quarta-feira, 19 de agosto de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

Atlas Lithium avança em planta de lítio no Brasil e mira operação em 2027

Companhia listada na Nasdaq trouxe ao país a unidade de processamento do Projeto Neves, em Minas Gerais, e contratou fornecedores para iniciar a fase de obras

por João Souza
18/06/2026 às 20h44
em Empresas
Atlas Lithium Avança Em Planta De Lítio No Brasil E Mira Operação Em 2027 - Gazeta Mercantil

A Atlas Lithium (ATLX) avançou na implantação de sua planta industrial de processamento de lítio no Brasil e prevê iniciar a operação entre o terceiro e o quarto trimestres de 2027. A unidade de separação por meio denso, conhecida como DMS, foi fabricada na África do Sul, desembarcou no porto de Santos, em São Paulo, e já está armazenada em Minas Gerais para a futura montagem. A planta integra o Projeto Neves, principal ativo da companhia em Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, região que se consolidou como uma das principais fronteiras brasileiras para minerais críticos.

O avanço coloca a Atlas Lithium (ATLX) em uma nova etapa de execução no Brasil. A companhia, listada na Nasdaq, busca transformar seu portfólio mineral em produção comercial de concentrado de lítio a partir de espodumênio, mineral usado na cadeia de baterias para veículos elétricos, armazenamento de energia, data centers e outras aplicações industriais.

A planta industrial terá capacidade inicial estimada em 146 mil toneladas anuais de concentrado de lítio. Segundo a companhia, a estrutura poderá dobrar de tamanho no futuro, caso as condições de mercado justifiquem a expansão. O investimento previsto para a implantação do Projeto Neves varia de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões.

O que é o Projeto Neves

O Projeto Neves é o principal empreendimento de lítio da Atlas Lithium (ATLX) no Brasil. Ele está localizado em Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, e reúne 557 quilômetros quadrados em direitos minerários.

A área é considerada estratégica porque está inserida em uma região com ocorrência de pegmatitos ricos em espodumênio, mineral que contém lítio e pode ser processado para produzir concentrado usado na indústria de baterias.

A Atlas Lithium (ATLX) informa que o Projeto Neves tem taxa interna de retorno estimada em 145%, valor presente líquido de US$ 539 milhões e retorno previsto em 11 meses após o início da operação. Esses números fazem parte das projeções econômicas da empresa e dependem de premissas como preço internacional do lítio, custo operacional, câmbio, escala de produção, cronograma de implantação e demanda dos compradores.

A previsão de início da operação entre o terceiro e o quarto trimestres de 2027 indica que o projeto ainda terá etapas importantes pela frente. Entre elas estão montagem da planta, conclusão das obras civis, contratação de fornecedores adicionais, comissionamento industrial, licenciamento e estruturação da logística de escoamento da produção.

Planta de lítio chegou ao Brasil em 143 contêineres

A unidade de processamento da Atlas Lithium (ATLX) foi transportada em navio fretado e desembarcou no porto de Santos. A operação envolveu 143 contêineres, cada um com 140 metros cúbicos. Após a chegada ao Brasil, os equipamentos foram levados para Minas Gerais e permanecem armazenados até o início da montagem.

A planta usa a tecnologia DMS, sigla em inglês para separação por meio denso. Esse processo permite separar o material com maior concentração de lítio por diferença de densidade, após etapas de britagem e preparação do espodumênio.

A escolha da tecnologia tem relevância operacional e ambiental. O processo não exige barragens de rejeito líquido, pois não depende de flotação química como ocorre em outras rotas industriais de beneficiamento mineral. Em um setor marcado por forte fiscalização ambiental e atenção a riscos geotécnicos, a ausência de barragens de rejeitos líquidos pode reduzir parte da complexidade regulatória e operacional do projeto.

O custo da planta é estimado entre US$ 25 milhões e US$ 26 milhões, incluindo frete, impostos e taxas. A estrutura representa uma das peças centrais do plano da Atlas Lithium (ATLX) para transformar o Projeto Neves em uma operação comercial.

Quatro fornecedores foram contratados para iniciar as obras

A Atlas Lithium (ATLX) selecionou quatro empresas para iniciar a fase de implantação do Projeto Neves. A Promon Engenharia ficará responsável por etapas de engenharia detalhada. A TSX Engineering fará a gestão da implementação do projeto. A Cerne Construções executará estruturas administrativas e operacionais. A RETC Infraestrutura ficará responsável por terraplenagem e construção civil.

A contratação dos fornecedores sinaliza a transição do projeto para uma fase mais executiva. Em mineração, essa etapa costuma anteceder a montagem industrial e os testes operacionais. Ela envolve detalhamento técnico, preparação do terreno, construção de instalações, integração de equipamentos e organização do cronograma de entrega.

A companhia ainda negocia novos contratos para outras etapas do empreendimento. A conclusão da cadeia de fornecedores será essencial para definir o ritmo das obras e reduzir riscos de atraso.

A previsão da Atlas Lithium (ATLX) é gerar entre 3,5 mil e 4,5 mil empregos diretos e indiretos durante a fase de construção. Na operação industrial, a estimativa é de 500 empregos diretos.

Vale do Jequitinhonha ganha peso na cadeia global do lítio

O Projeto Neves reforça o papel do Vale do Jequitinhonha na cadeia brasileira de lítio. A região, historicamente associada a baixos indicadores sociais, passou a atrair mineradoras, investidores internacionais e compradores industriais interessados em garantir fornecimento de minerais críticos.

O lítio é um insumo essencial para baterias recarregáveis. Ele está presente em veículos elétricos, sistemas de armazenamento de energia, eletrônicos e equipamentos industriais. A expansão da mobilidade elétrica e da infraestrutura digital elevou a disputa por fontes confiáveis de fornecimento.

Para Minas Gerais, a instalação de uma planta de processamento de lítio representa uma oportunidade de ampliar a industrialização mineral. O desafio é transformar reservas geológicas em cadeias produtivas com maior valor agregado, empregos qualificados, arrecadação e integração com compradores internacionais.

Segundo Marc Fogassa, CEO e presidente da Atlas Lithium (ATLX), a média salarial dos funcionários da companhia em Araçuaí é de R$ 12.703 por pessoa. O valor é superior à média salarial regional de R$ 2.222, segundo dados citados pela empresa com base no IBGE. A diferença é usada pela companhia para destacar o potencial de impacto econômico do projeto na região.

Demanda por baterias sustenta plano de expansão

A tese da Atlas Lithium (ATLX) está ligada à demanda global por baterias. O lítio segue como um dos principais minerais da transição energética, com uso relevante em veículos elétricos, armazenamento estacionário de energia e infraestrutura crítica.

Marc Fogassa também associa parte da demanda futura ao crescimento de data centers voltados à inteligência artificial. Segundo ele, estruturas desse tipo precisam de fornecimento contínuo de energia e dependem de sistemas de backup para evitar interrupções. Baterias de lítio podem cumprir esse papel em ambientes que exigem alta confiabilidade.

A demanda de data centers não substitui o peso da indústria de veículos elétricos, mas amplia o universo de aplicações do lítio. Além das montadoras, empresas de tecnologia, operadores de infraestrutura digital e fornecedores de energia passaram a buscar soluções de armazenamento para garantir estabilidade operacional.

Esse cenário ajuda a explicar a disputa internacional por minerais críticos. Empresas e governos buscam diversificar fornecedores para reduzir dependência de cadeias concentradas. O Brasil aparece nesse movimento como possível origem alternativa para lítio, grafite e outros insumos estratégicos.

Produção tem acordos com Mitsui, Chengxin e Yahua

A Atlas Lithium (ATLX) já possui acordos comerciais para parte da produção esperada. A japonesa Mitsui & Co. comprará 15 mil toneladas da produção inicial da companhia. A Mitsui também investiu US$ 30 milhões na Atlas Lithium (ATLX) e detém participação acionária relevante na empresa.

As chinesas Chengxin e Yahua também fazem parte da estratégia comercial. Cada uma investiu US$ 5 milhões na companhia e se comprometeu a comprar 60 mil toneladas em cinco anos. Os acordos incluem pagamento antecipado de US$ 20 milhões.

A Yahua é fornecedora da Tesla, enquanto a Chengxin é fornecedora relevante da BYD. Esses vínculos conectam o Projeto Neves a cadeias globais de veículos elétricos e baterias.

Contratos de fornecimento, conhecidos como offtake, reduzem parte do risco comercial de projetos minerais. Eles indicam que compradores industriais têm interesse na produção futura e podem ajudar a companhia a estruturar financiamento, planejamento operacional e previsibilidade de receita.

Custo projetado é de US$ 489 por tonelada

A Atlas Lithium (ATLX) projeta custo de US$ 489 por tonelada de concentrado de lítio produzido no Projeto Neves. Segundo a companhia, esse nível tornaria a operação competitiva em relação ao preço internacional do concentrado de lítio, que gira em torno de US$ 2,5 mil por tonelada, conforme mencionado por Marc Fogassa.

A diferença entre custo projetado e preço de venda é um dos fatores que sustentam as estimativas econômicas do empreendimento. No entanto, a rentabilidade efetiva dependerá de variáveis de mercado. O preço do lítio tem histórico de volatilidade e pode ser afetado por excesso de oferta, desaceleração na venda de veículos elétricos, mudanças tecnológicas em baterias e decisões industriais da China, dos Estados Unidos e da Europa.

Projetos de lítio também enfrentam riscos típicos da mineração. Entre eles estão atrasos em obras, mudanças no custo de capital, licenciamento ambiental, variação cambial, produtividade da mina, teor mineral, logística e capacidade de execução.

Por isso, o avanço da planta é um marco importante, mas não elimina os riscos até o início da operação comercial. O mercado acompanhará a execução física do projeto, o cumprimento do cronograma e a conversão dos acordos comerciais em receita efetiva.

Salinas pode ser segunda frente de crescimento

Além do Projeto Neves, a Atlas Lithium (ATLX) avalia outras áreas com potencial mineral. Uma delas é o Projeto Salinas, localizado próximo à antiga área da Latin Resources, adquirida pela australiana Pilbara Minerals em 2024 por US$ 370 milhões.

As perfurações iniciais em Salinas indicaram mineralização de lítio próxima à superfície. A área é tratada como uma possível segunda fronteira de expansão da companhia, embora ainda dependa de novas campanhas de exploração, estudos técnicos e eventual comprovação de viabilidade econômica.

Manter projetos em diferentes estágios permite à empresa construir um pipeline de crescimento. Neves concentra a prioridade de implantação, enquanto Salinas pode oferecer opcionalidade futura se a demanda por lítio permanecer forte.

Essa estratégia, porém, exige disciplina de capital. Companhias pré-operacionais precisam equilibrar exploração, obras, caixa, licenciamento, relacionamento com comunidades e comunicação com investidores. Qualquer atraso ou revisão de premissas pode gerar impacto sobre a percepção de risco.

Atlas Critical Minerals avança em grafite

A estratégia da Atlas também envolve grafite, outro mineral crítico para baterias, energia, defesa e aplicações industriais. A Atlas Critical Minerals (ATCX), subsidiária da Atlas Lithium (ATLX), anunciou avanços em seu projeto de grafite em Minas Gerais.

A empresa informou a consolidação de um corredor mineralizado contínuo de grafite de 11 quilômetros. A área total do projeto foi ampliada em 124%, para 2,8 mil hectares. Segundo Marc Fogassa, testes revelaram teores de carbono grafítico de até 19,4%.

A companhia também enviou amostras a um laboratório em Illinois, nos Estados Unidos. Segundo Fogassa, os concentrados foram purificados até atingir 99,9% de pureza de carbono, nível que poderia qualificar o material para aplicações de maior exigência, incluindo uso nuclear.

O grafite de alta pureza tem valor superior ao material destinado a aplicações menos exigentes. Fogassa afirma que uma tonelada de grafite para uso nuclear pode ser vendida a cerca de US$ 30 mil, enquanto o grafite para bateria de carro elétrico, com exigência de pureza menor, gira em torno de US$ 15 mil por tonelada.

A transformação desses resultados em receita dependerá de testes adicionais, certificações, escala industrial, compradores qualificados e viabilidade econômica.

Acionistas incluem Fogassa, Mitsui e Citadel

A Atlas Lithium (ATLX) é listada na Nasdaq e possui mais de 10 mil acionistas. O maior acionista é Marc Fogassa, fundador, CEO e presidente da companhia, com 17,66% do capital.

A Mitsui & Co. detém 6,34% das ações após investir US$ 30 milhões na empresa. A gestora americana Citadel possui 4,04% do capital, após aporte de US$ 10 milhões.

A empresa também detém 21% de participação na Atlas Critical Minerals (ATCX), companhia também listada na Nasdaq. A estrutura reforça a estratégia de atuar em mais de um mineral crítico, com foco inicial em lítio e expansão potencial em grafite.

A presença de investidores internacionais amplia a visibilidade da Atlas Lithium (ATLX), mas também aumenta a cobrança por execução. O mercado deverá acompanhar se a empresa conseguirá cumprir o cronograma de 2027, controlar custos e converter recursos minerais em produção comercial.

Projeto coloca Minas Gerais no centro da disputa por minerais críticos

O avanço da planta industrial da Atlas Lithium (ATLX) reforça a posição de Minas Gerais na disputa global por minerais críticos. O Projeto Neves combina uma área mineral relevante, planta de processamento já entregue ao Brasil, contratos com compradores internacionais e fornecedores contratados para iniciar a fase de obras.

Para o setor de mineração, a execução do projeto será acompanhada como um teste da capacidade brasileira de transformar potencial geológico em produção industrial voltada à transição energética. Para investidores, o foco estará no cumprimento do cronograma, na competitividade de custos, na demanda por concentrado de lítio e na capacidade de a companhia financiar sua expansão.

Se a operação começar dentro do prazo previsto, a Atlas Lithium (ATLX) poderá se tornar uma nova fornecedora brasileira de concentrado de lítio para cadeias globais de baterias. O resultado também poderá consolidar o Vale do Jequitinhonha como uma das regiões mais relevantes do país na mineração de minerais críticos.

Tags: AraçuaíATCXAtlas Critical MineralsAtlas LithiumATLXbateriasBYDChengxinDMsEmpresasGrafitelítioMinas Geraisminerais críticosMitsuiplanta de lítioProjeto NevesTeslaVale do JequitinhonhaYahua

LEIA MAIS

Fidcs - Gazeta Mercantil
Mercados

FIDCs já respondem por 37% das operações do mercado de capitais em 2026

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) deixaram de ocupar uma posição periférica no mercado financeiro brasileiro. No primeiro semestre de 2026, esses veículos movimentaram R$ 53,1...

Leia MaisDetails
Apex Partners Revela Passivo De R$ 985,6 Milhões E Busca Proteção Judicial - Gazeta Mercantil
Empresas

Apex Partners: Justiça bloqueia bens de Fernando Cinelli e quebra sigilo bancário

A Justiça do Espírito Santo determinou o bloqueio dos bens de Fernando Antonio Kulnig Cinelli, fundador e ex-presidente da Apex Partners, e a quebra de seu sigilo bancário...

Leia MaisDetails
Casas Bahia Lança Debêntures De R$ 3,95 Bilhões Para Reestruturar Dívida - Gazeta Mercantil
Empresas

BHIA3 perde 99,9% desde pico de 2020; entenda a derrocada das ações da Casas Bahia

A trajetória das ações do Grupo Casas Bahia (BHIA3) nos últimos seis anos resume em números a deterioração financeira de uma das empresas mais conhecidas do varejo brasileiro....

Leia MaisDetails
Braskem (Brkm5) -Gazeta Mercantil
Empresas

Braskem (BRKM5) sofre rebaixamento da Fitch para ‘RD’ após calote em juros

A crise financeira da Braskem (BRKM5) entrou em uma nova fase depois que a Fitch Ratings rebaixou a classificação de crédito da petroquímica de “C” para “RD” —...

Leia MaisDetails
Nestlé - Gazeta Mercantil
Empresas

Nestlé mira usuários de Ozempic e Mounjaro e transforma GLP-1 em novo mercado

A Nestlé está transformando uma das maiores ameaças recentes à indústria de alimentos processados em uma nova frente de negócios. O avanço dos medicamentos da classe GLP-1, associados...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

01:24:44
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DOLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado

Veja Também

Crise Na Propaganda Eleitoral: Dança Das Cadeiras Atinge Marqueteiros Políticos Em 2026 - Gazeta Mercantil
Política

Crise na propaganda eleitoral: dança das cadeiras atinge marqueteiros políticos em 2026

Leia MaisDetails
Risco-País Da Argentina Volta Aos 511 Pontos E Mercado Aumenta Cautela Com Milei - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Risco-país da Argentina volta aos 511 pontos e mercado aumenta cautela com Milei

Leia MaisDetails
3 Funções Do Celular Que Você Deve Desligar Quando Não Estiver Usando - Gazeta Mercantil - Economia
Tecnologia

3 funções do celular que você deve desligar quando não estiver usando

Leia MaisDetails
Renan Santos - Gazeta Mercantil
Política

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Leia MaisDetails
Valuation: O Que É, Como Calcular E Quais Métodos Definem O Valor De Uma Empresa - Gazeta Mercantil
Negócios

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Crise na propaganda eleitoral: dança das cadeiras atinge marqueteiros políticos em 2026

Risco-país da Argentina volta aos 511 pontos e mercado aumenta cautela com Milei

3 funções do celular que você deve desligar quando não estiver usando

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP