terça-feira, 18 de agosto de 2026
contato@gazetamercantil.com
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
GAZETA MERCANTIL
Home Empresas

SpaceX (SPCX) volta para perto do preço do IPO e Starship vira teste de US$ 1,8 trilhão

Ação apaga parte dos ganhos da estreia, enquanto investidores avaliam prejuízo de US$ 4,9 bilhões, expansão da Starlink e riscos do Starship.

por João Souza
13/07/2026 às 14h58
em Empresas
Spacex Testa Tese De Us$ 10 Trilhões Com Starship Após Ipo De Us$ 75 Bilhões E Redefine Economia Do Lançamento-Gazeta Mercantil

As ações da SpaceX (SPCX) recuaram nesta segunda-feira, 13 de julho, e voltaram a ser negociadas perto dos US$ 135 definidos na maior oferta pública inicial já realizada nos Estados Unidos. Por volta das 14h36, no horário de Brasília, os papéis valiam US$ 138,60 na Nasdaq, queda de 4,61% no pregão e apenas 2,7% acima do preço do IPO. O movimento recoloca no centro da avaliação da companhia uma equação incomum: uma empresa avaliada em aproximadamente US$ 1,8 trilhão, com receita de US$ 18,7 bilhões e prejuízo líquido de US$ 4,9 bilhões em 2025, depende da expansão da Starlink e da execução industrial do Starship para justificar um dos maiores múltiplos do mercado acionário global.

A correção ocorre um mês depois da estreia da companhia fundada por Elon Musk. A SpaceX abriu o primeiro pregão, em 12 de junho, a US$ 150, 11,1% acima dos US$ 135 da oferta. A procura levou os bancos coordenadores a exercer integralmente a opção de lote adicional, elevando para 638,89 milhões o número de ações vendidas e para aproximadamente US$ 85,7 bilhões a captação bruta.

Ao preço da oferta, a empresa chegou ao mercado avaliada em cerca de US$ 1,77 trilhão. Na cotação desta segunda-feira, o valor implícito permanece próximo de US$ 1,82 trilhão, embora a ação já esteja abaixo do nível de abertura da estreia e distante das máximas alcançadas nas primeiras semanas de negociação.

A pressão sobre os papéis mostra que o mercado começa a separar o impacto do IPO da capacidade efetiva de geração de resultados. A SpaceX combina uma operação de conectividade altamente rentável, liderada pela Starlink, com investimentos pesados em foguetes, satélites, inteligência artificial e infraestrutura computacional.

O tamanho da companhia oferece escala, mas também eleva a exigência. Considerada a receita de 2025, a avaliação atual corresponde a aproximadamente 97 vezes o faturamento anual. O múltiplo significa que os investidores não estão pagando apenas pelos lançamentos, assinaturas e contratos atuais. Estão antecipando a transformação da empresa em uma plataforma integrada de transporte orbital, telecomunicações e inteligência artificial.

IPO cresce para US$ 85,7 bilhões após lote adicional

A SpaceX inicialmente colocou 555,56 milhões de ações Classe A no mercado, todas de emissão primária, ao preço de US$ 135. A operação básica levantou US$ 75 bilhões, superando com ampla margem as maiores ofertas anteriores realizadas nos Estados Unidos.

O lote adicional permitiu aos coordenadores comprar outros 83,33 milhões de papéis. Com o exercício integral da opção, a oferta alcançou 638,89 milhões de ações e foi concluída em 15 de junho.

Goldman Sachs, Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup e JPMorgan estiveram entre os principais bancos responsáveis pela operação. Também participaram instituições como Barclays, Deutsche Bank, RBC Capital Markets, UBS, Wells Fargo, BTG Pactual (BPAC11) e Santander.

A SpaceX informou que pretende aplicar os recursos na ampliação da infraestrutura de inteligência artificial, na expansão de bases e veículos de lançamento e no aumento da escala e da capacidade de suas constelações de satélites. O restante poderá ser utilizado para finalidades corporativas gerais.

O desenho da oferta ajuda a explicar sua dimensão. Não houve venda de ações por antigos acionistas no bloco principal. Todo o dinheiro captado entrou no caixa da companhia, dando à SpaceX capacidade para financiar simultaneamente projetos que consomem dezenas de bilhões de dólares.

A contrapartida é a diluição dos acionistas anteriores e a expectativa de que o capital produza retorno. A companhia encerrou 2025 com US$ 20,7 bilhões em despesas de capital, quase o dobro dos US$ 11,2 bilhões registrados em 2024. O volume mostra que o IPO não foi apenas um evento de liquidez, mas uma necessidade estratégica para sustentar o ciclo de expansão.

Receita cresce 33%, mas prejuízo alcança US$ 4,9 bilhões

A SpaceX registrou receita consolidada de US$ 18,7 bilhões em 2025, crescimento de 33% em relação aos US$ 14 bilhões do ano anterior. Em 2023, o faturamento havia sido de US$ 10,4 bilhões.

A expansão revela uma companhia em rápida aceleração comercial. O resultado operacional ajustado, porém, exige uma leitura mais cuidadosa.

O Ebitda ajustado aumentou de US$ 5,4 bilhões em 2024 para US$ 6,6 bilhões em 2025. A empresa utiliza a métrica para demonstrar a geração operacional antes de juros, impostos, depreciação, amortização, remuneração baseada em ações, reestruturações e outras despesas.

Pelas regras contábeis norte-americanas, o retrato foi menos favorável. A SpaceX apresentou prejuízo líquido de US$ 4,9 bilhões em 2025, depois de ter registrado lucro de US$ 800 milhões em 2024.

A diferença entre o prejuízo contábil e o Ebitda ajustado decorreu, entre outros itens, de US$ 6,7 bilhões em depreciação e amortização, US$ 1,9 bilhão em remuneração baseada em ações, US$ 1,9 bilhão em despesas com juros e US$ 500 milhões em custos de reestruturação.

A tendência continuou no começo de 2026. No primeiro trimestre, a companhia teve prejuízo líquido de US$ 4,3 bilhões e Ebitda ajustado de US$ 1,1 bilhão.

Para os investidores, o contraste evidencia a natureza da tese. A empresa gera caixa operacional em segmentos maduros, mas reinveste em ritmo acelerado, reconhece depreciação elevada sobre uma base crescente de ativos e financia negócios que ainda não alcançaram rentabilidade.

Starlink já responde pela maior parte do resultado

A Starlink é hoje a principal sustentação econômica do grupo. O segmento de conectividade encerrou 2025 com receita de US$ 11,4 bilhões, alta de 50% ante os US$ 7,6 bilhões de 2024. Em 2023, o faturamento da divisão havia sido de US$ 3,9 bilhões.

O Ebitda ajustado do segmento avançou de US$ 3,8 bilhões para US$ 7,2 bilhões em um ano. A margem implícita, superior a 60%, mostra por que a conectividade é decisiva para financiar os projetos de maior risco da companhia.

Em março, a Starlink reunia aproximadamente 10,3 milhões de assinantes e operava mais de 9.600 satélites. O serviço estava presente em 164 países, territórios e outros mercados, alcançando uma população potencial de 3,3 bilhões de pessoas.

A empresa também afirma controlar aproximadamente 75% dos satélites ativos capazes de realizar manobras em órbita. A dimensão da constelação estabelece uma barreira competitiva difícil de reproduzir: novos participantes precisam lançar, operar e substituir milhares de equipamentos antes de alcançar cobertura e capacidade semelhantes.

O crescimento não depende apenas da banda larga residencial. A Starlink avança em aviação, navegação, defesa, governos, empresas e conexão direta entre satélites e telefones celulares.

A estratégia amplia o mercado endereçável, mas aumenta a necessidade de capacidade orbital. Quanto mais assinantes e aplicações a rede incorpora, maior é a demanda por satélites com mais banda, links ópticos e capacidade de processamento.

É nesse ponto que o Starship deixa de ser um projeto separado e passa a ser parte da economia da Starlink. A nova geração de satélites é maior e mais pesada. Sem um veículo de alta capacidade e reutilização frequente, a expansão da rede tende a permanecer condicionada à cadência e às limitações do Falcon 9.

Starship já consumiu mais de US$ 15 bilhões

A SpaceX informa ter investido mais de US$ 15 bilhões no desenvolvimento do Starship, sistema formado pela nave de mesmo nome e pelo propulsor Super Heavy. A companhia o projeta como um veículo totalmente reutilizável, com capacidade superior a 100 toneladas métricas em órbita.

O programa também concentra parte relevante das despesas de pesquisa e desenvolvimento. O segmento espacial gastou US$ 3 bilhões em pesquisa e desenvolvimento em 2025, acima dos US$ 1,8 bilhão do ano anterior.

Ao mesmo tempo, a receita obtida com lançamentos para clientes externos cresceu em ritmo moderado, de US$ 3,8 bilhões em 2024 para US$ 4,1 bilhões em 2025. O Ebitda ajustado da divisão caiu de US$ 1,2 bilhão para US$ 700 milhões.

A redução mostra o custo de acelerar o Starship. O segmento espacial permanece lucrativo em base ajustada, mas sua rentabilidade foi comprimida pelo aumento dos investimentos no novo veículo.

A SpaceX realizou em 22 de maio o 12º voo de teste do Starship. Foi a primeira missão da terceira geração do sistema, com o Starship V3, o Super Heavy V3, motores Raptor 3 e lançamento a partir da segunda plataforma de Starbase, no Texas.

O teste representou um avanço, mas não eliminou os riscos de execução. O desenvolvimento de um foguete integralmente reutilizável envolve problemas de propulsão, controle térmico, reentrada, recuperação, abastecimento e repetibilidade industrial.

Para a tese financeira, realizar um voo de demonstração não basta. A empresa precisa provar que consegue fabricar, lançar, recuperar e reutilizar os veículos em intervalos curtos, com custos menores que os dos sistemas atuais.

É essa cadência que determinará se o capital investido se converterá em vantagem estrutural ou permanecerá como uma despesa prolongada de pesquisa e desenvolvimento.

Inteligência artificial amplia receita e também o risco

A SpaceX chegou ao mercado de capitais como uma companhia mais ampla do que a fabricante de foguetes conhecida pelos investidores. Sua estrutura inclui um segmento de inteligência artificial que reúne o X, antigo Twitter, o modelo Grok e a infraestrutura computacional da xAI.

A divisão gerou receita de US$ 3,2 bilhões em 2025, crescimento de 22% em relação aos US$ 2,6 bilhões de 2024. O resultado, no entanto, foi negativo.

O segmento registrou prejuízo operacional de US$ 6,4 bilhões e Ebitda ajustado negativo de US$ 1,2 bilhão em 2025. No primeiro trimestre de 2026, a perda operacional chegou a US$ 2,5 bilhões, com Ebitda ajustado negativo de US$ 600 milhões.

A disparidade ajuda a explicar por que uma oferta de US$ 85,7 bilhões foi incorporada ao planejamento da companhia. A Starlink produz resultado, mas a inteligência artificial e o Starship demandam volumes crescentes de capital.

O plano apresentado aos investidores prevê expansão de centros de processamento, capacidade computacional e infraestrutura elétrica. Em março, a empresa declarava capacidade instalada superior a 1 gigawatt para suas operações de inteligência artificial.

A integração pode criar sinergias. A SpaceX controla sistemas de lançamento, constelações de satélites, uma rede global de comunicação, plataformas com centenas de milhões de usuários e infraestrutura de computação.

Também concentra riscos. A empresa precisa administrar simultaneamente um programa espacial experimental, uma operadora global de telecomunicações, uma plataforma de mídia social e uma operação de inteligência artificial deficitária.

Integração vertical sustenta vantagem e eleva exposição

A SpaceX atribui grande parte de sua vantagem à integração vertical. O grupo desenvolve internamente foguetes, motores, aviônicos, satélites, terminais, antenas, lasers ópticos, centros computacionais e parte relevante das instalações necessárias para operar esses sistemas.

O modelo reduz a dependência de fornecedores e encurta o intervalo entre projeto, teste e modificação. Em um setor tradicionalmente marcado por contratos longos e cadeias fragmentadas, a empresa consegue incorporar mudanças diretamente às linhas de produção.

A companhia afirma ter colocado em órbita mais de 80% da massa lançada globalmente desde 2023. O indicador inclui satélites próprios e cargas de clientes e demonstra a escala alcançada pelo Falcon 9.

Essa liderança, contudo, não aparece integralmente na receita do segmento espacial. Os lançamentos usados para colocar satélites da própria companhia em órbita não são contabilizados como faturamento entre divisões.

O valor econômico se manifesta na redução do custo interno da Starlink e na capacidade de operar uma constelação que concorrentes precisariam contratar externamente para construir.

A mesma integração aumenta a exposição quando há atrasos. Uma falha no Starship não afeta apenas o programa de foguetes. Pode adiar o lançamento de satélites maiores, limitar a expansão da Starlink e retardar projetos de computação orbital apresentados pela administração.

Bloqueios de venda podem ampliar oferta de ações

Outro fator observado pelo mercado é o cronograma de liberação das ações detidas por acionistas anteriores ao IPO.

Elon Musk está sujeito a um período de restrição de 366 dias. Para executivos, diretores, empregados e investidores, a liberação ocorrerá de forma escalonada, com parte dos papéis começando a ficar disponível depois da divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026.

O processo seguirá até 180 dias após a oferta para determinados grupos e poderá continuar até os resultados do segundo trimestre de 2027 para outros acionistas.

A liberação não significa que os papéis serão necessariamente vendidos. Ainda assim, aumenta o volume potencial de ações disponíveis e pode produzir pressão sobre a cotação caso antigos investidores decidam realizar ganhos.

O risco ganha relevância porque a SpaceX chegou ao mercado com avaliação muito superior ao seu faturamento atual. Acionistas que participaram de rodadas privadas anteriores possuem custos de aquisição significativamente mais baixos do que o preço do IPO.

A demanda passiva também interfere na formação do preço. A entrada da companhia em índices da Nasdaq obriga fundos que replicam essas carteiras a adquirir ações, criando fluxos que podem não refletir uma avaliação fundamentalista da empresa.

Starship passa a definir o prêmio pago por Wall Street

A SpaceX chegou à bolsa com ativos que nenhuma concorrente reúne na mesma escala. Controla o principal sistema privado de lançamentos orbitais, a maior constelação comercial de satélites, uma base superior a 10 milhões de assinantes e uma infraestrutura crescente de inteligência artificial.

O conjunto explica por que o mercado aceitou uma avaliação próxima de US$ 1,8 trilhão apesar do prejuízo líquido e da necessidade elevada de capital.

A correção da ação para perto dos US$ 135 mostra, porém, que a fase de entusiasmo automático perdeu força. Depois de financiar a empresa com a maior oferta da história dos Estados Unidos, os investidores passarão a cobrar entregas mensuráveis.

A Starlink precisa continuar ampliando receita e resultado sem deteriorar a experiência dos usuários. A divisão de inteligência artificial precisa reduzir perdas ou demonstrar um caminho crível de monetização. O Starship precisa sair da condição de programa de testes para se tornar um sistema operacional reutilizável.

O último ponto é o mais importante. A SpaceX já domina o mercado construído pelos foguetes atuais. A avaliação recebida na Nasdaq, contudo, pressupõe que a companhia também dominará mercados que ainda dependem de uma redução radical no custo e de um aumento igualmente radical na capacidade de transporte orbital.

Enquanto essa transição não ocorrer, a Starlink continuará financiando o futuro e o mercado continuará atribuindo ao Starship a maior parte do prêmio. A ação próxima do preço do IPO mostra que Wall Street não abandonou a tese — mas passou a exigir que a escala prometida comece a aparecer na operação.

Tags: Elon MuskEmpresasIPO SpaceXmercado espacialMorgan StanleyRBCSEC S-1SpaceXSPCXStarlinkStarship

LEIA MAIS

Fidcs - Gazeta Mercantil
Mercados

FIDCs já respondem por 37% das operações do mercado de capitais em 2026

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) deixaram de ocupar uma posição periférica no mercado financeiro brasileiro. No primeiro semestre de 2026, esses veículos movimentaram R$ 53,1...

Leia MaisDetails
Apex Partners Revela Passivo De R$ 985,6 Milhões E Busca Proteção Judicial - Gazeta Mercantil
Empresas

Apex Partners: Justiça bloqueia bens de Fernando Cinelli e quebra sigilo bancário

A Justiça do Espírito Santo determinou o bloqueio dos bens de Fernando Antonio Kulnig Cinelli, fundador e ex-presidente da Apex Partners, e a quebra de seu sigilo bancário...

Leia MaisDetails
Casas Bahia Lança Debêntures De R$ 3,95 Bilhões Para Reestruturar Dívida - Gazeta Mercantil
Empresas

BHIA3 perde 99,9% desde pico de 2020; entenda a derrocada das ações da Casas Bahia

A trajetória das ações do Grupo Casas Bahia (BHIA3) nos últimos seis anos resume em números a deterioração financeira de uma das empresas mais conhecidas do varejo brasileiro....

Leia MaisDetails
Braskem (Brkm5) -Gazeta Mercantil
Empresas

Braskem (BRKM5) sofre rebaixamento da Fitch para ‘RD’ após calote em juros

A crise financeira da Braskem (BRKM5) entrou em uma nova fase depois que a Fitch Ratings rebaixou a classificação de crédito da petroquímica de “C” para “RD” —...

Leia MaisDetails
Nestlé - Gazeta Mercantil
Empresas

Nestlé mira usuários de Ozempic e Mounjaro e transforma GLP-1 em novo mercado

A Nestlé está transformando uma das maiores ameaças recentes à indústria de alimentos processados em uma nova frente de negócios. O avanço dos medicamentos da classe GLP-1, associados...

Leia MaisDetails

GAZETA MERCANTIL ENCERRADO

23:41:51
IBOV

IBOVESPA

B3
Consultando... buscando última cotação
$

DOLAR

USD/BRL
Consultando... buscando última cotação
€

EURO

EUR/BRL
Consultando... buscando última cotação
₿

BITCOIN

BRL
Consultando... buscando última cotação
Gazeta Mercantil · dados de mercado

Veja Também

Crise Na Propaganda Eleitoral: Dança Das Cadeiras Atinge Marqueteiros Políticos Em 2026 - Gazeta Mercantil
Política

Crise na propaganda eleitoral: dança das cadeiras atinge marqueteiros políticos em 2026

Leia MaisDetails
Risco-País Da Argentina Volta Aos 511 Pontos E Mercado Aumenta Cautela Com Milei - Gazeta Mercantil - Economia
Economia

Risco-país da Argentina volta aos 511 pontos e mercado aumenta cautela com Milei

Leia MaisDetails
3 Funções Do Celular Que Você Deve Desligar Quando Não Estiver Usando - Gazeta Mercantil - Economia
Tecnologia

3 funções do celular que você deve desligar quando não estiver usando

Leia MaisDetails
Renan Santos - Gazeta Mercantil
Política

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Leia MaisDetails
Valuation: O Que É, Como Calcular E Quais Métodos Definem O Valor De Uma Empresa - Gazeta Mercantil
Negócios

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Leia MaisDetails

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco
Gazeta Mercantil Logo White

contato@gazetamercantil.com

Gazeta Mercantil — marca jornalística fundada em 1920, com continuidade editorial contemporânea no ambiente digital por meio do domínio oficial gazetamercantil.com.

EDITORIAS

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

Veja Também:

Crise na propaganda eleitoral: dança das cadeiras atinge marqueteiros políticos em 2026

Risco-país da Argentina volta aos 511 pontos e mercado aumenta cautela com Milei

3 funções do celular que você deve desligar quando não estiver usando

Renan Santos defende fim da Justiça do Trabalho e diz que CLT ‘já era’

Valuation: o que é, como calcular e quais métodos definem o valor de uma empresa

Dólar hoje fecha a R$ 5,22 com tensão no Oriente Médio e ata do Fed no radar

  • Anuncie Conosco
  • Política de Correções
  • Política Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Sobre a Gazeta Mercantil
  • Expediente
  • Política de Conflitos de Interesse

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP

  • Economia
  • Mercados
    • Dólar
    • Ibovespa
    • Fundos Imobiliários
    • Criptomoedas
  • Empresas
  • Negócios
  • Política
  • Brasil
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Agronegócio
  • Trabalho
  • Saúde
  • Loterias
  • Esportes
    • Futebol
  • Cultura & Lazer
    • Filmes e Séries
  • Lifestyle
  • Anuncie Conosco

© 2026 GAZETA MERCANTIL - Marca jornalística fundada em 1920. Site oficial: gazetamercantil.com - Todos os direitos reservados. - ISSN 1519-0129 - contato@gazetamercantil.com - Grupo SMEdit - Av.Paulista 777 - Bela Vista - São Paulo - SP