terça-feira, 18 de agosto de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

WEG (WEGE3) recebe dupla recomendação de compra após 2T26; preço-alvo chega a R$ 60

Bradesco BBI e JPMorgan elevam recomendação, enquanto Itaú BBA vê retomada do crescimento; tarifas dos EUA pressionam margens.

por Alice Nascimento
27/07/2026 às 12h59
em Empresas
Weg (Wege3) Recebe Dupla Recomendação De Compra Após 2T26; Preço-Alvo Chega A R$ 60 - Gazeta Mercantil - Empresas

As ações da WEG (WEGE3) receberam duas elevações de recomendação nesta segunda-feira, 27 de julho, depois que o balanço do segundo trimestre de 2026 reforçou a percepção de que a fabricante de equipamentos elétricos atravessou a fase de menor crescimento e poderá acelerar receitas nos próximos trimestres. Bradesco BBI e JPMorgan passaram a recomendar a compra dos papéis, enquanto o Itaú BBA manteve avaliação positiva e elevou o preço-alvo, apoiado na recuperação sequencial do resultado, na manutenção das margens e na expansão da capacidade produtiva.

A reação inicial foi forte. As ações da WEG chegaram a avançar 5,44% nas primeiras negociações, a R$ 48,49, figurando entre as maiores altas do Ibovespa. O movimento perdeu força ao longo da manhã e, por volta das 11h40, os papéis eram negociados a R$ 46,10, perto da estabilidade.

A devolução de quase todo o ganho mostrou que, apesar da melhora na avaliação dos bancos, o mercado ainda procura sinais mais consistentes de retomada. A companhia entregou um trimestre operacionalmente sólido, mas a receita e o lucro permaneceram abaixo dos números registrados um ano antes.

O que mudou na leitura dos analistas não foi apenas o desempenho entre abril e junho. O balanço trouxe elementos que sustentam uma possível inflexão: crescimento da receita externa em dólares, retomada de equipamentos industriais, carteira saudável de projetos de infraestrutura elétrica e avanço de investimentos destinados a ampliar a produção no Brasil e no exterior.

Bradesco BBI vê potencial de 30% para as ações da WEG

O Bradesco BBI elevou a recomendação das ações da WEG de neutra para compra e aumentou o preço-alvo de R$ 48 para R$ 60. O novo valor representa potencial de valorização de 30,5% em relação ao fechamento de R$ 45,99 registrado na sexta-feira, 24.

Na avaliação do banco, a WEG reúne uma combinação mais favorável entre perspectivas de longo prazo, melhora do ritmo operacional no curto prazo e preço de mercado menos exigente do que em outros momentos. A companhia negocia, segundo os cálculos do BBI, a cerca de 27 vezes o lucro estimado para os 12 meses seguintes, ligeiramente abaixo da média histórica e de fabricantes globais comparáveis.

O múltiplo permanece elevado em relação à maior parte das empresas industriais da Bolsa. No caso da WEG, porém, o mercado costuma atribuir um prêmio à ação pela capacidade de crescimento, presença internacional, baixo endividamento e retorno elevado sobre o capital investido.

A mudança de recomendação indica que o BBI considera mais equilibrada a relação entre risco e retorno. O banco estima que o crescimento anual da receita poderá alcançar 11% no quarto trimestre de 2026, avançar para 17% em 2027 e permanecer próximo de 16% em 2028.

Essa trajetória dependerá da entrada em operação de novas linhas de produção, do aumento das entregas e do ganho de escala em negócios ligados à eletrificação, redes de energia, motores industriais e infraestrutura para data centers.

JPMorgan passa a recomendar compra e fixa alvo de R$ 56

O JPMorgan também elevou a recomendação das ações da WEG de neutra para compra. O preço-alvo foi definido em R$ 56, equivalente a um potencial de valorização de 21,8% sobre o fechamento da sessão anterior.

A revisão reforçou a mudança de percepção sobre a velocidade de crescimento da companhia. Após uma sequência de resultados que provocaram ajustes negativos nas projeções, os bancos passaram a avaliar que as estimativas podem começar a subir novamente à medida que a produção adicional seja incorporada às operações.

O Itaú BBA, que já recomendava compra, elevou o preço-alvo de R$ 48 para R$ 50. O potencial calculado sobre o último fechamento é de 8,7%, inferior ao projetado por Bradesco BBI e JPMorgan, mas acompanhado de uma visão mais favorável sobre a direção dos resultados.

Para o BBA, o período mais fraco da WEG ficou para trás. A expectativa é que o crescimento, atualmente entre um dígito alto e dois dígitos baixos em determinadas linhas, retorne gradualmente à faixa de 15% a 20% a partir do segundo semestre de 2026.

As projeções não representam garantia de valorização. Preços-alvo dependem de premissas sobre crescimento, câmbio, margens, investimentos, custo de capital e demanda, e podem ser revistos quando essas condições mudam.

Balanço mostra recuperação sequencial, mas queda anual

A WEG registrou lucro líquido de R$ 1,56 bilhão no segundo trimestre, queda de 2,1% em relação ao mesmo período de 2025. Na comparação com os três primeiros meses de 2026, houve crescimento de 7%.

O resultado ficou próximo das expectativas do mercado. Mais importante para os analistas foi a capacidade de preservar a rentabilidade mesmo diante da combinação entre custos mais altos de matérias-primas, valorização do real e tarifas de importação nos Estados Unidos.

O Ebitda, indicador que mede o desempenho operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização, alcançou R$ 2,21 bilhões. O valor caiu 2,1% na comparação anual, mas avançou 5,2% sobre o primeiro trimestre.

A margem Ebitda ficou em 21,8%, 0,3 ponto percentual abaixo do segundo trimestre de 2025 e 0,4 ponto abaixo dos três primeiros meses do ano. Embora tenha recuado, o nível foi considerado resiliente diante das pressões sobre custos e do ciclo de investimentos em expansão.

A receita operacional líquida totalizou R$ 10,14 bilhões, retração de 0,6% em 12 meses e avanço de 7,1% na comparação trimestral. Os números confirmam que a companhia ainda não retomou o crescimento anual consolidado, mas indicam recuperação em relação ao início do ano.

Mercado externo cresce 14,7% em dólares

O desempenho internacional foi um dos principais pontos positivos do balanço. A receita externa somou R$ 6,17 bilhões, crescimento de 2,3% em reais sobre o segundo trimestre de 2025.

Em dólares, o avanço foi mais expressivo: 14,7%, para US$ 1,22 bilhão. A diferença ocorreu porque a valorização do real reduziu o valor contábil das vendas internacionais quando convertido para a moeda brasileira.

A cotação média do dólar utilizada pela companhia caiu de R$ 5,67 no segundo trimestre de 2025 para R$ 5,05 entre abril e junho de 2026. Ajustada pelas aquisições recentes e medida nas moedas locais, a receita externa cresceu 11,8%.

A América do Norte respondeu por metade das vendas internacionais e apresentou crescimento de 20% em dólares. A Europa avançou 16,3%, enquanto a região da Ásia-Pacífico cresceu 7,1%.

A diversificação geográfica reduz a dependência da atividade econômica brasileira e protege parcialmente a WEG em períodos de desaceleração doméstica. Ao mesmo tempo, aumenta a exposição da companhia a variações cambiais, políticas comerciais e custos de produção em diferentes países.

Motores industriais e data centers sustentam expansão

A área de Equipamentos Eletroeletrônicos Industriais, responsável por 51,4% da receita da WEG, apresentou melhora relevante no mercado interno. As vendas domésticas do segmento cresceram 16,5% em relação ao segundo trimestre de 2025.

A companhia destacou maior demanda por equipamentos de ciclo curto, como motores elétricos de baixa tensão e redutores, além de evolução nas vendas de motores de alta tensão e painéis de automação. O setor de papel e celulose teve participação importante nas entregas de equipamentos de maior porte.

No exterior, a receita da divisão industrial cresceu 1,9%. A demanda permaneceu favorável na Europa e nos Estados Unidos, principalmente nos segmentos de óleo e gás e em sistemas de ventilação e refrigeração destinados a data centers.

A expansão da infraestrutura de inteligência artificial exige centros de processamento com alto consumo de energia, sistemas de resfriamento e fornecimento elétrico confiável. A WEG participa dessa cadeia com motores, geradores, transformadores e outras soluções de energia.

No segmento de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia, as vendas externas avançaram 5,8%. A companhia registrou bom volume de entregas de equipamentos para reforço das redes elétricas americanas e de geradores da Marathon destinados à energia de reserva de data centers.

Ausência de novos projetos solares pressiona mercado brasileiro

O principal ponto fraco do trimestre permaneceu concentrado na divisão de energia no Brasil. A receita doméstica de Geração, Transmissão e Distribuição caiu 22,9% em comparação com o segundo trimestre de 2025.

A redução foi provocada principalmente pela ausência de novos projetos de geração solar centralizada em 2026. A demanda por equipamentos destinados à geração distribuída permaneceu, mas não foi suficiente para compensar a queda dos grandes contratos.

Em sentido contrário, as entregas de transformadores de grande porte e subestações avançaram, impulsionadas por projetos ligados aos leilões de transmissão. A WEG também informou que mantém uma carteira saudável em geradores, transformadores e compensadores síncronos.

A recuperação da divisão dependerá da conversão dessa carteira em receita e da entrada de novos projetos de infraestrutura. Esse processo pode ocorrer de maneira irregular, porque equipamentos de grande porte possuem ciclos de produção e entrega mais longos.

Tarifas dos EUA entram no centro das projeções

As tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos constituem o principal risco de curto prazo apontado pelos bancos. A própria WEG reconheceu que as cobranças já afetaram a margem bruta no segundo trimestre, ao lado do aumento do custo de matérias-primas, especialmente o cobre.

A margem bruta encerrou o período em 33,2%, abaixo dos 33,7% registrados um ano antes. Na comparação com o primeiro trimestre, contudo, houve aumento de 1,6 ponto percentual.

Para o Itaú BBA, o efeito das tarifas deverá ser acompanhado nos meses seguintes, especialmente quanto à possibilidade de isenções, reembolsos, alterações na carga efetiva e eventuais impactos sobre a demanda dos clientes.

O Bradesco BBI também considera as tarifas um obstáculo para as margens no segundo semestre. O banco avalia, porém, que parte da pressão pode ser compensada por ganhos de escala, repasses de preços e aumento da produção nas novas instalações.

A presença industrial da WEG nos Estados Unidos e em outros países reduz, mas não elimina, os riscos comerciais. O impacto final depende da origem de cada produto, da cadeia de componentes e da capacidade de redirecionar a fabricação entre unidades.

Investimentos de R$ 794,9 milhões preparam nova capacidade

A WEG investiu R$ 794,9 milhões no segundo trimestre em modernização, expansão produtiva, máquinas, equipamentos e licenças de software. Do total, 44,5% foram destinados ao Brasil e 55,5% às operações internacionais.

No mercado brasileiro, os recursos foram direcionados à ampliação da produção de equipamentos de transmissão e distribuição, à modernização das fábricas de motores de baixa tensão e ao aumento da capacidade de equipamentos de grande porte em Jaraguá do Sul, em Santa Catarina.

No exterior, a companhia avançou nas expansões das fábricas de transformadores no México, na Colômbia e nos Estados Unidos, além de investir no aumento da capacidade produtiva na China.

O ciclo de investimentos pressiona despesas no curto prazo, porque novas estruturas exigem contratação de pessoal e custos de preparação antes de atingir o volume planejado. Quando a utilização das fábricas aumenta, a alavancagem operacional pode elevar receitas e diluir despesas.

Essa é uma das bases da projeção mais otimista dos bancos. A aceleração esperada para 2027 e 2028 pressupõe que a capacidade adicional seja ocupada por encomendas e que a demanda por infraestrutura elétrica permaneça aquecida.

Caixa líquido e ROIC sustentam prêmio da ação

A WEG encerrou junho com caixa líquido de R$ 3,74 bilhões, acima dos R$ 2,65 bilhões registrados no fim de 2025. A posição financeira permite financiar a expansão sem elevar de forma relevante o risco de endividamento.

O retorno sobre o capital investido atingiu 33,6%, crescimento de 0,7 ponto percentual em 12 meses. O indicador é acompanhado de perto porque mede a capacidade da empresa de gerar resultados a partir dos recursos aplicados em suas operações.

Mesmo com o aumento do capital empregado em fábricas e ativos produtivos, a companhia preservou o ROIC em patamar elevado. A combinação entre rentabilidade, caixa líquido e diversificação internacional ajuda a explicar por que as ações da WEG negociam com múltiplos superiores aos de outras empresas industriais.

Os investidores também acompanham os gastos em pesquisa, desenvolvimento e inovação. No primeiro semestre, a WEG destinou R$ 736,2 milhões a essas atividades, o equivalente a 3,8% da receita acumulada no ano.

Revisões positivas elevam exigência para os próximos balanços

As novas recomendações retiram parte do pessimismo que se acumulou após trimestres de desaceleração, mas também aumentam a exigência sobre as próximas divulgações. Para justificar os preços-alvo entre R$ 50 e R$ 60, a WEG terá de transformar investimentos e carteira de pedidos em crescimento efetivo.

O mercado deverá observar a recuperação da receita doméstica, a utilização das novas fábricas, o comportamento das margens e o efeito das tarifas dos Estados Unidos. A evolução da demanda por transformadores, motores industriais, equipamentos para redes elétricas e soluções destinadas a data centers também será determinante.

O segundo trimestre não marcou uma retomada completa: receita, Ebitda e lucro ainda recuaram na comparação anual. O balanço, entretanto, apresentou crescimento sequencial, expansão internacional em moedas constantes e manutenção de retornos elevados.

A tese dos bancos é que esses sinais antecipam uma fase mais forte a partir do segundo semestre. A volatilidade das ações nesta segunda-feira mostrou que o mercado recebeu a revisão com interesse, mas ainda exige comprovação nos números antes de incorporar integralmente o cenário de aceleração ao preço da WEG (WEGE3).

Tags: ações da WEGbalanço da WEGBradesco BBIdata centersEmpresasItaú BBAJPMorganpreço-alvo WEGE3resultados 2T26WEGWEGE3

LEIA MAIS

Fidcs - Gazeta Mercantil
Mercados

FIDCs já respondem por 37% das operações do mercado de capitais em 2026

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) deixaram de ocupar uma posição periférica no mercado financeiro brasileiro. No primeiro semestre de 2026, esses veículos movimentaram R$ 53,1...

Leia MaisDetails
Apex Partners Revela Passivo De R$ 985,6 Milhões E Busca Proteção Judicial - Gazeta Mercantil
Empresas

Apex Partners: Justiça bloqueia bens de Fernando Cinelli e quebra sigilo bancário

A Justiça do Espírito Santo determinou o bloqueio dos bens de Fernando Antonio Kulnig Cinelli, fundador e ex-presidente da Apex Partners, e a quebra de seu sigilo bancário...

Leia MaisDetails
Casas Bahia Lança Debêntures De R$ 3,95 Bilhões Para Reestruturar Dívida - Gazeta Mercantil
Empresas

BHIA3 perde 99,9% desde pico de 2020; entenda a derrocada das ações da Casas Bahia

A trajetória das ações do Grupo Casas Bahia (BHIA3) nos últimos seis anos resume em números a deterioração financeira de uma das empresas mais conhecidas do varejo brasileiro....

Leia MaisDetails
Braskem (Brkm5) -Gazeta Mercantil
Empresas

Braskem (BRKM5) sofre rebaixamento da Fitch para ‘RD’ após calote em juros

A crise financeira da Braskem (BRKM5) entrou em uma nova fase depois que a Fitch Ratings rebaixou a classificação de crédito da petroquímica de “C” para “RD” —...

Leia MaisDetails
Nestlé - Gazeta Mercantil
Empresas

Nestlé mira usuários de Ozempic e Mounjaro e transforma GLP-1 em novo mercado

A Nestlé está transformando uma das maiores ameaças recentes à indústria de alimentos processados em uma nova frente de negócios. O avanço dos medicamentos da classe GLP-1, associados...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

21:13:03
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DOLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado

Veja Também

Renan Santos - Gazeta Mercantil
Política

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Leia MaisDetails
Valuation: O Que É, Como Calcular E Quais Métodos Definem O Valor De Uma Empresa - Gazeta Mercantil
Negócios

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Leia MaisDetails
Dólar Hoje Fecha A R$ 5,22 Com Tensão No Oriente Médio E Ata Do Fed No Radar - Gazeta Mercantil - Empresas
Dólar

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

Leia MaisDetails
Deputado Gilvan Da Federal - Gazeta Mercantil
Política

STF torna Gilvan da Federal réu por injúria contra Lula

Leia MaisDetails
Ibovespa Hoje - B3 - Gazeta Mercantil
Ibovespa

Ibovespa hoje cai pela 11ª sessão seguida e fecha aos 166 mil pontos; dólar sobe a R$ 5,22

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

STF torna Gilvan da Federal réu por injúria contra Lula

Ibovespa hoje cai pela 11ª sessão seguida e fecha aos 166 mil pontos; dólar sobe a R$ 5,22

FIDCs já respondem por 37% das operações do mercado de capitais em 2026

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP