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Santander Brasil (SANB11) cai 21% no ano e desconto para matriz reacende debate sobre OPA

Units do banco têm o pior desempenho entre os grandes bancos listados na B3 em 2026; diferença recorde de valuation para o Grupo Santander recoloca no radar a hipótese de fechamento de capital, mas operação ainda não foi anunciada

por João Souza
07/07/2026 às 13h37
em Mercados
Santander Brasil (Sanb11) Cai 21% No Ano E Desconto Para Matriz Reacende Debate Sobre Opa Units Do Banco Têm O Pior Desempenho Entre Os Grandes Bancos Listados Na B3 Em 2026; Diferença Recorde De Valuation Para O Grupo Santander Recoloca No Radar A Hipótese De Fechamento De Capital, Mas Operação Ainda Não Foi Anunciada As Units Do Santander Brasil (Sanb11) Voltaram Ao Centro Das Discussões Do Mercado Financeiro Após Acumularem Queda De Cerca De 21% Em 2026, Desempenho Inferior Ao Dos Principais Bancos Listados Na B3. No Mesmo Período, As Ações Do Grupo Santander Na Espanha Avançam Aproximadamente 24%, Ampliando A Diferença De Valuation Entre A Matriz E A Subsidiária Brasileira Para Um Nível Considerado Recorde Desde A Listagem Do Banco No Brasil, Em 2009. A Distância Entre Os Múltiplos Reacendeu Uma Tese Recorrente Entre Analistas: A Possibilidade De O Controlador Espanhol Lançar Uma Oferta Pública De Aquisição (Opa) Para Comprar A Fatia Restante Do Santander Brasil Em Circulação No Mercado. A Hipótese Ganhou Força Porque Apenas Cerca De 10% Das Ações Permanecem Em Free Float, O Que Reduziria O Custo Financeiro De Uma Eventual Operação Para A Matriz. Apesar Disso, Não Há Anúncio Formal De Opa. O Tema Segue No Campo Da Especulação De Mercado, Alimentado Pelo Desconto Das Units, Pela Baixa Liquidez Relativa E Pelo Histórico Do Próprio Santander Em Operações De Simplificação Societária. Em Fevereiro, O Então Presidente Do Santander Brasil, Mario Leão, Afirmou Que O Fechamento De Capital Não Estava No Foco Da Gestão. Por Que Sanb11 Ficou Para Trás Na Bolsa O Mau Desempenho De Santander Brasil (Sanb11) Não Reflete Apenas A Diferença Entre O Mercado Brasileiro E O Europeu. O Banco Também Enfrenta Pressão Operacional Em Um Ambiente De Crédito Mais Difícil, Competição Crescente Com Fintechs E Rentabilidade Abaixo Da Meta De Médio Prazo. No Primeiro Trimestre De 2026, O Santander Brasil Registrou Lucro Líquido Gerencial De R$ 3,788 Bilhões, Queda De 7,3% Ante O Quarto Trimestre De 2025 E Baixa De 1,9% Em Relação Ao Mesmo Período Do Ano Anterior. O Retorno Sobre O Patrimônio Médio, Medido Pelo Roae, Ficou Em 16%, Abaixo Do Objetivo De Médio Prazo De 20% Citado Pela Administração E Acompanhado De Perto Por Analistas. A Qualidade Da Carteira Também Pesa Sobre A Leitura Dos Investidores. O Índice De Inadimplência Acima De 90 Dias Subiu De 2,8% Em Março De 2025 Para 3,3% Em Março De 2026, Segundo A Apresentação De Resultados Do Banco. No Segmento De Pessoa Física, A Inadimplência Acima De 90 Dias Chegou A 4,9% No Fim Do Primeiro Trimestre. Desconto Para A Matriz Alimenta Tese De Opa A Principal Razão Para A Tese De Fechamento De Capital É A Combinação Entre Valuation Descontado E Baixa Fatia Em Circulação. Segundo Análise Da Genial Investimentos, O Free Float De Aproximadamente 10% Representaria Um Custo Relativamente Baixo Para O Grupo Santander Diante De Sua Geração De Capital E De Seu Histórico De Reorganização De Subsidiárias. O Próprio Histórico Brasileiro Reforça A Leitura. Em 2014, O Santander Espanha Realizou Uma Oferta Pública Voluntária De Permuta De Ações E Units Do Santander Brasil Por Bdrs Representativos De Ações Da Matriz. A Operação Elevou A Participação Do Grupo No Capital Da Subsidiária Brasileira Para 88,3%, Mas Não Retirou Integralmente O Banco Da Bolsa Brasileira. Desde Então, O Controlador Avançou Em Outros Movimentos De Simplificação. A Bloomberg Línea Informou Que A Matriz Também Fechou O Capital De Negócios Como A Operação De Financiamento Ao Consumidor Nos Estados Unidos, Em 2021, E A Unidade Mexicana, Em 2023, Além Da Getnet No Brasil. O Que Pesa Contra Uma Operação Agora Embora O Desconto De Sanb11 Torne A Discussão Mais Relevante, O Momento Do Grupo Santander Pode Reduzir A Probabilidade De Uma Opa No Curto Prazo. A Matriz Está Envolvida Em Uma Agenda Internacional Intensa, Com Aquisições Relevantes No Reino Unido E Nos Estados Unidos. Em 2025, O Santander Anunciou A Compra De 100% Do Tsb Banking Group, Do Banco Sabadell, Por 2,65 Bilhões De Libras. A Operação Fortalece A Posição Do Grupo No Reino Unido E Deve Tornar O Santander Uk O Terceiro Maior Banco Do País Em Saldos De Contas Correntes Pessoais. Em Fevereiro De 2026, O Grupo Também Anunciou A Aquisição Do Webster Financial, Nos Estados Unidos, Por Us$ 12,2 Bilhões. Segundo O Comunicado Oficial, A Transação Deve Criar Um Banco Entre Os Dez Maiores Do Varejo E Banco Comercial Americano Por Ativos, Além De Ampliar A Base De Depósitos No Nordeste Dos Eua. Essas Operações Exigem Integração, Capital E Atenção Da Administração. Por Isso, Parte Dos Analistas Avalia Que Uma Eventual Opa No Brasil Pode Fazer Sentido Estratégico, Mas Não Necessariamente Agora. Santander Brasil Tenta Recuperar Rentabilidade A Nova Fase Do Santander Brasil Envolve Uma Combinação De Controle De Custos, Seletividade No Crédito E Busca Por Clientes De Maior Renda. A Apresentação Do Primeiro Trimestre Mostrou Receita Total De R$ 21,248 Bilhões, Avanço De 0,9% Em Relação Ao Primeiro Trimestre De 2025, Enquanto As Despesas Gerais Ficaram Praticamente Estáveis Na Comparação Anual. O Banco Também Vem Tentando Melhorar A Eficiência Operacional. No Primeiro Trimestre, O Índice De Eficiência Ficou Em 37,7%, Melhora De 1,1 Ponto Percentual Ante O Trimestre Anterior, Embora Ainda 0,5 Ponto Acima Do Registrado Um Ano Antes. A Estratégia Passa Por Reduzir Exposição A Carteiras De Maior Risco, Priorizar Originação Mais Rentável E Ampliar A Participação De Segmentos Como Alta Renda, Pequenas E Médias Empresas E Atacado. Em Relatório, A Genial Apontou Que A Administração Segue Buscando Um Roe Sustentável De 20%, Mas Que Esse Patamar Pode Ficar Mais Factível Apenas Em 2027. Troca No Comando Aumenta Atenção Sobre O Banco A Mudança Na Liderança Também Entrou No Radar. Em Março, O Santander Brasil Anunciou A Saída De Mario Leão Da Presidência, Com Transição Prevista Até Julho De 2026. Para O Cargo, O Conselho Escolheu Gilson Finkelsztain, Então Presidente Da B3, Ainda Sujeito Às Aprovações Regulatórias Necessárias. A Chegada De Finkelsztain Ocorre Em Um Momento Sensível. O Banco Precisa Recuperar Confiança Do Mercado, Provar Que A Deterioração Da Inadimplência Está Sob Controle E Mostrar Que A Reestruturação Operacional Pode Gerar Rentabilidade Mais Próxima Da Meta. Para Investidores, A Troca De Comando Pode Ser Positiva Se Acelerar A Disciplina De Capital E A Simplificação Do Banco. Mas Também Adiciona Um Período De Transição Em Uma Fase Em Que Sanb11 Já Sofre Com Pressão De Resultados E Comparação Desfavorável Com Pares Locais. Fintechs Pressionam Bancos Tradicionais Outro Ponto Estrutural É A Competição Com Fintechs. O Avanço De Bancos Digitais, Especialmente Em Cartões, Conta Corrente E Crédito De Varejo, Reduziu Vantagens Históricas De Bancos Tradicionais E Pressionou Margens No Segmento Massificado. O Santander Brasil Tem Exposição Relevante Ao Financiamento Ao Consumo, O Que Torna Seus Resultados Mais Sensíveis Ao Ciclo De Juros, À Inflação E À Inadimplência. Em Períodos De Selic Elevada, O Custo De Funding E O Risco De Crédito Tendem A Pesar Mais Sobre Instituições Com Carteiras Voltadas Ao Consumo. Esse Cenário Ajuda A Explicar Por Que A Matriz Espanhola Valorizou Fortemente Enquanto A Operação Brasileira Perdeu Valor. O Grupo Global Se Beneficiou De Resultados Recordes E Expansão Internacional, Enquanto O Brasil Ainda Tenta Recompor Retorno Em Um Mercado Bancário Mais Competitivo. O Que Observar Em Sanb11 Daqui Para Frente A Tese De Investimento Em Santander Brasil (Sanb11) Passa Por Quatro Pontos Principais: Evolução Da Inadimplência, Recuperação Do Roe, Disciplina De Custos E Sinais Da Matriz Sobre Alocação De Capital. Se Os Indicadores De Crédito Estabilizarem E A Rentabilidade Caminhar Para A Meta De 20%, O Desconto Pode Diminuir Sem Necessidade De Opa. Por Outro Lado, Se Sanb11 Continuar Negociando Com Múltiplos Pressionados, A Discussão Sobre Fechamento De Capital Tende A Permanecer No Radar. Por Enquanto, A Conclusão Mais Prudente É Que Uma Opa É Uma Possibilidade Financeira E Estratégica, Mas Não Um Fato. O Desconto Recorde Para A Matriz Torna O Tema Inevitável, Mas A Agenda Global Do Santander E A Ausência De Manifestação Formal Impedem Tratar A Operação Como Iminente. Para O Investidor, O Ponto Central Não É Apenas Se O Santander Brasil Pode Sair Da Bolsa. É Se O Banco Conseguirá Recuperar Rentabilidade Em Um Ambiente No Qual Fintechs, Juros Altos E Inadimplência Ainda Limitam O Potencial De Valorização De Sanb11. - Gazeta Mercantil

As units do Santander Brasil (SANB11) voltaram ao centro das discussões do mercado financeiro após acumularem queda de cerca de 21% em 2026, desempenho inferior ao dos principais bancos listados na B3. No mesmo período, as ações do Grupo Santander na Espanha avançam aproximadamente 24%, ampliando a diferença de valuation entre a matriz e a subsidiária brasileira para um nível considerado recorde desde a listagem do banco no Brasil, em 2009.

A distância entre os múltiplos reacendeu uma tese recorrente entre analistas: a possibilidade de o controlador espanhol lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) para comprar a fatia restante do Santander Brasil em circulação no mercado. A hipótese ganhou força porque apenas cerca de 10% das ações permanecem em free float, o que reduziria o custo financeiro de uma eventual operação para a matriz.

Apesar disso, não há anúncio formal de OPA. O tema segue no campo da especulação de mercado, alimentado pelo desconto das units, pela baixa liquidez relativa e pelo histórico do próprio Santander em operações de simplificação societária. Em fevereiro, o então presidente do Santander Brasil, Mario Leão, afirmou que o fechamento de capital não estava no foco da gestão.

Por que SANB11 ficou para trás na Bolsa

O mau desempenho de Santander Brasil (SANB11) não reflete apenas a diferença entre o mercado brasileiro e o europeu. O banco também enfrenta pressão operacional em um ambiente de crédito mais difícil, competição crescente com fintechs e rentabilidade abaixo da meta de médio prazo.

No primeiro trimestre de 2026, o Santander Brasil registrou lucro líquido gerencial de R$ 3,788 bilhões, queda de 7,3% ante o quarto trimestre de 2025 e baixa de 1,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. O retorno sobre o patrimônio médio, medido pelo ROAE, ficou em 16%, abaixo do objetivo de médio prazo de 20% citado pela administração e acompanhado de perto por analistas.

A qualidade da carteira também pesa sobre a leitura dos investidores. O índice de inadimplência acima de 90 dias subiu de 2,8% em março de 2025 para 3,3% em março de 2026, segundo a apresentação de resultados do banco. No segmento de pessoa física, a inadimplência acima de 90 dias chegou a 4,9% no fim do primeiro trimestre.

Desconto para a matriz alimenta tese de OPA

A principal razão para a tese de fechamento de capital é a combinação entre valuation descontado e baixa fatia em circulação. Segundo análise da Genial Investimentos, o free float de aproximadamente 10% representaria um custo relativamente baixo para o Grupo Santander diante de sua geração de capital e de seu histórico de reorganização de subsidiárias.

O próprio histórico brasileiro reforça a leitura. Em 2014, o Santander Espanha realizou uma oferta pública voluntária de permuta de ações e units do Santander Brasil por BDRs representativos de ações da matriz. A operação elevou a participação do grupo no capital da subsidiária brasileira para 88,3%, mas não retirou integralmente o banco da Bolsa brasileira.

Desde então, o controlador avançou em outros movimentos de simplificação. A Bloomberg Línea informou que a matriz também fechou o capital de negócios como a operação de financiamento ao consumidor nos Estados Unidos, em 2021, e a unidade mexicana, em 2023, além da Getnet no Brasil.

O que pesa contra uma operação agora

Embora o desconto de SANB11 torne a discussão mais relevante, o momento do Grupo Santander pode reduzir a probabilidade de uma OPA no curto prazo. A matriz está envolvida em uma agenda internacional intensa, com aquisições relevantes no Reino Unido e nos Estados Unidos.

Em 2025, o Santander anunciou a compra de 100% do TSB Banking Group, do Banco Sabadell, por 2,65 bilhões de libras. A operação fortalece a posição do grupo no Reino Unido e deve tornar o Santander UK o terceiro maior banco do país em saldos de contas correntes pessoais.

Em fevereiro de 2026, o grupo também anunciou a aquisição do Webster Financial, nos Estados Unidos, por US$ 12,2 bilhões. Segundo o comunicado oficial, a transação deve criar um banco entre os dez maiores do varejo e banco comercial americano por ativos, além de ampliar a base de depósitos no nordeste dos EUA.

Essas operações exigem integração, capital e atenção da administração. Por isso, parte dos analistas avalia que uma eventual OPA no Brasil pode fazer sentido estratégico, mas não necessariamente agora.

Santander Brasil tenta recuperar rentabilidade

A nova fase do Santander Brasil envolve uma combinação de controle de custos, seletividade no crédito e busca por clientes de maior renda. A apresentação do primeiro trimestre mostrou receita total de R$ 21,248 bilhões, avanço de 0,9% em relação ao primeiro trimestre de 2025, enquanto as despesas gerais ficaram praticamente estáveis na comparação anual.

O banco também vem tentando melhorar a eficiência operacional. No primeiro trimestre, o índice de eficiência ficou em 37,7%, melhora de 1,1 ponto percentual ante o trimestre anterior, embora ainda 0,5 ponto acima do registrado um ano antes.

A estratégia passa por reduzir exposição a carteiras de maior risco, priorizar originação mais rentável e ampliar a participação de segmentos como alta renda, pequenas e médias empresas e atacado. Em relatório, a Genial apontou que a administração segue buscando um ROE sustentável de 20%, mas que esse patamar pode ficar mais factível apenas em 2027.

Troca no comando aumenta atenção sobre o banco

A mudança na liderança também entrou no radar. Em março, o Santander Brasil anunciou a saída de Mario Leão da presidência, com transição prevista até julho de 2026. Para o cargo, o conselho escolheu Gilson Finkelsztain, então presidente da B3, ainda sujeito às aprovações regulatórias necessárias.

A chegada de Finkelsztain ocorre em um momento sensível. O banco precisa recuperar confiança do mercado, provar que a deterioração da inadimplência está sob controle e mostrar que a reestruturação operacional pode gerar rentabilidade mais próxima da meta.

Para investidores, a troca de comando pode ser positiva se acelerar a disciplina de capital e a simplificação do banco. Mas também adiciona um período de transição em uma fase em que SANB11 já sofre com pressão de resultados e comparação desfavorável com pares locais.

Fintechs pressionam bancos tradicionais

Outro ponto estrutural é a competição com fintechs. O avanço de bancos digitais, especialmente em cartões, conta corrente e crédito de varejo, reduziu vantagens históricas de bancos tradicionais e pressionou margens no segmento massificado.

O Santander Brasil tem exposição relevante ao financiamento ao consumo, o que torna seus resultados mais sensíveis ao ciclo de juros, à inflação e à inadimplência. Em períodos de Selic elevada, o custo de funding e o risco de crédito tendem a pesar mais sobre instituições com carteiras voltadas ao consumo.

Esse cenário ajuda a explicar por que a matriz espanhola valorizou fortemente enquanto a operação brasileira perdeu valor. O grupo global se beneficiou de resultados recordes e expansão internacional, enquanto o Brasil ainda tenta recompor retorno em um mercado bancário mais competitivo.

O que observar em SANB11 daqui para frente

A tese de investimento em Santander Brasil (SANB11) passa por quatro pontos principais: evolução da inadimplência, recuperação do ROE, disciplina de custos e sinais da matriz sobre alocação de capital.

Se os indicadores de crédito estabilizarem e a rentabilidade caminhar para a meta de 20%, o desconto pode diminuir sem necessidade de OPA. Por outro lado, se SANB11 continuar negociando com múltiplos pressionados, a discussão sobre fechamento de capital tende a permanecer no radar.

Por enquanto, a conclusão mais prudente é que uma OPA é uma possibilidade financeira e estratégica, mas não um fato. O desconto recorde para a matriz torna o tema inevitável, mas a agenda global do Santander e a ausência de manifestação formal impedem tratar a operação como iminente.

Para o investidor, o ponto central não é apenas se o Santander Brasil pode sair da Bolsa. É se o banco conseguirá recuperar rentabilidade em um ambiente no qual fintechs, juros altos e inadimplência ainda limitam o potencial de valorização de SANB11.

Tags: B3bancosfechamento de capitalfintechsGrupo SantanderInadimplênciamercadosOPASANB11SantanderSantander Brasilvaluation

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