sábado, 6 de junho de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
GAZETA MERCANTIL
Sem resultados
Todos os resultados
GAZETA MERCANTIL
Home Política

Flávio Bolsonaro negou ter pedido dinheiro a Vorcaro antes de áudio revelar cobrança por filme

Senador disse que era “mentira” ter solicitado recursos ao dono do Banco Master; horas depois, admitiu contato com o banqueiro e afirmou que buscava patrocínio privado para produção sobre Jair Bolsonaro

por Júlia Campos - Repórter de Política
13/05/2026 às 22h16 - Atualizado em 15/05/2026 às 17h22
em Política, Destaque, Notícias
Flávio Bolsonaro Negou Ter Pedido Dinheiro A Vorcaro Antes De Áudio Revelar Cobrança Por Filme -Gazeta Mercantil

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, negou na manhã desta quarta-feira (13), em Brasília, ter pedido dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar o filme Dark Horse, produção sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A negativa ocorreu antes da divulgação de um áudio pelo portal The Intercept Brasil no qual o próprio parlamentar aparece cobrando uma posição de Vorcaro sobre parcelas atrasadas do projeto. Após o vazamento das mensagens e da gravação, Flávio mudou o tom, admitiu ter mantido contato com o banqueiro e afirmou que buscava apenas patrocínio privado para um filme privado, sem dinheiro público, Lei Rouanet ou vantagem indevida.

A contradição entre a negativa inicial e a admissão posterior tornou-se o ponto central da crise política aberta pela revelação. Ao ser questionado por jornalistas mais cedo sobre a possibilidade de ter pedido recursos a Vorcaro, Flávio Bolsonaro reagiu de forma enfática. “É mentira, de onde você tirou isso? É mentira, pelo amor de Deus”, disse o senador, segundo relato do G1.

Horas depois, com a publicação da reportagem do Intercept Brasil, vieram a público mensagens, documentos e um áudio atribuído ao parlamentar. Na gravação, enviada a Daniel Vorcaro em setembro do ano passado, Flávio fala sobre a situação financeira do filme, menciona parcelas pendentes e pede ao banqueiro uma posição sobre os pagamentos.

O caso envolve uma negociação que, segundo a reportagem, poderia chegar a R$ 134 milhões. Parte dos valores, cerca de R$ 61 milhões, teria sido paga entre fevereiro e maio de 2025 para a produção do filme Dark Horse, que retrata a trajetória de Jair Bolsonaro. O dinheiro, de acordo com a apuração, teria sido transferido para um fundo nos Estados Unidos ligado a um aliado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio.

Negativa inicial ampliou desgaste político

A primeira reação de Flávio Bolsonaro ocorreu antes de o áudio vir a público. Ao deixar o Supremo Tribunal Federal (STF), o senador foi abordado por repórteres sobre o suposto pedido de dinheiro a Daniel Vorcaro. A resposta foi direta: ele negou o pedido e classificou a informação como falsa.

A negativa, no entanto, passou a ser confrontada com o conteúdo revelado horas depois. No áudio divulgado, Flávio não apenas menciona o filme como também fala sobre a necessidade de resolver pagamentos atrasados. O senador diz ficar “sem graça” de cobrar Vorcaro, mas afirma que a produção estava em um momento decisivo e que havia “muita parcela pra trás”.

A sequência dos fatos produziu forte impacto político. Primeiro, o parlamentar negou ter pedido dinheiro. Depois, diante da gravação, passou a afirmar que o contato existiu, mas que se tratava de uma relação privada, vinculada a um patrocínio para uma produção privada sobre seu pai.

Em nota, Flávio Bolsonaro sustentou que é preciso separar “inocentes” de “bandidos”. Segundo ele, o episódio envolveu “um filho procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai”. O senador afirmou ainda que não houve dinheiro público nem uso da Lei Rouanet.

A defesa pública do parlamentar tenta delimitar o caso como uma negociação privada sem reflexo em sua atividade política. Ainda assim, a negativa inicial tornou a explicação mais sensível, porque o áudio divulgado indica que houve, de fato, cobrança por pagamentos relacionados ao projeto.

Áudio mostra cobrança por parcelas atrasadas

Na gravação atribuída a Flávio Bolsonaro, o senador se dirige a Daniel Vorcaro em tom pessoal e afirma entender que o banqueiro também enfrentava um “momento dificílimo”. A mensagem foi enviada em 8 de setembro, poucos dias depois de o Banco Central rejeitar a compra do Banco Master pelo BRB, segundo o relato do G1.

Flávio diz no áudio que a equipe do filme estava em uma fase decisiva e que os atrasos nos pagamentos geravam tensão. O senador afirma que ficava preocupado com um possível “efeito contrário” ao planejado para a produção.

O parlamentar também cita o ator Jim Caviezel e o diretor Cyrus Nowrasteh, nomes envolvidos no projeto. Na mensagem, ele afirma que seria ruim “dar calote” em profissionais renomados do cinema americano e mundial. O senador ainda diz que, caso os compromissos não fossem honrados, a produção poderia perder contrato, ator, diretor e equipe.

O trecho mais sensível do áudio é o pedido para que Vorcaro dê uma posição sobre os pagamentos. Flávio afirma que havia contas a pagar naquele mês e no mês seguinte e que a reta final do filme não permitia “vacilar”.

A gravação contradiz a ideia inicial de que não teria havido qualquer pedido de dinheiro. Embora o senador diga que não recebeu valores pessoalmente e que não ofereceu contrapartidas, o áudio mostra cobrança direta a Vorcaro por recursos destinados à produção.

Senador nega vantagem indevida

Após a divulgação das mensagens, Flávio Bolsonaro divulgou nota e vídeo nas redes sociais para tentar conter a crise. O senador reconheceu ter mantido contato com Daniel Vorcaro, mas negou irregularidade.

Segundo Flávio, ele conheceu o banqueiro em dezembro de 2024, quando Jair Bolsonaro já não estava no governo e, de acordo com sua versão, ainda não havia acusações ou suspeitas públicas contra Vorcaro. O parlamentar disse que o contato foi retomado posteriormente porque o banqueiro teria atrasado parcelas de patrocínio necessárias à conclusão do filme.

“Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem”, afirmou o senador na manifestação.

Flávio também passou a defender a instalação de uma CPI do Banco Master. A estratégia busca reposicionar o episódio dentro de uma crise mais ampla envolvendo Vorcaro, o banco e seus vínculos políticos e empresariais.

A defesa, porém, não elimina o principal ponto de desgaste: a negativa inicial. A frase “É mentira, de onde você tirou isso?” passou a ser usada por adversários para sustentar que o senador só admitiu a relação depois que o áudio e as mensagens vieram a público.

Mensagens indicam relação frequente com Vorcaro

Além do áudio, a reportagem do Intercept Brasil revelou mensagens atribuídas a Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Segundo a apuração, os contatos se estenderam por meses e envolveram cobranças, tratativas e demonstrações de proximidade.

Em 22 de outubro, Flávio teria voltado a enviar mensagens ao banqueiro afirmando que a produção estava “no limite”. No mesmo dia, segundo o material revelado, o senador convidou Vorcaro para um jantar com Jim Caviezel, ator escalado para interpretar Jair Bolsonaro no filme. O banqueiro teria aceitado e sugerido que o encontro ocorresse em sua casa, proposta aceita pelo parlamentar.

Outro trecho divulgado mostra Flávio dizendo a Vorcaro: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz!”. No dia seguinte, Vorcaro foi preso pela Polícia Federal, enquanto tentava embarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

O conteúdo sugere uma relação mais próxima do que a versão inicial apresentada pelo senador. A existência de mensagens de visualização única e ligações telefônicas, também mencionada na reportagem, amplia os questionamentos sobre a extensão das conversas e sobre o teor completo das tratativas.

A TV Globo informou ter confirmado com investigadores e pessoas com acesso às informações a existência do áudio e o conteúdo da reportagem.

Pagamentos teriam chegado a R$ 61 milhões

Segundo o Intercept Brasil, Daniel Vorcaro teria pago R$ 61 milhões para a produção de Dark Horse entre fevereiro e maio de 2025. O valor faria parte de uma negociação maior, que poderia chegar a R$ 134 milhões.

A reportagem afirma que os recursos teriam sido direcionados para um fundo nos Estados Unidos. O fundo seria ligado a um aliado de Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio Bolsonaro.

O filme Dark Horse é uma produção internacional sobre Jair Bolsonaro. A obra teria atores e equipe estrangeiros e buscaria retratar a trajetória do ex-presidente, incluindo sua ascensão política e o atentado sofrido durante a campanha presidencial de 2018.

A dimensão financeira do projeto chamou atenção. Um patrocínio de R$ 134 milhões para uma produção política sobre um ex-presidente, negociado com um banqueiro que depois seria preso, cria um problema político relevante para Flávio Bolsonaro.

Do ponto de vista jurídico, até o momento não há informação pública de que o senador tenha sido formalmente acusado de crime por causa do episódio. Flávio nega irregularidades. Investigados e citados em apurações têm direito à defesa e à presunção de inocência.

Crise do Banco Master pesa sobre o caso

A repercussão do áudio também foi ampliada pela situação de Daniel Vorcaro. O banqueiro é dono do Banco Master, instituição que se tornou alvo de uma crise financeira e regulatória de grande impacto.

Poucos dias antes do áudio de setembro, o Banco Central havia rejeitado a compra do Master pelo BRB. A decisão agravou a pressão sobre Vorcaro e marcou uma virada no processo que levaria, posteriormente, ao avanço das investigações.

Vorcaro foi preso pela Polícia Federal no dia seguinte a uma das últimas mensagens reveladas. A prisão ocorreu no início de uma investigação sobre supostas fraudes, corrupção de servidores públicos e uso de estruturas privadas para intimidar opositores, conforme relato do G1.

Esse contexto torna a relação entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro politicamente sensível. Ainda que o senador sustente que a negociação era privada, o fato de ter cobrado pagamentos de um banqueiro em crise, às vésperas da prisão dele, coloca o episódio no centro da disputa política em Brasília.

O caso também pode ganhar novos desdobramentos caso avancem apurações sobre o Banco Master ou uma eventual delação premiada de Daniel Vorcaro. Qualquer detalhamento adicional sobre pagamentos, contratos e interlocutores políticos tende a aumentar a pressão sobre os envolvidos.

Pré-campanha de Flávio entra sob pressão

A revelação atinge Flávio Bolsonaro em um momento em que o senador tenta se apresentar como alternativa do bolsonarismo para a eleição presidencial. A pré-candidatura já nasce sob a influência direta das restrições enfrentadas por Jair Bolsonaro e da reorganização do campo político de direita.

Nesse cenário, a negativa inicial de Flávio pode ter efeito mais danoso do que a própria admissão posterior de contato com Vorcaro. O problema político não se limita à busca de patrocínio privado. A questão é que o senador negou publicamente ter pedido dinheiro antes de o áudio revelar que ele havia cobrado uma posição do banqueiro sobre parcelas do filme.

Adversários devem explorar essa sequência para questionar a credibilidade do parlamentar. Aliados, por outro lado, tendem a reforçar a tese de que não houve dinheiro público nem contrapartida e que a divulgação do caso busca atingir politicamente a família Bolsonaro.

A defesa de Flávio também tenta comparar o episódio a outras relações de Vorcaro com agentes políticos. Ao pedir uma CPI do Banco Master, o senador procura ampliar o foco da apuração e incluir outros vínculos do banqueiro.

Essa estratégia, no entanto, traz risco. Uma CPI poderia aprofundar a investigação sobre todas as relações de Vorcaro, inclusive as conversas e pagamentos ligados ao filme sobre Jair Bolsonaro.

Contradição entre fala pública e áudio deve seguir no centro do caso

A frase dita por Flávio Bolsonaro antes da divulgação do áudio deve permanecer como o eixo da controvérsia. Ao afirmar que era “mentira” ter pedido dinheiro a Daniel Vorcaro, o senador adotou uma posição que depois precisou ser ajustada diante da exposição das mensagens.

A versão atual de Flávio é que ele não pediu dinheiro para si, não recebeu valores e não ofereceu vantagens. O áudio, porém, mostra que ele cobrou o banqueiro por pagamentos destinados ao filme. Essa distinção será central para sua defesa pública.

O caso tem potencial para seguir produzindo efeitos políticos porque reúne quatro elementos de alta repercussão: a família Bolsonaro, um filme sobre o ex-presidente, um banqueiro preso e uma instituição financeira investigada. A situação também ocorre em meio à reorganização do tabuleiro eleitoral de 2026.

Para Flávio Bolsonaro, o desafio será explicar a diferença entre a negativa inicial e a admissão posterior. Para seus adversários, a sequência é vista como um indício de que o senador tentou negar o vínculo antes de saber que o áudio seria divulgado.

A crise sobre o financiamento de Dark Horse ainda depende de novos documentos, eventuais investigações e possíveis manifestações dos envolvidos. Mas a revelação já produziu um dano político imediato: antes de admitir que buscou patrocínio com Daniel Vorcaro, Flávio Bolsonaro negou publicamente ter pedido dinheiro ao banqueiro.

Tags: Banco CentralBanco MasterBRBDaniel VorcaroDark HorseEduardo Bolsonarofilme de Jair BolsonaroFlávio BolsonaroJair BolsonaroPolícia FederalPolíticaThe Intercept Brasil

LEIA MAIS

Deputados Pedem Nos Eua Investigação Sobre Banco Master E Suposta Rota Ligada A Flávio Bolsonaro - Gazeta Mercantil - Política
Política

Deputados pedem nos EUA investigação sobre Banco Master e suposta rota ligada a Flávio Bolsonaro

Uma comitiva de deputados federais brasileiros alinhados ao governo Lula acionou formalmente parlamentares dos Estados Unidos para pedir que autoridades americanas investiguem uma suposta rede transnacional de lavagem...

Leia Maisdetalhes
Carla Zambelli - Gazeta Mercantil
Política

Justiça de SP manda prender jornalista condenado por difamar Carla Zambelli

A Justiça de São Paulo determinou a prisão em regime aberto do jornalista Luan Araújo, condenado por difamar a ex-deputada federal Carla Zambelli em publicação nas redes sociais....

Leia Maisdetalhes
Pesquisa Vox Brasil Mostra Lula À Frente De Flávio Bolsonaro No 1º E No 2º Turno - Gazeta Mercantil - Política
Política

Pesquisa Vox Brasil mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro no 1º e no 2º turno

A pesquisa Vox Brasil divulgada nesta sexta-feira, 5, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em simulações para a...

Leia Maisdetalhes
Flávio Bolsonaro Discursa Na Marcha Para Jesus Em Sp - Gazeta Mercantil
Política

Flávio Bolsonaro repete estratégia de 2022 e fala em “guerra espiritual” contra Lula

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) retomou na Marcha para Jesus, em São Paulo, uma estratégia discursiva já usada por Jair Bolsonaro na campanha presidencial de 2022: apresentar a...

Leia Maisdetalhes
Autoridades Dos Governos Federal, Estadual E Municipal Acompanharam A Marcha Para Jesus No Centro Da Capital Paulista.
Política

Marcha para Jesus reúne Tarcísio, Flávio Bolsonaro e Jorge Messias em SP

A 34ª edição da Marcha para Jesus reuniu nesta quinta-feira, 4, cerca de 338 mil pessoas no centro de São Paulo, segundo levantamento do Monitor do Debate Político...

Leia Maisdetalhes

Veja Também

Payroll Surpreende: Eua Criam 172 Mil Empregos Em Maio E Superam Projeções Do Mercado-Gazeta Mercantil
Economia

Payroll surpreende: EUA criam 172 mil empregos em maio e superam projeções do mercado

Leia Maisdetalhes
Fundos Imobiliários Dividendos - Gzt - Gazeta Mercantil
Fundos Imobiliários

TRXF11 fecha operação de até R$ 135 milhões e amplia aposta em self-storage e logística urbana

Leia Maisdetalhes
Deputados Pedem Nos Eua Investigação Sobre Banco Master E Suposta Rota Ligada A Flávio Bolsonaro - Gazeta Mercantil - Política
Política

Deputados pedem nos EUA investigação sobre Banco Master e suposta rota ligada a Flávio Bolsonaro

Leia Maisdetalhes
Https://Gazetamercantil.com/-Gazeta Mercantil
Ibovespa

Smart Fit (SMFT3) pode subir 91%, diz Itaú BBA; mercado ainda ignora principal motor de crescimento

Leia Maisdetalhes
Criptomoedas
Criptomoedas

Bitcoin cai abaixo de US$ 60 mil após dado forte dos EUA e acende alerta no mercado cripto

Leia Maisdetalhes

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Payroll surpreende: EUA criam 172 mil empregos em maio e superam projeções do mercado

TRXF11 fecha operação de até R$ 135 milhões e amplia aposta em self-storage e logística urbana

Deputados pedem nos EUA investigação sobre Banco Master e suposta rota ligada a Flávio Bolsonaro

Smart Fit (SMFT3) pode subir 91%, diz Itaú BBA; mercado ainda ignora principal motor de crescimento

Bitcoin cai abaixo de US$ 60 mil após dado forte dos EUA e acende alerta no mercado cripto

Ibovespa hoje recua na abertura com emprego dos EUA no radar; Embraer (EMBR3) sobe

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com

Sem resultados
Todos os resultados
  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com