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Home Política

Lula tenta reaproximar-se de Hugo Motta para salvar agenda econômica

por Carlos Menezes - Repórter de Política
12/12/2025
em Destaque, News, Política
Lula Tenta Reaproximar-Se De Hugo Motta Para Salvar Agenda Econômica - Gazeta Mercantil

Lula tenta reconstruir pontes com Hugo Motta em meio a desgaste na Câmara e pressão por agenda econômica

A articulação política do governo volta a se concentrar na relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, em um momento em que o equilíbrio de forças no Legislativo passa por nova fase de tensão. Interlocutores próximos ao chefe do Executivo avaliam que Lula deveria fazer um novo gesto de aproximação para fortalecer o aliado em meio ao enfraquecimento temporário de sua liderança diante das críticas de parlamentares do Centrão e das pressões que marcam a reta final do ano legislativo.

A avaliação interna no Palácio do Planalto é de que, apesar das divergências recentes, Hugo Motta tem sido decisivo para o avanço das pautas econômicas consideradas prioritárias. O governo reconhece que, em diversos momentos, o presidente da Câmara atuou de forma responsável, entregando resultados concretos para a equipe econômica e contribuindo para a estabilidade fiscal em um cenário de desafios crescentes. Por isso, acredita-se que a retomada de uma aliança mais firme seria estratégica para garantir a votação de projetos estruturantes antes da virada do ano.

A discussão ocorre em meio ao desgaste provocado pela tramitação do projeto de dosimetria de penas, que gerou ruído entre Legislativo e Executivo, e ao acirramento de tensões envolvendo o processo de cassação dos mandatos dos deputados Glauber Braga e Carla Zambelli. O episódio expôs fissuras entre Hugo Motta e parte expressiva do Centrão, que não poupou críticas à condução das sessões.

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Interlocutores defendem gesto político de Lula para fortalecer Hugo Motta

Assessores próximos ao presidente afirmam que Lula deveria procurar novamente Hugo Motta para demonstrar apoio político em um momento considerado sensível. A leitura é de que o estreitamento da relação não apenas reforçaria a governabilidade, como também impediria que o presidente da Câmara se reaproximasse de segmentos mais alinhados ao bolsonarismo dentro do Centrão.

O entendimento é de que Hugo Motta, apesar de manter laços institucionais com diversas correntes partidárias, tem interesse real em estabilizar sua posição e garantir domínio sobre a agenda legislativa. Para o governo, oferecer apoio em vez de ampliar desgastes pode fazer a diferença na construção de um ambiente mais favorável às pautas econômicas de 2026.

Nos bastidores, auxiliares do Planalto lembram que Hugo Motta já esteve mais alinhado ao Executivo, mas recuou após pressão intensa de líderes do Centrão que buscavam autonomia para conduzir votações de grande repercussão. O recente incômodo do deputado com aliados que questionaram sua postura durante os processos de cassação reforça a percepção de que ele se encontra isolado em parte da base e poderia ser receptivo a um gesto mais explícito de Lula.


Fragilização temporária do comando da Câmara preocupa governo

O distanciamento entre o governo e Hugo Motta é tratado com cautela dentro da articulação política. Auxiliares do Planalto reconhecem que embates recentes desgastaram a relação, mas ressaltam que a governabilidade depende diretamente da interlocução com o comando da Câmara. O Executivo entende que, sem a reaproximação, projetos essenciais correm o risco de avançar de forma mais lenta ou enfrentar resistências adicionais.

O momento é delicado porque a liderança de Hugo Motta na Casa vem sendo questionada por deputados que criticaram sua condução do processo disciplinar de Glauber Braga e Carla Zambelli. Embora o presidente da Câmara tenha seguido procedimentos regimentais, parte dos parlamentares considera que houve lentidão, o que alimentou tensões internas.

Líderes governistas avaliam que apoiar Hugo Motta em um momento de fragilidade pode garantir um alinhamento mais sólido à agenda econômica, sobretudo no último esforço legislativo antes do recesso. A expectativa é que a relação entre Lula e o presidente da Câmara volte a se estabilizar caso haja um reconhecimento público ou privado de apoio institucional.


Governo conta com apoio de Hugo Motta para aprovar corte de gastos tributários

Apesar do desgaste recente, a equipe econômica mantém forte confiança em Hugo Motta. O Ministério da Fazenda aposta que o deputado atuará para aprovar ainda neste ano o projeto que estabelece corte linear de 10% nos gastos tributários, peça fundamental para garantir cerca de R$ 20 bilhões em receitas adicionais em 2026.

A aprovação desse projeto é vista como condição essencial para manter as contas públicas em trajetória de equilíbrio. Sem esses recursos, o governo precisaria implementar cortes imediatos de despesas, o que afetaria diretamente ministérios, políticas públicas e emendas parlamentares. A articulação envolve uma série de negociações internas dentro da Câmara, e a posição de Hugo Motta como responsável pela pauta legislativa torna seu apoio ainda mais relevante.

Segundo interlocutores do governo, a relação com o presidente da Câmara tem sido pragmática no campo econômico. Mesmo em meio a divergências políticas, Hugo Motta tem demonstrado comprometimento com a agenda fiscal, compreendendo a importância de assegurar previsibilidade ao Orçamento de 2026. A equipe econômica acredita que sua atuação ajudará a evitar turbulências adicionais no cenário fiscal.


Reforma tributária depende de estabilidade na relação entre Lula e Hugo Motta

Outro ponto de tensão envolve as etapas finais da reforma tributária. O Palácio do Planalto espera que Hugo Motta coloque em votação as medidas remanescentes necessárias para que a reforma comece a operar em fase de testes no próximo ano. A implementação gradual exige regulamentações específicas e o funcionamento do Comitê Gestor do IBS, pontos que ainda dependem de apreciação pelos deputados.

A relação entre Lula e Hugo Motta, portanto, influencia diretamente a velocidade com que a reforma avançará. O governo avalia que, sem um ambiente político estabilizado, a tramitação pode enfrentar atrasos que prejudicariam o cronograma de implementação. A equipe econômica considera essa etapa crucial para organizar a transição em direção ao novo modelo tributário.

Embora a reforma tenha sido aprovada com ampla margem, a consolidação operacional exige articulação contínua e diálogo permanente entre Executivo e Legislativo. A aproximação entre Lula e Hugo Motta é vista como um elemento-chave para evitar ruídos que dificultem o andamento das votações.


A disputa entre Centrão e Hugo Motta altera equilíbrio interno da Câmara

Enquanto enfrenta críticas de setores do Centrão, Hugo Motta tenta preservar sua autoridade sobre o processo legislativo. O grupo político, composto principalmente por parlamentares que valorizam maior autonomia e influência nas pautas, tem demonstrado insatisfação com algumas decisões da presidência da Câmara.

A pressão sobre Hugo Motta aumentou após questionamentos sobre sua condução dos processos de cassação. Deputados insatisfeitos argumentam que houve demora excessiva na tramitação, embora o próprio regimento da Casa determine etapas que precisam ser seguidas sem interferência política direta. O episódio revelou disputas internas que fragilizaram temporariamente o comando de Motta.

Para o governo, a instabilidade interna do Centrão pode se transformar em oportunidade. A percepção é de que Hugo Motta tende a buscar apoio onde encontrar maior segurança institucional. Dessa forma, ao se afastar de setores mais alinhados ao bolsonarismo, o deputado pode se aproximar novamente do Executivo caso o gesto de Lula se concretize.


Lula avalia recomposição estratégica para evitar isolamento político

Nos bastidores do Planalto, a avaliação é de que Lula não pode permitir que a relação com Hugo Motta se deteriore a ponto de comprometer votações essenciais. A recomposição, segundo aliados, não precisa ser pública, mas deve sinalizar que o governo reconhece o papel institucional do presidente da Câmara.

Interlocutores do governo afirmam que a instabilidade na Câmara não interessa a nenhum dos lados. Enquanto o Executivo precisa avançar com a agenda econômica, Hugo Motta necessita demonstrar capacidade de articulação para manter sua autoridade. O diálogo entre as duas partes, portanto, tende a ser retomado com maior intensidade ainda em dezembro.

A equipe política do governo considera que um gesto de Lula pode neutralizar eventuais tentativas de setores do Centrão de explorar a fragilidade de Hugo Motta. A estratégia envolve reaproximar o deputado de lideranças governistas sem comprometer sua independência institucional.


Hugo Motta segue como peça central da governabilidade

Mesmo em meio às turbulências, Hugo Motta mantém posição central na engrenagem da governabilidade. Sua liderança sobre a pauta legislativa, a capacidade de mobilizar deputados e o conhecimento sobre as demandas regionais reforçam sua importância para o Executivo.

O governo entende que reduzir tensões com o presidente da Câmara não apenas melhora o ambiente político, como facilita a aprovação de projetos de impacto fiscal. Por isso, a expectativa é de que a relação entre Lula e Hugo Motta avance para um estágio mais colaborativo.

A necessidade de ajustes econômicos, a implementação da reforma tributária e o desafio de equilibrar despesas e receitas tornam a parceria entre Executivo e Legislativo ainda mais crucial. Em meio às pressões internas que afetam a Câmara, Hugo Motta se torna ao mesmo tempo um aliado estratégico e um interlocutor necessário, capaz de influenciar diretamente a condução das políticas públicas em 2026.

Tags: agenda econômicaarticulação políticaCâmara dos DeputadosCentrãocorte de gastos tributáriosgovernabilidadeLula e CâmaraReforma Tributária

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