segunda-feira, 14 de setembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Negócios

Mercado de canetas emagrecedoras deve chegar a US$ 150 bilhões até 2030

Avanço dos medicamentos GLP-1 muda hábitos de consumo e pressiona alimentos, bebidas, varejo, academias e tecnologia de saúde.

por Daniel Wicker
13/05/2026 às 07h54
em Negócios
Autor Do Projeto, Mario Heringer, Defende Uso De Canetas Emagrecedoras Como Parte De Política De Combate À Obesidade.

O mercado global de medicamentos GLP-1, classe que inclui as chamadas canetas emagrecedoras, deve chegar a US$ 150 bilhões até 2030, impulsionado pela expansão dos tratamentos contra obesidade, diabetes e controle de peso. A estimativa foi apresentada por Cristiane Amaral, sócia da EY e líder dos segmentos de consumo, produtos, varejo, health e life sciences para a América Latina, em análise sobre os efeitos desses medicamentos em diferentes setores da economia.

A projeção reforça a velocidade com que os remédios antiobesidade passaram a influenciar decisões de consumo, estratégias industriais e modelos de negócio. O avanço dos GLP-1 deixou de ser uma pauta restrita à indústria farmacêutica e passou a afetar também alimentos, bebidas, academias, varejo, tecnologia, clínicas de saúde, serviços de bem-estar e empresas ligadas à longevidade.

Segundo a executiva, há duas frentes simultâneas em transformação. A primeira é o mercado dos medicamentos GLP-1, que já representam cerca de 8% do faturamento das empresas produtoras. A segunda é o mercado de saudabilidade, conceito que engloba alimentação, atividade física, monitoramento biológico, prevenção e bem-estar, com potencial estimado em US$ 8 trilhões até 2030.

A EY atua globalmente em consultoria, auditoria, impostos e transações, com áreas dedicadas a consumo, varejo, saúde e life sciences, setores diretamente afetados pela expansão dos medicamentos antiobesidade.

GLP-1 amplia impacto além da indústria farmacêutica

Os medicamentos GLP-1 ganharam escala primeiro no tratamento de diabetes, mas avançaram rapidamente para controle de peso e obesidade. A classe atua sobre mecanismos metabólicos ligados à saciedade, glicose e apetite, o que alterou a percepção do mercado sobre seu potencial econômico.

O crescimento da demanda criou uma nova fronteira para a indústria farmacêutica. Empresas produtoras desses medicamentos passaram a capturar receitas bilionárias, enquanto competidores tentam acelerar pesquisas, ampliar capacidade produtiva e desenvolver novas formulações.

A transformação, porém, não se limita às farmacêuticas. A redução de apetite e a mudança no padrão alimentar de usuários podem afetar categorias inteiras de alimentos e bebidas. Produtos com maior teor de açúcar, ultraprocessados e bebidas alcoólicas tendem a ser mais pressionados por consumidores que buscam dietas mais controladas.

Ao mesmo tempo, cresce a demanda por alimentos com maior teor proteico, porções menores, produtos funcionais, suplementos e soluções voltadas à saúde metabólica. Esse movimento exige revisão de portfólio por parte da indústria de consumo.

Para o varejo, o desafio está em reorganizar categorias. Supermercados, farmácias, lojas de suplementos e plataformas digitais tendem a adaptar prateleiras, comunicação e sortimento para capturar consumidores mais atentos à saúde.

Mercado de saudabilidade pode atingir US$ 8 trilhões

Além dos medicamentos GLP-1, a executiva da EY destacou o avanço do mercado de saudabilidade, estimado em US$ 8 trilhões até 2030. Esse segmento inclui produtos e serviços associados a alimentação saudável, atividade física, prevenção, longevidade, saúde mental, monitoramento biológico e bem-estar.

A tese central é que o uso das canetas emagrecedoras não representa apenas uma mudança médica, mas uma reorganização do consumo. Pessoas que passam a controlar peso e saúde metabólica tendem a revisar hábitos de alimentação, exercício, sono, exames, suplementação e acompanhamento clínico.

No Brasil, esse movimento já aparece nas decisões de compra. Segundo a executiva, 35% dos consumidores afirmam que o fator saudabilidade é decisivo no momento de escolher alimentos e bebidas.

A mudança se reflete também em hábitos cotidianos. Levantamento citado pela EY mostra que 71% da população já direciona escolhas para alimentos e bebidas mais saudáveis, enquanto 69% mudou práticas relacionadas a exercícios físicos.

Esses dados indicam que a busca por saúde deixou de ser nicho e passou a ocupar espaço central na estratégia de empresas de consumo. Para marcas, o desafio é combinar conveniência, preço, sabor, transparência e benefícios funcionais.

Estados Unidos antecipam tendência que pode chegar ao Brasil

O uso em larga escala dos medicamentos GLP-1 avançou primeiro nos Estados Unidos. Segundo Cristiane Amaral, a expectativa é que cerca de 20% da população adulta americana use esse tipo de medicamento até 2030.

Esse patamar ajuda a explicar por que empresas globais de alimentos, bebidas, saúde e varejo já observam o tema com atenção. Em um mercado desse tamanho, mudanças no apetite, nas preferências alimentares e no comportamento de compra podem alterar receitas de categorias consolidadas.

O Brasil deve seguir trajetória própria, influenciado por renda, acesso médico, preço dos medicamentos, cobertura de planos de saúde, regulação, prescrição e disponibilidade. Ainda assim, a tendência de saudabilidade já está presente no mercado local.

A expansão das canetas emagrecedoras no país ocorre em meio a um debate mais amplo sobre obesidade, diabetes, envelhecimento populacional e prevenção de doenças crônicas. O avanço desses tratamentos pode acelerar uma mudança que já vinha acontecendo no consumo.

Para empresas brasileiras, o ponto central é antecipar adaptações. Alimentos com apelo saudável, bebidas com menos açúcar, opções sem álcool, produtos proteicos e serviços de acompanhamento podem ganhar relevância à medida que consumidores mudam prioridades.

Alimentação e bebidas entram em nova fase

A indústria de alimentos e bebidas está entre as mais expostas à expansão dos medicamentos GLP-1. Como esses remédios podem reduzir apetite e alterar preferências, empresas do setor precisam avaliar impactos em volume, frequência de compra e composição do carrinho.

Categorias indulgentes, porções grandes e produtos com alto teor calórico podem enfrentar maior pressão em determinados segmentos de consumidores. Em contrapartida, produtos associados a equilíbrio nutricional, saciedade, proteína, fibras e baixo teor de açúcar podem ganhar espaço.

No varejo, a mudança já aparece na reorganização de gôndolas. Áreas dedicadas a produtos light, sem lactose, sem glúten, com menos açúcar e funcionais tendem a crescer. Bebidas de baixo ou zero teor alcoólico também passam a ocupar posição mais relevante.

Segundo Cristiane Amaral, 48% dos consumidores no Brasil já redirecionam compras de bebidas para águas saborizadas, em substituição a bebidas alcoólicas, ou para opções com baixo ou zero teor alcoólico.

Esse movimento pressiona a indústria a revisar fórmulas, embalagens, tamanhos, linguagem de comunicação e portfólio. A disputa passa a ser por consumidores que querem produtos alinhados à saúde, mas não abrem mão de conveniência e experiência.

Academias e bem-estar ganham novo público

A expansão dos medicamentos GLP-1 também deve impactar academias, studios, clínicas de bem-estar e serviços de acompanhamento físico. O uso das canetas emagrecedoras pode estimular consumidores a adotar uma rotina mais ampla de saúde, combinando medicamento, exercício, alimentação e monitoramento.

Segundo a executiva da EY, não se trata apenas de uma população que passa a fazer mais exercícios. O consumidor tende a buscar espaços de saudabilidade diferentes, com serviços integrados a medicamentos, suplementação, avaliação física e prevenção.

Isso pode beneficiar academias premium, clínicas multidisciplinares, studios especializados, nutricionistas, endocrinologistas, aplicativos de saúde e programas corporativos de bem-estar.

O mercado de suplementos também pode se expandir nesse contexto. Consumidores em processo de perda de peso podem buscar produtos voltados à preservação de massa muscular, ingestão de proteína, vitaminas, fibras e saúde metabólica.

Para empresas do setor, a oportunidade está em construir ecossistemas. Em vez de vender apenas academia, consulta ou suplemento, o mercado tende a oferecer jornadas completas de acompanhamento.

Tecnologia de saúde deve ganhar espaço

Outro efeito apontado pela EY está no avanço do monitoramento de saúde. Wearables, anéis inteligentes, pulseiras, aplicativos e dispositivos capazes de medir indicadores biológicos devem ganhar relevância à medida que consumidores passam a acompanhar mais de perto sua condição física.

O mercado já avançou na medição de passos, frequência cardíaca, sono e gasto calórico. A nova etapa tende a ser mais sofisticada, com foco em idade biológica, metabolismo, marcadores de risco, composição corporal e qualidade de vida.

Clínicas de longevidade também entram nesse movimento. A busca deixa de ser apenas viver mais e passa a incluir viver com melhor qualidade, menor risco de doenças crônicas e maior autonomia física.

Essa tendência aproxima saúde, tecnologia e consumo. Empresas de equipamentos, plataformas digitais, laboratórios, clínicas e planos de saúde podem encontrar novas oportunidades nesse cruzamento.

Ao mesmo tempo, a expansão de dados de saúde exige maior atenção a privacidade, segurança da informação, transparência e responsabilidade no uso de informações sensíveis.

Varejo reorganiza categorias para consumidor mais seletivo

Supermercados e redes de varejo já começam a adaptar categorias para consumidores mais atentos a saúde. A lógica de compra muda quando o cliente passa a olhar rótulos, composição nutricional, teor de açúcar, presença de lactose, glúten, proteína e ingredientes funcionais.

Essa mudança impacta sortimento e exposição. Produtos saudáveis deixam de ser uma seção isolada e passam a competir por espaço em categorias principais. Bebidas sem álcool, águas saborizadas, snacks proteicos e alimentos menos processados ganham visibilidade.

Para varejistas, a oportunidade está em aumentar tíquete médio com produtos de maior valor agregado. Para a indústria, o desafio é entregar inovação com preço competitivo, especialmente em países como o Brasil, onde renda e inflação ainda influenciam fortemente o consumo.

A comunicação também precisa mudar. O consumidor exige mais clareza sobre composição, benefício e adequação do produto. Promessas vagas de saúde tendem a perder força diante de um público mais informado.

Segundo Cristiane Amaral, transparência será ponto central para a indústria. Empresas terão de explicar o que oferecem, quais benefícios entregam e como garantem que os produtos sejam adequados ao consumidor.

Empresas terão de revisar portfólios e pesquisa

A transformação associada aos GLP-1 exige reação estratégica das empresas. A executiva da EY afirma que a indústria terá de investir em pesquisa e desenvolvimento, revisar produtos e adaptar portfólios.

Essa revisão pode incluir novas formulações, redução de açúcar, porções menores, aumento de proteína, ingredientes funcionais, embalagens mais informativas e lançamentos voltados a públicos em tratamento ou em busca de controle de peso.

Empresas que demorarem a adaptar portfólios podem perder espaço para marcas mais ágeis. O risco é maior em categorias diretamente afetadas por mudança de apetite e hábitos alimentares.

Ao mesmo tempo, há oportunidade para companhias que conseguirem combinar saúde e prazer. Produtos saudáveis, mas sem aceitação sensorial, dificilmente ganham escala. O consumidor quer benefícios nutricionais, mas também conveniência, sabor e preço.

A mudança também deve afetar marketing e relacionamento com o cliente. Marcas terão de construir confiança, evitar promessas exageradas e dialogar com um consumidor mais atento a evidências, rótulos e recomendações médicas.

Saúde neurológica e longevidade entram no debate

A EY também identifica efeitos em quatro frentes principais: hábitos de alimentos e bebidas, monitoramento de saúde, longevidade e saúde neurológica. Isso amplia o alcance do tema para além do emagrecimento.

A conexão com longevidade ocorre porque obesidade, diabetes e saúde metabólica estão associados a risco de doenças crônicas. O controle de peso pode ser parte de uma agenda mais ampla de prevenção e qualidade de vida.

A saúde neurológica também ganha espaço porque sono, alimentação, atividade física, metabolismo e saúde mental estão cada vez mais integrados na visão de bem-estar. Empresas de consumo e saúde tentam capturar essa convergência com produtos, serviços e programas personalizados.

Esse cenário favorece modelos de negócio integrados. Clínicas, academias, aplicativos, planos de saúde, marcas de alimentos e empresas de tecnologia podem formar parcerias para acompanhar o consumidor em diferentes etapas.

No entanto, o avanço também exige cautela. Medicamentos GLP-1 devem ser usados com indicação e acompanhamento médico. A expansão do mercado não elimina riscos, contraindicações e necessidade de supervisão profissional.

Canetas emagrecedoras alteram estratégia de consumo

O crescimento projetado para o mercado de GLP-1 até 2030 mostra que as canetas emagrecedoras se tornaram um fenômeno econômico, não apenas médico. A classe de medicamentos já influencia hábitos de compra, estratégias de varejo, inovação industrial, academias, tecnologia de saúde e serviços ligados à longevidade.

Para empresas de alimentos e bebidas, o desafio será adaptar portfólios a consumidores mais seletivos. Para varejistas, a oportunidade está em reorganizar categorias e capturar demanda por produtos saudáveis. Para academias e clínicas, o movimento pode abrir espaço para modelos integrados de acompanhamento.

A projeção de US$ 150 bilhões para GLP-1 e de US$ 8 trilhões para saudabilidade indica que a transformação deve ganhar escala nos próximos anos. No Brasil, a mudança ainda depende de acesso, preço, regulação e comportamento do consumidor, mas os sinais já aparecem nas decisões de compra.

O avanço das canetas emagrecedoras tende a obrigar diferentes setores a revisar estratégias. A disputa não será apenas por quem produz medicamentos, mas por quem entende como o consumidor mudará sua forma de comer, comprar, treinar, monitorar saúde e buscar qualidade de vida.

LEIA MAIS

Setor De Serviços - Gazeta Mercantil
Economia

Serviços perdem força no início do 3º trimestre e expõem efeito dos juros sobre a atividade

O setor de serviços iniciou o terceiro trimestre sem crescimento, reforçando os sinais de moderação da economia brasileira. O volume de serviços ficou estável em julho na comparação...

Leia MaisDetails
Riachuelo (Riaa3) Aprova R$ 50 Milhões Em Jcp; Veja Quanto Cai Por Ação - Gazeta Mercantil
Empresas

B3 prorroga até 2027 prazo para Guararapes adequar free float da Riachuelo

A Guararapes Confecções (RIAA3), controladora da Riachuelo, ganhou mais um ano para adequar sua estrutura acionária às exigências de free float da B3. A companhia informou nesta quinta-feira...

Leia MaisDetails
Enjoei (Enju3) - Gazeta Mercantil
Mercados

Enjoei aprova grupamento de ações de 10 para 1 após pressão da B3

A Enjoei (ENJU3) aprovou nesta terça-feira, 8 de setembro, o grupamento de todas as suas ações na proporção de dez para uma, movimento que deverá retirar os papéis...

Leia MaisDetails
Uhe Itapiranga De 724 Mw No Rio Uruguai Está Paralisada Desde 2011 E É A Última Barragem Prevista No Rio-Gazeta Mercantil
Economia

Usina Hidrelétrica de Itapiranga avança nos estudos após 14 anos de impasse ambiental

A Usina Hidrelétrica de Itapiranga, projetada para o Rio Uruguai na divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul, registrou em 2026 um avanço no processo de...

Leia MaisDetails
Lula Sanciona Lei Que Amplia Uso De Trombolíticos Em Upas Para Infarto E Avc - Gazeta Mercantil
Saúde

Lula sanciona lei que amplia uso de trombolíticos em UPAs para infarto e AVC

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira, 2 de setembro, o projeto que determina a criação de protocolos de atendimento para urgências cardiovasculares no Sistema...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

18:40:23
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Orçamento De 2027 Prevê R$ 133,8 Bi Em Investimentos E R$ 61,5 Bi Para O Novo Pac - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Orçamento de 2027 prevê R$ 133,8 bi em investimentos e R$ 61,5 bi para o Novo PAC

Leia MaisDetails
Basf Prepara Ipo De Divisão Agrícola Com Quatro Bancos E Mira Bolsa De Frankfurt-Gazeta Mercantil
Agronegócio

BASF prepara IPO de divisão agrícola com quatro bancos e mira Bolsa de Frankfurt

Leia MaisDetails
Treasury De 10 Anos Supera 5% Nos Eua Antes Da Decisão Do Fed-Gazeta Mercantil
Economia

Treasury de 10 anos supera 5% nos EUA antes da decisão do Fed

Leia MaisDetails
Piso Dos Professores 2026: Veja O Valor Para 40, 30 E 20 Horas E Quem Tem Direito
Trabalho

Piso dos professores 2026: veja o valor para 40, 30 e 20 horas e quem tem direito

Leia MaisDetails
Dario Durigan Condiciona Juros Menores Em 2027 A Avanço Do Ajuste Fiscal - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Dario Durigan condiciona juros menores em 2027 a avanço do ajuste fiscal

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Orçamento de 2027 prevê R$ 133,8 bi em investimentos e R$ 61,5 bi para o Novo PAC

BASF prepara IPO de divisão agrícola com quatro bancos e mira Bolsa de Frankfurt

Treasury de 10 anos supera 5% nos EUA antes da decisão do Fed

Piso dos professores 2026: veja o valor para 40, 30 e 20 horas e quem tem direito

Dario Durigan condiciona juros menores em 2027 a avanço do ajuste fiscal

Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11) enfrentam calote de R$ 48 bi no agronegócio

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP