terça-feira, 18 de agosto de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Mercados Ibovespa

Axia Energia conclui migração ao Novo Mercado e encerra negociação de AXIA5 e AXIA6

Companhia simplifica estrutura de ações na B3, concentra liquidez em AXIA3 e mantém AXIA7 como última pendência societária.

por Camila Braga
09/06/2026 às 15h21
em Ibovespa
Axia Energia Conclui Migração Ao Novo Mercado E Encerra Negociação De Axia5 E Axia6 - Gazeta Mercantil - Ibovespa

A Axia Energia (AXIA3) concluiu nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, sua migração para o Novo Mercado da B3, segmento que reúne empresas submetidas aos padrões mais elevados de governança corporativa da Bolsa brasileira.

Com a mudança, as ações preferenciais AXIA5 e AXIA6 deixaram de ser negociadas. Os detentores desses papéis passaram a receber 1,1 ação ordinária AXIA3 para cada ação preferencial convertida.

A mesma proporção foi aplicada aos recibos de ações negociados no exterior e lastreados em AXIA6. Após a operação, esses ADRs passam a ter como referência as ações ordinárias da companhia.

A migração concentra a negociação do capital da Axia Energia em AXIA3 e reduz parte da complexidade herdada da estrutura societária da antiga Eletrobras.

A companhia passa a manter duas classes de ações em circulação: as ordinárias AXIA3 e as preferenciais classe C AXIA7.

As AXIA7 permanecem como a última etapa pendente da reorganização. Esses papéis podem ser convertidos ou resgatados até 2031, conforme as condições estabelecidas pela empresa.

AXIA5 e AXIA6 deixam de ser negociadas

A saída de AXIA5 e AXIA6 representa a mudança mais visível da migração para o Novo Mercado.

As duas classes preferenciais faziam parte de uma estrutura acionária formada durante o período em que a companhia operava sob controle estatal.

Com a conversão, os investidores passam a concentrar suas posições nas ações ordinárias AXIA3, que oferecem direito de voto nas decisões societárias.

A relação definida foi de 1,1 ação AXIA3 para cada AXIA5 ou AXIA6 detida pelo acionista.

Um investidor com mil ações preferenciais, por exemplo, passa a ter direito a 1.100 ações ordinárias, observados os procedimentos operacionais e eventuais tratamentos para frações.

A conversão também amplia a quantidade de ações ordinárias em circulação e tende a aumentar a liquidez dessa classe no mercado secundário.

Quanto maior o volume negociado em um único papel, maior tende a ser a facilidade para investidores comprarem ou venderem posições sem provocar distorções significativas no preço.

Empresa destaca simplificação do capital

Em comunicado encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários, a Axia Energia afirmou que a migração representa uma etapa relevante de sua reorganização.

Segundo a companhia, a operação simplifica a estrutura de capital, contribui para aumentar a liquidez das ações e reforça o compromisso com o aprimoramento da governança corporativa.

A concentração em uma classe principal também facilita a avaliação da empresa por investidores.

Companhias com diferentes tipos de ações podem apresentar direitos econômicos e políticos distintos, o que torna mais complexa a comparação entre os papéis e a definição do valor de mercado.

A simplificação reduz essa dispersão e aproxima a estrutura da Axia Energia do modelo utilizado por empresas submetidas às regras do Novo Mercado.

O processo tem relevância especial para uma companhia com presença de investidores individuais, fundos institucionais e acionistas estrangeiros.

Novo Mercado exige padrões mais elevados

O Novo Mercado é o segmento da B3 destinado a empresas que voluntariamente adotam regras de governança superiores às exigidas pela legislação societária.

Entre seus princípios está a concentração da participação societária em ações ordinárias, além de normas sobre transparência, administração, fiscalização e proteção dos acionistas.

A entrada da Axia Energia encerra uma transição iniciada após a privatização da antiga Eletrobras, realizada em 2022.

Desde então, a empresa passou por uma reorganização destinada a reduzir a complexidade societária, ampliar a eficiência operacional e adaptar sua governança à nova estrutura de controle.

A companhia também promoveu desinvestimentos em ativos considerados não estratégicos e revisou sua alocação de capital.

A migração funciona como uma sinalização ao mercado de que a empresa pretende manter padrões mais próximos daqueles exigidos por grandes investidores institucionais.

Estrutura mais simples pode reduzir desconto

Empresas com múltiplas classes de ações podem negociar com desconto em relação a companhias semelhantes que possuam estruturas mais simples.

Esse desconto pode refletir diferenças entre direitos de voto, prioridades econômicas, liquidez e tratamento dos acionistas em operações societárias.

Ao concentrar a negociação em AXIA3 e manter apenas AXIA7 como classe residual, a Axia Energia busca tornar sua estrutura mais clara.

Uma estrutura compreensível pode facilitar a análise de fundos, gestores e investidores estrangeiros que utilizam critérios específicos de governança.

Isso não significa que a migração produzirá automaticamente valorização das ações.

O preço continuará dependendo da geração de caixa, do endividamento, dos investimentos, do ambiente regulatório e das expectativas para o setor elétrico.

A mudança, porém, reduz um dos fatores de complexidade que acompanhavam a companhia desde o período estatal.

AXIA3 reage positivamente no pregão

As ações ordinárias AXIA3 operaram em alta durante o pregão desta terça-feira.

Os papéis eram negociados a R$ 50,95 e alcançaram máxima intradiária de R$ 51,19, segundo os dados de mercado disponíveis durante a sessão.

O movimento ocorreu em um dia também positivo para o Ibovespa, que retomava a região dos 170 mil pontos.

A reação indica uma leitura favorável dos investidores sobre a conclusão da migração e a concentração de liquidez nas ações ordinárias.

Nos 12 meses anteriores, AXIA3 acumulava valorização de 27,57%.

Apesar da alta, os papéis ainda eram negociados aproximadamente 25% abaixo da máxima de R$ 67,84 registrada no período.

A diferença mantém a empresa no radar de investidores que acompanham uma possível reavaliação de seus múltiplos após a reorganização.

Privatização abriu caminho para mudanças

A entrada no Novo Mercado faz parte de um processo iniciado com a privatização da Eletrobras em 2022.

A operação reduziu a participação da União e ampliou o peso dos investidores privados na composição acionária.

Antes da privatização, a companhia possuía uma estrutura formada por ações ordinárias e diferentes classes preferenciais, resultado de décadas de atuação como estatal.

Esse arranjo combinava direitos econômicos distintos e diferentes níveis de participação nas decisões corporativas.

Após a mudança de controle, a empresa passou a adotar medidas para aproximar os direitos econômicos e políticos dos acionistas.

A mudança do nome para Axia Energia também integrou o reposicionamento institucional.

A nova identidade procurou marcar uma fase de maior autonomia empresarial, eficiência operacional e revisão do portfólio.

Acordo limitou influência da União

Outro ponto importante da reorganização foi o acordo firmado em dezembro de 2025 no Supremo Tribunal Federal.

O entendimento limitou o poder de voto do governo federal a 10%, independentemente da participação econômica mantida pela União.

O acordo também restringiu a três o número de indicações governamentais para o conselho de administração, formado por dez integrantes.

A definição buscou reduzir a incerteza sobre a influência da União nas decisões da companhia depois da privatização.

As divergências sobre os direitos políticos do governo representavam um dos principais riscos institucionais observados pelo mercado.

A limitação do poder de voto tornou mais previsível a distribuição de influência entre os acionistas.

Para investidores de longo prazo, a clareza sobre a composição do conselho e os limites de interferência estatal é um elemento relevante na avaliação de risco.

S&P manteve rating global em BB

A S&P Global Ratings manteve a classificação de crédito global “BB” da Axia Energia, com perspectiva estável.

A agência considerou que a simplificação societária e o acordo com o governo federal contribuíram para fortalecer o perfil de governança.

A classificação permanece abaixo do grau de investimento na escala global, mas a perspectiva estável indica que a agência não espera uma mudança imediata da nota.

O rating considera diferentes aspectos da companhia, incluindo geração de caixa, dívida, exposição regulatória, governança e capacidade de financiar investimentos.

A melhora institucional pode favorecer o acesso a capital, mas não elimina os riscos associados ao aumento das despesas de investimento.

O mercado seguirá observando se os avanços de governança serão acompanhados por disciplina financeira e retorno adequado sobre os novos projetos.

Capacidade instalada chega a 43,9 mil MW

A Axia Energia possui 43.872 megawatts de capacidade instalada, segundo os dados apresentados pela companhia.

A empresa também alcançou uma matriz de geração integralmente renovável depois do desinvestimento da usina termelétrica a carvão Santa Cruz.

O portfólio reúne ativos relevantes de geração e transmissão, segmentos que exigem grandes volumes de capital e planejamento de longo prazo.

No primeiro trimestre de 2026, o Ebitda regulatório ajustado alcançou R$ 8,6 bilhões.

O resultado representou crescimento de 60% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A expansão operacional oferece suporte ao plano de investimentos, mas precisa ser analisada junto com a evolução da dívida e das necessidades de financiamento.

Investimentos devem alcançar até R$ 14 bilhões

A S&P estima que os investimentos da Axia Energia poderão subir de R$ 7,4 bilhões em 2025 para uma faixa entre R$ 13 bilhões e R$ 14 bilhões em 2026.

A projeção indica uma aceleração expressiva do ciclo de expansão.

Os recursos devem ser direcionados a projetos, manutenção, modernização de ativos e oportunidades dentro do setor elétrico.

Investimentos maiores podem ampliar a capacidade de geração de caixa no futuro, mas produzem pressão imediata sobre o caixa e o endividamento.

O retorno dependerá da execução dos projetos, dos custos finais, das condições regulatórias e das receitas obtidas depois da entrada em operação.

O mercado deverá acompanhar a capacidade da companhia de equilibrar crescimento e preservação da estrutura financeira.

Alavancagem permanece como ponto de atenção

A relação entre dívida e Ebitda da Axia Energia estava em 4,7 vezes em 2025.

A expectativa é de redução para aproximadamente quatro vezes em 2026 e 2027.

A partir de 2028, porém, a relação poderá voltar para uma faixa entre 4,5 e cinco vezes.

A pressão esperada está relacionada, entre outros fatores, ao encerramento dos efeitos da compensação da Rede Básica do Sistema Existente, conhecida pela sigla RBSE.

A RBSE contribui para as receitas da companhia e funciona como elemento relevante na geração de caixa.

Com o fim dessa compensação, a Axia Energia precisará depender mais dos resultados operacionais e do retorno dos investimentos realizados.

Esse cenário não anula os benefícios da migração para o Novo Mercado, mas mantém o endividamento como um dos principais fatores de risco da tese de investimento.

AXIA7 continua em circulação

Mesmo depois da conversão de AXIA5 e AXIA6, a estrutura acionária da Axia Energia ainda não está totalmente concentrada em ações ordinárias.

As preferenciais classe C AXIA7 continuam em circulação.

Esses papéis podem ser convertidos ou resgatados até 2031, de acordo com os termos estabelecidos pela companhia.

As AXIA7 representam a última camada de complexidade da estrutura de capital.

Uma eventual conversão ou resgate permitiria que a empresa operasse apenas com ações ordinárias.

Até esta terça-feira, a companhia não havia informado uma data específica para antecipar essa etapa.

O mercado deverá acompanhar as decisões sobre os papéis, incluindo o prazo, a forma de conversão e os possíveis efeitos sobre o número de ações em circulação.

Migração inicia nova fase na Bolsa

A conclusão da migração ao Novo Mercado coloca a Axia Energia em uma nova etapa no mercado de capitais.

A companhia passa a concentrar a liquidez em AXIA3 e adota uma estrutura mais próxima dos padrões esperados por investidores institucionais.

O movimento reduz a dispersão entre classes de ações e facilita a análise dos direitos concedidos aos acionistas.

A reação positiva no pregão mostra que o mercado recebeu a conclusão da operação como um avanço.

A continuidade da valorização, entretanto, dependerá de fatores que vão além da governança.

A empresa terá de executar seu plano de investimentos, controlar a alavancagem e manter a geração de caixa em um ambiente de elevada necessidade de capital.

Também será necessário acompanhar as mudanças regulatórias do setor elétrico e a definição sobre AXIA7.

Em 9 de junho de 2026, a migração encerra uma etapa importante da reorganização iniciada depois da privatização. O próximo teste será transformar a estrutura societária mais simples em resultados operacionais e financeiros consistentes para os acionistas.

Tags: açõesAxia EnergiaAXIA3AXIA7B3CVMEletrobrasgovernança corporativaIbovespamercadosNovo MercadoS&P Global Ratingssetor elétrico

LEIA MAIS

Dólar Hoje Fecha A R$ 5,22 Com Tensão No Oriente Médio E Ata Do Fed No Radar - Gazeta Mercantil - Ibovespa
Dólar

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

O dólar hoje fechou esta terça-feira (18) em alta de 0,40%, cotado a R$ 5,2216, em uma sessão marcada pela cautela dos investidores com o agravamento das tensões...

Leia MaisDetails
Ibovespa Hoje - B3 - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Ibovespa hoje cai pela 11ª sessão seguida e fecha aos 166 mil pontos; dólar sobe a R$ 5,22

O Ibovespa hoje fechou esta terça-feira (18) em queda de 0,27%, aos 166.334,86 pontos, completando a 11ª sessão consecutiva no campo negativo. A Bolsa brasileira chegou a ensaiar...

Leia MaisDetails
Fidcs - Gazeta Mercantil
Mercados

FIDCs já respondem por 37% das operações do mercado de capitais em 2026

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) deixaram de ocupar uma posição periférica no mercado financeiro brasileiro. No primeiro semestre de 2026, esses veículos movimentaram R$ 53,1...

Leia MaisDetails
Governo Volta A Discutir Tributação De Lci E Lca E Reacende Alerta Sobre Custo Do Crédito Imobiliário-Gazeta Mercantil
Economia

Governo volta a discutir tributação de LCI e LCA e reacende alerta sobre custo do crédito imobiliário

O debate sobre o fim da isenção de Imposto de Renda para Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) voltou ao centro da...

Leia MaisDetails
Grupo Mateus Corta 6,6 Mil Funcionários Em Demissão Em Massa
Mercados

Grupo Mateus (GMAT3): XP rebaixa ação e corta projeção de lucro em até 33%

A XP Investimentos rebaixou a recomendação para as ações do Grupo Mateus (GMAT3) de compra para neutra e reduziu o preço-alvo para R$ 5 por ação no fim...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

23:22:31
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DOLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado

Veja Também

Crise Na Propaganda Eleitoral: Dança Das Cadeiras Atinge Marqueteiros Políticos Em 2026 - Gazeta Mercantil
Política

Crise na propaganda eleitoral: dança das cadeiras atinge marqueteiros políticos em 2026

Leia MaisDetails
Risco-País Da Argentina Volta Aos 511 Pontos E Mercado Aumenta Cautela Com Milei - Gazeta Mercantil - Ibovespa
Economia

Risco-país da Argentina volta aos 511 pontos e mercado aumenta cautela com Milei

Leia MaisDetails
3 Funções Do Celular Que Você Deve Desligar Quando Não Estiver Usando - Gazeta Mercantil - Ibovespa
Tecnologia

3 funções do celular que você deve desligar quando não estiver usando

Leia MaisDetails
Renan Santos - Gazeta Mercantil
Política

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Leia MaisDetails
Valuation: O Que É, Como Calcular E Quais Métodos Definem O Valor De Uma Empresa - Gazeta Mercantil
Negócios

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Crise na propaganda eleitoral: dança das cadeiras atinge marqueteiros políticos em 2026

Risco-país da Argentina volta aos 511 pontos e mercado aumenta cautela com Milei

3 funções do celular que você deve desligar quando não estiver usando

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP