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Home Economia Dólar

Dólar hoje recua após tensão com Flávio Bolsonaro e volatilidade

por Álvaro Lima - Repórter de Economia
08/12/2025
em Destaque, Dólar, Economia, News
Dólar Hoje Recua Após Tensão Com Flávio Bolsonaro E Volatilidade - Gazeta Mercantil

Dólar hoje recua em meio à possível desistência de Flávio Bolsonaro e mercados reagem a nova tensão eleitoral

O comportamento do dólar hoje voltou ao radar dos investidores após um fim de semana marcado por forte instabilidade política e repercussões imediatas nos preços dos ativos brasileiros. A abertura desta segunda-feira trouxe uma leve queda da moeda norte-americana, movimento que ocorre após a turbulência gerada pela sinalização de Flávio Bolsonaro de que poderia desistir de sua pré-candidatura à Presidência da República em 2026. A afirmação, feita após o choque provocado por sua entrada na disputa eleitoral na última sexta-feira, reacendeu debates sobre o impacto do cenário político nas projeções econômicas e no sentimento do mercado.

Logo no início da sessão, o dólar hoje caía 0,04%, negociado ao redor de R$ 5,43, refletindo uma acomodação de expectativas depois da forte pressão de venda de ativos registrada no fim da semana passada. O movimento de ajuste, embora tímido, simboliza a tentativa dos agentes financeiros de mensurar os desdobramentos políticos que seguirão influenciando o humor global e doméstico nos próximos dias. Ao mesmo tempo, o Ibovespa abriu o dia ainda sob os efeitos da volatilidade instalada, após ter recuado mais de 4% na sexta-feira em resposta imediata à possibilidade de Flávio Bolsonaro assumir o papel de herdeiro político do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O debate eleitoral voltou ao centro das atenções dos analistas, que têm destacado o impacto direto da instabilidade política sobre o comportamento do câmbio, dos juros futuros e da bolsa de valores. A percepção de risco aumentou depois que o senador condicionou sua desistência da disputa a uma eventual anistia para o pai, quadro que adiciona novos elementos à já complexa relação entre política, economia e expectativas de mercado.

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Na avaliação de profissionais do setor financeiro, o ingresso de Flávio Bolsonaro como alternativa eleitoral fragmenta o campo da direita, reduz a previsibilidade da sucessão presidencial e reforça a percepção de que o ambiente político terá influência significativa sobre a dinâmica econômica ao longo de 2025 e 2026. A interrupção repentina da tendência positiva da bolsa, que vinha embalada pela expectativa de cortes de juros no Brasil e nos Estados Unidos, ilustra a sensibilidade das projeções diante de oscilações políticas.

Enquanto a abertura do mercado trouxe alguma estabilização, o comportamento do dólar hoje permanece ligado à evolução da crise instaurada pela pré-candidatura do senador. A eventual retirada de seu nome da disputa é percebida por parte do mercado como possibilidade de recomposição das forças políticas anteriores, que tinham como principal aposta uma chapa formada pelo governador Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro. Essa composição, considerada mais competitiva, alimentava expectativas de reorganização da oposição e reduzia o nível de incerteza percebido pelos agentes econômicos.

A fragmentação desse projeto político provocou reação rápida e intensa. O Ibovespa, que iniciou a sexta-feira impulsionado por dados internacionais favoráveis, especialmente pelo índice inflacionário PCE dos Estados Unidos, inverteu o sinal após as declarações de Flávio Bolsonaro, aprofundando o recuo ao longo da tarde. A valorização repentina do dólar naquele dia refletiu a busca dos investidores por proteção diante de um cenário eleitoral mais nebuloso.

No interior das avaliações de economistas, predominou a visão de que a disputa interna no campo bolsonarista eleva o grau de incerteza e reduz a capacidade de articulação de uma candidatura unificada. Essa leitura ampliou a volatilidade dos mercados e aumentou a pressão sobre a curva de juros, sobretudo nos vértices intermediários, que reagiram à perspectiva de um ambiente político menos estável.

Mesmo com a volatilidade, analistas de grandes instituições financeiras destacam que o cenário estrutural para a bolsa no médio prazo continua positivo, sustentado pela expectativa de início do ciclo de cortes da Selic e por avaliações de que o Brasil mantém fundamentos atraentes para investidores internacionais. A visão predominante aponta que o ruído político pode causar oscilações de curto prazo, mas não altera os vetores principais que definem o posicionamento estratégico em renda variável.

A superquarta desta semana, marcada pelas decisões simultâneas do Copom e do Federal Reserve, é apontada como um dos fatores determinantes para a trajetória dos próximos dias. No Brasil, o consenso do mercado indica manutenção da Selic em 15%, com atenção redobrada para o comunicado da autoridade monetária, que poderá sinalizar quando o ciclo de cortes começará. Nos Estados Unidos, embora exista expectativa de um novo corte de 0,25 ponto percentual, analistas ponderam que o cenário segue dividido, com parte dos dirigentes do Fed defendendo prudência adicional antes de flexibilizar a política monetária.

A evolução da inflação também é acompanhada de perto pelos investidores. O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira reforça um ambiente de acomodação nos preços, ao apontar redução das expectativas inflacionárias tanto para 2025 quanto para 2026. As estimativas passaram de 4,43% para 4,40% e de 4,17% para 4,16%, respectivamente. a leitura para os anos seguintes permaneceu estável, fortalecendo a percepção de que a trajetória de desinflação mantém direção favorável, ainda que dependente de fatores políticos e fiscais.

Esse conjunto de indicadores reforça que o comportamento do dólar hoje é diretamente influenciado pela combinação entre política doméstica, política monetária internacional e perspectivas inflacionárias. O câmbio, considerado um dos ativos mais sensíveis ao risco, responde rapidamente a alterações no cenário político, refletindo não apenas incertezas eleitorais, mas também expectativas sobre fluxo de capitais, decisões de juros nos Estados Unidos e a percepção global de risco em países emergentes.

No campo internacional, os mercados globais também iniciaram a sessão com comportamento misto. Em Wall Street, os principais índices operavam com leves ganhos, impulsionados pela expectativa de novos dados de inflação, enquanto investidores monitoravam sinais de maior clareza na política monetária norte-americana. O Dow Jones avançava marginalmente, assim como o S&P 500 e o Nasdaq, que exibiam desempenho moderado ao longo da manhã.

Na Europa, as bolsas encerraram o pregão de forma dividida. Enquanto indicadores como o DAX e o STOXX 600 registraram leves altas, o FTSE 100 e o CAC 40 fecharam no campo negativo, refletindo a combinação entre expectativas por cortes de juros nos Estados Unidos e as discussões em andamento sobre um possível acordo de paz entre Rússia e Ucrânia. O ambiente de transição, marcado por avanços e recuos, contribuiu para o comportamento contido dos mercados europeus.

O cenário asiático também apresentou melhora, interrompendo uma sequência de perdas na China. O desempenho foi favorecido pelo otimismo dos investidores com o setor de tecnologia e com anúncios de estímulos voltados à produção doméstica de semicondutores, em um contexto de tensões comerciais com os Estados Unidos. As altas registradas em Xangai, Hong Kong e no índice CSI300 reforçaram esse movimento de recuperação. Em contrapartida, o Nikkei, no Japão, encerrou em queda, refletindo ajustes após uma sequência prolongada de valorização.

O comportamento global reforça a leitura de que o ambiente internacional segue altamente dependente de decisões de política monetária, dados inflacionários e tensões geopolíticas. Esse conjunto de variáveis, somado ao cenário político doméstico, influenciará diretamente a trajetória do dólar hoje ao longo da semana, especialmente à medida que o mercado se aproxima da decisão do Copom e do Federal Reserve.

A movimentação cambial também está diretamente associada ao fluxo de capitais que ingressa ou deixa o país. Investidores estrangeiros tendem a reduzir exposição a mercados emergentes em períodos de maior risco político, o que aumenta a demanda por proteção em moeda forte e pressiona o câmbio. Ao mesmo tempo, perspectivas positivas de juros ou reformas econômicas tendem a atrair recursos externos, contribuindo para o fortalecimento do real. Assim, as decisões políticas anunciadas ao longo dos últimos dias se tornaram determinantes para o comportamento do dólar hoje.

A depender do desenrolar das negociações políticas e da clareza que o senador Flávio Bolsonaro dará ao seu posicionamento na disputa presidencial, o comportamento cambial pode seguir apresentando oscilações significativas. Analistas avaliam que a possibilidade de recuo de sua candidatura reduziria parte da incerteza, trazendo alívio momentâneo ao câmbio e à bolsa. No entanto, enquanto não houver definição clara, a volatilidade tende a permanecer elevada.

O ambiente de instabilidade reforça a relevância de acompanhar de perto os dados econômicos e as sinalizações das autoridades monetárias. A política fiscal, os compromissos com o arcabouço fiscal e a evolução do cenário inflacionário permanecem como elementos estruturais que influenciarão a percepção do mercado no médio prazo. Assim, ainda que o foco momentâneo esteja na eleição, a dinâmica econômica continuará ditando o comportamento dos investidores.

Dessa forma, o monitoramento do dólar hoje se torna indispensável para avaliar o humor dos mercados e antecipar possíveis movimentos de proteção, ajuste de portfólio e reposicionamento estratégico. A semana que se inicia carrega um peso significativo para a percepção global do Brasil, combinando fatores políticos, monetários e macroeconômicos capazes de redefinir as expectativas para o início de 2025.

Tags: dólar hoje abre em quedadólar hoje flutuaçãodólar hoje impacto políticodólar hoje mercadodólar hoje previsão

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