terça-feira, 18 de agosto de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Mercados

Tesouro IPCA+ volta a pagar 8,40% acima da inflação e se aproxima das máximas

Título com vencimento em 2032 lidera a alta das taxas nesta sexta-feira; retorno elevado favorece novos aportes, mas aumenta a volatilidade.

por Camila Braga
03/07/2026 às 13h20
em Mercados
Taxas - Gazeta Mercantil

As taxas do Tesouro Direto voltaram a subir nesta sexta-feira, 3 de julho, com destaque para o Tesouro IPCA+ 2032, que passou a oferecer inflação mais 8,40% ao ano. O rendimento real se aproximou novamente das máximas recentes, depois de o papel ter alcançado a região de IPCA mais 8,55% nas últimas semanas.

Na quinta-feira, 2 de julho, o mesmo título oferecia IPCA mais 8,35% ao ano. A elevação de 0,05 ponto percentual ocorreu em um pregão de menor liquidez, devido ao feriado da Independência dos Estados Unidos, que manteve os mercados americanos fechados.

O movimento chama atenção porque representa uma remuneração contratada de 8,40% ao ano acima da inflação oficial, caso o investidor mantenha o título até o vencimento e cumpra as condições da aplicação.

O retorno efetivo, no entanto, dependerá da variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA. Também devem ser descontados o Imposto de Renda e a taxa de custódia aplicável ao investimento.

Para quem já possui o papel e pretende vendê-lo antes de 2032, a alta da taxa produz o efeito contrário: reduz o preço de mercado do título e pode provocar perdas temporárias ou até prejuízo no resgate antecipado.

IPCA+ 2032 sobe para 8,40%

O Tesouro IPCA+ 2032 foi negociado por volta das 11h54 com remuneração de IPCA mais 8,40% ao ano, segundo levantamento das taxas disponíveis na plataforma.

O avanço colocou o papel novamente perto dos maiores níveis observados recentemente. Nas últimas semanas, a taxa chegou à região de IPCA mais 8,55% ao ano, em meio à percepção de maior risco fiscal, inflação resistente e manutenção de prêmios elevados na curva de juros brasileira.

O Tesouro IPCA+ combina duas parcelas de remuneração: a correção pela inflação oficial e uma taxa fixa estabelecida no momento da compra.

Na prática, o investidor protege o poder de compra do capital e garante um ganho real, desde que permaneça com o título até o vencimento. O próprio Tesouro Direto ressalta que os papéis indexados ao IPCA entregam a inflação acumulada acrescida da taxa contratada.

A rentabilidade indicada no momento da aplicação não significa que o título subirá continuamente de preço. Antes do vencimento, sua cotação varia diariamente de acordo com as condições do mercado.

Taxas do Tesouro Direto nesta sexta-feira

Confira as taxas observadas por volta das 11h54:

Títulos prefixados

Título Taxa anual Variação no dia
Tesouro Prefixado 2029 14,36% +0,03 ponto percentual
Tesouro Prefixado 2032 14,59% +0,04 ponto percentual
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2037 14,55% Estável

Título atrelado à Selic

Título Taxa
Tesouro Selic 2031 Selic + 0,074%

Títulos atrelados ao IPCA

Título Taxa anual Variação no dia
Tesouro IPCA+ 2032 IPCA + 8,40% +0,05 ponto percentual
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2037 IPCA + 8,09% +0,04 ponto percentual
Tesouro IPCA+ 2040 IPCA + 7,77% +0,01 ponto percentual
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2045 IPCA + 7,73% +0,01 ponto percentual
Tesouro IPCA+ 2050 IPCA + 7,38% Estável
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2060 IPCA + 7,57% Estável

As taxas podem mudar diversas vezes durante o pregão. O Tesouro Direto opera normalmente entre 9h30 e 18h, mas pode suspender temporariamente as negociações em momentos de volatilidade acentuada. A plataforma oficial mantém páginas específicas para consulta de preços, taxas e histórico dos títulos.

Outros títulos de inflação também avançam

A pressão não ficou restrita ao vencimento de 2032.

O Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2037 passou de IPCA mais 8,05% para IPCA mais 8,09% ao ano. O papel permaneceu acima da barreira de 8%, reforçando o nível elevado dos juros reais nos vencimentos intermediários.

O Tesouro IPCA+ 2040 subiu de IPCA mais 7,76% para IPCA mais 7,77%. Já o título com juros semestrais e vencimento em 2045 avançou de IPCA mais 7,72% para IPCA mais 7,73%.

Nos vencimentos mais longos, as taxas ficaram estáveis. O IPCA+ 2050 oferecia inflação mais 7,38%, enquanto o IPCA+ com Juros Semestrais 2060 pagava IPCA mais 7,57%.

A diferença entre as taxas dos vencimentos mostra que o mercado exige prêmios distintos conforme o prazo, a liquidez e os riscos econômicos percebidos.

Um título mais longo não necessariamente oferecerá a maior taxa. A curva pode refletir expectativas específicas para cada período e a demanda dos investidores por determinados vencimentos.

Por que uma taxa real de 8,40% chama atenção

Uma taxa de IPCA mais 8,40% significa que o investidor contrata uma remuneração bruta equivalente à inflação acumulada no período acrescida de aproximadamente 8,40% ao ano.

Se a inflação média fosse de 4% ao ano, por exemplo, o retorno nominal não seria obtido pela simples soma exata das duas taxas. Como a correção é composta, o resultado bruto ficaria ligeiramente acima de 12,40% ao ano.

O cálculo serve apenas como ilustração. A inflação futura é desconhecida, e o retorno líquido dependerá do prazo do investimento, da tributação e dos custos.

Taxas reais acima de 8% são consideradas elevadas em comparação com grande parte do histórico recente da renda fixa brasileira. Esse nível pode atrair investidores interessados em preservar poder de compra e formar patrimônio de médio e longo prazo.

O prêmio elevado também reflete riscos. Entre eles estão as incertezas fiscais, a trajetória da dívida pública, as expectativas de inflação e a possibilidade de manutenção dos juros em patamares altos.

Marcação a mercado pode gerar perdas no curto prazo

A principal atenção necessária ao investir em títulos prefixados ou indexados à inflação está na marcação a mercado.

Os preços e as taxas se movem em sentidos opostos. Quando a taxa oferecida pelo mercado sobe, o preço do título já emitido cai. Quando a taxa recua, o preço aumenta.

A B3 explica que essa relação inversa afeta diretamente os títulos prefixados e o Tesouro IPCA+.

Imagine um investidor que tenha comprado o IPCA+ 2032 quando o papel pagava inflação mais 7,50%. Se a taxa disponível para novos compradores sobe para 8,40%, o título antigo precisa ficar mais barato para competir com a nova remuneração.

Essa desvalorização aparece no saldo apresentado pela corretora. Ela só se transforma em perda efetiva quando o investidor vende antes do vencimento.

Para quem mantém o papel até a data final, o Tesouro paga a inflação acumulada mais a taxa contratada no momento da compra, respeitadas as regras do produto.

Por essa razão, o vencimento deve ser compatível com o objetivo financeiro. Aplicar em um papel de longo prazo para uma despesa prevista no curto prazo aumenta o risco de precisar resgatar em um momento desfavorável.

Prefixados permanecem acima de 14%

Os títulos prefixados apresentaram movimentos mais discretos, mas continuaram oferecendo taxas elevadas.

O Tesouro Prefixado 2029 passou de 14,33% para 14,36% ao ano. O Prefixado 2032 subiu de 14,55% para 14,59%.

O Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2037 permaneceu em 14,55% ao ano.

Nesses papéis, o investidor conhece a taxa nominal no momento da aplicação. Não existe correção direta pela inflação.

A vantagem ocorre quando a inflação futura fica abaixo do que estava embutido na taxa contratada. O risco é o aumento dos preços superar as expectativas e reduzir o ganho real.

O Tesouro Direto também alerta que os prefixados sofrem marcação a mercado quando são vendidos antes do vencimento.

Produção industrial recua e aumenta cautela

A agenda econômica desta sexta-feira trouxe a divulgação da produção industrial brasileira.

O setor recuou 0,2% em maio na comparação com abril, interrompendo uma sequência de quatro meses de crescimento. O resultado foi o primeiro negativo de 2026 nessa base de comparação.

Em relação a maio de 2025, a produção cresceu 0,2%. A indústria acumulou alta de 1,4% no ano e de 0,4% nos 12 meses encerrados em maio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A perda de força da atividade pode contribuir para a queda dos juros futuros no curto prazo, pois reduz a pressão por uma política monetária ainda mais restritiva.

Esse efeito, contudo, não impede que títulos específicos do Tesouro Direto registrem aumento de taxas. Os papéis também respondem à oferta e à demanda, aos prêmios de risco e às condições de cada vencimento.

Feriado nos Estados Unidos reduz liquidez

O pregão foi marcado por menor participação de investidores estrangeiros devido ao feriado da Independência nos Estados Unidos.

Com os mercados americanos fechados, o volume de negócios tende a diminuir no Brasil. Em sessões com menor liquidez, movimentos pontuais podem provocar variações mais visíveis nos preços e nas taxas.

A ausência da referência de Wall Street também concentra as atenções em indicadores domésticos, na curva de juros e no cenário fiscal brasileiro.

Apesar da queda dos contratos de juros futuros durante parte da manhã, os títulos de inflação continuaram oferecendo prêmios elevados.

Essa diferença não representa necessariamente uma contradição. As taxas do Tesouro Direto podem refletir momentos distintos de atualização, spreads de negociação e características específicas de cada papel.

Tesouro Selic segue como opção menos volátil

O Tesouro Selic 2031 oferecia a taxa básica acrescida de 0,074% ao ano.

O título acompanha a Selic e costuma apresentar menor volatilidade do que os prefixados e os indexados ao IPCA. Por isso, é frequentemente utilizado para reservas financeiras e objetivos de curto prazo.

Mesmo o Tesouro Selic pode apresentar pequenas oscilações de preço antes do vencimento, especialmente por causa do ágio ou deságio aplicado sobre a taxa básica. Essas variações, porém, tendem a ser menores.

A escolha entre Tesouro Selic, Prefixado e IPCA+ deve considerar o prazo, a finalidade do dinheiro e a capacidade do investidor de tolerar oscilações.

Não existe um único título adequado para todos os objetivos.

Juros semestrais não significam rentabilidade maior

Parte dos títulos públicos distribui cupons a cada seis meses.

É o caso do Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2037 e dos papéis IPCA+ com vencimentos em 2037, 2045 e 2060.

Esses pagamentos podem ser úteis para quem busca renda periódica. No entanto, receber juros semestralmente não significa obter rentabilidade superior.

O Tesouro Direto explica que o cupom é apenas uma antecipação de parte do fluxo financeiro do investimento e não corresponde, isoladamente, à taxa contratada.

Além disso, o Imposto de Renda incide sobre cada pagamento. Para investidores em fase de acumulação, isso pode reduzir a eficiência do reinvestimento em comparação com títulos que concentram o pagamento no vencimento.

Imposto de Renda reduz retorno líquido

Os ganhos do Tesouro Direto estão sujeitos à tabela regressiva do Imposto de Renda.

A alíquota começa em 22,5% para aplicações mantidas por até 180 dias. Depois, cai para 20% entre 181 e 360 dias, 17,5% entre 361 e 720 dias e 15% para prazos superiores a 720 dias.

Também pode haver incidência de Imposto sobre Operações Financeiras quando o resgate ocorre nos primeiros 30 dias. A alíquota do IOF diminui progressivamente até chegar a zero.

A B3 cobra taxa de custódia de 0,20% ao ano, calculada sobre o valor dos títulos. Existem regras específicas de isenção para parte dos recursos aplicados no Tesouro Selic.

Assim, a taxa de IPCA mais 8,40% representa uma remuneração bruta. O ganho líquido será menor depois da tributação e dos custos.

IPCA+ 2032 é oportunidade ou risco?

O retorno real elevado pode ser atraente para investidores com objetivo alinhado ao vencimento de 2032 e capacidade de manter o dinheiro aplicado.

O título pode ser utilizado para metas como formação de patrimônio, pagamento de despesas futuras ou proteção de parte da carteira contra a inflação.

O risco aumenta para quem pode precisar do dinheiro antecipadamente.

Se as taxas continuarem subindo, o preço do papel poderá cair mais. Se recuarem, haverá valorização pela marcação a mercado, mas esse movimento não é garantido.

Também não é possível afirmar que IPCA mais 8,40% representa o teto das taxas. O papel já negociou próximo de 8,55% recentemente e poderá voltar a subir caso o mercado exija prêmio maior.

A decisão deve considerar prazo, liquidez, tributação e diversificação, e não apenas o percentual exibido na plataforma.

Fontes e documentos

  • Rendimento dos títulos do Tesouro Direto — Tesouro Nacional — consulta em 3 de julho de 2026.
  • Histórico de preços e taxas — Tesouro Direto — consulta em 3 de julho de 2026.
  • Tesouro IPCA+: características e funcionamento — Tesouro Direto.
  • Tesouro Prefixado: características e marcação a mercado — Tesouro Direto.
  • Produção industrial varia -0,2% em maio — Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — 3 de julho de 2026.
  • Regras e regulamento do Tesouro Direto — Tesouro Nacional e B3.
  • Como declarar investimentos no Tesouro Direto no Imposto de Renda de 2026 — B3 — 12 de maio de 2026.

Como apuramos

A reportagem foi elaborada a partir das taxas indicativas observadas na plataforma do Tesouro Direto por volta das 11h54 desta sexta-feira, 3 de julho. Os valores foram comparados com os registrados no pregão anterior. O contexto econômico foi verificado com os dados oficiais da produção industrial divulgados pelo IBGE.

Aviso ao investidor

Esta reportagem possui caráter exclusivamente informativo e não constitui recomendação de investimento. As taxas do Tesouro Direto mudam ao longo do pregão. A venda antecipada de títulos está sujeita à marcação a mercado e pode gerar retorno diferente da taxa contratada, inclusive perda financeira.

 

Tags: 40IPCA mais 8juros reaismarcação a mercadomercadosrenda fixaTesouro Direto hojeTesouro IPCA+ 2032Tesouro PrefixadoTesouro Selictítulos públicos

LEIA MAIS

Vale (Vale3) Gazeta Mercantil
Ibovespa

Vale (VALE3) entra na lista de compra do BB; Gerdau (GGBR4) sai após alta de 7,7%

O BB Investimentos iniciou nesta terça-feira, 18 de agosto de 2026, uma recomendação de compra das ações da Vale (VALE3) dentro de sua estratégia de swing trade e,...

Leia MaisDetails
Fiis Fundos Imobiliários (Imagem: Jabkitticha/ Istockphoto)
Fundos Imobiliários

5 FIIs pagam dividendos hoje; IRIM11 rende 1,28% e RBRY11 paga R$ 1 por cota

Cinco fundos imobiliários têm pagamentos de rendimentos programados para esta terça-feira, 18 de agosto de 2026, com valores entre R$ 0,51 e R$ 1,00 por cota. O maior...

Leia MaisDetails
Onde Investir R$ 10 Mil Com A Selic A 14%? Veja Quanto Rende Cada Opção
Mercados

Onde investir R$ 10 mil com a Selic a 14%? Veja quanto rende cada opção

Com a Selic em 14% ao ano, a renda fixa continua oferecendo retornos elevados, mas escolher onde investir R$ 10 mil exige olhar além da taxa anunciada. Imposto...

Leia MaisDetails
Ibovespa Em Queda - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Estrangeiros retiram R$ 15,6 bi da B3 em 9 pregões de agosto e batem recorde desde 2022

Investidores estrangeiros retiraram R$ 15,63 bilhões líquidos da bolsa brasileira entre os dias 1º e 13 de agosto, em um movimento que já configura a maior saída mensal...

Leia MaisDetails
Banco Do Brasil (Bbas3) Acende Alerta Com Inadimplência De 14,58% No Cartão - Gazeta Mercantil - Mercados
Mercados

Banco do Brasil (BBAS3) acende alerta com inadimplência de 14,58% no cartão

O balanço do Banco do Brasil (BBAS3) no segundo trimestre de 2026 mostrou uma combinação que exige cautela do investidor: a deterioração do agronegócio começa a perder velocidade,...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL MERCADO AGORA

11:48:03
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DOLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado

Veja Também

Vale (Vale3) Gazeta Mercantil
Ibovespa

Vale (VALE3) entra na lista de compra do BB; Gerdau (GGBR4) sai após alta de 7,7%

Leia MaisDetails
Casas Bahia Lança Debêntures De R$ 3,95 Bilhões Para Reestruturar Dívida - Gazeta Mercantil
Empresas

BHIA3 perde 99,9% desde pico de 2020; entenda a derrocada das ações da Casas Bahia

Leia MaisDetails
Fiis Fundos Imobiliários (Imagem: Jabkitticha/ Istockphoto)
Fundos Imobiliários

5 FIIs pagam dividendos hoje; IRIM11 rende 1,28% e RBRY11 paga R$ 1 por cota

Leia MaisDetails
Braskem (Brkm5) -Gazeta Mercantil
Empresas

Braskem (BRKM5) sofre rebaixamento da Fitch para ‘RD’ após calote em juros

Leia MaisDetails
Bancários Aprovam Paralisação De 24 Horas Em 20 De Agosto
Economia

Bancários aprovam paralisação de 24 horas em 20 de agosto

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Vale (VALE3) entra na lista de compra do BB; Gerdau (GGBR4) sai após alta de 7,7%

BHIA3 perde 99,9% desde pico de 2020; entenda a derrocada das ações da Casas Bahia

5 FIIs pagam dividendos hoje; IRIM11 rende 1,28% e RBRY11 paga R$ 1 por cota

Braskem (BRKM5) sofre rebaixamento da Fitch para ‘RD’ após calote em juros

Bancários aprovam paralisação de 24 horas em 20 de agosto

PIB cresce 0,3% no 2º trimestre, aponta Monitor da FGV

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP