terça-feira, 13 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

Raízen (RAIZ4) reduz prejuízo, mas despesa financeira de R$ 3 bilhões mantém pressão no trimestre

Ebitda ajustado mais que dobrou no trimestre, apoiado pela distribuição de combustíveis, enquanto o resultado financeiro continuou pressionando o lucro.

por João Souza
14/08/2026 às 09h36
em Empresas
Raízen (Raiz4) Ganha Prazo Até 2027 Para Tirar Ações Da Faixa Dos Centavos - Gazeta Mercantil

A Raízen (RAIZ4) encerrou o primeiro trimestre da safra 2026/27 com prejuízo líquido de R$ 1,64 bilhão, redução de aproximadamente 11% em relação ao resultado negativo registrado um ano antes. A melhora veio acompanhada de avanço da receita e de forte recuperação do desempenho operacional, mas não foi suficiente para retirar a companhia do vermelho: o resultado financeiro negativo se aproximou de R$ 3 bilhões entre abril e junho e continuou consumindo parcela relevante da geração de caixa dos negócios.

A receita líquida alcançou R$ 51,46 bilhões, crescimento de 4% na comparação anual. O Ebitda ajustado, que mede o desempenho operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização, chegou a R$ 3,85 bilhões, mais que o dobro do registrado no mesmo período da safra anterior. Os números foram divulgados pela companhia no balanço referente ao trimestre encerrado em 30 de junho.

Leia também: Raízen (RAIZ4) avança com venda de usina após aval do Cade e acelera plano de reestruturação bilionária.

A diferença entre a evolução operacional e o resultado final expõe o desafio que permanece no centro da reestruturação da empresa. O resultado financeiro ficou negativo em aproximadamente R$ 2,97 bilhões, alta superior a 40% sobre um ano antes. Na prática, boa parte do ganho produzido pelas operações continua sendo absorvida pelo custo da estrutura financeira.

O balanço é o primeiro divulgado após a homologação judicial, em 30 de julho, do plano de recuperação extrajudicial da Raízen. A reestruturação recebeu adesão de credores representando 81,6% dos créditos financeiros sujeitos ao processo. Documentos da companhia indicam aproximadamente R$ 65,1 bilhões em créditos abrangidos, dimensão que coloca a redução das despesas financeiras e o alongamento das obrigações entre os principais determinantes da recuperação.

Leia também: Anistia ampla geral e irrestrita racha bolsonarismo após tarifa de Trump e pressão do agronegócio.

Distribuição de combustíveis sustenta melhora operacional

O principal impulso do trimestre veio da distribuição de combustíveis no Brasil. A Raízen comercializou aproximadamente 7,18 bilhões de litros no período, aumento de 6,6% em relação ao primeiro trimestre da safra anterior.

Nos combustíveis do ciclo Otto, que incluem gasolina e etanol utilizados principalmente por veículos leves, as vendas alcançaram cerca de 3,11 bilhões de litros, avanço de 8%. O volume de diesel cresceu 6,5%, para aproximadamente 3,65 bilhões de litros.

Leia também: Pesquisa revela preocupante quadro de saúde mental entre profissionais brasileiros em 2023.

Mais importante do que a expansão física foi a recuperação da rentabilidade. O Ebitda ajustado da distribuição brasileira chegou a cerca de R$ 3,54 bilhões, ante R$ 959 milhões no mesmo período do ano anterior.

O salto evidencia quanto o negócio de combustíveis ganhou peso na sustentação dos resultados consolidados em um momento em que a divisão sucroenergética enfrenta menor moagem e a estrutura financeira continua pressionada.

A distribuição possui dinâmica diferente da produção de açúcar e etanol. Enquanto o segmento agrícola está diretamente exposto a produtividade da cana, clima e preços internacionais das commodities, combustíveis dependem principalmente de volumes comercializados, margens de distribuição, gestão de estoques e eficiência da rede logística.

Essa complementaridade é uma das características históricas do modelo integrado da Raízen. No atual processo de reestruturação, porém, os dois blocos deverão ganhar maior autonomia societária e financeira.

Recuperação prevê separação dos negócios

O plano divulgado pela Raízen prevê que, após sua implementação, as operações sejam organizadas em duas unidades autônomas. A Raízen Energia ficará concentrada em etanol, açúcar e bioenergia. A Raízen Combustíveis reunirá a distribuição de combustíveis e lubrificantes sob licença da marca Shell.

A proposta de reestruturação apresentada aos credores prevê ainda aporte financeiro direto de pelo menos R$ 3,5 bilhões liderado pela Shell, além de um potencial aporte de R$ 500 milhões por veículo controlado pela Aguassanta. Outro eixo é a conversão de 45% da dívida sujeita em ações e o reperfilamento dos 55% restantes em novos instrumentos financeiros.

A lógica é reduzir o peso dos juros e adequar o serviço da dívida à capacidade de geração de caixa dos negócios. Segundo a própria companhia, as duas unidades deverão operar com estruturas de capital independentes depois da implementação do plano.

O primeiro trimestre deixa clara a urgência dessa equação. Embora o Ebitda ajustado tenha crescido de forma expressiva, o custo financeiro permaneceu suficientemente elevado para manter o prejuízo líquido acima de R$ 1,6 bilhão.

A recuperação extrajudicial foi homologada depois de meses de negociações com credores financeiros quirografários. O processo havia sido apresentado à Justiça em junho e recebeu apoio superior ao quórum necessário para sua aprovação. A sentença registra adesão de 81,6% dos créditos sujeitos e ausência de impugnação capaz de impedir a homologação.

Cana menor muda o mix industrial

Na operação de açúcar, etanol e bioenergia, o início da safra trouxe menor volume de cana processada. A moagem ficou em 19,7 milhões de toneladas, cerca de 2% abaixo da base comparável de 20,1 milhões de toneladas um ano antes, considerando o atual portfólio de 24 unidades.

A produtividade agrícola também recuou. O indicador de toneladas de açúcar total recuperável por hectare ficou em aproximadamente 9 toneladas, enquanto o teor de ATR da cana caiu para 118,4 quilos por tonelada.

Menos açúcar disponível na matéria-prima e uma decisão industrial de direcionar parcela maior da cana para etanol alteraram a composição da produção.

O mix passou a 46% para açúcar e 54% para etanol, comparado a 51% e 49%, respectivamente, no primeiro trimestre da safra passada. A mudança ajuda a explicar a queda de 13,6% na fabricação de açúcar, para aproximadamente 1,03 milhão de toneladas.

Em sentido contrário, a produção de etanol de primeira geração cresceu 9,4%, alcançando cerca de 737 milhões de litros.

O direcionamento entre açúcar e etanol é uma das principais ferramentas de gestão das usinas flexíveis. A companhia pode alterar parcialmente o mix conforme preços relativos, contratos previamente firmados, disponibilidade da matéria-prima e condições de comercialização.

No trimestre, a maior participação do etanol reduziu o efeito da menor moagem sobre a produção do biocombustível, mas ampliou a retração do açúcar.

E2G permanece pequeno diante do negócio convencional

A produção de etanol de segunda geração ficou próxima de 22,8 milhões de litros, praticamente estável na comparação anual. O volume permanece reduzido diante dos 737 milhões de litros produzidos com a tecnologia convencional no trimestre.

O E2G utiliza resíduos da própria cana, principalmente bagaço, para produzir etanol adicional sem necessidade de expandir proporcionalmente a área agrícola. A tecnologia é uma das apostas de longo prazo da Raízen, mas exige investimentos industriais elevados e ainda atravessa uma fase de ganho de escala.

A estratégia de expansão dessa frente passou a ser revista à medida que a prioridade financeira da companhia mudou. O processo de reestruturação colocou desalavancagem, liquidez e preservação dos negócios centrais à frente de projetos que exigem desembolsos intensivos de capital.

Essa mudança aparece também nos investimentos consolidados. O capex do primeiro trimestre ficou próximo de R$ 1,05 bilhão, redução de 32,6% em relação ao mesmo período da safra anterior.

A queda do investimento ajuda a preservar caixa, mas cria uma equação delicada para uma companhia intensiva em ativos agrícolas e industriais. Parte relevante dos desembolsos é necessária para renovação de canaviais, manutenção das usinas, logística e eficiência operacional, o que limita quanto o capex pode ser reduzido sem afetar a produtividade futura.

Resultado financeiro continua sendo o ponto crítico

A melhora do Ebitda e a redução dos investimentos não eliminam o principal problema indicado pelo balanço: a distância entre a capacidade operacional dos ativos e a despesa associada à estrutura de capital.

Um resultado financeiro negativo próximo de R$ 3 bilhões em apenas três meses representa pressão significativa mesmo para uma companhia com mais de R$ 50 bilhões de receita trimestral. Receita elevada não se converte automaticamente em liquidez, porque a distribuição de combustíveis opera com volumes financeiros grandes e margens proporcionalmente menores.

O peso dos juros foi justamente um dos fatores que levaram a Raízen a iniciar a negociação com credores. Antes da recuperação extrajudicial, a companhia já havia informado ao mercado que sua estrutura de capital estava pressionada pelo nível de endividamento e pelos encargos financeiros. Documentos financeiros divulgados no início de 2026 apontavam incerteza significativa relacionada à continuidade operacional caso não houvesse uma solução para a dívida.

A homologação de julho muda esse cenário ao criar uma estrutura formal para capitalização, conversão de dívida e reperfilamento das obrigações. Seus efeitos, entretanto, não estão integralmente refletidos no trimestre encerrado em junho, que antecede a decisão judicial.

O balanço divulgado agora funciona, portanto, como uma fotografia do negócio antes que os principais mecanismos da recuperação comecem a produzir impacto financeiro.

Próximos trimestres testarão efeito da reestruturação

A Raízen entra no restante da safra com sinais operacionais diferentes entre suas divisões. Combustíveis ampliou volumes e recuperou rentabilidade; etanol ganhou participação no mix industrial; açúcar perdeu produção; e a menor moagem mostrou que a recuperação financeira terá de avançar sem depender de uma contribuição uniforme de todos os negócios.

A queda de quase um terço no capex adiciona disciplina de caixa, enquanto a homologação do plano abre caminho para alterar a composição do endividamento. A questão passa a ser a velocidade com que essas mudanças conseguirão reduzir o resultado financeiro negativo.

A evolução do prejuízo também precisará ser observada em conjunto com a geração de caixa. A redução de 11% do resultado líquido negativo é positiva em termos comparativos, mas ainda deixa a companhia com perda superior a R$ 1,6 bilhão no trimestre.

No curto prazo, a distribuição de combustíveis aparece como o principal contrapeso. O Ebitda de R$ 3,54 bilhões desse segmento foi determinante para a recuperação operacional e reforça a importância da futura Raízen Combustíveis dentro da estrutura prevista no plano.

Na outra frente, o negócio de açúcar, etanol e bioenergia precisará atravessar os efeitos da menor disponibilidade de cana e recuperar produtividade ao longo da safra para ampliar sua contribuição.

O próximo balanço será o primeiro a capturar um período mais longo após a homologação do plano de recuperação extrajudicial. A redução do custo financeiro, a execução dos aportes previstos e a conversão e reperfilamento das dívidas serão, a partir de agora, indicadores tão relevantes quanto moagem, venda de combustíveis e Ebitda para medir se a melhora operacional conseguirá finalmente chegar ao resultado líquido.

Fontes:

  • Raízen — Central de Resultados, 1º trimestre da safra 2026/27 — 13 de agosto de 2026 — https://ri.raizen.com.br/pt/resultados-e-documentos/central-de-resultados
  • Comissão de Valores Mobiliários — Informações Trimestrais da Raízen S.A. referentes a 30 de junho de 2026 — 13 de agosto de 2026 — https://www.rad.cvm.gov.br/ENET/frmGerenciaPaginaFRE.aspx?CodigoTipoInstituicao=1&NumeroSequencialDocumento=160702
  • Raízen — Plano de Recuperação Extrajudicial — 2026 — https://ri.raizen.com.br/pt/resultados-e-documentos/plano-de-recuperacao-extrajudicial
  • Comissão de Valores Mobiliários — Fato Relevante sobre homologação do Plano de Recuperação Extrajudicial — 30 de julho de 2026 — https://www.rad.cvm.gov.br/ENET/frmDownloadDocumento.aspx?CodigoInstituicao=1&Tela=ext&descTipo=IPE&numProtocolo=1549784
  • Raízen — Informações sobre o processo de reestruturação financeira — 27 de maio de 2026 — https://www.raizen.com.br/sala-de-imprensa/raizen-disponibiliza-informacoes-sobre-o-processo-de-reestruturacao-financeira

LEIA MAIS

Vivara Aprova Emissão De R$ 300 Milhões Em Debêntures Com Vencimento Em 2031-Gazeta Mercantil
Empresas

Vivara aprova emissão de R$ 300 milhões em debêntures com vencimento em 2031

A Vivara (VIVA3) aprovou uma emissão de debêntures simples no valor de R$ 300 milhões, em uma operação voltada principalmente à reorganização de passivos e ao reforço da...

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH registra queda de 5% em moda e ações acumulam perda de 40% em 2026

A LVMH, conglomerado francês que reúne marcas como Louis Vuitton, Christian Dior, Tiffany & Co. e Sephora, encerrou o terceiro trimestre de 2026 com resultados abaixo das expectativas...

Leia MaisDetails
Mercado Livre
Mercados

Mercado Livre (MELI): Citi corta preço-alvo para US$ 2.100 antes do balanço do 3T26

O Citi elevou a recomendação do Mercado Livre (MELI34) de Neutra/Alto Risco para Neutra e cortou o preço-alvo das ações. Saiba mais.

Leia MaisDetails
Embraer (Embj3) Fecha Acordo Com Latam Para Suporte A 24 Jatos E195-E2 - Gazeta Mercantil - Empresas
Empresas

Embraer (EMBJ3) fecha acordo com Latam para suporte a 24 jatos E195-E2

A Embraer (EMBJ3) e a Latam assinaram um acordo do Programa Pool para dar suporte à introdução de 24 aeronaves Embraer E195-E2 encomendadas pela companhia

Leia MaisDetails
Vale (Vale3), Raízen (Raiz4) E Csn (Csna3): Veja Os Destaques Da Bolsa Hoje - Gazeta Mercantil - Empresas
Mercados

Vale (VALE3), Raízen (RAIZ4) e CSN (CSNA3): veja os destaques da Bolsa hoje

Notificação da Vale (VALE3) e aprovação de pedido de listagem de subsidiária da Raízen (RAIZ4) na B3 são alguns dos destaques desta terça

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

18:48:04
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
â‚¿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Lula - Gazeta Mercantil
Política

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Leia MaisDetails
Brasileiros Conservadores - Gazeta Mercantil
Política

Conservadorismo no Brasil atinge maior nível desde 2018, aponta Ipsos-Ipec

Leia MaisDetails
Motos (Foto De Paulo Pinto, Abr)
Economia

Produção de motos tem melhor setembro desde 2011 e cresce 10,4%, diz Abraciclo

Leia MaisDetails
Vivara Aprova Emissão De R$ 300 Milhões Em Debêntures Com Vencimento Em 2031-Gazeta Mercantil
Empresas

Vivara aprova emissão de R$ 300 milhões em debêntures com vencimento em 2031

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH registra queda de 5% em moda e ações acumulam perda de 40% em 2026

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Conservadorismo no Brasil atinge maior nível desde 2018, aponta Ipsos-Ipec

Dólar hoje (13/10): moeda fecha a R$ 5,02, sobe 0,74% e contraria queda no exterior após pesquisas eleitorais

Produção de motos tem melhor setembro desde 2011 e cresce 10,4%, diz Abraciclo

Vivara aprova emissão de R$ 300 milhões em debêntures com vencimento em 2031

LVMH registra queda de 5% em moda e ações acumulam perda de 40% em 2026

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP