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Câmara aprova projeto do “Combustível do Futuro”: Biodiesel terá 20% de participação no diesel até 2030

por Redação
12/09/2024 às 13h39 - Atualizado em 16/09/2025 às 00h44
em Notícias
Câmara Aprova Projeto Do &Quot;Combustível Do Futuro&Quot;: Biodiesel Terá 20% De Participação No Diesel Até 2030 - Gazeta Mercantil - Notícias

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (11) um importante projeto de lei que institui o Programa Nacional de Diesel Verde, com o objetivo de aumentar a participação do biodiesel no óleo diesel comercializado no Brasil. Esse projeto, conhecido como “combustível do futuro”, visa elevar gradativamente a adição de biodiesel ao diesel, promovendo a transição para fontes de energia mais sustentáveis e contribuindo para a redução de emissões de gases de efeito estufa.

Aumento Gradual da Mistura de Biodiesel no Diesel

De acordo com o texto aprovado, a adição obrigatória de biodiesel ao diesel será aumentada progressivamente, até atingir 20% em 2030. A medida busca impulsionar a utilização de biocombustíveis no país, promovendo uma economia mais verde e menos dependente de combustíveis fósseis. O cronograma de aumento é o seguinte:

  • 15% em 2025
  • 16% em 2026
  • 17% em 2027
  • 18% em 2028
  • 19% em 2029
  • 20% em 2030

Esse avanço progressivo é uma das estratégias do governo para diminuir a emissão de gases de efeito estufa, como parte dos compromissos ambientais assumidos pelo Brasil. Além de beneficiar o meio ambiente, a medida também promete aquecer o mercado de biocombustíveis e criar novas oportunidades no setor energético.

Impacto no Setor Energético e Ambiental

O projeto vai além da mistura de biodiesel ao diesel. Ele também cria outros programas importantes voltados para combustíveis mais sustentáveis, como o Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação (SAF), o Programa Nacional de Diesel Verde e o Programa Nacional de Biometano. Cada um desses programas tem como objetivo promover o uso de fontes renováveis de energia em diferentes setores da economia.

Uma das principais metas do projeto é a redução anual das emissões de gases causadores do efeito estufa, a ser definida pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). A partir de janeiro de 2026, o Brasil deverá atingir uma redução mínima de 1% nas emissões, com possibilidade de ampliação dessa meta para até 10% ao ano.

Contudo, o projeto permite que o CNPE possa, excepcionalmente, alterar esses percentuais de redução de emissões, inclusive para valores inferiores a 1%, caso ocorra algum imprevisto que impeça o cumprimento da meta, como uma redução na produção de biometano. Isso garante flexibilidade para que as metas possam ser ajustadas de acordo com a capacidade de produção e a situação do mercado de biocombustíveis no país.

Retirada de Subsídio no Senado e Impacto nas Tarifas de Energia

Durante sua tramitação no Senado, o projeto sofreu alterações, mas uma dessas mudanças foi retirada pelo relator da Câmara, o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP). A proposta do Senado previa a ampliação de descontos para minigeradores de energia, o que poderia resultar em um aumento de R$ 24 bilhões nas tarifas de energia elétrica entre 2024 e 2045, conforme estimativas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Essa mudança, inserida pelo senador Irajá (PSD-TO), foi retirada no texto final aprovado pela Câmara dos Deputados, evitando um impacto significativo na conta de energia dos consumidores brasileiros. A exclusão dessa proposta mantém a previsão atual de descontos para minigeradores de energia, preservando as regras que já estão em vigor.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, ampliar o prazo para concessão de descontos aos minigeradores de energia não seria adequado, especialmente para fontes como os painéis solares, que têm um tempo de construção inferior ao de outras fontes, como pequenas usinas hidrelétricas. Essa mudança poderia favorecer excessivamente os produtores de energia solar, o que justificou a retirada do artigo no projeto final.

Iniciativas de Captura de Carbono

Outro ponto relevante do projeto é a regulamentação das atividades de captura de dióxido de carbono para estocagem ecológica. Essa medida busca promover a redução das emissões de carbono na atmosfera, incentivando a captura e estocagem segura do gás.

As atividades de captura de carbono passarão a ser reguladas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), que será responsável por autorizar os projetos de captura e estocagem ecológica de CO2. As autorizações concedidas terão prazo inicial de 30 anos, com possibilidade de renovação por mais 30 anos.

Essa regulamentação representa um avanço importante no combate às mudanças climáticas, alinhando o Brasil com as práticas mais modernas de mitigação de emissões. A captura de carbono é uma tecnologia promissora que pode desempenhar um papel crucial na transição para uma economia de baixo carbono, ajudando o país a cumprir suas metas de redução de emissões.

Um Marco para a Sustentabilidade no Setor Energético

A aprovação do projeto do “combustível do futuro” marca um passo significativo para o Brasil na busca por uma matriz energética mais limpa e sustentável. O aumento da mistura de biodiesel no diesel, a criação de programas voltados para o combustível sustentável de aviação e biometano, e a regulamentação da captura de carbono são iniciativas que colocam o país em uma posição de destaque no cenário global de combate às mudanças climáticas.

Além disso, ao evitar o aumento das tarifas de energia elétrica, o projeto também preserva os interesses dos consumidores brasileiros, garantindo que a transição para uma economia verde seja realizada de forma justa e equilibrada.

Essas medidas representam um compromisso do governo federal em promover o desenvolvimento sustentável, impulsionando o setor energético sem comprometer a competitividade do país. O desafio agora será implementar essas mudanças e garantir que as metas de redução de emissões sejam cumpridas, beneficiando o meio ambiente e a economia como um todo.

Tags: biocombustíveis no Brasilbiodiesel no Brasilcaptura de carbonocombustíveis sustentáveiscombustível do futuroenergia sustentável.mistura de biodieselPrograma Nacional de Diesel Verderedução de emissõestarifa de energia elétrica

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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