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99Pay capta R$ 700 milhões para acelerar expansão de crédito digital

por João Souza - Repórter de Negócios
19/02/2026 às 22h21 - Atualizado em 15/05/2026 às 17h08
em Negócios, Destaque, Notícias
99Pay Ultrapassa Marca De R$ 1,2 Bilhão Em Empréstimo Pessoal; Veja

99Pay capta R$ 700 milhões para acelerar expansão da carteira de crédito

A 99Pay, fintech brasileira de soluções financeiras digitais, anunciou a captação de R$ 700 milhões por meio da emissão de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), reforçando a estratégia de expansão de sua carteira de crédito. A operação, estruturada pelo Bradesco BBI como coordenador exclusivo, contou com a participação do próprio banco em coinvestimento, em alinhamento com a 99, fortalecendo a confiança do mercado na robustez financeira da plataforma.

Essa é a terceira emissão de FIDC realizada pela fintech com foco no financiamento do crescimento da 99Pay, consolidando sua trajetória de expansão e demonstrando o potencial da empresa em fortalecer sua presença no mercado de serviços financeiros digitais. Com a operação, a fintech amplia significativamente a capacidade de concessão de crédito, atendendo a demanda crescente de consumidores e empresas que buscam soluções digitais ágeis e seguras.


Carteira de crédito da 99Pay ultrapassa R$ 1,8 bilhão

Atualmente, a 99Pay possui uma carteira ativa de crédito de aproximadamente R$ 1,8 bilhão. Desde o início das operações da conta digital, em novembro de 2022, a fintech já superou a marca de R$ 6 bilhões em empréstimos concedidos, consolidando-se como um dos principais players do segmento de crédito digital no Brasil.

Com o aporte de R$ 700 milhões, a empresa projeta ampliar ainda mais a oferta de soluções financeiras, incluindo linhas de crédito para pessoa física e jurídica, tornando a 99Pay uma referência em inovação financeira e acesso a crédito com tecnologia avançada.


Estratégia de crescimento sustentável da 99Pay

A iniciativa de emissão do FIDC reforça a estratégia de crescimento sustentável da 99Pay, que combina tecnologia, análise de risco e diversificação de produtos para ampliar sua participação no mercado financeiro. Segundo executivos da fintech, o capital captado será destinado ao aumento da carteira de crédito, mas também à melhoria contínua da experiência do cliente, investindo em segurança digital e automação de processos internos.

Além disso, a 99Pay busca consolidar-se como um hub financeiro completo, oferecendo não apenas crédito, mas também soluções de pagamentos, gerenciamento de despesas e serviços digitais integrados, atraindo tanto clientes individuais quanto empresas de pequeno e médio porte.


Papel do Bradesco BBI na operação

O Bradesco BBI, coordenador exclusivo do FIDC, desempenhou papel central na estruturação da operação, validando a robustez do modelo de negócios da 99Pay e participando como investidor estratégico. A colaboração entre fintech e banco reforça a confiança do mercado institucional na capacidade da 99Pay de gerar retorno sustentável, ao mesmo tempo em que fortalece a governança corporativa da empresa.

Segundo analistas de mercado, a participação do Bradesco BBI indica maturidade financeira e atratividade da 99Pay como emissora de ativos estruturados, elevando sua visibilidade perante investidores institucionais.


Fintechs brasileiras e expansão de crédito digital

A operação da 99Pay evidencia uma tendência crescente entre fintechs brasileiras: a utilização de FIDCs para financiar expansão de crédito. Esse modelo permite alavancar recursos, mantendo equilíbrio entre risco e retorno, e ampliar a base de clientes de forma escalável.

Especialistas do setor apontam que a combinação de tecnologia de análise de crédito, baixo custo operacional e digitalização de processos torna fintechs como a 99Pay competitivas frente a bancos tradicionais, permitindo atender rapidamente a demanda por crédito no mercado nacional.


Crescimento da 99Pay em números

Desde sua fundação, a 99Pay vem registrando crescimento acelerado. Além de superar R$ 6 bilhões em empréstimos concedidos, a fintech mantém um portfólio diversificado de clientes e produtos financeiros, com destaque para:

  • Crédito pessoal e consignado digital;

  • Soluções de pagamento integradas;

  • Ferramentas de gestão financeira para empresas;

  • Inovação em análise de risco via inteligência artificial.

A captação de R$ 700 milhões representa um marco estratégico, permitindo à 99Pay não apenas ampliar a carteira de crédito, mas também investir em tecnologia e escalabilidade operacional.


Expansão da oferta de crédito no Brasil

Com os recursos captados, a 99Pay planeja ampliar a oferta de crédito em diferentes segmentos, incluindo pequenas e médias empresas que buscam soluções ágeis de financiamento. A fintech busca atender nichos de mercado historicamente subatendidos, democratizando o acesso ao crédito digital e consolidando sua presença em território nacional.

O investimento também visa aprimorar ferramentas de análise de risco e gestão de inadimplência, garantindo sustentabilidade e segurança na concessão de crédito, fortalecendo a reputação da 99Pay entre clientes e investidores.


Cenário de fintechs e mercado de FIDCs

O mercado de FIDCs tem se mostrado um instrumento eficiente para fintechs que desejam acelerar crescimento. No caso da 99Pay, a operação contribui para aumentar a liquidez da carteira de crédito e oferece transparência aos investidores sobre a performance da fintech.

Segundo especialistas financeiros, operações como essa fortalecem a confiança no setor de fintechs, criando precedentes para novas captações e estimulando investimentos institucionais no mercado brasileiro de crédito digital.


Relevância da 99Pay no ecossistema financeiro digital

A 99Pay se destaca no ecossistema financeiro digital por integrar tecnologia, gestão de risco e serviços financeiros completos. A fintech atua como um facilitador do crédito no Brasil, oferecendo soluções rápidas e seguras para clientes que buscam alternativas digitais aos bancos tradicionais.

O crescimento da carteira de crédito e a captação de recursos por meio do FIDC reforçam a posição da 99Pay como líder emergente no setor, contribuindo para a transformação digital do mercado financeiro brasileiro.


Perspectivas para o futuro da 99Pay

Com a conclusão bem-sucedida da captação de R$ 700 milhões, a 99Pay projeta consolidar sua liderança em crédito digital, expandir a base de clientes e diversificar produtos financeiros. Além disso, a fintech continuará investindo em inovação tecnológica, aprimorando inteligência artificial e automação de processos, fortalecendo competitividade e eficiência operacional.

Especialistas do mercado financeiro apontam que a 99Pay está posicionada para se tornar referência em crédito digital, atraindo novos investidores e mantendo a confiança de parceiros estratégicos como o Bradesco BBI.

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Segundo A Versão Divulgada Pela Fintech, A Azara Capital Teria Adquirido A Naskar E Outras Empresas Do Grupo, Como 7Trust E Next, Assumindo A Responsabilidade Por Tratativas Voltadas Ao Ressarcimento Dos Clientes. O Caso, Porém, Passou A Levantar Questionamentos Sobre A Própria Azara Capital. A Empresa Não Apresenta Em Seu Site Nomes De Presidente, Diretores, Sócios Ou Responsáveis Pela Gestão. A Página Informa Um Endereço Em Miami, Nos Estados Unidos, Mas A Localização Indicada Aparece Associada Ao Ocean Bank, Banco Comercial Independente Da Flórida. Em Buscas Por “Azara Capital” Em Plataformas De Geolocalização, Não Há Indicação Clara De Sede Própria Da Companhia. Além Disso, A Presença Digital Da Empresa É Recente. O Perfil Da Azara Capital No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E, Até A Manhã Desta Quinta-Feira, Contava Com Apenas Três Publicações. Após A Repercussão Da Suposta Compra Da Naskar, O Perfil Passou Por Alterações, Incluindo Arquivamento De Postagem, Mudanças Na Biografia, Remoção De Contas Seguidas E Bloqueio De Comentários. Naskar Deixou Investidores Sem Acesso Ao Aplicativo A Crise Da Naskar Começou Após A Fintech Não Realizar O Pagamento Mensal De Rendimentos Previsto Para 4 De Maio. Clientes Tentaram Contato Com Os Sócios Da Empresa Para Entender O Motivo Do Atraso, Mas, Segundo Relatos Reunidos No Texto-Base, Não Obtiveram Resposta. A Situação Se Agravou Quando O Aplicativo Da Naskar, Usado Pelos Investidores Para Acompanhar O Patrimônio Aplicado, Deixou De Funcionar Em 6 De Maio. Desde Então, Clientes Passaram A Relatar Dificuldade Para Acessar Informações Sobre Seus Saldos, Rendimentos E Eventual Cronograma De Devolução. A Naskar Atuava Há 13 Anos Captando Recursos De Clientes Com Promessa De Retorno De 2% Ao Mês, Patamar Muito Superior Ao Praticado Em Produtos Financeiros Tradicionais. Pela Estrutura Divulgada Aos Investidores, A Empresa Recebia Valores E Se Comprometia A Administrar O Patrimônio Dos Clientes, Pagando Rendimentos Mensais. O Modelo Atraiu Investidores De Diferentes Regiões Do País. A Crise, No Entanto, Expôs Riscos De Estruturas Privadas De Captação Com Promessa De Retorno Recorrente E Elevado. Quando Pagamentos Deixam De Ser Feitos, A Relação Entre Empresa E Cliente Rapidamente Passa Do Campo Comercial Para O Judicial E Regulatório. Segundo O Texto-Base, Os Valores A Serem Devolvidos Ou Ao Menos Esclarecidos Aos Clientes Superam R$ 900 Milhões. A Naskar, Por Sua Vez, Afirmou Que A Transação Com A Azara Capital Seria Uma “Operação Estratégica Voltada À Reorganização Das Atividades E À Continuidade Do Suporte Aos Investidores”. Azara Capital Não Informa Diretoria Nem Estrutura Operacional Um Dos Principais Pontos De Atenção É A Falta De Informações Institucionais Detalhadas Sobre A Azara Capital. O Site Da Empresa Não Informa Quem Ocupa Cargos De Comando, Quais São Os Responsáveis Pela Operação, Qual É A Estrutura Societária Ou Quais Executivos Responderiam Pelo Processo De Aquisição Da Naskar. Em Uma Operação Que Envolveria Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão E A Assunção De Passivos Com Milhares De Investidores, A Ausência De Dados Públicos Sobre Governança Amplia A Incerteza. Para Investidores E Credores, A Identificação Dos Responsáveis Pela Empresa É Elemento Básico Para Avaliar Capacidade Financeira, Histórico, Experiência E Responsabilidade Sobre Compromissos Assumidos. Outro Ponto Citado No Texto-Base Envolve O Endereço Físico Informado Pela Azara Capital. A Localização Indicada Em Miami Aparece Associada Ao Ocean Bank, Não A Uma Sede Própria Identificável Da Empresa. Buscas Por “Azara Capital” Em Aplicativos E Sites De Geolocalização Também Não Retornariam Resultados Consistentes. A Ausência De Presença Consolidada Em Plataformas Públicas Não Comprova, Por Si Só, Irregularidade. Ainda Assim, Em Uma Transação De Grande Porte Envolvendo Investidores Prejudicados, A Falta De Dados Verificáveis Aumenta A Necessidade De Esclarecimentos. A Reportagem Também Aponta Que A Azara Capital Não Aparece Como Regulada Ou Cadastrada Em Órgãos De Fiscalização Americanos Como A Securities And Exchange Commission E A Financial Industry Regulatory Authority. Essas Informações São Relevantes Porque A Empresa Se Apresenta Como Sediada Nos Estados Unidos E Vinculada Ao Mercado Financeiro. Perfil Em Rede Social Passou Por Mudanças Após Repercussão A Presença Da Azara Capital Em Redes Sociais Também Entrou No Centro Das Dúvidas. O Perfil Da Empresa No Instagram Teria Sido Criado Há Poucos Meses E Exibia Poucas Publicações Até A Divulgação Da Suposta Transação Envolvendo A Naskar. Durante A Quinta-Feira, Após O Nome Da Empresa Ganhar Repercussão, Foram Observadas Mudanças No Perfil. Uma Publicação Que Mencionava “Capital Rápido Para Negócios Imobiliários” Teria Sido Arquivada. A Conta, Que Seguia 18 Perfis, Deixou De Seguir Todos Eles. A Opção De Comentários Nas Publicações Também Foi Bloqueada. O Perfil Da Empresa Não Teria Conta Correspondente No Linkedin, Plataforma Normalmente Usada Por Instituições Financeiras, Gestoras E Empresas De Serviços Corporativos Para Apresentar Equipe, Histórico, Área De Atuação E Estrutura De Negócios. As Alterações Nas Redes Sociais Não Significam, Isoladamente, Irregularidade. No Entanto, Em Um Contexto De Crise Envolvendo Quase R$ 1 Bilhão Em Recursos De Investidores, Mudanças Rápidas Em Canais Públicos De Comunicação Tendem A Reforçar A Pressão Por Transparência. Para Os Clientes Da Naskar, A Principal Preocupação É Saber Quem Assumirá A Responsabilidade Pelos Valores Aplicados, De Onde Virão Os Recursos Para Eventual Devolução E Qual Será O Prazo Real Para O Início Dos Pagamentos. Douglas Silva De Oliveira Aparece Ligado À Azara Segundo A Apuração Mencionada No Texto-Base, O Empresário Douglas Silva De Oliveira Se Apresentava Como Responsável Pela Azara Capital. Em Perfil Pessoal No Instagram, Ele Declarava Ser Fundador E Diretor Da Instituição, Mas A Informação Teria Sido Retirada Horas Após A Divulgação Da Transação Envolvendo A Naskar. Douglas Silva De Oliveira Consta Como Administrador E Sócio-Administrador De 11 Empresas Brasileiras, Sediadas No Distrito Federal E Em Diferentes Estados. Várias Dessas Companhias Têm Capitais Sociais Milionários, Segundo Os Dados Citados No Texto-Base. A Ligação Entre Douglas, Azara Capital E Naskar Passou A Ser Observada Com Mais Atenção Justamente Pelo Tamanho Da Operação Anunciada. A Suposta Compra De Uma Fintech Em Crise, Com Milhares De Investidores Aguardando Reembolso, Exige Comprovação De Capacidade Financeira E Clareza Sobre A Estrutura Jurídica Da Transação. A Naskar Informou Que A Azara Capital Passaria A Ser Responsável Pelo Contato Com Clientes Interessados Em Saber Quando Terão Seu Dinheiro De Volta. A Fintech Também Afirmou Que As Tratativas Para Devolução Começariam A Partir Da Semana Seguinte Ao Anúncio. Até A Última Atualização Do Texto-Base, Representantes Da Azara Capital Não Haviam Respondido A Tentativas De Contato Por Telefone, Whatsapp E E-Mail. Operação Envolveria Naskar, 7Trust E Next A Transação Anunciada Pela Naskar Não Se Limitaria À Gestora. Segundo A Empresa, A Azara Capital Teria Adquirido Também Outras Duas Companhias Do Grupo: 7Trust E Next. O Objetivo Declarado Seria Reorganizar As Atividades, Consolidar Informações Operacionais, Revisar Processos Existentes E Avançar Na Liquidação Com Investidores. O Valor Informado Para A Operação É De Aproximadamente R$ 1,2 Bilhão. A Cifra É Próxima Ao Montante Que Precisa Ser Devolvido Ou Explicado Aos Cerca De 3 Mil Clientes Da Fintech. Esse Alinhamento Entre Valor Da Transação E Passivo Estimado Aumenta A Importância De Documentação Verificável. Em Operações De Aquisição, Especialmente Quando Há Passivos Relevantes E Clientes Prejudicados, É Essencial Diferenciar Anúncio De Intenção, Assinatura De Contrato, Transferência Efetiva De Controle E Execução Financeira. Sem Esses Elementos, Investidores Seguem Expostos À Incerteza. A Naskar Disse Que Os Próximos Passos Envolveriam Continuidade Do Processo De Circularização, Consolidação De Informações Operacionais, Revisão Técnica Dos Processos E Liquidação Com Os Investidores. Circularização É Um Procedimento Usado Para Confirmar Saldos, Obrigações E Dados Junto Às Partes Envolvidas. Na Prática, Esse Processo Pode Ser Decisivo Para Definir Quanto Cada Investidor Tem A Receber, Quais Contratos Serão Reconhecidos, Qual A Ordem De Pagamento E De Que Forma Eventuais Divergências Serão Tratadas. Promessa De Rendimento De 2% Ao Mês Elevou Risco Da Operação A Naskar Construiu Sua Base De Clientes Oferecendo Retorno De 2% Ao Mês. Em Termos Financeiros, Esse Patamar Representa Uma Remuneração Elevada, Especialmente Quando Comparada A Alternativas Tradicionais De Renda Fixa E Produtos Bancários Regulados. Promessas De Retorno Acima Do Mercado Não Significam Automaticamente Fraude Ou Irregularidade, Mas Exigem Explicação Robusta Sobre Estratégia, Risco, Liquidez, Garantias E Fonte Dos Ganhos. Quanto Maior A Rentabilidade Prometida, Maior Tende A Ser A Necessidade De Transparência. No Caso Da Naskar, Os Clientes Aplicavam Recursos Esperando Receber Rendimentos Mensais. O Exemplo Citado No Texto-Base Mostra Que Um Investimento De R$ 1 Milhão Geraria Pagamento Mensal De R$ 20 Mil. Essa Previsibilidade De Fluxo Ajudou A Atrair Investidores, Mas Também Ampliou O Impacto Quando Os Pagamentos Foram Interrompidos. Durante Anos, Segundo Relatos, A Empresa Teria Funcionado Sem Grandes Problemas Para Os Clientes. A Quebra Do Padrão De Pagamentos No Início De Maio, No Entanto, Foi Suficiente Para Desencadear Uma Corrida Por Informações E Colocar A Empresa Sob Forte Pressão. Além Da Falta De Pagamento, A Interrupção Do Aplicativo Agravou O Cenário. Sem Acesso Ao Sistema, Investidores Ficaram Sem Uma Ferramenta Direta Para Verificar Patrimônio, Rendimentos E Movimentações. Caso Coloca Governança Da Suposta Compradora Sob Pressão A Suposta Compra Da Naskar Pela Azara Capital Poderia Representar Uma Alternativa De Reorganização Para A Fintech, Mas A Falta De Informações Públicas Sobre A Compradora Dificulta A Avaliação Da Operação. A Ausência De Executivos Identificados No Site, O Endereço Associado A Outro Banco, O Perfil Recente Em Rede Social E A Falta De Cadastro Aparente Em Órgãos Reguladores Americanos Formam Um Conjunto De Pontos Que Exigem Esclarecimento. Para Os Investidores, O Fator Central Continua Sendo A Devolução Dos Recursos. Qualquer Solução Dependerá De Cronograma, Comprovação De Caixa, Validação Dos Saldos E Formalização Das Responsabilidades Assumidas Pela Empresa Que Teria Comprado A Naskar. Para O Mercado Financeiro, O Caso Reforça O Debate Sobre Estruturas De Captação Privada, Fintechs Que Operam Fora Do Circuito Tradicional De Instituições Reguladas E Promessas De Rentabilidade Recorrente Acima Dos Padrões De Mercado. A Crise Também Pode Aumentar A Pressão Sobre Distribuidores, Intermediários E Empresas Que Apresentaram A Naskar A Investidores. Em Disputas Desse Tipo, Clientes Frequentemente Buscam Responsabilizar Todos Os Agentes Que Participaram Da Oferta, Recomendação Ou Operacionalização Dos Contratos. Enquanto A Azara Capital Não Apresentar Informações Verificáveis Sobre Sua Estrutura, Seus Executivos, Sua Autorização Regulatória E Sua Capacidade Financeira, A Suposta Aquisição Tende A Permanecer Cercada Por Dúvidas. O Desfecho Do Caso Dependerá Menos Do Anúncio Da Compra E Mais Da Comprovação De Que Há Recursos, Governança E Instrumentos Jurídicos Suficientes Para Devolver O Dinheiro Dos Investidores. - Gazeta Mercantil
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