de diferentes posições políticas para que o governo consiga alcançar os 41 votos necessários à aprovação de cada indicado.

Quais ministros do STF vão se aposentar até 2030?

Três integrantes do Supremo completarão 75 anos durante o próximo mandato presidencial, limite constitucional para a permanência no cargo. As datas foram confirmadas a partir dos registros biográficos mantidos pelo próprio STF e das regras de aposentadoria compulsória estabelecidas pela Constituição Federal. A sequência começa em 2028 e termina apenas dois dias antes do encerramento do mandato presidencial, em dezembro de 2030.

Calendário das vagas previstas no STF até 2030

Ministro Data da aposentadoria compulsória Presidente que indicou
Luiz Fux 26 de abril de 2028 Dilma Rousseff
Cármen Lúcia 19 de abril de 2029 Luiz Inácio Lula da Silva
Gilmar Mendes 30 de dezembro de 2030 Fernando Henrique Cardoso

Além dessas três aposentadorias previstas, permanece aberta a vaga de Luís Roberto Barroso, que deixou o tribunal em 18 de outubro de 2025. O ministro havia sido indicado pela então presidente Dilma Rousseff em 2013 e decidiu se aposentar antes de completar 75 anos. Sua saída reduziu temporariamente a composição do Supremo de 11 para dez integrantes.

A primeira nova aposentadoria compulsória ocorrerá em 26 de abril de 2028, quando Luiz Fux completará 75 anos. O magistrado ingressou no STF em março de 2011, após indicação de Dilma Rousseff, e presidiu a Corte entre 2020 e 2022. Sua saída permitirá que Lula apresente um novo nome ao Senado para ocupar a cadeira.

Em 19 de abril de 2029, será a vez de Cármen Lúcia completar 75 anos. Indicada pelo próprio Lula em 2006, durante seu primeiro período na Presidência, ela também exerceu a presidência do Supremo e integra atualmente o colegiado como única mulher. Sua aposentadoria terá consequências para a composição de gênero do tribunal, especialmente diante das discussões sobre a representação feminina nas cortes superiores.

A última aposentadoria prevista para o período será a de Gilmar Mendes, em 30 de dezembro de 2030. Indicado por Fernando Henrique Cardoso em 2002, o magistrado é o integrante mais antigo do Supremo e exerce a função de decano. A proximidade entre sua saída obrigatória e o término do mandato presidencial cria uma dificuldade adicional para o preenchimento da vaga.

Vaga de Barroso continua aberta após rejeição de Jorge Messias

A primeira decisão de Lula sobre a composição do Supremo poderá ocorrer antes mesmo do início do novo mandato. Desde outubro de 2025, o tribunal funciona com dez ministros em razão da aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso. O presidente chegou a escolher o advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar a cadeira, mas a indicação foi rejeitada pelo Senado em 29 de abril de 2026.

O processo tramitou formalmente como Mensagem nº 7 de 2026, apresentada pela Presidência da República. Na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Messias recebeu 16 votos favoráveis e 11 contrários, obtendo aprovação para que seu nome fosse submetido ao plenário. Entretanto, o resultado da votação final foi diferente.

Dos 77 senadores que participaram da deliberação, 34 votaram a favor, 42 foram contrários e um se absteve. Como a Constituição exige pelo menos 41 votos favoráveis, a indicação foi rejeitada. O episódio encerrou um intervalo de 132 anos sem que o Senado recusasse um nome apresentado pelo presidente da República para integrar o Supremo Tribunal Federal.

Após a votação, Jorge Messias reconheceu o resultado e afirmou que respeitaria a decisão dos parlamentares. O advogado-geral da União declarou:

“O Senado é soberano, o Plenário do Senado é soberano”, afirmou Jorge Messias, após a rejeição de sua indicação ao STF.

Messias acrescentou que o resultado fazia parte do processo democrático e que continuaria sua trajetória no serviço público. A manifestação ocorreu depois de uma sabatina que se estendeu por mais de oito horas na CCJ. O episódio demonstrou que a aprovação inicial na comissão não garante o apoio necessário no plenário do Senado.

Lula pode indicar Jorge Messias novamente?

A rejeição não retirou de Lula a prerrogativa constitucional de apresentar outro candidato para a vaga de Barroso. Segundo esclarecimento publicado pelo Senado Federal em 30 de abril, a Presidência da República pode encaminhar uma nova indicação a qualquer momento, pois a legislação não estabelece prazo obrigatório para a escolha. O nome deverá novamente passar pela análise da CCJ e pela votação dos senadores.

Existe, contudo, uma restrição específica caso Lula decida reapresentar Jorge Messias. O Ato da Mesa do Senado nº 1, de 2010, estabelece que uma indicação rejeitada não pode ser submetida a nova deliberação durante a mesma sessão legislativa. Como a rejeição ocorreu em 2026, uma eventual reapresentação de Messias somente poderá ser apreciada em outra sessão legislativa, como a de 2027.

O presidente também poderá optar por outro jurista ainda em 2026, sem precisar esperar o início do próximo mandato. Essa possibilidade possui uma consequência importante para o cálculo das quatro vagas: se a cadeira de Barroso for preenchida antes de dezembro, restarão três aposentadorias compulsórias previstas entre 2028 e 2030. Portanto, quatro é o número de vagas que Lula poderá preencher até o fim de 2030, e não necessariamente a quantidade de indicações que realizará durante o mandato iniciado em 2027.

A escolha também deverá considerar os requisitos estabelecidos no artigo 101 da Constituição. Os candidatos precisam ser brasileiros natos, ter mais de 35 e menos de 70 anos de idade, além de possuir notável saber jurídico e reputação ilibada. O presidente pode escolher nomes provenientes da magistratura, do Ministério Público, da advocacia, do meio acadêmico ou de outras carreiras jurídicas, desde que atendam às exigências constitucionais.

Lula poderá terminar mandato com sete ministros indicados por ele

Atualmente, quatro integrantes do Supremo foram nomeados por Lula durante seus diferentes mandatos presidenciais: Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Os dois primeiros ingressaram no tribunal em 2006 e 2009, respectivamente, enquanto Zanin e Dino foram escolhidos durante o mandato iniciado em 2023. A composição atual também reúne ministros indicados por Fernando Henrique Cardoso, Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro.

A saída obrigatória de Cármen Lúcia em 2029 reduzirá para três o número de ministros indicados por Lula que permanecerão no tribunal: Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Caso todas as quatro vagas previstas até 2030 sejam preenchidas por novos nomes escolhidos pelo presidente, esse grupo poderá chegar a sete integrantes. O número corresponderia a aproximadamente 63,6% da composição completa de 11 ministros.

Esse cálculo, entretanto, representa apenas a origem das nomeações presidenciais. Não significa que os magistrados escolhidos por Lula constituirão automaticamente um grupo de votação uniforme ou que suas decisões necessariamente acompanharão os interesses do governo. A Constituição assegura a independência judicial, e os integrantes do Supremo possuem garantias institucionais destinadas a preservar sua atuação no exercício da jurisdição.

A eventual presença de sete ministros indicados pelo mesmo presidente também não implicaria controle automático sobre os julgamentos. As decisões do STF dependem das regras processuais, da composição dos órgãos julgadores, dos fundamentos jurídicos apresentados e da posição individual dos magistrados. Além disso, parte das decisões é tomada pelas Turmas, enquanto outras questões precisam ser apreciadas pelo plenário.

A distinção entre origem da indicação e comportamento judicial é essencial para avaliar o significado dessa possível mudança. A escolha de ministros possui relevância institucional de longo prazo porque os nomeados podem permanecer na Corte por décadas. Entretanto, sua atuação posterior não está subordinada ao presidente responsável pela nomeação.

Novo Senado terá 29 parlamentares do PL e apenas dez do PT

A composição do Senado Federal a partir de fevereiro de 2027 será um dos principais obstáculos políticos para o preenchimento das vagas. Segundo os dados publicados pela própria Casa em 25 de outubro, o PL terá a maior bancada, com 29 dos 81 senadores. O PT deverá ocupar dez cadeiras, enquanto o MDB contará com oito representantes e o PP terá seis.

União Brasil e Republicanos terão cinco senadores cada, ao passo que PSD e PSB deverão reunir quatro parlamentares por legenda. Novo terá três representantes, PSDB e Podemos contarão com dois cada, enquanto Rede e PDT terão um senador por partido. A projeção considera os eleitos em 4 de outubro, os mandatos em continuidade e as substituições decorrentes da eleição de senadores para governos estaduais.

Essa distribuição mostra que o presidente não poderá depender exclusivamente dos votos de sua legenda para aprovar indicações ao Supremo. Com dez senadores do PT, seriam necessários pelo menos outros 31 votos favoráveis para alcançar a maioria absoluta exigida pela Constituição, desconsideradas eventuais mudanças na composição partidária. O cálculo também demonstra a importância de articulações com partidos de centro e legendas que não integram formalmente a base governista.

A bancada de 29 integrantes do PL, por sua vez, não possui individualmente votos suficientes para impedir uma nomeação caso os demais parlamentares apoiem o indicado. Entretanto, uma articulação com outras legendas poderá dificultar a obtenção dos 41 votos necessários. O resultado dependerá da identidade do candidato, das negociações políticas e das posições assumidas individualmente pelos senadores.

Rejeição de Messias mostrou limites da articulação do governo

O resultado da indicação de Jorge Messias oferece um precedente recente para avaliar as dificuldades que Lula poderá enfrentar na próxima legislatura. O advogado-geral da União obteve apenas 34 votos favoráveis, sete a menos que o mínimo constitucional. Mesmo com o apoio do governo e a aprovação na CCJ, não conseguiu formar maioria no plenário.

Depois da votação, parlamentares governistas e oposicionistas apresentaram interpretações distintas sobre o resultado. O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição, classificou a rejeição como uma resposta à politização do Supremo, segundo registro oficial da Agência Senado. Já integrantes da base governista defenderam a prerrogativa constitucional de Lula de indicar ministros e ressaltaram que a decisão final cabe aos senadores.

O episódio também evidenciou a importância do calendário legislativo e das negociações anteriores à sabatina. O nome de Messias havia sido anunciado em novembro de 2025, mas a mensagem presidencial foi formalmente encaminhada ao Senado apenas em abril de 2026. A demora na tramitação foi mencionada pelo então presidente da Casa, Davi Alcolumbre, durante a sessão que antecedeu a votação.

A partir de 2027, essas negociações ocorrerão em um ambiente parlamentar renovado. O crescimento da bancada do PL amplia a participação da oposição nas decisões sobre autoridades indicadas pelo Executivo, mas não estabelece previamente como será a votação de cada nome. A capacidade de articulação entre governo, partidos de centro e lideranças independentes será determinante para os próximos processos de nomeação.

Aposentadoria de Gilmar Mendes terá prazo especialmente apertado

Entre as quatro vagas possíveis, a substituição de Gilmar Mendes apresenta a particularidade mais relevante do calendário. O ministro completará 75 anos em 30 de dezembro de 2030, apenas dois dias antes do término do mandato presidencial de Lula. Essa circunstância torna especialmente difícil realizar, dentro do período restante, todas as etapas necessárias à aprovação de um novo integrante do Supremo.

A escolha presidencial precisa ser encaminhada ao Senado, examinada pela Comissão de Constituição e Justiça e submetida à votação do plenário. Depois da aprovação, ainda é necessária a nomeação formal para que o indicado possa assumir a função. Como as atividades legislativas ordinárias normalmente se encerram antes do Natal, a substituição de Gilmar poderá depender de providências excepcionais ou permanecer pendente para o governo seguinte.

Portanto, a possibilidade matemática de Lula escolher quatro novos integrantes não equivale à certeza de conseguir nomear todos eles até 31 de dezembro de 2030. O preenchimento da última vaga dependerá do calendário institucional e das decisões tomadas pelas autoridades competentes. Caso o processo não seja concluído durante o mandato, a definição poderá ficar para a administração presidencial seguinte.

A dificuldade reforça a importância de distinguir o número de aposentadorias previstas da quantidade de nomeações efetivamente concluídas. Enquanto as saídas de Fux e Cármen Lúcia ocorrerão com tempo considerável até o término do mandato, a de Gilmar terá uma janela extremamente reduzida. Essa diferença poderá influenciar a estratégia presidencial de preenchimento das cadeiras.

Aposentadoria de Cármen Lúcia reacende debate sobre presença feminina

A saída prevista de Cármen Lúcia em abril de 2029 também terá consequências para a representação feminina no Supremo Tribunal Federal. Atualmente, ela é a única mulher entre os dez integrantes da Corte. Sua aposentadoria poderá deixar o tribunal temporariamente sem ministras, dependendo das escolhas realizadas pelo presidente para as vagas que surgirem.

A Constituição não estabelece reserva de vagas por gênero para a composição do STF. Contudo, a predominância masculina entre os integrantes do tribunal tem sido objeto de debates institucionais sobre diversidade e representação no Poder Judiciário. O preenchimento das próximas cadeiras poderá alterar essa configuração, conforme o perfil dos nomes escolhidos e aprovados.

O histórico do Supremo registra a presença de mulheres como Ellen Gracie e Rosa Weber, além de Cármen Lúcia. A ampliação dessa participação depende das decisões dos presidentes da República e da aprovação do Senado. O debate sobre representatividade também abrange questões raciais, regionais e profissionais, embora nenhum desses critérios substitua os requisitos constitucionais para a nomeação.

A escolha de uma mulher para uma das vagas previstas poderia preservar ou ampliar a presença feminina na Corte. Já a substituição de Cármen Lúcia por um homem, sem outras nomeações femininas no período, deixaria o Supremo sem representantes mulheres. Trata-se de uma consequência objetiva da composição atual, e não de uma previsão sobre a decisão que será tomada por Lula.

Próxima aposentadoria depois de 2030 ocorrerá em 2033

Após as saídas previstas de Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes, a próxima aposentadoria compulsória programada entre os atuais ministros será a de Edson Fachin. O presidente do Supremo nasceu em 8 de fevereiro de 1958 e, portanto, completará 75 anos em fevereiro de 2033. Indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff, Fachin tomou posse no tribunal em junho de 2015.

O intervalo reforça o alcance temporal das escolhas realizadas entre 2027 e 2030. Ministros nomeados nesse período, dependendo da idade com que assumirem, poderão permanecer no Supremo durante diferentes governos e legislaturas. A consequência é que decisões presidenciais tomadas nos próximos quatro anos poderão influenciar a composição institucional do Judiciário por um período muito superior ao mandato de Lula.

O presidente reeleito inicia, assim, uma nova etapa política com a possibilidade de participar diretamente de uma renovação significativa do tribunal. A concretização desse cenário dependerá da escolha de candidatos que atendam aos requisitos constitucionais, da aprovação pelo Senado e da conclusão das nomeações dentro dos prazos disponíveis. As quatro vagas previstas até 2030 representam uma oportunidade de recomposição da Corte, mas também um desafio de negociação entre Executivo e Legislativo.

Fontes

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — Resultado oficial do segundo turno das Eleições 2026 e pronunciamento da Presidência do tribunal, em 25 e 26 de outubro de 2026.

Supremo Tribunal Federal (STF) — Registros oficiais de composição da Corte e biografias dos ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin.

Supremo Tribunal Federal (STF) — Comunicado oficial sobre a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, publicado em 16 de outubro de 2025.

Senado Federal — Mensagem nº 7 de 2026, referente à indicação de Jorge Rodrigo Araújo Messias, com resultado nominal da votação de 29 de abril de 2026.

Agência Senado — Comunicados institucionais de 29 e 30 de abril de 2026 sobre a rejeição de Jorge Messias e as regras para apresentação de nova indicação.

Senado Federal — Regimento Interno e Ato da Mesa nº 1, de 2010, sobre o procedimento de apreciação de autoridades indicadas pelo Poder Executivo.

Agência Senado — Levantamento oficial da composição partidária do Senado para a legislatura iniciada em fevereiro de 2027, publicado em 25 de outubro de 2026.

Constituição da República Federativa do Brasil — Artigos 52 e 101, sobre as competências do Senado e a composição do Supremo Tribunal Federal, e artigo 40, sobre aposentadoria compulsória.

Leia também

  • Trump diz que eleição no Brasil “pareceu fraudada” após vitória de Lula, mas não apresenta provas
  • Derrota de Flávio Bolsonaro abre disputa na direita; Tarcísio e Michelle ganham espaço para 2030

LEIA MAIS

Carla Zambelli - Gazeta Mercantil
Política

Justiça da Itália adia extradição de Carla Zambelli para 24 de novembro após pedido da defesa

Justiça da Itália adia para 24 de novembro julgamento da extradição de Carla Zambelli após pedido da defesa. Ex-deputada permanece em liberdade.

Leia MaisDetails
Juros Futuros Fecham Em Alta Pela 5ª Vez Seguida Com Payroll
Mercados

Juros futuros recuam após disparada e Tesouro anuncia nova recompra de títulos públicos

Juros futuros recuam após forte alta, enquanto Tesouro Nacional anuncia recompra de títulos públicos e cancela leilões em meio à volatilidade.

Leia MaisDetails
Pf Apura Possível Fuga De Flávio Bolsonaro Pela Argentina
Política

PF apura possível fuga de Flávio Bolsonaro pela Argentina

PF apura possível saída de Flávio Bolsonaro pela Argentina após restrição de viagem imposta pelo STF. Governo argentino e aliados negam a suposta fuga.

Leia MaisDetails
Após Derrota, Vídeo Em Que Lula Questiona Ancelotti Volta A Repercutir
Política

Lula completa 81 anos dois dias após reeleição e se prepara para quarto mandato presidencial

Lula completa 81 anos nesta terça-feira (27), dois dias após vencer Flávio Bolsonaro nas eleições de 2026 e conquistar seu quarto mandato presidencial.

Leia MaisDetails
Ibovespa Pode Cair Mais Após Tombo De 13,88%? Bancos Divergem Sobre Riscos Da Reeleição De Lula - Gazeta Mercantil - Mercados
Mercados

Ibovespa pode cair mais após tombo de 13,88%? Bancos divergem sobre riscos da reeleição de Lula

Ibovespa pode cair mais após tombo de 13,88%? BTG, JPMorgan e Gavekal avaliam os riscos da reeleição de Lula para a Bolsa, o dólar e os juros.

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL MERCADO AGORA

15:46:37
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Gerdau Lucra R$ 1,52 Bilhão No 3º Trimestre E Eleva Geração De Caixa-Gazeta Mercantil
Empresas

Gerdau (GGBR4) lucra R$ 1,52 bilhão no 3º trimestre e eleva geração de caixa

Leia MaisDetails
Starlink - Gazeta Mercantil
Tecnologia

Vivo (VIVT3) lança conexão via satélite com Starlink para 50 milhões de clientes

Leia MaisDetails
Mercado Livre - Gazeta Mercantil
Mercados

Citi eleva Mercado Livre (MELI) para compra e reduz preço-alvo para US$ 2.050

Leia MaisDetails
Carla Zambelli - Gazeta Mercantil
Política

Justiça da Itália adia extradição de Carla Zambelli para 24 de novembro após pedido da defesa

Leia MaisDetails
Juros Futuros Fecham Em Alta Pela 5ª Vez Seguida Com Payroll
Mercados

Juros futuros recuam após disparada e Tesouro anuncia nova recompra de títulos públicos

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Gerdau (GGBR4) lucra R$ 1,52 bilhão no 3º trimestre e eleva geração de caixa

Vivo (VIVT3) lança conexão via satélite com Starlink para 50 milhões de clientes

Citi eleva Mercado Livre (MELI) para compra e reduz preço-alvo para US$ 2.050

Justiça da Itália adia extradição de Carla Zambelli para 24 de novembro após pedido da defesa

Juros futuros recuam após disparada e Tesouro anuncia nova recompra de títulos públicos

PF apura possível fuga de Flávio Bolsonaro pela Argentina

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP