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TikTok lança recurso para reservar hotéis e passeios dentro do aplicativo

TikTok GO estreia nos Estados Unidos com Booking.com, Expedia, Trip.com, Viator, GetYourGuide e Tiqets, em movimento que amplia disputa pelo turismo digital

por Daniel Soto - Repórter de Tecnologia
12/05/2026 às 20h56 - Atualizado em 14/05/2026 às 22h09
em Tecnologia, Notícias
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O TikTok anunciou o TikTok GO, novo recurso que permitirá reservar hotéis, atrações turísticas e passeios diretamente dentro do aplicativo, em uma ofensiva para transformar vídeos de viagem em compras imediatas. A novidade foi apresentada nesta terça-feira, 12 de maio, e será lançada inicialmente nos Estados Unidos, onde usuários poderão encontrar opções de hospedagem e experiências enquanto assistem a conteúdos sobre destinos, restaurantes, roteiros e atrações. A iniciativa marca a entrada mais estruturada da plataforma no turismo digital e amplia a concorrência com empresas de reservas, superapps e marketplaces de experiências.

O movimento parte de um comportamento já consolidado entre usuários da plataforma. Milhões de pessoas utilizam o TikTok para descobrir lugares para viajar, restaurantes, hotéis, museus, passeios e experiências locais. Até agora, essa jornada normalmente terminava fora do aplicativo, em sites de reservas, buscadores ou plataformas especializadas. Com o TikTok GO, a empresa pretende reduzir esse intervalo entre descoberta e compra.

Para viabilizar a operação, o TikTok fechou parcerias com Booking.com, Expedia, Trip.com, Viator, GetYourGuide e Tiqets. As empresas reúnem inventários globais de hotéis, passeios, ingressos, tours guiados, experiências culturais e atrações turísticas. A integração dará ao aplicativo acesso a uma base ampla de produtos de viagem sem que o TikTok precise operar diretamente hotéis ou serviços turísticos.

A estratégia também cria uma nova frente de receita para criadores de conteúdo. Influenciadores de viagem poderão ganhar comissão ao indicar hotéis, atrações e experiências por meio do TikTok Creator Center, em um modelo semelhante ao que a plataforma já adota no comércio eletrônico.

TikTok tenta transformar inspiração em reserva

O TikTok GO foi desenhado para encurtar a jornada do consumidor. O usuário assiste a um vídeo sobre um destino, hotel, restaurante ou passeio e, dentro do próprio aplicativo, pode acessar informações sobre disponibilidade, preços, localização e formas de reserva.

A lógica é semelhante à do TikTok Shop, braço de compras da plataforma. Em vez de levar o consumidor para fora do aplicativo, a empresa tenta manter toda a experiência dentro do seu ecossistema: descoberta, comparação, decisão e conversão.

No turismo, esse modelo tem potencial relevante. Viagens costumam começar com inspiração visual. Vídeos curtos de destinos, hotéis, cafés, museus e experiências locais já influenciam decisões de consumo, principalmente entre usuários mais jovens e viajantes que buscam recomendações autênticas.

Ao incorporar reservas, o TikTok passa a disputar uma parte mais valiosa da cadeia. O aplicativo deixa de ser apenas uma vitrine de descoberta e se aproxima do momento de transação, onde estão comissões, dados de intenção de compra e relacionamento comercial com parceiros.

Parcerias dão escala ao novo serviço

A parceria com Booking.com, Expedia, Trip.com, Viator, GetYourGuide e Tiqets dá escala imediata ao TikTok GO. Em vez de montar inventário próprio, a plataforma se conecta a empresas que já possuem base global de hotéis, atrações e experiências.

Booking.com e Expedia estão entre os maiores grupos de reservas online do mundo. Trip.com tem forte presença internacional, especialmente na Ásia. Viator e GetYourGuide são plataformas relevantes para tours, passeios e experiências. A Tiqets atua com ingressos para museus, atrações culturais e pontos turísticos.

Essa rede de parceiros permite ao TikTok oferecer diferentes tipos de produtos turísticos: hotéis, passeios guiados, ingressos para atrações, experiências gastronômicas, aulas, visitas culturais e atividades locais.

Para os parceiros, o benefício está no acesso à audiência do TikTok. A plataforma se consolidou como um canal de descoberta de tendências e consumo. A integração permite que empresas de viagem capturem demanda no momento em que o usuário demonstra interesse por um destino ou experiência.

Criadores de viagem poderão receber comissão

O TikTok GO também cria um novo modelo de monetização para criadores de conteúdo. Influenciadores de viagem poderão indicar hotéis, passeios e atrações e receber comissões quando suas recomendações gerarem reservas.

Esse mecanismo reforça o papel dos creators como intermediários comerciais. No turismo, influenciadores já desempenham função relevante na escolha de destinos, hospedagens e experiências. A diferença é que a nova ferramenta aproxima a recomendação da conversão financeira.

A monetização deve ocorrer por meio do TikTok Creator Center. O criador poderá associar produtos de viagem aos seus conteúdos, permitindo que o usuário avance para a reserva diretamente pelo aplicativo.

Para o TikTok, o modelo tem dupla vantagem. Ele incentiva criadores a produzirem mais conteúdo de viagem e aumenta a chance de conversão dentro da plataforma. Para influenciadores, abre uma nova fonte de receita além de publicidade, publiposts e programas tradicionais de monetização.

Turismo digital entra na disputa dos superapps

A entrada do TikTok no turismo digital ocorre em um momento de maior disputa entre aplicativos que querem concentrar diferentes etapas da jornada de consumo. Plataformas que nasceram em entretenimento, mobilidade ou redes sociais passaram a buscar novas fontes de receita em reservas, compras e serviços.

A Uber anunciou recentemente parceria com a Expedia para permitir reservas de hotéis dentro do aplicativo nos Estados Unidos. A iniciativa inclui acesso a mais de 700 mil hospedagens, descontos para assinantes do Uber One e conclusão da reserva dentro do app, reforçando a estratégia da empresa de se aproximar de um modelo de superapp.

O TikTok segue caminho semelhante, mas com uma vantagem específica: a descoberta de destinos já acontece organicamente dentro da plataforma. O aplicativo influencia escolhas de restaurantes, cidades, hotéis e experiências antes mesmo de oferecer uma ferramenta de reserva.

Com o TikTok GO, a empresa tenta capturar valor sobre esse comportamento. A disputa passa a envolver não apenas agências de viagem online, mas também plataformas de mobilidade, redes sociais, buscadores, marketplaces e assistentes digitais.

Booking e Expedia ganham novo canal de aquisição

A presença de Booking.com e Expedia no TikTok GO mostra que as grandes plataformas de reserva também buscam novos canais de aquisição de clientes. Em um mercado cada vez mais competitivo, depender apenas de buscas tradicionais e tráfego direto pode limitar crescimento.

O TikTok oferece acesso a uma audiência engajada, com forte consumo de vídeos curtos e alta influência sobre decisões de lazer. Para empresas de turismo, aparecer no momento da inspiração pode ser mais eficiente do que disputar apenas usuários que já estão pesquisando preços.

O desafio será transformar descoberta em conversão sem prejudicar a experiência do usuário. Se a integração parecer excessivamente comercial, pode gerar resistência. Se for fluida, pode aumentar o tempo de permanência no aplicativo e gerar novas receitas para a plataforma e seus parceiros.

A estratégia também pode pressionar margens do setor. Plataformas de reservas terão de avaliar quanto estão dispostas a pagar por comissões, tráfego e vendas originadas em creators. A remuneração dos influenciadores entrará na equação econômica do produto.

Ferramenta estreia apenas nos Estados Unidos

Neste primeiro momento, o TikTok GO será lançado apenas nos Estados Unidos. A escolha reflete a relevância do mercado norte-americano para turismo, tecnologia e publicidade digital.

Os Estados Unidos também concentram forte base de usuários do TikTok e grande volume de criadores especializados em viagens, gastronomia, lifestyle e entretenimento. O país funciona como mercado-teste para produtos que podem ser ampliados posteriormente para outras regiões.

Ainda não há confirmação sobre lançamento no Brasil. Caso avance para o mercado brasileiro, o recurso pode ter impacto relevante sobre agências online, influenciadores de viagem, redes hoteleiras, destinos turísticos e plataformas de experiências.

O Brasil tem forte consumo de redes sociais e grande presença de criadores ligados a turismo, gastronomia e entretenimento. Ao mesmo tempo, o mercado de reservas é disputado por plataformas internacionais, companhias aéreas, hotéis, agências online e operadores regionais.

Viagens ganham peso na economia de criadores

O TikTok GO reforça a transformação do conteúdo de viagem em ferramenta direta de venda. Durante anos, criadores influenciavam decisões de consumo de forma indireta, por meio de recomendações, vídeos patrocinados e parcerias com marcas. Agora, a tendência é que parte dessa influência seja medida por reservas, cliques e conversões.

Essa mudança aumenta a profissionalização do setor. Criadores precisarão entender não apenas audiência, mas também produto, destino, preço, reputação, disponibilidade e comportamento de compra. Plataformas, por sua vez, terão de criar regras claras para publicidade, comissão e transparência com o usuário.

No turismo, a confiança é fator central. Uma recomendação de hotel ou passeio envolve expectativa de qualidade, segurança, localização, atendimento e custo. Se o produto entregue não corresponder ao conteúdo apresentado, a reputação do criador e da própria plataforma pode ser afetada.

Por isso, a expansão do TikTok para reservas também deve elevar a discussão sobre responsabilidade, curadoria e transparência em conteúdos comerciais. O usuário precisará identificar quando uma indicação gera comissão ao criador e quais empresas estão envolvidas na transação.

TikTok amplia pressão sobre turismo online

A chegada do TikTok GO adiciona um novo concorrente à cadeia do turismo online. O aplicativo entra em um mercado dominado por plataformas de reservas, buscadores, agências digitais e marketplaces de experiências, mas com uma vantagem competitiva baseada em descoberta visual e influência social.

A plataforma não precisa convencer o usuário a procurar por viagem. Esse comportamento já existe dentro do aplicativo. A aposta é transformar a atenção gerada por vídeos curtos em receita transacional, conectando criadores, viajantes e fornecedores.

Para o setor de turismo, o movimento sinaliza que a disputa por clientes começa cada vez mais cedo, antes da pesquisa formal por preço. Destinos, hotéis, atrações e operadores terão de se adaptar a um ambiente em que a decisão pode nascer de um vídeo de poucos segundos e terminar em uma reserva imediata.

O TikTok GO estreia nos Estados Unidos, mas sua lógica aponta para uma mudança mais ampla: entretenimento, comércio e turismo estão se aproximando dentro dos mesmos aplicativos. Se o modelo ganhar escala, a plataforma poderá alterar a forma como consumidores descobrem, comparam e compram experiências de viagem.

Tags: aplicativosBooking.comcriadores de conteúdoExpediaGetYourGuidereservas de hotéissocial commercetecnologiaTikTokTikTok GOTiqetsTrip.comTurismoviagensViator

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Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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