quarta-feira, 4 de novembro de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Política

Governo Tarcísio autorizou banco de Edir Macedo a oferecer consignado a policiais militares

Banco Digimais recebeu acesso à folha da PM em 2025, quando já enfrentava prejuízos e necessidade de aportes; instituição agora é investigada pela PF

por Júlia Campos
23/06/2026 às 16h55
em Política
Pf Investiga Banco Digimais Após Credenciamento Por Governo Tarcísio Para Consignado De Pms-Gazeta Mercantil

O governo de São Paulo autorizou o Banco Digimais, conhecido como o banco de Edir Macedo, a oferecer empréstimos consignados a integrantes da Polícia Militar paulista em 2025, período no qual a instituição financeira já enfrentava prejuízos, aumento da inadimplência e necessidade de aportes de capital.

O credenciamento permitiu que o banco realizasse operações com desconto direto na folha salarial de policiais militares e outros beneficiários habilitados. O contrato firmado com a Polícia Militar possui vigência vinculada ao credenciamento até fevereiro de 2030.

Leia também: Desenrola 2.0: Governo Prepara Novo Programa para Renegociar Dívidas e Limpar Nome de 80 Milhões.

A autorização voltou ao centro do debate nesta terça-feira, 23 de junho, após a Polícia Federal deflagrar a Operação Miragem para investigar suspeitas de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional na gestão do Banco Digimais.

A investigação apura possíveis manobras contábeis destinadas a apresentar uma situação financeira melhor do que a real, incluindo superavaliação de ativos, geração artificial de receitas e manutenção de informações supostamente incompatíveis com a realidade patrimonial da instituição.

Leia também: Incêndio em Acampamento do MST no Pará Deixa Nove Mortos; Governo Federal Oferece Apoio às Famílias Atingidas.

Mais de 50 policiais federais cumpriram nove mandados de busca e apreensão em São Paulo. A Justiça Federal também autorizou o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados e o bloqueio de até R$ 670,3 milhões em bens e valores.

Edir Macedo, controlador da instituição, foi incluído nas medidas patrimoniais e de quebra de sigilo. Ele não foi alvo de busca nesta etapa porque reside no exterior.

O Banco Digimais declarou que está à disposição das autoridades, reafirmou seu compromisso com a transparência e informou que colaborará com as investigações. As suspeitas ainda estão em fase de apuração e não representam condenação dos envolvidos.

Credenciamento do Digimais ocorreu em 2025

A entrada do Banco Digimais no sistema de consignações do governo paulista ocorreu por meio de uma sequência de atos administrativos.

Em junho de 2025, foi deferido o credenciamento ou recadastramento da instituição como consignatária.

No mês seguinte, o Comunicado DFP nº 006, de 16 de julho, autorizou a utilização de código de consignação pelo banco no sistema estadual.

Em 25 de agosto, foi firmado o contrato nº CIAF 011/2025, relacionado às consignações na folha da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

A formalização foi divulgada em setembro de 2025. A vigência do acordo está vinculada ao credenciamento, previsto até 25 de fevereiro de 2030.

Na prática, a autorização permitiu que o banco de Edir Macedo oferecesse crédito consignado a integrantes da corporação e recebesse as parcelas diretamente por meio de descontos salariais.

O acesso a uma folha pública amplia a base potencial de clientes e reduz o risco de inadimplência da instituição financeira, uma vez que as prestações são descontadas antes de o salário ou benefício chegar ao tomador.

PM paulista oferece ampla base potencial de clientes

A Polícia Militar de São Paulo possui dezenas de milhares de servidores, entre policiais ativos, inativos e pensionistas ligados ao sistema estadual.

O tamanho da corporação transformou o convênio em uma oportunidade comercial relevante para o Banco Digimais.

Nem todos os servidores, contudo, contrataram ou necessariamente estavam aptos a contratar empréstimos com a instituição.

Para obter o crédito, o interessado precisa solicitar a operação, possuir margem consignável disponível e ser aprovado pela política interna do banco.

A autorização pública não equivale à contratação automática de empréstimos nem representa uma garantia estadual sobre o pagamento ou a qualidade dos produtos oferecidos.

Ainda assim, o credenciamento fornece ao banco acesso a um mercado considerado de menor risco, em razão da previsibilidade dos salários e da cobrança direta em folha.

Consignado tem menor risco para os bancos

O crédito consignado costuma apresentar taxas inferiores às de modalidades como cheque especial, rotativo do cartão e empréstimo pessoal sem garantia.

A diferença decorre principalmente do mecanismo de pagamento.

Como as parcelas são descontadas diretamente do salário, da aposentadoria ou da pensão, a possibilidade de atraso tende a ser menor.

Para a instituição financeira, isso significa maior previsibilidade de caixa e menor necessidade de provisões para perdas.

Por esse motivo, carteiras consignadas são frequentemente utilizadas por bancos como ativos capazes de sustentar captações e gerar receita recorrente.

Em momentos de dificuldade financeira, uma carteira desse tipo também pode ser vendida a outras instituições ou utilizada como parte de operações de reorganização do balanço.

A autorização para operar com servidores públicos, portanto, pode representar um ativo importante para um banco em busca de estabilidade e liquidez.

Banco já enfrentava dificuldades financeiras

O credenciamento ocorreu em um período no qual o Banco Digimais apresentava sinais de deterioração financeira.

Relatórios e balanços divulgados entre 2024 e 2026 indicaram aumento das perdas, inadimplência elevada em determinadas carteiras e necessidade de aportes realizados pelo controlador.

Na época da formalização do convênio estadual, o banco acumulava prejuízos estimados em aproximadamente R$ 250 milhões.

Nos meses seguintes, as perdas teriam aumentado. No primeiro trimestre de 2026, a instituição registrou resultado negativo superior a R$ 100 milhões, enquanto estimativas sobre o desequilíbrio patrimonial passaram a preocupar reguladores e participantes do mercado.

A situação levou o banco a procurar compradores e alternativas para reforçar sua estrutura de capital.

Uma primeira tentativa de transferência do controle para um grupo ligado ao empresário Maurício Quadrado não foi concluída.

Posteriormente, o BTG Pactual assinou documentos para uma possível aquisição da instituição, operação que ainda depende de condições contratuais e aprovações regulatórias.

Governo diz que credenciamento segue requisitos legais

O credenciamento de uma instituição para operar empréstimos consignados é realizado a partir do cumprimento de exigências administrativas e regulatórias.

Esses requisitos podem incluir autorização para funcionamento concedida pelo Banco Central, regularidade documental, adesão às normas estaduais e habilitação nos sistemas de processamento da folha.

O governo paulista não atua como garantidor das operações comerciais realizadas entre servidores e bancos.

A instituição pública responsável pela folha processa os descontos autorizados, mas não define necessariamente taxas de juros, prazos, valores ou critérios internos de aprovação de crédito.

Essa distinção é importante porque a autorização para acessar o sistema de consignações não corresponde a uma certificação permanente sobre a saúde financeira do banco.

A supervisão da solvência, da liquidez e do cumprimento das regras prudenciais das instituições financeiras pertence ao Banco Central.

SPPREV afirma que apenas processa os descontos

Após a repercussão do credenciamento, a São Paulo Previdência afirmou que sua atuação se limita ao processamento das consignações autorizadas pelos beneficiários.

Segundo a autarquia, ela não participa da celebração dos contratos e não interfere nas condições negociadas entre o servidor e a instituição financeira.

A SPPREV também declarou que o sistema conta com mais de 150 instituições habilitadas para operar consignações.

O credenciamento é realizado mediante o cumprimento dos requisitos previstos na legislação e nas normas administrativas aplicáveis.

A autarquia sustentou ainda que não lhe cabe realizar uma análise de mérito sobre os produtos oferecidos ou sobre as decisões comerciais de cada banco.

A posição procura afastar a interpretação de que o credenciamento representaria uma escolha política exclusiva ou uma recomendação específica do Digimais aos servidores.

Novo sistema exige autorização digital

O governo de São Paulo atualizou os procedimentos de consignação em folha para reforçar a segurança das operações.

A partir de 2026, beneficiários vinculados à SPPREV passaram a autorizar e validar consignações diretamente por ferramentas digitais integradas ao aplicativo SOU.SP.GOV.BR.

O modelo utiliza autenticação e validação biométrica para reduzir fraudes e impedir a inclusão de contratos sem consentimento do beneficiário.

O usuário pode acompanhar as operações vinculadas à folha, verificar descontos e identificar instituições credoras.

Esses controles são voltados principalmente à proteção contra contratações não reconhecidas.

Eles não eliminam, contudo, o risco financeiro da instituição que concede o empréstimo nem substituem a fiscalização realizada pelo Banco Central.

Operação Miragem investiga gestão do banco

A investigação da Polícia Federal não está concentrada especificamente nos empréstimos concedidos a policiais militares.

O foco da Operação Miragem são as práticas financeiras e contábeis utilizadas pela administração do Banco Digimais.

A PF suspeita que o banco tenha registrado ativos por valores muito superiores ao custo de aquisição e mantido receitas que deveriam ter sido revertidas após determinação do Banco Central.

Um dos casos envolve direitos de crédito ligados a uma antiga ação judicial contra a União.

Ativos adquiridos por cerca de R$ 71 milhões teriam sido reavaliados e contabilizados por R$ 741,3 milhões.

Após o Banco Central determinar a correção dos valores, as cotas teriam sido vendidas a prazo para a empresa controladora do banco, sem entrada imediata de dinheiro no caixa.

Para a investigação, a operação teria permitido que o valor continuasse registrado no balanço sob outra classificação.

PF apura possível operação de crédito com controladora

A venda dos ativos para a controladora teria prazo de pagamento até 2032, com correção pelo IPCA e juros reais.

Essa estrutura levou os investigadores a avaliar se o negócio funcionou, na prática, como uma operação de crédito concedida pelo banco à própria controladora.

A legislação financeira limita empréstimos e adiantamentos realizados em benefício de controladores, administradores e empresas relacionadas.

O objetivo é impedir que recursos captados de depositantes sejam direcionados aos proprietários da instituição sem garantias ou condições adequadas.

Segundo a PF, a operação também teria superado limites prudenciais definidos pelas normas do Conselho Monetário Nacional.

A investigação deverá identificar os responsáveis pela estrutura, as justificativas apresentadas e os beneficiários econômicos.

Caso levanta questionamentos sobre controle administrativo

O fato de o Banco Digimais ter sido credenciado enquanto apresentava dificuldades financeiras provocou questionamentos sobre os controles utilizados pelos governos para habilitar instituições consignatárias.

Uma linha de discussão envolve a diferença entre regularidade formal e situação econômica.

Um banco pode continuar autorizado a funcionar pelo Banco Central e cumprir os documentos exigidos por um órgão público, mesmo enfrentando perdas relevantes ou dificuldades de capital.

Enquanto não existe uma intervenção, liquidação ou restrição regulatória, o ente responsável pelo processamento da folha pode não ter fundamento jurídico para impedir o credenciamento.

Por outro lado, o acesso a salários de servidores exige atenção especial porque envolve dados pessoais, descontos automáticos e contratos de longo prazo.

O episódio poderá levar a uma revisão dos critérios de acompanhamento das instituições depois da habilitação inicial.

Credenciamento não transfere dinheiro público ao banco

O acordo de consignação não significa, por si só, repasse direto de recursos orçamentários do governo ao Banco Digimais.

O banco concede o empréstimo com recursos próprios ou obtidos no mercado.

Depois, recebe as prestações descontadas da remuneração dos servidores que contrataram o produto.

O Estado atua como processador da folha, retirando o valor autorizado e transferindo-o para a instituição credora.

A operação possui vantagem econômica para o banco porque reduz o risco de atraso, mas não equivale a um financiamento governamental.

Também não há indicação, até o momento, de que o governo paulista tenha assumido as dívidas dos tomadores ou oferecido garantia contra eventual insolvência da instituição.

Servidores devem acompanhar contratos e descontos

A investigação não invalida automaticamente os contratos de consignado firmados com o Banco Digimais.

Os tomadores continuam obrigados a cumprir as prestações enquanto não houver decisão administrativa ou judicial em sentido diferente.

Servidores que possuem contratos devem conferir os valores, as taxas, o número de parcelas e os descontos registrados na folha.

Em caso de cobrança não reconhecida, a orientação é utilizar os canais oficiais da SPPREV, registrar reclamação e, quando houver indício de fraude, comunicar as autoridades.

A eventual venda, intervenção ou liquidação de um banco também não extingue os empréstimos concedidos.

As carteiras podem ser transferidas para outra instituição, que passa a receber as parcelas nas mesmas condições contratuais, salvo renegociação.

Prefeitura também habilitou o Digimais

Além do governo estadual, a Prefeitura de São Paulo autorizou o Banco Digimais a operar consignações com servidores municipais.

O termo de adesão foi publicado em 2023 e permitiu a concessão de produtos com desconto em folha.

A administração municipal informou que o banco integra uma lista com dezenas de instituições consignatárias e responde por uma parcela limitada das operações.

O Hospital do Servidor Público Municipal também aceitou o credenciamento do Digimais para determinados produtos financeiros.

Essas autorizações mostram que a presença da instituição no crédito a servidores não estava restrita à Polícia Militar.

O banco buscava ampliar sua participação em carteiras de menor risco e maior previsibilidade de recebimento.

Volume de operações teria permanecido baixo

Apesar do acesso às folhas estadual e municipal, o volume efetivamente contratado com o Banco Digimais teria permanecido reduzido.

Executivos ligados às negociações para a venda da instituição afirmaram que os convênios não produziram o volume esperado.

A divulgação dos problemas financeiros e das tentativas de mudança de controle pode ter reduzido a disposição de servidores e correspondentes bancários para contratar novos empréstimos.

A queda da produção de consignado enfraquece uma fonte importante de receita e de geração de ativos para o banco.

Isso também reduz o valor comercial das autorizações, embora os convênios ainda possam ser considerados relevantes para um eventual comprador.

Investigação aumenta pressão sobre o governo paulista

O caso deverá produzir questionamentos políticos à administração de Tarcísio de Freitas sobre o momento e os critérios utilizados para credenciar o banco de Edir Macedo.

A autorização ocorreu antes da Operação Miragem, mas quando informações sobre perdas e aportes já circulavam no mercado.

O governo poderá argumentar que o Digimais estava autorizado pelo Banco Central e cumpriu as exigências formais para atuar como consignatário.

Críticos poderão sustentar que instituições com acesso à folha de servidores deveriam passar por avaliações adicionais de risco e acompanhamento contínuo.

Até o momento, não há evidência apresentada de participação do governador ou de integrantes do governo nas operações investigadas pela PF dentro do banco.

Também não há indicação de que o credenciamento faça parte do núcleo criminal apurado na Operação Miragem.

A relação existente é administrativa: o governo permitiu que uma instituição posteriormente investigada oferecesse crédito consignado a servidores.

Caso pode levar à revisão das regras de habilitação

A repercussão poderá estimular mudanças nos processos de credenciamento de bancos e financeiras.

Entre as medidas possíveis estão avaliações periódicas de solvência, comunicação mais rápida entre Banco Central e órgãos responsáveis pelas folhas e suspensão preventiva diante de determinados eventos regulatórios.

Também podem ser adotadas exigências adicionais de transparência sobre taxas, reclamações, capital e estrutura societária.

Qualquer endurecimento precisará respeitar as competências legais de cada órgão.

Estados e municípios não substituem o Banco Central na fiscalização bancária, mas podem definir critérios administrativos para o acesso aos seus sistemas de folha.

O desafio será evitar riscos aos servidores sem restringir indevidamente a concorrência entre instituições financeiras.

Banco de Edir Macedo entra no centro de crise financeira e política

A combinação entre a Operação Miragem e o credenciamento estadual amplia a dimensão pública do caso Digimais.

O banco de Edir Macedo não enfrenta apenas uma investigação sobre seus balanços e operações com a controladora.

A instituição também passa a ser examinada pelas relações mantidas com órgãos públicos, servidores e sistemas de consignação.

Para o governo de São Paulo, a questão central será demonstrar que a habilitação seguiu critérios objetivos e que não houve favorecimento político.

Para a SPPREV e a Polícia Militar, o foco estará na preservação dos contratos e na proteção dos dados e salários dos servidores.

Para a Polícia Federal, a investigação continua voltada à identificação de eventuais crimes praticados na gestão do banco.

O credenciamento não comprova irregularidade do governo paulista, assim como a autorização do Banco Central para funcionamento não elimina a possibilidade de crimes cometidos por administradores.

O episódio mostra, no entanto, como problemas internos de uma instituição financeira podem ultrapassar os limites do mercado e atingir contratos, folhas de pagamento e decisões administrativas do poder público.

Leia também

  • Tarcísio pode ter 71% do horário eleitoral contra Haddad em São Paulo
  • Tarcísio diz confiar nas urnas após Flávio Bolsonaro levar suspeitas a embaixadores

LEIA MAIS

Flávio Bolsonaro Diz Que Não Fugiu Do País E Se Declara 'O Verdadeiro Presidente' Do Brasil; Confira A Nota Completa – Money Times
Política

Fuga de Flávio Bolsonaro envolveu agência de turismo sob suspeita e ex-agente israelense, diz TV

Ao menos três registros migratórios de Flávio Bolsonaro na Argentina foram revelados, e apontam agência de turismo e ex-integrante da inteligência israelense na viagem.

Leia MaisDetails
Redução Da Maioridade Penal Tem Apoio De 90% Dos Brasileiros, Diz Pesquisa - Gazeta Mercantil
Política

PEC da Segurança volta ao Senado com impasse sobre redução da maioridade penal

PEC da Segurança Pública volta ao Senado com impasse sobre redução da maioridade penal para 14 e 16 anos. Veja o que está em discussão.

Leia MaisDetails
Alexandre De Moraes - Gazeta Mercantil
Política

Flávio Bolsonaro pede suspeição de Moraes e cita jatinho ligado a Willer Tomaz

Defesa de Flávio Bolsonaro pede suspeição de Alexandre de Moraes ao STF e cita uso de jatinho ligado a Willer Tomaz e proposta envolvendo o Banco Master.

Leia MaisDetails
Alcolumbre Marca Votação Da Pec Da Segurança Para Terça (3) E Maioridade Penal Divide Senado - Gazeta Mercantil - Política
Política

Alcolumbre marca votação da PEC da Segurança para terça (3) e maioridade penal divide Senado

Alcolumbre marca votação da PEC da Segurança Pública para terça (3). Proposta enfrenta impasse sobre redução da maioridade penal no Senado.

Leia MaisDetails
Willer Tomaz E Flavio Bolsonaro - Gazeta Mercantil
Política

Disputa entre Richarlison e Willer Tomaz em Angra expõe debate sobre terrenos de marinha

Disputa entre Richarlison e Willer Tomaz em Angra dos Reis expõe regras sobre terrenos de marinha e propostas de Flávio Bolsonaro no Senado.

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

01:00:05
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DÓLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado
Sênior Sistemas Sênior Sistemas Sênior Sistemas
PUBLICIDADE

Veja Também

Serasa Registra 84,2 Milhões De Inadimplentes E Dívidas De R$ 597,4 Bilhões No Brasil-Gazeta Mercantil
Economia

Serasa registra 84,2 milhões de inadimplentes e dívidas de R$ 597,4 bilhões no Brasil

Leia MaisDetails
Mercados - Gzt - Gazeta Mercantil
Mercados

BTG Pactual muda carteira após eleições e projeta alta de até 83% para ações

Leia MaisDetails
Gado Leiteiro - Gzt - Gazeta Mercantil
Agronegócio

Paraná libera construção de centro de pecuária leiteira com investimento de R$ 36 milhões

Leia MaisDetails
Dólar Hoje - Gazeta Mercantil
Dólar

Dólar hoje fecha a R$ 5,4872, com alta de 0,79% e pressão fiscal

Leia MaisDetails
Tesouro Projeta Dívida Pública De 86,3% Do Pib Em 2036 E Identifica R$ 4,87 Trilhões Em Riscos Fiscais-Gazeta Mercantil
Economia

Dívida bruta do Brasil deve atingir 83,7% do PIB em 2026, projeta Tesouro

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Serasa registra 84,2 milhões de inadimplentes e dívidas de R$ 597,4 bilhões no Brasil

BTG Pactual muda carteira após eleições e projeta alta de até 83% para ações

Paraná libera construção de centro de pecuária leiteira com investimento de R$ 36 milhões

Dólar hoje fecha a R$ 5,4872, com alta de 0,79% e pressão fiscal

Dívida bruta do Brasil deve atingir 83,7% do PIB em 2026, projeta Tesouro

Lara Resende propõe limitar Selic enquanto juros da dívida superam R$ 1,2 trilhão

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

Últimas notícias da Gazeta Mercantil