segunda-feira, 2 de novembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Política

PF encontra mensagens de Lulinha com lobista e STF autoriza novo inquérito por tráfico de influência

Investigação chega a três inquéritos contra filho de Lula e cita reuniões com ex-chefe de gabinete da Presidência e ex-secretário do Ministério da Saúde

por Carlos Menezes
17/08/2026 às 20h00 - Atualizado em 19/08/2026 às 08h02
em Política
Pf Encontra Mensagens De Lulinha Com Lobista E Stf Autoriza Novo Inquérito Por Tráfico De Influência-Gazeta Mercantil

A Polícia Federal localizou no celular apreendido da empresária Roberta Luchsinger conversas atribuídas a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, sobre a realização de reuniões de negócios envolvendo órgãos do governo federal. O material foi obtido no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura descontos associativos não autorizados em benefícios do INSS, e serviu de base para o pedido de abertura de um novo inquérito específico para investigar suposto tráfico de influência.

A existência das mensagens foi revelada nesta segunda-feira, 17 de agosto, e confirmada por autoridades que acompanham o caso. A partir desse conjunto, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a PF a aprofundar a apuração sobre o uso de relações pessoais para obter acesso a autoridades e favorecer interesses privados.

Leia também: Tarifaço de Trump: Governo Lula aponta influência de big techs por trás das sanções ao Brasil.

Em um dos diálogos citados pelos investigadores, datado de 22 de março de 2024, Lulinha relata participação em reuniões com Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, então chefe de gabinete pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e com Swedenberger Barbosa, o Berger, então secretário-executivo do Ministério da Saúde. O teor exato das tratativas ainda está sob sigilo, mas a referência a encontros simultâneos nos dois órgãos é apontada pela PF como elemento que justifica verificar se houve tentativa de influir em decisões administrativas.

A defesa de Fábio Luís questiona a autenticidade do material, sustenta que houve vazamento criminoso e afirma que trechos estariam fora de contexto. A defesa de Roberta Luchsinger informou que respeitará o sigilo dos autos. Marcola já declarou em manifestações anteriores que recebeu empréstimo de Roberta e que quitou dívidas de natureza pessoal, negando prática de crime.

Leia também: Mulheres na Tecnologia: Desafios e Oportunidades.

Mensagens sobre reuniões no Palácio e na Saúde

O ponto que chamou a atenção dos investigadores é a combinação entre proximidade familiar e pauta de governo. Segundo a PF, Roberta Luchsinger atuaria como consultora para aproximar empresários de órgãos públicos, e Lulinha apareceria nas conversas como interlocutor capaz de viabilizar encontros.

No caso específico de março de 2024, a menção a reuniões com o gabinete presidencial e com a cúpula do Ministério da Saúde amplia o perímetro da apuração. O gabinete pessoal da Presidência não tem competência formal sobre autorização sanitária ou compra de medicamentos, mas funciona como porta de entrada para demandas políticas. Já a Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde participa da organização de agendas, da tramitação de processos e da articulação para programas de fornecimento.

Até o momento, não há informação pública sobre ato administrativo concreto que teria sido praticado após esses encontros, nem identificação oficial de processo de contratação, de autorização ou de incorporação de produto que teria sido beneficiado. É justamente a existência ou não de um ato funcional subsequente que determinará a tipificação.

O crime de tráfico de influência, previsto no artigo 332 do Código Penal, exige que alguém solicite, exija, cobre ou obtenha vantagem ou promessa de vantagem a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público. A simples reunião, o contato ou a intermediação de agenda, por si só, não configura o delito. A investigação precisará demonstrar o elo entre pagamento, promessa de acesso e decisão pública almejada.

Joias, Telebras e pagamentos a ex-chefe de gabinete

Além das conversas sobre reuniões, o material apreendido contém outros dois núcleos que a PF pretende esclarecer.

O primeiro envolve o que os investigadores descrevem como intermediação para compra de joias que teriam como destinatário o ex-chefe de gabinete presidencial. Fotos de joias foram encontradas no aparelho de Roberta. Em paralelo, a corporação apura se houve pagamentos realizados por meio de códigos de barras destinados a Marcola enquanto ele ocupava o cargo no Palácio do Planalto.

Marcola permaneceu na chefia do gabinete durante todo o atual governo e deixou o posto em 21 de julho de 2026, oficialmente para reforçar a campanha de reeleição do presidente. Em nota posterior, afirmou que recebeu empréstimo de 249 mil reais de Roberta Luchsinger, de natureza estritamente privada, e que o valor foi quitado. A cifra é próxima, mas não idêntica, à de outros repasses citados em frentes diferentes da investigação.

O segundo núcleo envolve a Telebras. Em outra conversa atribuída a Roberta, a empresária afirma a Lulinha que uma terceira pessoa estaria usando o nome do filho do presidente para tentar fechar um negócio de grande porte na estatal. A resposta atribuída a Lulinha questiona se a informação já havia sido desmentida. Na sequência, Roberta diz ter negado a versão e afirmado que, caso a outra parte fechasse acordo com o presidente da Telebras, não faria negócio com ela. A estatal não se manifestou publicamente sobre o episódio até a noite desta segunda-feira.

Esses dois fragmentos, se confirmados, indicam padrão investigativo que extrapola o caso previdenciário: a verificação de como o nome e as relações de Lulinha teriam sido mobilizados em diferentes frentes de negócios que dependem de decisão estatal.

Três inquéritos no Supremo e a frente da cannabis

Com a nova autorização, Lulinha passou a ser alvo de três inquéritos distintos na Polícia Federal, todos com supervisão do Supremo em razão do envolvimento de autoridades com foro.

Dois deles foram autorizados pelo ministro André Mendonça nos dias 30 e 31 de julho de 2026. O primeiro apura suspeita de tráfico de influência e corrupção em tratativas relacionadas à cannabis medicinal, com possível atuação junto ao Ministério da Saúde para favorecer a empresa World Cannabis, ligada ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. O segundo trata de suposta atuação junto à Dataprev, estatal responsável pela base de dados do INSS e de outros programas sociais.

O terceiro inquérito, cujo relator sorteado foi o ministro Flávio Dino, amplia o escopo para outras frentes de influência. Até agora não há denúncia apresentada pelo Ministério Público, nem indiciamento formal divulgado publicamente nesses autos específicos. A autorização para investigar permite coleta de provas, quebras de sigilo já determinadas em decisões anteriores e oitivas, mas não antecipa juízo de culpa.

A frente da cannabis tem relevância econômica e regulatória. Em fevereiro de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou a RDC 1.015, que atualizou regras para fabricação e importação de produtos de cannabis para uso medicinal humano. A autorização sanitária, porém, não equivale à compra pelo Sistema Único de Saúde. Aquisições públicas dependem de processo administrativo próprio, com justificativa técnica, previsão orçamentária e observância da lei de licitações, ou de cumprimento de decisões judiciais que determinam o fornecimento de canabidiol.

Para avançar, a PF precisará definir qual era o objetivo comercial perseguido: obtenção de autorização da Anvisa, habilitação para importação, venda ao Ministério da Saúde ou inclusão em programa específico. Sem essa definição, não é possível apontar qual ato de funcionário público teria sido visado.

Como o caso do INSS gerou nova investigação

A nova frente nasceu de uma investigação distinta e de dimensão financeira muito maior. A Operação Sem Desconto apura esquema bilionário de descontos associativos lançados sem autorização de aposentados e pensionistas, com uso de entidades associativas, empresas intermediárias e operadores financeiros para movimentar recursos.

Nesse contexto, Antônio Carlos Camilo Antunes é apontado como figura central e está preso. Durante a análise de seu material, a PF identificou pagamentos para empresas ligadas a Roberta Luchsinger. Relatórios financeiros citam repasse total de 1,5 milhão de reais em cinco parcelas para uma empresa da lobista. A divisão aritmética resulta em média de 300 mil reais por parcela, valor que coincide com menção encontrada em mensagem de um funcionário de Antunes orientado a pagar 300 mil reais a Roberta para o filho do rapaz, expressão que, segundo a corporação, seria referência a Lulinha.

A coincidência numérica não comprova, por si só, repasse ao filho do presidente. A investigação apura se houve destinação final a Lulinha, a título de mesada ou outra forma de vantagem, como sustentam linhas investigativas citadas em requerimentos parlamentares. Roberta afirma que os valores se referem a consultoria regular sobre regulação de canabidiol e que não repassou recursos a Lulinha. A defesa de Lulinha nega sociedade, recebimento de valores ou participação nos negócios de Antunes, mas confirmou relação social e uma viagem a Portugal a convite do empresário, que incluiu visita a local apresentado como possível fábrica de produtos de cannabis.

Outro dado em análise é o fluxo de 640 mil reais para uma agência de viagens ligada a Roberta, que teria emitido passagens utilizadas por Lulinha em deslocamentos internacionais. A PF também examina registros de visitas de Roberta a órgãos federais. Levantamentos feitos via Lei de Acesso à Informação indicam quatro entradas no Ministério da Saúde entre 2023 e 2024, enquanto outros levantamentos em tramitação no Congresso citam 42 visitas a diferentes órgãos do Executivo no governo atual. A diferença decorre de recortes distintos de período e de órgãos consultados.

No campo parlamentar, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS aprovou quebras de sigilo, mas o parecer do relator, deputado Alfredo Gaspar, que reunia referências a viagens e relações entre Antunes, Lulinha e Roberta, foi rejeitado por 19 votos a 12 e não se tornou documento oficial. No Supremo, há disputa sobre quebras determinadas pela CPMI, com decisão do ministro Flávio Dino suspendendo medidas e decisão anterior do ministro André Mendonça autorizando quebras bancárias, fiscais e telemáticas de Lulinha.

Estágio atual e próximos passos

O estágio jurídico atual é de inquérito policial em curso, sob sigilo parcial. Não há acusação formal, condenação ou trânsito em julgado. Todos os citados gozam de presunção de inocência e têm direito de acesso aos elementos que lhes dizem respeito.

A cronologia consolidada até agora indica uma escalada rápida nas últimas três semanas. Em 30 de julho, Mendonça autorizou a primeira frente sobre cannabis. Em 31 de julho, autorizou a segunda, sobre Dataprev. Em 7 de agosto, veio a petição pedindo quebra de sigilo de Marcola. Em 17 de agosto, veio a público a existência das mensagens sobre negócios encontradas no celular de Roberta. Entre o diálogo de 22 de março de 2024 e sua apreensão, transcorreram cerca de 17 meses.

Os próximos passos formais dependem de diligências autorizadas pelo Supremo. A PF deve ouvir Roberta Luchsinger para esclarecer as menções a repasses e a intermediação de pagamentos, realizar perícia completa no aparelho apreendido, cruzar datas de pagamentos e viagens com agendas oficiais da Presidência e do Ministério da Saúde e verificar processos na Anvisa e no Ministério relacionados à cannabis medicinal e à Telebras.

O Palácio do Planalto separa a investigação da atuação institucional do governo. O presidente afirmou que confia no filho, mas que não pedirá o fim das apurações e que, se houver culpa, ele responderá como qualquer cidadão. A estratégia busca conter desgaste político em ano de campanha, mas mantém pressão sobre a coordenação da reeleição, já que Marcola deixou a campanha após a revelação do empréstimo.

Para o mercado regulado de cannabis, o caso reforça a sensibilidade de qualquer tratativa que envolva acesso ao governo. Para a apuração do INSS, o desmembramento em frentes autônomas pode prolongar o cronograma e exigir que cada prova seja vinculada ao objeto específico autorizado pelo Supremo, sob pena de questionamento pelas defesas.

O desfecho dependerá da capacidade da investigação de ligar, com documentos, três elementos: pagamento ou promessa, pretexto de influência e ato público visado. Sem essa cadeia, a apuração tende a permanecer no campo de relações pessoais e suspeitas não comprovadas. Com ela, poderá avançar para pedidos adicionais de medidas cautelares e eventual apresentação de denúncia pelo Ministério Público.

Fontes:

Supremo Tribunal Federal – decisões do ministro André Mendonça que autorizaram inquéritos sobre tráfico de influência e quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático

Polícia Federal – representação e relatórios da Operação Sem Desconto sobre fraudes em descontos associativos do INSS e movimentações financeiras de empresas ligadas a Antônio Carlos Camilo Antunes

Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Resolução da Diretoria Colegiada 1.015 de fevereiro de 2026 sobre fabricação e importação de produtos de cannabis para uso medicinal

Ministério da Saúde – estrutura da Secretaria-Executiva e competências sobre aquisição de canabidiol para atendimento de demandas administrativas e judiciais

Senado Federal e Câmara dos Deputados – registros da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS, votos sobre parecer do relator e tramitação de requerimentos de quebra de sigilo

Presidência da República – nota oficial sobre saída de Marco Aurélio Santana Ribeiro da chefia de gabinete pessoal em 21 de julho de 2026 e manifestações sobre empréstimo privado

Leia também

  • Lula leva à ONU defesa do Pix, regulação das bets e fim da escala 6×1

LEIA MAIS

Alcolumbre Marca Votação Da Pec Da Segurança Para Terça (3) E Maioridade Penal Divide Senado - Gazeta Mercantil - Política
Política

Alcolumbre marca votação da PEC da Segurança para terça (3) e maioridade penal divide Senado

Alcolumbre marca votação da PEC da Segurança Pública para terça (3). Proposta enfrenta impasse sobre redução da maioridade penal no Senado.

Leia MaisDetails
Willer Tomaz E Flavio Bolsonaro - Gazeta Mercantil
Política

Disputa entre Richarlison e Willer Tomaz em Angra expõe debate sobre terrenos de marinha

Disputa entre Richarlison e Willer Tomaz em Angra dos Reis expõe regras sobre terrenos de marinha e propostas de Flávio Bolsonaro no Senado.

Leia MaisDetails
Rafael Fonteles, Cogitado Para O Ministério Da Fazenda - Gazeta Mercantil
Política

Rafael Fonteles: governador do Piauí é cotado para ser ministro da Fazenda de Lula

Conheça Rafael Fonteles, governador reeleito do Piauí com 70,90% dos votos e cotado para ministro da Fazenda de Lula. Veja trajetória, gestão e propostas.

Leia MaisDetails
Flavio Bolsonaro Em Live Nos Eua - Gazeta Mercantil
Política

Flávio Bolsonaro fala em disputar nova eleição antes de 2030, mas não explica como seria possível

Flávio Bolsonaro afirma que pode disputar nova eleição presidencial antes de 2030, mas não explica como isso ocorreria. Entenda o que prevê a Constituição.

Leia MaisDetails
Ibaneis E Vorcaro - Gazeta Mercantil
Política

Gabriel Magno pede prisão de Ibaneis e aponta ligação com Vorcaro no caso BRB

Gabriel Magno pede prisão preventiva de Ibaneis Rocha e apuração sobre sua relação com Vorcaro no caso BRB e Banco Master. Ex-governador nega interferência.

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

20:54:34
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Admin Ajax 2025 12 11T094346.625 (1)
Economia

Nota fiscal do Simples Nacional mudou: veja 4 passos para emitir NFS-e no novo sistema

Leia MaisDetails
Telemarketing - Gazeta Mercantil
Economia

SAC terá atendimento humano obrigatório a partir de hoje; veja as novas regras

Leia MaisDetails
Bitcoin (Btc) E Criptomoedas (Imagem: Canva Pro)
Criptomoedas

Binance registra saída de US$ 4,72 bilhões após ataque hacker de US$ 6,3 bilhões

Leia MaisDetails
Embraer (Embj3) Salta Quase 8% E Lidera Ibovespa Com Expectativa De Novos Contratos-Gazeta Mercantil
Empresas

Embraer (EMBJ3) fecha acordo para até seis aviões KC-390 à Grécia; contrato inicial soma € 590 milhões

Leia MaisDetails
Ouro Hoje - Gzt - Gazeta Mercantil
Mercados

Ouro sobe quase 2% com queda do petróleo e fecha a US$ 3.969,60

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Nota fiscal do Simples Nacional mudou: veja 4 passos para emitir NFS-e no novo sistema

SAC terá atendimento humano obrigatório a partir de hoje; veja as novas regras

Binance registra saída de US$ 4,72 bilhões após ataque hacker de US$ 6,3 bilhões

Embraer (EMBJ3) fecha acordo para até seis aviões KC-390 à Grécia; contrato inicial soma € 590 milhões

Ouro sobe quase 2% com queda do petróleo e fecha a US$ 3.969,60

Hackers atacam supermercados na Europa e elevam temperatura de freezers a 50°C

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

Últimas notícias da Gazeta Mercantil