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Dasa (DASA3) reverte prejuízo e lucra R$ 9 milhões no 1º trimestre

por Ana Luiza Farias - Repórter de Negócios e Empreendedorismo
12/05/2026 às 23h48 - Atualizado em 14/05/2026 às 16h58
em Empresas, Notícias
Dasa (Dasa3) Reverte Prejuízo E Lucra R$ 9 Milhões No 1º Trimestre - Gazeta Mercantil

A Dasa (DASA3) reverteu o prejuízo registrado um ano antes e teve lucro líquido ajustado de R$ 9 milhões no primeiro trimestre de 2026, segundo balanço divulgado nesta terça-feira, 12 de maio. No mesmo período de 2025, a companhia havia reportado prejuízo líquido de R$ 111 milhões na mesma base comparável. Os números consideram o chamado “escopo atual”, que exclui efeitos de operações descontinuadas, ativos vendidos e negócios aportados na Rede Américas.

A receita bruta consolidada da Dasa (DASA3) cresceu 14% na comparação anual, para R$ 2,4 bilhões. A margem bruta avançou de 30,9% para 33,5%, indicando melhora da rentabilidade operacional. As despesas totais subiram 6,3%, para R$ 293 milhões, em ritmo inferior ao crescimento da receita.

O Ebitda consolidado somou R$ 573 milhões, alta de 28% em relação ao primeiro trimestre de 2025. A margem Ebitda passou de 23,1% para 25,8%, reforçando a melhora de eficiência após um período de reorganização da companhia.

Diagnósticos puxam crescimento da receita

O principal motor do resultado foi a divisão de diagnósticos nacional. A receita do segmento cresceu 15% no primeiro trimestre, para quase R$ 2,2 bilhões.

Segundo a Dasa (DASA3), o desempenho foi impulsionado pelo aumento no volume de exames e pela expansão dos segmentos premium, corporativo e atendimento domiciliar. Esses canais têm peso estratégico porque ajudam a diversificar a origem da receita e a capturar clientes de maior valor agregado.

A área de diagnósticos voltou ao centro da estratégia da companhia após uma fase de simplificação organizacional. A Dasa (DASA3) afirmou que, nos últimos 12 meses, conduziu uma transformação relevante, com maior foco no core de diagnósticos e disciplina na alocação de capital.

Hospitais e Oncologia Nordeste tiveram crescimento de 2% na receita. O avanço mais moderado mostra que a maior tração do trimestre veio de diagnósticos, segmento no qual a companhia busca maior previsibilidade e rentabilidade.

Margens melhoram após reorganização

A margem bruta de 33,5% indica melhora operacional na comparação com o primeiro trimestre de 2025. O avanço de 2,6 pontos percentuais sugere melhor controle de custos, mix de serviços mais favorável e ganho de eficiência na operação.

A margem Ebitda também avançou, passando de 23,1% para 25,8%. Esse crescimento é relevante porque mostra que a Dasa (DASA3) conseguiu ampliar resultado operacional em ritmo superior ao da receita.

A companhia afirmou que iniciou 2026 como uma empresa “mais leve, eficiente e com maior previsibilidade operacional e financeira”. A declaração reflete a estratégia de simplificação de estrutura, venda ou descontinuação de ativos e concentração em áreas consideradas prioritárias.

O resultado, porém, incluiu efeito não recorrente de aproximadamente R$ 28 milhões relacionado à conclusão do laudo de alocação do preço de aquisição da Rede Américas. Esse efeito gerou reconhecimento adicional de depreciação no trimestre.

Caixa volta ao positivo no trimestre

A Dasa (DASA3) também apresentou melhora na geração de caixa. A geração operacional foi positiva em R$ 21 milhões no primeiro trimestre, revertendo consumo de R$ 43 milhões no mesmo período de 2025.

O fluxo de caixa livre ficou positivo em R$ 5 milhões. Segundo a companhia, o desempenho ocorreu mesmo em um trimestre sazonalmente mais intensivo em capital de giro, refletindo maior eficiência operacional e melhora no ciclo de conversão de caixa.

O ciclo de conversão de caixa caiu para 60 dias na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, considerando o escopo atual. Esse indicador mostra o tempo necessário para a empresa transformar operações em caixa e é relevante para companhias com grande volume de serviços, convênios e recebíveis.

A melhora do caixa é um ponto importante para investidores porque a Dasa (DASA3) vinha sendo acompanhada de perto pelo mercado em razão de sua estrutura de dívida, necessidade de desalavancagem e reorganização operacional.

Dívida líquida cai para R$ 5,6 bilhões

A dívida líquida financeira da Dasa (DASA3), após aquisições a pagar e antecipações de recebíveis, encerrou março em R$ 5,6 bilhões. Um ano antes, o valor era de R$ 10,55 bilhões.

A redução reflete o processo de reorganização de ativos e reforça a tentativa da companhia de diminuir a pressão financeira sobre o balanço. A alavancagem caiu de 4,17 vezes no fim do primeiro trimestre de 2025 para 2,99 vezes em março de 2026.

A queda da alavancagem é um dos pontos centrais do balanço. Em empresas de saúde com operação intensiva em capital, dívida elevada pode pressionar resultado financeiro, limitar investimentos e reduzir flexibilidade estratégica.

Com alavancagem menor, a Dasa (DASA3) ganha mais espaço para focar em eficiência, crescimento seletivo e rentabilidade. Ainda assim, o patamar de dívida segue relevante e deve continuar no radar do mercado nos próximos trimestres.

Resultado marca nova fase da Dasa (DASA3)

O lucro de R$ 9 milhões no primeiro trimestre não representa, isoladamente, uma recuperação definitiva, mas marca uma mudança importante em relação ao prejuízo registrado um ano antes.

A companhia mostrou avanço de receita, melhora de margens, geração de caixa positiva e redução expressiva da dívida líquida. Esses indicadores reforçam a tese de que a reorganização começa a aparecer nos números.

O desafio da Dasa (DASA3) será manter essa trajetória ao longo de 2026. A empresa precisa sustentar crescimento em diagnósticos, preservar margens, continuar reduzindo alavancagem e provar que a simplificação do portfólio resultará em lucro recorrente mais robusto.

Para investidores, o balanço traz sinais positivos, principalmente na desalavancagem e na melhora operacional. A continuidade da recuperação dependerá da disciplina de capital, da evolução do fluxo de caixa e da capacidade da companhia de transformar sua escala em rentabilidade consistente.

Tags: alavancagembalançoDasaDasa (DASA3)diagnósticosdívidaEbitdaEmpresasfluxo de caixaHospitaislucroOncologiaRede Américassaúde

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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. 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Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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Empresa que teria comprado Naskar tem perfil recente e não informa executivos no site

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