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Home Política

Janja em Paris: primeira-dama participa de evento sobre transição energética e sustentabilidade

por Redação
15/10/2025 às 15h23 - Atualizado em 15/05/2026 às 16h58
em Política, Destaque, Notícias
Janja Em Paris: Primeira-Dama Participa De Evento Sobre Transição Energética E Sustentabilidade - Gazeta Mercantil

Janja em Paris: primeira-dama representa o Brasil em evento sobre transição energética e desenvolvimento sustentável

A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, embarcará para a França para participar de um evento internacional sobre transição energética e desenvolvimento sustentável. A viagem a Paris, marcada para ocorrer entre 19 e 21 de outubro, tem como objetivo fortalecer o papel do Brasil nas discussões globais sobre meio ambiente e mudanças climáticas.

O governo federal informou que a viagem de Janja em Paris não trará ônus aos cofres públicos, sendo custeada integralmente pelos organizadores do seminário. A designação oficial foi assinada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que exerce interinamente a Presidência da República, e publicada no Diário Oficial da União.


Janja em Paris: Brasil representado em conferência internacional sobre o meio ambiente

O evento internacional — intitulado “Diálogos Transatlânticos: Transição Energética, Educação Ambiental e ODS” — será realizado na Universidade de Sorbonne, em Paris, e é promovido pela Associação Autres Brésils, entidade que atua na promoção do intercâmbio cultural e ambiental entre o Brasil e a França.

A participação de Janja em Paris simboliza a ampliação da presença brasileira nos debates sobre sustentabilidade global, além de reforçar a imagem do país como protagonista em pautas ambientais no cenário internacional.

Durante o evento, a primeira-dama será enviada especial da direção da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), que ocorrerá em Belém (PA). Ela participará da conferência de abertura e integrará um dos painéis de discussão sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com o tema “Da agenda global à mobilização popular”.


A agenda da primeira-dama e os temas em debate

A agenda de Janja em Paris prevê encontros com lideranças acadêmicas, ativistas ambientais e representantes de ONGs que atuam na defesa da sustentabilidade e da igualdade de gênero.

Os painéis do seminário abordarão questões centrais como transição energética justa, educação ambiental, erradicação da pobreza, empoderamento feminino e cooperação internacional para o cumprimento dos ODS.

O destaque da participação brasileira ficará por conta do papel estratégico do país na produção de energia limpa, no avanço das políticas de bioeconomia e no combate ao desmatamento — áreas em que o governo federal tem buscado ampliar parcerias internacionais.


Janja em Paris e a diplomacia verde brasileira

A viagem de Janja a Paris tem também um forte simbolismo político e diplomático. Em um momento em que o Brasil se prepara para sediar a COP30, a presença da primeira-dama no seminário reforça o engajamento do país nas pautas de diplomacia climática e desenvolvimento sustentável.

O governo Lula tem buscado reposicionar o Brasil como liderança ambiental global, retomando compromissos com a Agenda 2030 da ONU e estabelecendo novas metas de redução de emissões de carbono. Nesse contexto, Janja em Paris atua como representante informal da imagem verde brasileira, destacando as políticas públicas voltadas à sustentabilidade e à inclusão social.

O Palácio do Planalto ressaltou que a primeira-dama desempenha atividades voluntárias e não remuneradas, e que sua atuação internacional tem caráter institucional e representativo, dentro dos parâmetros legais e sem impacto financeiro adicional para o erário.


Sem custos aos cofres públicos: governo reforça transparência

A participação de Janja em Paris ganhou destaque também pelo cuidado com a gestão de recursos públicos. Segundo o decreto publicado, todas as despesas referentes à viagem — incluindo passagens, hospedagem e deslocamentos — serão cobertas pelos organizadores do evento, sem qualquer custo para o governo brasileiro.

A Secretaria de Comunicação (Secom) informou que a medida está em conformidade com as normas de transparência e que todas as informações relativas aos gastos da Administração Pública podem ser consultadas pelo Portal da Transparência.

O governo reforça que a atuação da primeira-dama está amparada por um decreto de agosto de 2025, que autoriza o gabinete pessoal da Presidência da República a prestar apoio logístico e institucional em atividades de interesse público.


Repercussão política e reações da oposição

A designação de Janja para o evento em Paris provocou repercussão política em Brasília. Setores da oposição criticaram a decisão e questionaram o decreto que permite apoio institucional à primeira-dama, alegando possível uso indevido de recursos públicos.

O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, apresentou um projeto de decreto legislativo para revogar a norma. Segundo ele, o texto “cria uma estrutura financiada com dinheiro público para atender a primeira-dama, que não ocupa cargo eletivo”.

Apesar das críticas, o governo federal reiterou que não há aumento de despesas nem criação de cargos. O Executivo argumenta que o papel da primeira-dama, ainda que voluntário, tem relevância social e diplomática, especialmente em temas relacionados à sustentabilidade, gênero e educação ambiental.


A atuação internacional de Janja e o reforço da imagem do Brasil

Nos últimos meses, Janja tem ampliado sua presença em eventos internacionais, abordando temas ligados a inclusão social, igualdade de gênero e sustentabilidade ambiental.

Sua atuação é vista pelo governo como uma forma de humanizar a diplomacia brasileira, aproximando o país de pautas globais contemporâneas e fortalecendo a imagem positiva do Brasil no exterior.

A viagem de Janja em Paris reforça esse papel de mediação simbólica, posicionando a primeira-dama como porta-voz de causas sociais e ambientais, em consonância com as diretrizes do governo Lula.


Brasil e França: parceria em sustentabilidade

A presença de Janja em Paris também tem o objetivo de estreitar os laços entre Brasil e França nas áreas de meio ambiente, educação e energia limpa. A Associação Autres Brésils, que organiza o evento, tem tradição em promover o intercâmbio entre os dois países, especialmente em temas relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Durante o seminário, representantes franceses e brasileiros discutirão mecanismos de cooperação para a transição energética, buscando alinhar políticas públicas e iniciativas privadas que acelerem o uso de fontes renováveis e reduzam a dependência de combustíveis fósseis.

Essa parceria bilateral é vista como fundamental para o avanço da agenda climática global, e a viagem de Janja a Paris representa mais um passo no fortalecimento dessa relação.


O papel das primeiras-damas na política internacional

A presença de primeiras-damas em eventos internacionais tem se tornado uma prática comum na diplomacia contemporânea. Muitas delas atuam como embaixadoras de causas sociais, utilizando sua visibilidade para promover temas como educação, saúde e sustentabilidade.

Nesse contexto, a participação de Janja em Paris insere o Brasil em uma tradição diplomática de protagonismo feminino, ampliando o alcance das políticas públicas por meio do soft power — a influência simbólica e cultural exercida pelos países no cenário global.

Assim como figuras como Michelle Obama e Brigitte Macron, Janja tem assumido uma postura ativa, representando o Brasil em pautas que vão além da política formal, mas que impactam diretamente a percepção internacional do país.


ODS e transição energética: foco do debate em Paris

O seminário na Universidade de Sorbonne abordará os desafios da transição energética e o papel dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como guia das políticas ambientais.

A participação de Janja em Paris reforça o compromisso do Brasil com a Agenda 2030, que estabelece metas globais para erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir prosperidade para todos.

Entre os tópicos centrais estarão as estratégias para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promover a educação ambiental e incentivar práticas de consumo consciente — temas diretamente alinhados às políticas ambientais do governo Lula.


Sustentabilidade e protagonismo brasileiro

O Brasil tem buscado reafirmar sua posição como líder mundial em sustentabilidade, e a viagem de Janja a Paris faz parte desse esforço. A Amazônia, os biocombustíveis e a energia limpa são elementos-chave da estratégia nacional para consolidar o país como exemplo de economia verde.

Com a aproximação da COP30, o governo tem intensificado a diplomacia ambiental, participando de fóruns e seminários que reforçam a relevância do Brasil nas discussões sobre o clima.


Símbolo de representação e engajamento social

Mais do que uma viagem institucional, a participação de Janja em Paris simboliza o engajamento da primeira-dama em pautas de justiça social e sustentabilidade. Sua presença no evento ressalta o papel do Brasil na liderança global pela transição ecológica, além de dar visibilidade a projetos voltados à educação ambiental e igualdade de gênero.

O governo brasileiro aposta que essa atuação reforçará a imagem internacional do país, ampliando oportunidades de cooperação e investimento em áreas sustentáveis.

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Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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