quarta-feira, 14 de outubro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

Atlas Lithium avança em planta de lítio no Brasil e mira operação em 2027

Companhia listada na Nasdaq trouxe ao país a unidade de processamento do Projeto Neves, em Minas Gerais, e contratou fornecedores para iniciar a fase de obras

por João Souza
18/06/2026 às 20h44
em Empresas
Atlas Lithium Avança Em Planta De Lítio No Brasil E Mira Operação Em 2027 - Gazeta Mercantil

A Atlas Lithium (ATLX) avançou na implantação de sua planta industrial de processamento de lítio no Brasil e prevê iniciar a operação entre o terceiro e o quarto trimestres de 2027. A unidade de separação por meio denso, conhecida como DMS, foi fabricada na África do Sul, desembarcou no porto de Santos, em São Paulo, e já está armazenada em Minas Gerais para a futura montagem. A planta integra o Projeto Neves, principal ativo da companhia em Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, região que se consolidou como uma das principais fronteiras brasileiras para minerais críticos.

O avanço coloca a Atlas Lithium (ATLX) em uma nova etapa de execução no Brasil. A companhia, listada na Nasdaq, busca transformar seu portfólio mineral em produção comercial de concentrado de lítio a partir de espodumênio, mineral usado na cadeia de baterias para veículos elétricos, armazenamento de energia, data centers e outras aplicações industriais.

Leia também: Agricultura espacial no Brasil avança com estudos da Embrapa para plantar alimentos na Lua.

A planta industrial terá capacidade inicial estimada em 146 mil toneladas anuais de concentrado de lítio. Segundo a companhia, a estrutura poderá dobrar de tamanho no futuro, caso as condições de mercado justifiquem a expansão. O investimento previsto para a implantação do Projeto Neves varia de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões.

O que é o Projeto Neves

O Projeto Neves é o principal empreendimento de lítio da Atlas Lithium (ATLX) no Brasil. Ele está localizado em Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, e reúne 557 quilômetros quadrados em direitos minerários.

Leia também: Ibovespa cai com impasse Brasil–EUA; dólar vai a R$ 5,44 e Wall Street pesa no humor.

Leia também: Patria Investimentos traz gigante chinesa da oftalmologia para a Opty em operação de R$ 530 milhões

A área é considerada estratégica porque está inserida em uma região com ocorrência de pegmatitos ricos em espodumênio, mineral que contém lítio e pode ser processado para produzir concentrado usado na indústria de baterias.

A Atlas Lithium (ATLX) informa que o Projeto Neves tem taxa interna de retorno estimada em 145%, valor presente líquido de US$ 539 milhões e retorno previsto em 11 meses após o início da operação. Esses números fazem parte das projeções econômicas da empresa e dependem de premissas como preço internacional do lítio, custo operacional, câmbio, escala de produção, cronograma de implantação e demanda dos compradores.

A previsão de início da operação entre o terceiro e o quarto trimestres de 2027 indica que o projeto ainda terá etapas importantes pela frente. Entre elas estão montagem da planta, conclusão das obras civis, contratação de fornecedores adicionais, comissionamento industrial, licenciamento e estruturação da logística de escoamento da produção.

Planta de lítio chegou ao Brasil em 143 contêineres

A unidade de processamento da Atlas Lithium (ATLX) foi transportada em navio fretado e desembarcou no porto de Santos. A operação envolveu 143 contêineres, cada um com 140 metros cúbicos. Após a chegada ao Brasil, os equipamentos foram levados para Minas Gerais e permanecem armazenados até o início da montagem.

A planta usa a tecnologia DMS, sigla em inglês para separação por meio denso. Esse processo permite separar o material com maior concentração de lítio por diferença de densidade, após etapas de britagem e preparação do espodumênio.

A escolha da tecnologia tem relevância operacional e ambiental. O processo não exige barragens de rejeito líquido, pois não depende de flotação química como ocorre em outras rotas industriais de beneficiamento mineral. Em um setor marcado por forte fiscalização ambiental e atenção a riscos geotécnicos, a ausência de barragens de rejeitos líquidos pode reduzir parte da complexidade regulatória e operacional do projeto.

O custo da planta é estimado entre US$ 25 milhões e US$ 26 milhões, incluindo frete, impostos e taxas. A estrutura representa uma das peças centrais do plano da Atlas Lithium (ATLX) para transformar o Projeto Neves em uma operação comercial.

Quatro fornecedores foram contratados para iniciar as obras

A Atlas Lithium (ATLX) selecionou quatro empresas para iniciar a fase de implantação do Projeto Neves. A Promon Engenharia ficará responsável por etapas de engenharia detalhada. A TSX Engineering fará a gestão da implementação do projeto. A Cerne Construções executará estruturas administrativas e operacionais. A RETC Infraestrutura ficará responsável por terraplenagem e construção civil.

A contratação dos fornecedores sinaliza a transição do projeto para uma fase mais executiva. Em mineração, essa etapa costuma anteceder a montagem industrial e os testes operacionais. Ela envolve detalhamento técnico, preparação do terreno, construção de instalações, integração de equipamentos e organização do cronograma de entrega.

A companhia ainda negocia novos contratos para outras etapas do empreendimento. A conclusão da cadeia de fornecedores será essencial para definir o ritmo das obras e reduzir riscos de atraso.

A previsão da Atlas Lithium (ATLX) é gerar entre 3,5 mil e 4,5 mil empregos diretos e indiretos durante a fase de construção. Na operação industrial, a estimativa é de 500 empregos diretos.

Vale do Jequitinhonha ganha peso na cadeia global do lítio

O Projeto Neves reforça o papel do Vale do Jequitinhonha na cadeia brasileira de lítio. A região, historicamente associada a baixos indicadores sociais, passou a atrair mineradoras, investidores internacionais e compradores industriais interessados em garantir fornecimento de minerais críticos.

O lítio é um insumo essencial para baterias recarregáveis. Ele está presente em veículos elétricos, sistemas de armazenamento de energia, eletrônicos e equipamentos industriais. A expansão da mobilidade elétrica e da infraestrutura digital elevou a disputa por fontes confiáveis de fornecimento.

Para Minas Gerais, a instalação de uma planta de processamento de lítio representa uma oportunidade de ampliar a industrialização mineral. O desafio é transformar reservas geológicas em cadeias produtivas com maior valor agregado, empregos qualificados, arrecadação e integração com compradores internacionais.

Segundo Marc Fogassa, CEO e presidente da Atlas Lithium (ATLX), a média salarial dos funcionários da companhia em Araçuaí é de R$ 12.703 por pessoa. O valor é superior à média salarial regional de R$ 2.222, segundo dados citados pela empresa com base no IBGE. A diferença é usada pela companhia para destacar o potencial de impacto econômico do projeto na região.

Demanda por baterias sustenta plano de expansão

A tese da Atlas Lithium (ATLX) está ligada à demanda global por baterias. O lítio segue como um dos principais minerais da transição energética, com uso relevante em veículos elétricos, armazenamento estacionário de energia e infraestrutura crítica.

Marc Fogassa também associa parte da demanda futura ao crescimento de data centers voltados à inteligência artificial. Segundo ele, estruturas desse tipo precisam de fornecimento contínuo de energia e dependem de sistemas de backup para evitar interrupções. Baterias de lítio podem cumprir esse papel em ambientes que exigem alta confiabilidade.

A demanda de data centers não substitui o peso da indústria de veículos elétricos, mas amplia o universo de aplicações do lítio. Além das montadoras, empresas de tecnologia, operadores de infraestrutura digital e fornecedores de energia passaram a buscar soluções de armazenamento para garantir estabilidade operacional.

Esse cenário ajuda a explicar a disputa internacional por minerais críticos. Empresas e governos buscam diversificar fornecedores para reduzir dependência de cadeias concentradas. O Brasil aparece nesse movimento como possível origem alternativa para lítio, grafite e outros insumos estratégicos.

Produção tem acordos com Mitsui, Chengxin e Yahua

A Atlas Lithium (ATLX) já possui acordos comerciais para parte da produção esperada. A japonesa Mitsui & Co. comprará 15 mil toneladas da produção inicial da companhia. A Mitsui também investiu US$ 30 milhões na Atlas Lithium (ATLX) e detém participação acionária relevante na empresa.

As chinesas Chengxin e Yahua também fazem parte da estratégia comercial. Cada uma investiu US$ 5 milhões na companhia e se comprometeu a comprar 60 mil toneladas em cinco anos. Os acordos incluem pagamento antecipado de US$ 20 milhões.

A Yahua é fornecedora da Tesla, enquanto a Chengxin é fornecedora relevante da BYD. Esses vínculos conectam o Projeto Neves a cadeias globais de veículos elétricos e baterias.

Leia também: Azzas 2154 (AZZA3) nega venda da Hering e diz que não há negociações em curso

Contratos de fornecimento, conhecidos como offtake, reduzem parte do risco comercial de projetos minerais. Eles indicam que compradores industriais têm interesse na produção futura e podem ajudar a companhia a estruturar financiamento, planejamento operacional e previsibilidade de receita.

Custo projetado é de US$ 489 por tonelada

A Atlas Lithium (ATLX) projeta custo de US$ 489 por tonelada de concentrado de lítio produzido no Projeto Neves. Segundo a companhia, esse nível tornaria a operação competitiva em relação ao preço internacional do concentrado de lítio, que gira em torno de US$ 2,5 mil por tonelada, conforme mencionado por Marc Fogassa.

A diferença entre custo projetado e preço de venda é um dos fatores que sustentam as estimativas econômicas do empreendimento. No entanto, a rentabilidade efetiva dependerá de variáveis de mercado. O preço do lítio tem histórico de volatilidade e pode ser afetado por excesso de oferta, desaceleração na venda de veículos elétricos, mudanças tecnológicas em baterias e decisões industriais da China, dos Estados Unidos e da Europa.

Projetos de lítio também enfrentam riscos típicos da mineração. Entre eles estão atrasos em obras, mudanças no custo de capital, licenciamento ambiental, variação cambial, produtividade da mina, teor mineral, logística e capacidade de execução.

Por isso, o avanço da planta é um marco importante, mas não elimina os riscos até o início da operação comercial. O mercado acompanhará a execução física do projeto, o cumprimento do cronograma e a conversão dos acordos comerciais em receita efetiva.

Salinas pode ser segunda frente de crescimento

Além do Projeto Neves, a Atlas Lithium (ATLX) avalia outras áreas com potencial mineral. Uma delas é o Projeto Salinas, localizado próximo à antiga área da Latin Resources, adquirida pela australiana Pilbara Minerals em 2024 por US$ 370 milhões.

As perfurações iniciais em Salinas indicaram mineralização de lítio próxima à superfície. A área é tratada como uma possível segunda fronteira de expansão da companhia, embora ainda dependa de novas campanhas de exploração, estudos técnicos e eventual comprovação de viabilidade econômica.

Manter projetos em diferentes estágios permite à empresa construir um pipeline de crescimento. Neves concentra a prioridade de implantação, enquanto Salinas pode oferecer opcionalidade futura se a demanda por lítio permanecer forte.

Essa estratégia, porém, exige disciplina de capital. Companhias pré-operacionais precisam equilibrar exploração, obras, caixa, licenciamento, relacionamento com comunidades e comunicação com investidores. Qualquer atraso ou revisão de premissas pode gerar impacto sobre a percepção de risco.

Atlas Critical Minerals avança em grafite

A estratégia da Atlas também envolve grafite, outro mineral crítico para baterias, energia, defesa e aplicações industriais. A Atlas Critical Minerals (ATCX), subsidiária da Atlas Lithium (ATLX), anunciou avanços em seu projeto de grafite em Minas Gerais.

A empresa informou a consolidação de um corredor mineralizado contínuo de grafite de 11 quilômetros. A área total do projeto foi ampliada em 124%, para 2,8 mil hectares. Segundo Marc Fogassa, testes revelaram teores de carbono grafítico de até 19,4%.

A companhia também enviou amostras a um laboratório em Illinois, nos Estados Unidos. Segundo Fogassa, os concentrados foram purificados até atingir 99,9% de pureza de carbono, nível que poderia qualificar o material para aplicações de maior exigência, incluindo uso nuclear.

O grafite de alta pureza tem valor superior ao material destinado a aplicações menos exigentes. Fogassa afirma que uma tonelada de grafite para uso nuclear pode ser vendida a cerca de US$ 30 mil, enquanto o grafite para bateria de carro elétrico, com exigência de pureza menor, gira em torno de US$ 15 mil por tonelada.

A transformação desses resultados em receita dependerá de testes adicionais, certificações, escala industrial, compradores qualificados e viabilidade econômica.

Acionistas incluem Fogassa, Mitsui e Citadel

A Atlas Lithium (ATLX) é listada na Nasdaq e possui mais de 10 mil acionistas. O maior acionista é Marc Fogassa, fundador, CEO e presidente da companhia, com 17,66% do capital.

A Mitsui & Co. detém 6,34% das ações após investir US$ 30 milhões na empresa. A gestora americana Citadel possui 4,04% do capital, após aporte de US$ 10 milhões.

A empresa também detém 21% de participação na Atlas Critical Minerals (ATCX), companhia também listada na Nasdaq. A estrutura reforça a estratégia de atuar em mais de um mineral crítico, com foco inicial em lítio e expansão potencial em grafite.

A presença de investidores internacionais amplia a visibilidade da Atlas Lithium (ATLX), mas também aumenta a cobrança por execução. O mercado deverá acompanhar se a empresa conseguirá cumprir o cronograma de 2027, controlar custos e converter recursos minerais em produção comercial.

Projeto coloca Minas Gerais no centro da disputa por minerais críticos

O avanço da planta industrial da Atlas Lithium (ATLX) reforça a posição de Minas Gerais na disputa global por minerais críticos. O Projeto Neves combina uma área mineral relevante, planta de processamento já entregue ao Brasil, contratos com compradores internacionais e fornecedores contratados para iniciar a fase de obras.

Para o setor de mineração, a execução do projeto será acompanhada como um teste da capacidade brasileira de transformar potencial geológico em produção industrial voltada à transição energética. Para investidores, o foco estará no cumprimento do cronograma, na competitividade de custos, na demanda por concentrado de lítio e na capacidade de a companhia financiar sua expansão.

Se a operação começar dentro do prazo previsto, a Atlas Lithium (ATLX) poderá se tornar uma nova fornecedora brasileira de concentrado de lítio para cadeias globais de baterias. O resultado também poderá consolidar o Vale do Jequitinhonha como uma das regiões mais relevantes do país na mineração de minerais críticos.

LEIA MAIS

Agronegocio - Gazeta Mercantil
Empresas

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Companhia do ramo de alimentos e panificação supera 500 mil hectares e expande programa no Brasil; meta é obter todos ingredientes-chave desse modelo até 2050

Leia MaisDetails
Vivara Aprova Emissão De R$ 300 Milhões Em Debêntures Com Vencimento Em 2031-Gazeta Mercantil
Empresas

Vivara aprova emissão de R$ 300 milhões em debêntures com vencimento em 2031

A Vivara (VIVA3) aprovou uma emissão de debêntures simples no valor de R$ 300 milhões, em uma operação voltada principalmente à reorganização de passivos e ao reforço da...

Leia MaisDetails
Lvmh Perde Mais De €250 Bilhões Em Valor De Mercado Desde 2023-Gazeta Mercantil
Empresas

LVMH registra queda de 5% em moda e ações acumulam perda de 40% em 2026

A LVMH, conglomerado francês que reúne marcas como Louis Vuitton, Christian Dior, Tiffany & Co. e Sephora, encerrou o terceiro trimestre de 2026 com resultados abaixo das expectativas...

Leia MaisDetails
Mercado Livre
Mercados

Mercado Livre (MELI): Citi corta preço-alvo para US$ 2.100 antes do balanço do 3T26

O Citi elevou a recomendação do Mercado Livre (MELI34) de Neutra/Alto Risco para Neutra e cortou o preço-alvo das ações. Saiba mais.

Leia MaisDetails
Embraer (Embj3) Fecha Acordo Com Latam Para Suporte A 24 Jatos E195-E2 - Gazeta Mercantil - Empresas
Empresas

Embraer (EMBJ3) fecha acordo com Latam para suporte a 24 jatos E195-E2

A Embraer (EMBJ3) e a Latam assinaram um acordo do Programa Pool para dar suporte à introdução de 24 aeronaves Embraer E195-E2 encomendadas pela companhia

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

01:29:25
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Petróleo Hoje - Gazeta Mercantil
Mercados

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Leia MaisDetails
Agronegocio - Gazeta Mercantil
Empresas

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Leia MaisDetails
Taxa De Juros - Gazeta Mercantil
Mercados

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Leia MaisDetails
Nunes Marques - Gazeta Mercantil
Política

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

Leia MaisDetails
Lula - Gazeta Mercantil
Política

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Petróleo hoje: Brent cai a US$ 105,69 e WTI sobe com tensão no Oriente Médio

Bimbo expande agricultura regenerativa no Brasil e supera 500 mil hectares no mundo

Juros futuros sobem mais de 20 pontos-base após pesquisas eleitorais

Advogados acusam Nunes Marques de favorecer Flávio Bolsonaro em decisões do TSE

MDB: dez diretórios declaram apoio a Lula, enquanto outra ala se alinha a Flávio Bolsonaro

Dinheiro esquecido em bancos chega a R$ 5,8 bilhões; veja como sacar

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP